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Cultura em recorte

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Uma análise terminológica dos termos biblioteca comunitária e popular: o desiderato da ação social e o estímulo da cultura à comunidade

SILVA, Jonathan Luiz Carvalho. Uma análise terminológica dos termos biblioteca comunitária e popular: o desiderato da ação social e o estímulo da cultura à comunidade. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.2, n.1, p. 05-21, jan./jun. 2010. Disponível em: < http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.3.1-2/index.php/CEREMAC/article/view/7/5 > Acesso em 20 jul., 2010

Resumo:
Aborda os termos biblioteca comunitária e popular a partir de uma concepção terminológica, objetivando identificar as relações e diferenças entre essas bibliotecas, assim como visa entendê-los no contexto da ação social, Analisa as relações entre biblioteca e comunidade considerando as questões interculturais e políticas a fim de estabelecer um paralelo sobre o significa do termo comunidade e a inserção da biblioteca nesse ambiente. O presente trabalho é fruto de uma pesquisa exploratória com revisão bibliográfica. Conclui que as bibliotecas comunitárias e populares possuem diversas formas de desenvolver ações sociais, bem como ressalta que a utilização dos termos muitas vezes se dá na mesma percepção semântica, mas notifica que o termo popular demonstra maior firmeza na autonomia e participação direta da comunidade na construção de uma biblioteca. Por fim, verifica que mais do que uma ação social, as bibliotecas comunitárias e populares devem primar por uma relação social, uma vez que firmam uma relação mais efetiva e duradoura com a comunidade.
Palavras-chave: Biblioteca Comunitária. Biblioteca Popular. Ação Social. Comunidade. Cultura.

Políticas públicas de fomento à leitura e relação estética literária: uma abordagem interdisciplinas de projeto de Belo Horizonte e Campinas

VASCONCELOS, Alex Bretas; VALLE, Ana Luiza Rocha do. Políticas públicas de fomento à leitura e relação estética literária: uma abordagem interdisciplinas de projeto de Belo Horizonte e Campinas. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.2, n.1, p. 22-53, jan./jun. 2010. Disponível em: < http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.3.1-2/index.php/CEREMAC/article/view/8/13 > Acesso em 20 jul., 2010

Resumo:
Atentos às margens da sociedade dois projetos oferecem a usuários de ônibus caminhos para o centro, não só dos conhecimentos, mas de experiências novas. Surge para muitos um primeiro contato real com o livro e, no caso da literatura, possibilidades de trânsito pelo mundo artístico e de vivência da fruição e da relação estética. Sem precisarem deslocarse do trajeto conhecido, são transportados a outras esferas em que há algo que é novo e subitamente lhes pertence: a arte. Propõe-se aqui uma análise interdisciplinar em torno de dois casos concretos de política pública: o projeto Leitura para Todos, cujo formato seminal é de Belo Horizonte, MG, e o Leitura, a Melhor Viagem, sediado em Campinas, SP. A abordagem é oportuna porque o quadro de carências relativo ao estímulo do hábito de leitura, ainda a via principal de acesso ao conhecimento e à disseminação da rica literatura brasileira, é grave.
Palavras-chave: Leitura. Política pública. Literatura. Ação Cultural.

Imagem artística: fonte de informação ou contemplação


MAIMONE, Giovana Deliberali. Imagem artística: fonte de informação ou contemplação. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.1, n.1, p.18-33, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/article/view/34/37> Acesso em 26 jul., 2009

Resumo: Apresenta-se o quadro conceitual da Ciência da Informação, enfocando o tratamento informacional da imagem artística, partindo-se da concepção de que esta tipologia documental é fonte de informação e elemento passível de ser analisado e representado a fim de evidenciar a possibilidade de acesso à informação e geração de novos conhecimentos para o usuário. Descarta-se desta forma, a noção de objeto artístico apenas como elemento de contemplação humana.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Tratamento Informacional; Imagem Artística.

A museologia e a prática: conservadorismo e mudança


RANGEL, Vera. A museologia e a prática: conservadorismo e mudança. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.1, n.1, p.5-17, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/article/view/32/36> Acesso em 26 jul., 2009

Resumo: A informação é a matéria-prima dos museus, arquivos e bibliotecas. As coleções pertenceram e foram de uso privado e privilégio da nobreza e da igreja, até a ruptura que se deu entre a Idade Média e a Modernidade, quando foram transformadas e abertas ao público. Nota-se que existem na sociedade brasileira extremamente desigual, formas “novas” de afastar o público, entre essas a baixa escolaridade da grande maioria da população brasileira, que não tem consciência de cidadania e dos conseqüentes direitos e deveres. Nosso objetivo é examinar o campo do pensamento e do ensino da Museologia no Brasil, analisando mudanças e conservadorismo. Há uma conexão no nascimento do primeiro curso de museus e da burocracia estatal, não sem uma grande dose de ideologia, a ponto de fixar uma identidade estrutural nos museus desde aí. O Curso de Museus no Rio de Janeiro, em 1932, é a matriz do paradigma da Museologia no Brasil. O conjunto de preceitos da Museologia como ciência em crescimento e disciplina estabelecida é de conhecimento restrito, as equipes funcionais dos museus de uma maneira geral as desconhecem. Concluímos que os museus apresentam boas exposições que, entretanto, não correspondem a um trabalho com planejamento e organização. Em nível governamental federal, há políticas públicas atualizadas, incentivando que a cultura seja percebida e trabalhada como fator de desenvolvimento social e econômico.

Palavras-chave: Museologia – tradição; Museologia – novas propostas; Museologia – conhecimento; Museu – legislação; Museu – comunicação.

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