//
arquivos

Arquivo para

NotSys: um sistema de notificação para usuários de bibliotecas digitais compativeis com o padrão Dublin Core

ROCHA, Francisco das Chagas; BEZERRA, Ed Porto. NotSys: um sistema de notificação para usuários de bibliotecas digitais compativeis com o padrão Dublin Core. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 143-148, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/2394>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Apresenta um sistema de notificação – NotSys para usuários de bibliotecas digitais compatíveis com o padrão Dublin Core. O NotSys notifica os usuários de bibliotecas digitais de três formas: através do envio de SMS para celular, através do envio de mensagens de correio eletrônico; e através da disponibilização de feeds RSS. O NotSys dissemina informação de forma automática, se tornando uma ferramenta de grande importância quando usada como um serviço incorporado às bibliotecas digitais de acesso aberto. O NotSys trata de um serviço suplementar de disseminação de informação, pois permite que pesquisadores tenham maior disponibilidade para se dedicarem à execução de suas pesquisas propriamente ditas.

Palavras-chave: Bibliotecas Digitais. Disseminação Seletiva da Informação. Serviços de Notificação. Dublin Core.

Ambientes virtuais para a cultura como educação: aproximações conceituais e metodológicas

PETRUCCI, Mabel Ribeiro; PIMENTA, Sonia de Almeida. Ambientes virtuais para a cultura como educação: aproximações conceituais e metodológicas. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 135-142, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3789>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
O desenvolvimento das tecnologias digitais da comunicação e informação, sobretudo a rede mundial de computadores, amplia demasiadamente as possibilidades de acesso à diversidade cultural, tornando possível tanto processos de homogeneização, quanto de resistência aos padrões culturais que ali circulam. A informação, assim como os modos de comunicá-la, assume relevância sem igual, pois, além de detê-la, é preciso saber obtê-la e usá-la de forma rápida, segura e eficaz. Para que a informação seja valorizada, torna-se necessária a conservação, a guarda e a custodia da mesma, como início e fim de um modo de ver o mundo mediatizado por fragmentos e vestígios de um passado (re) descoberto e recriado em espaços próprios como as Bibliotecas, os Arquivos e os Museus. Na medida em que estes espaços são colocados em meio virtual, a memória, além de ser resgatada, é preservada e disseminada local e globalmente, fortalecendo e valorizando todo o significado cultural de determinada região. Nosso propósito neste trabalho é o de discutir conceitual e metodologicamente a informação como base dos ambientes virtuais para a cultura como educação. Para tanto, abordamos os Ambientes Virtuais como exemplos de dispositivos construídos a partir das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) que podem ser utilizados para diversas atividades humanas, inclusive as educacionais, configurando-os como dispositivos de poder para uma ou outra referência cultural. Nesse contexto, a cultura passa a ser constituída por um conjunto informações, dentro de uma perspectiva de elaboração que é a de fortalecê-la para a valorização das identidades – elementos fundamentais para a educação.

Palavras-chave: Ambiente Virtual. Educação. Cultura. Informação.

Co-classificação entre artigos e patentes: um estudo da interação entre C&T na Biotecnologia brasileira

MOURA, Ana Maria Mielniczuk de; CAREGNATO, Sonia Elisa. Co-classificação entre artigos e patentes: um estudo da interação entre C&T na Biotecnologia brasileira. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 119-132, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3757>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Analisa a interação entre a ciência e a tecnologia (C&T) a partir de um enfoque cientométrico, utilizando a técnica de co-classificação, utilizada em outros estudos (LEYDESDORFF, 2008c, BASSECOULARD; ZITTER, 2004, GLANZEL; MEYER, 2003). Objetiva revelar o trânsito de pesquisadores e inventores da área de Biotecnologia no Brasil, no período de 2001 a 2005, nas esferas científica e tecnológica, a partir da correlação dos assuntos dos artigos e das patentes de sua autoria. O corpus constitui-se em 194 patentes e 2.584 artigos coletados na Base de Pedidos de Patentes do INPI e na WebofScience, respectivamente. A correlação entre os assuntos dos artigos e das patentes foi realizada por um especialista da área de Biotecnologia, a partir do mapeamento das categorias proposto por Glänzel e Schubert (2003) e dos códigos da Classificação Internacional de Patentes (CIP). Os resultados indicam que a produção intelectual na área da Biotecnologia no Brasil caracteriza-se por apresentar interação entre C&T, conforme verificado através da análise de co-classificação entre os dois tipos de documentos, atingindo um percentual de interação de 83,4%.

Palavras-chave: Cientometria. Co-classificação. Artigo científico. Patente. Interação C&T.

Tipos de compartilhamento de informação e do conhecimento no ambiente de P&D

DI CHIARA, Ivone Guerreiro; ALCARÁ, Adriana Rosecler; TOMAÉL, Maria Inês. Tipos de compartilhamento de informação e do conhecimento no ambiente de P&D. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 105-118, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/3876>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
O compartilhamento da informação e do conhecimento entre pesquisadores depende da interação social e pode assumir diferentes formas. Este estudo foi realizado com o objetivo de identificar os tipos de compartilhamento existentes em um ambiente de P&D na área de Alimentos Funcionais. Os dados foram coletados por meio de entrevistas e para a análise dos dados empregou-se a técnica de análise de conteúdo. Os tipos de compartilhamento identificados foram categorizados como: intencional, unilateral, com lideranças, multi e interdisciplinar, obrigatório, não intencional, mediado, contínuo e entre grupos. Os resultados evidenciaram que não há uma demarcação rígida ente os tipos de compartilhamento identificados e ainda, que um tipo de compartilhamento pode se transformar em outro, dependendo da intensidade com que é praticado. Constatou-se que o compartilhamento da informação e do conhecimento estimula a aprendizagem e promove a apropriação do conhecimento.

Palavras-chave: Compartilhamento da Informação e do Conhecimento. Tipos de Compartilhamento. Compartilhamento entre Pesquisadores.

Gestão da segurança do conhecimento: uma proposta de modelo

ARAÚJO, Wagner Junqueira de; AMARAL, Sueli Angelica do. Gestão da segurança do conhecimento: uma proposta de modelo. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 91-103, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4846>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Apresenta resultado de pesquisa exploratória que verificou a viabilidade da prática da gestão da segurança do conhecimento de uma empresa, com o objetivo de mapear a segurança dos ativos de conhecimento prioritários nos seus processos de gestão de segurança da informação e de gestão do conhecimento. Os procedimentos metodológicos adotados, com base no referencial teórico elaborado levaram à apresentação de uma proposta de modelo de gestão da segurança do conhecimento resultante da identificação das características e evidências de práticas dos processos de gestão de segurança da informação e de gestão do conhecimento e da análise dos riscos.

Palavras-chave: Gestão do conhecimento. Segurança da Informação. Análise de Risco. Segurança do Conhecimento.

Redes sociais e comunidades virtuais para a preservação e transmissão das tradições gaúchas na Internet

LUVIZOTTO, Caroline Kraus; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio. Redes sociais e comunidades virtuais para a preservação e transmissão das tradições gaúchas na Internet. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 77-88, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/6962>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Considerando a potencialidade apresentada pelas tecnologias de informação e comunicação na atualidade este estudo aponta as formas pelas quais grupos sociais mobilizados em torno de uma vinculação étnica podem se servir do aparato da Internet, em especial do World Wide Web, para divulgar aspectos de sua cultura e modo de vida. Trata-se de grupos dedicados ao ensino, transmissão, preservação e disseminação da tradição gaúcha vinculados aos Centros de Tradições Gaúchas (CTG). Especificamente, este artigo apresenta como os tradicionalistas gaúchos estabelecem suas redes sociais na Internet, constituindo comunidades virtuais em torno do tema cultura e tradição gaúcha, fazendo uso dos serviços da Web 2.0. Abordam-se neste estudo experiências que indicam que o terreno virtual é fértil e possível de transformar e revolucionar o campo das tradições, sua preservação, disseminação e (re)invenção. No contexto de modernidade tardia esse recurso não pode ser descartado. Independente da análise se situar no campo econômico, político ou cultural, entre tantos outros, o fato é que a Internet se constitui num meio eficaz e abrangente de transmitir, ensinar e preservar conteúdos de todos os tipos.

Palavras-chave: Tradição. Modernidade Tardia. Redes Sociais. Comunidades Virtuais. Tradições Gaúchas. Tecnologias de Informação e Comunicação. Ambientes Informacionais Digitais.

Procedimentos e ferramentas aplicados aos estudos bibliométricos

VANZ, Samile Andréa de Souza; STUMPF, Ida Regina Chittó. Procedimentos e ferramentas aplicados aos estudos bibliométricos. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 67-75, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4817>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Discute os processos de avaliação da produção científica e a necessária criação de indicadores para este fim. Apresenta fontes de coleta de dados para desenvolvimento de indicadores desta produção e apresenta os procedimentos para a limpeza/padronização e organização dos dados bibliométricos. Descreve softwares livres para análise bibliométrica e a importância do uso de indicadores relativos. Discute alguns procedimentos adotados pela comunidade científica internacional para análise multivariada de dados bibliométricos.

Palavras-chave:
Bibliometria. Cientometria. Análise quantitativa. Bibexcel. Medidas de similaridade.

Dimensões das relações entre a Ciência da Informação e as Ciências Cognitivas: caminhos percorridos e a percorrer

VARELA, Aida. Dimensões das relações entre a Ciência da Informação e as Ciências Cognitivas: caminhos percorridos e a percorrer. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 51-64, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4024>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Trata-se de um texto que discute as interseções da Ciência da Informação com as Ciências Cognitivas, buscando âncoras, argumentos, fundamentos para alimentar e produzir o saber e o fazer, potencializando estudos e aproximações. Tal empreitada se justifica à medida que proliferam pesquisas propondo-se a analisar a natureza interdisciplinar, pluridisciplinar, multidisciplinar e transdisciplinar que caracteriza as ciências contemporâneas, entre as quais a CI, aflorando as contradições, as diferenças, a heterogeneidade que subjazem às práticas e às relações sociais, em que estão investidos os sujeitos que acessam e utilizam a informação. Busca-se compreender os vários paradigmas e as influências deles no contexto da ciência, principalmente do cognitivo na CI.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Ciências Cognitivas. Interseções.

O uso da informação na prática clinica na perspectiva da Medicina baseada em evidências: revisão de literatura

SAVI, Maria Gorete Monteguti; SILVA, Edna Lucia da. O uso da informação na prática clinica na perspectiva da Medicina baseada em evidências: revisão de literatura. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 37-50, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4804>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Estudo que aborda o acesso à informação para prática clínica, concentrando-se nas necessidades informacionais dos médicos e no processo de avaliação das fontes de informação na perspectiva da Medicina Baseada em Evidências(MBE). Apresenta revisão de estudos realizados no exterior e no Brasil sobre a necessidade informacional na prática clínica e o uso de informação. Reflete sobre critérios e rigor metodológico para seleção de fontes de informação na prática clinica na perspectiva da Medicina Baseada em Evidências (MBE).

Palavras-chave: Uso da informação. Prática clínica. Medicina baseada em evidências.

Representação descritiva e temática no Sistema Agência de Informação Embrapa: controle de vocabulário

SOUZA, Marcia Izabel Fugisawa; ALVES, Maria das Dores Rosa; QUEIROS, Leonardo Ribeiro; SANTOS, Adriana Delfino dos; OLIVEIRA, Leandro Henrique Mendonça de. Representação descritiva e temática no Sistema Agência de Informação Embrapa: controle de vocabulário. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 1, p. 61-75, jan./abr., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=774&article=357&mode=pdf&OJSSID=b331aa8d39ceceac71edb2bb8604dc55>. Acesso em: 29 jan. 2011.

Resumo
Este artigo aborda a concepção e o estabelecimento das atividades de representação descritiva e temática e o controle de vocabulário especializado no website Agência de Informação Embrapa. Adota-se o padrão Dublin Core para descrição dos metadados dos recursos de informação, que são representados pelas regras mínimas de catalogação e de indexação. São adotados tesauros especializados em agricultura para atribuição de palavras-chave e categorias de assunto. Faz-se o controle de termos livres, visando à consistência do vocabulário e à manutenção da qualidade. Utilizam-se ferramentas de tratamento de recursos de informação e de controle de vocabulário, integradas ao sistema gestor de conteúdo, que abriga o conjunto de atividades de organização da informação do website Agência de Informação Embrapa. As atividades que envolvem a representação descritiva e temática são apoiadas por procedimentos e ferramentas que sistematizam e padronizam suas rotinas, de modo a garantir melhoria na recuperação da informação.

Palavras-chave: Representação descritiva. Representação temática. Catalogação. Indexação. Vocabulário controlado. Agência de Informação Embrapa.

Limitações digitais

BELLINI, Carlo Gabriel Porto; GIEBELEN, Edwin; CASALI, Richélita do Rosário Brito. Limitações digitais. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 25-35, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4393>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
As tecnologias de informação e comunicação – TICs constituem ferramental indispensável para a inserção do indivíduo na sociedade contemporânea, no sentido de seu pleno exercício de cidadania. Discussões sobre limitações de acesso e de uso das TICs são comuns na literatura acadêmica internacional (usualmente tratadas pelo termo “exclusão digital”) e também preocupam cidadãos e gestores na elaboração de políticas públicas. No presente estudo, de natureza conceitual e crítica, identificam-se as formas básicas de limitação digital presentes na literatura e elabora-se uma mais refinada distinção entre elas a partir do entendimento de que fenômenos de naturezas diferentes vêm sendo equivocadamente tratados de maneira indistinta e sem igual profundidade. Três formas principais de limitação digital são definidas (limitação de acesso, limitação cognitivo-informacional e limitação comportamental) e suas interdependências são identificadas e descritas à luz da teoria do comportamento planejado. Como resultado adicional, percebe-se que o fenômeno da limitação digital envolve mais dimensões do que usualmente se imagina e apresenta uma dinâmica complexa de possibilidades de solução, dado que a interdependência entre as três formas de limitação é muito sensível a alterações em fatores tecnológicos, sociais, econômicos, cognitivos e comportamentais.

Palavras-chave: Exclusão Digital. Tecnologias de Informação e Comunicação. Teoria do Comportamento Planejado. Modelagem Conceitual.

O hipertexto como objeto multimídia na (in)formação de aprendentes

AQUINO, Mirian de Albuquerque; BEZERRA, Lebiam Tamar Silva; OLIVEIRA, Henry Pôncio Cruz; SILVA, Vanessa Gomes. O hipertexto como objeto multimídia na (in)formação de aprendentes. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 20, n. 2, p. 13-24, maio/ago. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4064>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
A presença de computadores e de outros dispositivos tecnológicos cada vez mais complexos sugere a interação dos/as aprendentes com as “tecnologias intelectuais”, no sentido levyniano, de modo que o processo de ensino e aprendizagem não se limite aos métodos e aos recursos tradicionais, tais como os livros didáticos, a lousa e o giz, mas instigue os sujeitos educativos a assumirem novos papéis na mediação pedagógica. O uso mais frequente de objetos multimídia, nas atividades de ensino e aprendizagem, de pesquisa e de extensão, é uma necessidade educativa premente. O hipertexto, como um objeto multimídia, abre possibilidades para a realização de leituras não-lineares, numa interconexão virtual que reúne uma complexidade de recursos e atores que interagem num continuum virtual, imerso em tempos e espaços reais e não-reais. O texto discute acerca das potencialidades educativas inscritas nas tecnologias intelectuais, em especial, no hipertexto.

Palavras-chave: Hipertexto. Objeto Multimídia. Educação. Ciência da Informação. Aprendentes.

Domain-specific markup languages and descriptive metadata: their functions in scientific resource discovery

ZENG, Marcia Lei. Domain-specific markup languages and descriptive metadata: their functions in scientific resource discovery. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 164-176, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16890>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
While metadata has been a strong focus within information professionals’ publications, projects, and initiatives during the last two decades, a significant number of domain-specific markup languages have also been developing on a parallel path at the same rate as metadata standards; yet, they do not receive comparable attention. This essay discusses the functions of these two kinds of approaches in scientific resource discovery and points out their potential complementary roles through appropriate interoperability approaches.

Palavras-chave: Metadata. Markup languages. Scientific resource.

Inovação e concorrência em serviços de informação acadêmica: de Eugene Garfield ao google scholar

BEIRA, Eduardo. Inovação e concorrência em serviços de informação acadêmica: de Eugene Garfield ao google scholar. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 132-164, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16593>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Discutem-se os processos de inovação envolvidos, desde a luta empreendedora de Eugene Garfield e do ISI Institute for Scientific Information nos últimos 40 anos até meados dos anos 90, e as mudanças que a entrada do Google Scholar tem provocado com o seu modelo de negócio baseado num mecanismo de inovação disruptiva. Os processos de inovação envolvidos são discutidos com base em modelos sociais de inovação empresarial. Apresenta‑se evidência empírica comparando resultados de procuras no ISI/WoS e no Google Scholar, que mostram o efeito de legacy da arquitectura de dados do ISI/WoS e que mostram que nenhum deles é perfeito. Ambos subestimam o número real de citações, e, para os casos apresentados, as citações únicas das duas origens são dominantes. Discute-se o significado das actuais “guerras das citações” como uma continuação das anteriores “guerras das ciências” e como uma continuação da permanente procura do significado e fundamento para o conhecimento científico e para a actividade académica. Argumentamos que o modelo aberto e dinâmico do Google Scholar é muito mais coerente com a realidade, e permite uma visão mais completa dos múltiplos processos envolvidos na actividade científica e académica – algo que tem importantes implicações sobre as políticas para o sector.

Palavras-chave: Inovação empresarial. Inovação disruptiva. Modelos de ciência. Mercados de serviços – informação. Análise de citações.

Bibliotecas universitárias portuguesas no universo da web 2.0

SANTOS, Alexandra; ANDRADE, António. Bibliotecas universitárias portuguesas no universo da web 2.0. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 116-131, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16586/>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
A agregação das designadas tecnologias da Web 2.0 aos serviços materializados nos Websites e nos portais das grandes instituições tem provocado um forte impacto, em particular, no plano da concepção dos serviços, do marketing e da aprendizagem social. O presente artigo analisa um sector tradicional como sãos as bibliotecas, mas no seio de um ambiente inovador e exigente como as universidades, no sentido de identificar como estará este conceito e recurso a ser adoptado nas bibliotecas das universidades portuguesas. Adoptando a metodologia de estudo de caso e recorrendo à revisão bibliográfica para identificar plataformas e produtos Web 2.0 foi construída uma grelha de análise dos Websites das bibliotecas das universidades portuguesas, onde são contempladas algumas plataformas de publicação, discussão, partilha, relacionamento, agregação e colaboração, analisáveis no plano do seu acesso, participação e edição de conteúdos, sejam eles feitos exclusivamente pela instituição, ou pelos próprios utilizadores. Com base nesta análise foi possível concluir que as bibliotecas das universidades portuguesas ainda não adoptaram uma cultura organizacional que incorpore plenamente este tipo de plataformas, apesar de todas as potencialidades que delas podem advir no plano do desenvolvimento da inteligência colectiva.

Palavras-chave: Bibliotecas Universitárias. Web 2.0. Biblioteca 2.0. Plataformas Web 2.0.

Coordenadores de comunidades de repositórios institucionais: o caso do repositórium

ROSA, Flávia Garcia; GOMES, Maria João. Coordenadores de comunidades de repositórios institucionais: o caso do repositórium. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 100-115, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16591>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
O Movimento do Acesso Livre – Open Access Movement (OAM) – foi estimulado por dois eventos importantes: a evolução das TIC, processo facilitador da disseminação e acessibilidade à informação, e os elevados custos das publicações científicas impressas, face a contextos de maiores constrangimentos financeiros da instituições de ensino superior e de investigação. Os Repositórios Institucionais (RI) são um dos elementos fundamentais do OAM e encontram-se em processo de expansão. Este texto reporta-se a um estudo focado nos coordenadores de comunidades do repositório institucional da Universidade do Minho tendo por objectivos a identificação do perfil dos coordenadores e a identificação de práticas de estímulo ao depósito ao nível das diferentes comunidades. A metodologia de investigação adoptada consistiu num levantamento (survey) através de um questionário online. Os dados recolhidos apontam para o reconhecimento, por parte dos coordenadores, das vantagens associadas ao depósito em RI, mas identificam também casos de desconhecimento do OAM e de baixo nível de auto-arquivamento por parte de alguns coordenadores de comunidades. São identificadas como principais iniciativas ao nível das políticas de estímulo ao depósito, por parte das várias comunidades, a “obrigatoriedade do depósito” e práticas de “apoio mediado”. A análise dos dados recolhidos conduziu-nos a um conjunto de reflexões que entendemos poderem ser aplicadas ao caso do RepositóriUM, mas também constituir uma orientação para outros RI em desenvolvimento.

Palavras-chave: Repositórios institucionais. RepositóriUM. Acesso livre. Publicações académicas. Publicações científicas.

O fórum central: catalizador da participação do aluno em turmas virtuais no ensino a distancia online

COELHO, José; MARCOS, Adérito Fernandes. O fórum central: catalizador da participação do aluno em turmas virtuais no ensino a distancia online. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 85-99, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16584>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
No ensino a distancia online a participação do aluno torna-se inviável em espaços virtuais com um grande número de participantes pois a intervenção individual tende rapidamente a diluir-se no elevado volume de interacções geradas. Este é o motivo principal subjacente à criação de turmas virtuais com um máximo de 60 alunos, especialmente se se considerar os cursos de primeiro ciclo do ensino superior. Aguarda-se assim que ao reduzir a dimensão da turma virtual se implemente uma maior proximidade online e se aumente a participação individual do estudante. No entanto, nas áreas das ciências da computação os níveis de participação do aluno são em regra bastante reduzidos, sendo que a intervenção fica geralmente monopolizada por um reduzido núcleo de alunos com maior domínio da área ou mais desinibidos. Propõe-se uma nova abordagem baseada na exploração de um espaço comum e fórum central partilhado por diversas turmas que permita catalizar toda a interacção, mesmo que residual, de cada turma, maximizando o seu impacto final junto dos estudantes. Neste artigo descreve-se um caso de estudo e respectivos resultados experimentais recolhidos ao longo de dois anos lectivos que permitiram aferir um efectivo incremento da participação dos estudantes no processo de ensino-apreendizagem e respectivo aproveitamento.

Palavras-chave: Ensino a distancia. Classe virtual. E-Learning. Fórum central. Modelo pedagógico virtual.

Estudo comparativo das plataformas de ensino-aprendizagem

GABARDO, Patricia; QUEVEDO, Silvia R. P. de; ULBRICHT, Vânia Ribas. Estudo comparativo das plataformas de ensino-aprendizagem. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 65-84, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16888>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
O impulso registrado pela Educação a Distância (EAD) com o desenvolvimento das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nos últimos anos, demonstra o aperfeiçoamento tecnológico dos ambientes virtuais de aprendizagem. O fato requereu a necessidade de aperfeiçoar-se o uso de novas ferramentas, potencializando seu uso e propondo uma nova visão pedagógica à modalidade, que é o de contribuir para o aprendizado autônomo do aluno, porém de forma mais colaborativa. Nesse aspecto, as plataformas utilizadas pelas Instituições de Ensino Superior para EAD estariam de acordo com esta nova visão? Estudo de caso relativo às plataformas para ensino e aprendizagem utilizadas no Brasil demonstra o largo caminho que há para ser percorrido na potencialização das novas tecnologias.

Palavras-chave: Plataforma Virtual. Educação a Distância. Tecnologias de Informação e Comunicação.

Sistemas de informação e evolução tecnológica: mitos e realidade

ALMEIDA, José Maria Fernandes de. Sistemas de informação e evolução tecnológica: mitos e realidade. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 56-64, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16885>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Os Sistemas de Informação – para gestão ou não – são representações artificiais construídas pelo Homem para representar factos, acontecimentos e fluxos que observou no mundo real. O objectivo deste trabalho é tentar demonstrar que a evolução tecnológica de alguns subsistemas contribui para executar de modo mais preciso e com maior rapidez as funções sistémicas, sendo estas invariantes. Foi adoptada como metodologia o relato do percurso realizado pelo autor ao longo de 24 anos de actividade empresarial e 12 anos de docência universitária na área dos Sistemas de Informação, incluindo a descrição dos resultados obtidos num conjunto de projectos diversos. Sendo vulgar considerar-se que o desenvolvimento de um projecto e a construção de uma solução dependem da tecnologia existente e disponível, no presente artigo é também realçado o facto de muitas soluções construídas com tecnologia muito pouco desenvolvida, terem permitdo obter “ganhos” muito significativos, apesar de terem ocorrido há muito tempo.

Palavras-chave: Sistema de informação. Gestão da informação. Gestão da organização.

Investigação em sistemas de informação organizacionais em Portugal: caracterização do período de 2004 a 2007

GRILO, Ricardo; VARAJÃO, João; BASTO-FERNANDES, Vitor; PEREIRA, António. Investigação em sistemas de informação organizacionais em Portugal: caracterização do período de 2004 a 2007. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 41-55, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16590>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
As tecnologias e sistemas de informação são um elemento central do desenvolvimento da Sociedade da Informação, encontrando-se actualmente múltiplas e variadas aplicações nas mais variadas áreas. Dada a sua importância, verifica-se uma grande diversidade de projectos de investigação neste campo, variando na sua natureza, objectivos, foco, e em muitos outros aspectos. Para acomodar as diferentes finalidades e características intrínsecas aos estudos nesta área, têm sido utilizados diferentes instrumentos de investigação, comummente organizados em epistemologias, abordagens, metodologias e técnicas. Procurando caracterizar a realidade da investigação em sistemas de informação organizacionais em Portugal no período de 2004 a 2007, realizou-se um trabalho de pesquisa e análise de teses e dissertações disponíveis em bibliotecas de universidades públicas portuguesas. Concretamente, identificaram-se os trabalhos de investigação realizados neste período e efectuou-se a respectiva análise, tendo em consideração a epistemologia subjacente, as abordagens adoptadas, as metodologias seguidas e as técnicas aplicadas. Neste artigo, após um enquadramento conceptual, são apresentados os principais resultados obtidos.

Palavras-chave: Sistemas de informação – Portugal. Metodologias científicas. Técnicas de pesquisas. Abordagens epistemológicas.

Uma análise sistêmica sociotecnológica da engenharia de requisitos

MORETTO, Luís Augusto Machado; GALDO, Alessandra Maria Ruiz; KERN, Vinícius Medina. Uma análise sistêmica sociotecnológica da engenharia de requisitos. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 26-40, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16889>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
A engenharia de requisitos, etapa inicial da construção de sistemas de informação, requer intenso intercâmbio de informação entre profissionais de tecnologias da informação e comunicação, e peritos no negócio. A teoria e a prática comum da engenharia de requisitos, no entanto, são tecnocêntricas e caracterizadas por dificuldade de comunicação. A literatura recente aborda a concepção de sistemas sociotecnológicos, cujas propriedades emergem por meio da colaboração dinâmica entre pessoas e agentes artificiais. Este artigo apresenta um modelo sistêmico sociotecnológico da engenharia de requisitos com base no modelo CESM de Mario Bunge, segundo o qual todo sistema concreto pode ser representado segundo seus componentes, ambiente, estrutura e mecanismo. Entre os componentes, estão os peritos no negócio, profissionais de TIC, agentes artificiais e os objetos da colaboração dinâmica – modelo de domínio e requisitos. O mecanismo é essencialmente um processo de comunicação, com intercâmbio de informações e compartilhamento de conhecimento. Essa descrição presta-se à compreensão sistêmica da engenharia de requisitos, visando à intervenção para aliviar os problemas comunicacionais do processo e promover a emergência de requisitos que representem as reais necessidades do sistema.

Palavras-chave: Sistemas de informação. Sistemas sociotecnológicos. Engenharia de requisitos. Compartilhamento do conhecimento. Visão sistêmica.

Tecnologias e sistemas de informação: uma área científica orientada às necessidades de conhecimento dos profissionais envolvidos na contínua transformação das organizações através das tecnologias da informação

CARVALHO, João Álvaro. Tecnologias e sistemas de informação: uma área científica orientada às necessidades de conhecimento dos profissionais envolvidos na contínua transformação das organizações através das tecnologias da informação. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, n. esp., p. 1-25, 2º sem. 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/16588>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Tecnologias e sistemas de informação é a área científica de enquadramento para aqueles que se interessam, académica ou profissionalmente, pela adopção e exploração de tecnologias da informação no contexto das organizações ou da sociedade. É uma área que emergiu como consequência da importância que as TI tem vindo a assumir nas actividades humanas que envolvem alguma forma de processamento de informação. Dada a sua forte interligação com outras áreas, as suas fronteiras são de difícil delimitação. As actividades dos profissionais de TSI e as suas necessidades de conhecimento são usadas neste artigo como critério para definir o âmbito da área científica. Assim, após uma caracterização das actividades profissionais de TSI, são apresentados os grandes grupos que constituem o corpo de conhecimento da área e são apresentados os principais métodos de I&D usados na produção de novo conhecimento cientificamente válido.

Palavras-chave: Tecnologia da informação. Sistemas de informação. Perfis profissionais. Organização do conhecimento.

Leitura, biblioteca e política de formação de leitores no Brasil

SILVA, Rovilson José da. Leitura, biblioteca e política de formação de leitores no Brasil. Brazilian Journal of Information Science, Marília, v. 3, n. 2, p. 75-92, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/464>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
O fomento à leitura no Brasil vem, historicamente, contornando inúmeros obstáculos. Um dos mais frequentes é a inexistência de políticas públicas contínuas e bibliotecas, tanto públicas quanto escolares, que contribuam para o aprimoramento cultural, para a inserção da população à cidadania. A trajetória da implantação da biblioteca, pública ou escolar, em nosso país reflete hoje no desempenho das políticas públicas de leitura delineadas ao longo da história do Brasil e, ao mesmo, apresenta o retrato do leitor que temos hoje e, principalmente, sugere a base para o aprimoramento da política de formação de leitor que a escola pública deve adotar. Este artigo, resultado de tese defendida em 2006 pela Unesp/Marília, estrutura-se em três fases distintas: a primeira relata a invenção da escrita-leitura e sua íntima relação com o desenvolvimento da humanidade. A seguir, apresenta a convivência da sociedade brasileira com o livro, a biblioteca e a leitura desde a chegada dos portugueses ao país às primeiras décadas do Século XX e, posteriormente, aos programas brasileiros atuais de incentivo à leitura e à formação de leitor.

Palavras-chave: Leitura. Biblioteca Pública. Biblioteca Escolar. Políticas de Leitura. Formação de Leitores.

http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/464Res

Interface entre Linguística, Terminologia e Documentação

TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; LARA, Marilda Lopes Ginez de. Interface entre Linguística, Terminologia e Documentação. Brazilian Journal of Information Science, Marília, v. 3, n. 2, p. 58-74, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/361>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Apresenta reflexão na interface entre Linguística, Documentação e Terminologia salientando os aspectos que se relacionam à proposição de procedimentos pedagógicos voltados à formação do documentalista. Destaca-se a superioridade da linguagem natural como lugar original do significado para mostrar seu papel privilegiado de acesso ao conhecimento, a que devem corresponder metodologias de ensino e aprendizagem que permitam compreender o lugar da linguagem de especialidade, bem como o da linguagem das atividades documentárias. Discute a proposta da Linguística Documentária que, no diálogo com a terminologia, procura salientar as funções dos percursos onomasiológicos – da emissão à conceptualização (do conceito ao termo) – e semasiológicos – da recepção e interpretação (do termo ao conceito), na formação do documentalista, apresentando, em seguida, breve síntese de experiência didático-pedagógica.

Palavras-chave: Linguística. Documentação. Terminologia. Linguística Documentária. Formação do Documentalista.

Padrões de busca e uso de artigos científicos: um estudo com pós-graduandos em Educação brasileiros

OMOTE, Sadao; PRADO, Paulo Sergio Teixeira do; CASARIN, Helen de Castro Silva. Padrões de busca e uso de artigos científicos: um estudo com pós-graduandos em Educação brasileiros. Brazilian Journal of Information Science, Marília, v. 3, n. 2, p. 32-57, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/378>. Acesso em: 30 jan. 2011.

Resumo
Este artigo apresenta parte de um estudo mais amplo sobre o uso de fontes de informação para realização de levantamento bibliográfico por pós-graduandos em Educação. São relatados os hábitos de pós-graduandos em relação à busca de informações em periódicos científicos e à leitura de artigos neles publicados. Participaram deste estudo 60 alunos de um curso de pós-graduação em Educação de uma universidade brasileira, sendo 28 de mestrado e 32 de doutorado escolhidos mediante sorteio. A coleta de dados foi realizada através de aplicação de um questionário eletrônico. Os participantes indicaram os tipos de artigos que eles usualmente liam e a importância atribuída a cada um deles. Para cada tema tratado no questionário eletrônico, os dados são inicialmente apresentados e analisados no conjunto dos 60 participantes do estudo, e comparados entre mestrandos e doutorandos. Utilizou-se o teste de Qui-Quadrado (?2), a prova exata de Fisher e ainda o coeficiente de correlação de Spearman. Os relatos de pesquisa são os itens mais consultados pelos participantes nos periódicos. Os artigos de revisão crítica de uma área ou assunto são os mais valorizados pelos participantes. Os artigos metodológicos aparecem em quarta posição em frequência de leitura e em atribuição de importância e são mais valorizados por doutorandos que por mestrandos. Os estudantes lêem estes artigos usando diferentes procedimentos. As possíveis razões para os estudantes valorizarem os artigos de revisão crítica e ensaios teóricos são discutidos. O presente estudo visa oferecer uma contribuição ao entendimento do uso de informação científica por pós-graduandos, descrevendo alguns hábitos dos estudantes relacionados à busca de informação em periódicos científicos e à leitura de artigos.

Palavras-chave: Comportamento Informacional. Busca de Informação. Pós-Graduandos Brasileiros. Educação. Informação Científica.

Entradas recentes

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 100 other followers