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Informação & Sociedade: Estudos

A biblioteca do século XXI: novos paradigmas ou meras expectativas?

TARGINO, Maria das Graças. A biblioteca do século XXI: novos paradigmas ou meras expectativas? Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.20, n.1, p. 39-48, jan./abr. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/2645/3418>. Acesso em: 21 maio 2010.

Resumo
Objetiva-se discutir os paradigmas norteadores da biblioteca do século XXI e, por conseguinte, da ciência da informação (CI). A priori, consideram-se três pontos: (1) a biblioteca como instituição fundamentalmente social e, portanto, sujeita às mudanças que afetam a sociedade; (2) a mobilidade irreversível dos paradigmas, em qualquer área de atuação; (3) a ação profissional e governamental como elemento determinante da atuação das instituições. Como inevitável, ao atravessar as várias fases históricas, a biblioteca assimila a realidade dos diferentes períodos e assume posturas paradigmáticas distintas. De início, prevalece o modelo centrado na disponibilidade, que prioriza grandes coleções e edifícios majestosos, perfazendo o just in case: o leitor tem a seu dispor a informação demandada, graças ao browsing real. Paulatinamente, consolida-se o modelo centrado na acessibilidade. É a prevalência do just in time, graças ao intercâmbio com as demais unidades de informação conectadas em rede e ao browsing virtual. A expansão das tecnologias propicia o advento da biblioteca virtual (BV) e a emergência do paradigma informacional ou digital. Porém, insiste-se na idéia de que profissionais e governantes são os responsáveis, por excelência, pela vigência dos paradigmas alusivos às bibliotecas. E mais, eles não são per se excludentes, face à diversificação sempre existente de culturas, países e povos, o que significa dizer que BV subsistem ao lado de bibliotecas tradicionais, em pleno século XXI.

Palavras-chave: Bibliotecas: paradigmas e modelos; Ciência da Informação: paradigmas e modelos; Ciência da Informação.

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Sobre Laura

Adora catalogação e blogs. Louca por livros de literatura, principalmente os de fantasia medieval. Seu maior sonho é construir a maior biblioteca pessoal de literatura infanto-juvenil com foco em fantasia medieval, e claro, ter uma super mangáteca.

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