RIBEIRO, Cláudio José Silva. Entendimento de requisitos de sistema com abordagem orientada ao domínio. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
Partindo do pressuposto que para produzir Sistemas de Informação com qualidade é fundamental compreender o ambiente de informações onde o sistema está incluído, torna-se necessário investigar os fundamentos que nos auxiliarão a realizar esta tarefa com sucesso. Dentro deste aspecto, o presente artigo apresenta abordagens para delimitação do domínio, entendimento e julgamento da relevância de informações, além do uso de técnicas para investigação dos requisitos de sistema de informação, conhecidas no campo da computação como técnicas para elicitação de requisitos. Dialogando com a Ciência da Informação e a Ciência da Computação, são apresentadas as principais definições que podem iluminar a trilha a ser percorrida por pesquisadores na direção da construção de novos trabalhos interdisciplinares, permitindo o melhor entendimento de requisitos, padrões de informação e comunicação dentro do Universo de Informações (UDI) sob análise.
Palavras-chave: Sistemas de Informação; Análise de Domínio; Requisitos; Elicitação; Relevância; Ciência da Computação.
ROHR, Daniele; MATOS, José Claudio Morelli. O livro de quadrinhos como categoria bibliográfica autônoma. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
Este artigo procura caracterizar a categoria bibliográfica livro de quadrinhos e distingui-la das demais obras de arte seqüencial existentes. Examina a bibliografia disponível acerca dos quadrinhos e discute as características encontradas pelos autores nas diferentes espécies de obras de arte seqüencial. Identifica a existência de um nicho informacional que não tem recebido tratamento científico específico por parte das ciências da informação. É proposta a terminologia de “livro de quadrinhos” para se referir especificamente ao tipo de obra de arte seqüencial que utiliza a linguagem dos quadrinhos, possui conteúdo voltado ao público adulto e que apresenta as características, físicas, editoriais e temáticas, de livro.
Palavras-chaves: Livro de quadrinhos; História em quadrinhos; Leitura; Leitor adulto; Categoria bibliográfica.
REITER, Marciane Elaine Friske; BATTISTI, Gerson. OpenSocial: Uma Nova Forma de Interação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
O crescimento expressivo da Rede Mundial de Computadores possibilitou o surgimento de diversos conceitos, temas e aplicações, dentre elas as Redes Sociais Virtuais. Uma Rede Social Virtual é uma aplicação na Internet que permite a interação entre pessoas que possuem um conjunto de interesses em comum como amizades, hobbies, profissão e/ou qualquer outro fator de interesse comum. As organizações estão se dando conta do poder e das potencialidades das redes sociais e passaram a investir nelas. Uma nova forma de interação com as redes sociais esta surgindo sob a denominação OpenSocial. O presente artigo tem por objetivo fornecer um embasamento teórico/prático em relação ao “OpenSocial”, procurando demonstrar os aspectos que permeiam o mesmo, apresentando-o sob a ótica de uma nova forma de interação. O OpenSocial não é uma nova rede social, mas sim um conjunto de API’s mantidas pelo Google, Yahoo, MySpace e por outros sites, cujo objetivo principal é poder desenvolver aplicativos que interajam com redes sociais. Neste contexto, o OpenSocial é um marco importante e em expansão, pois responde e impulsiona a fluidez das conversas on-line, flexibiliza a interação e potencializa o uso das redes sociais. Uma combinação de simplicidade, já que o OpenSocial é totalmente baseado em HTML e JavaScript, com complexidade, ao integrar aplicativos de um site em outro, transformam o OpenSocial como uma estratégia ímpar e bastante animadora para interação em Redes Sociais Virtuais.
Palavras-chave: Rede social; OpenSocial; Aplicativos; Google; API; Plataforma de Desenvolvimento.
SOUZA, Joel de; VIERA, Angel Freddy Godoy. A Tecnologia Open Archives Initiative, Object Reuse and Exchange: histórico e perspectivas. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
A Iniciativa dos Arquivos Abertos é responsável pelo desenvolvimento e ascensão de padrões de interoperabilidade que promovem a comunicação entre sistemas culminando na disseminação de conteúdo informacional dos repositórios digitais. O Open Archives Initiative-Object Reuse and Exchange, propende permitir que objetos complexos sejam reutilizados e trocados entre repositórios, transcendendo a idéia de apenas hospedar conteúdo estático. A implementação de estudos e análises, a respeito desta tecnologia, se justifica em função da crescente demanda por informações específicas e particularizadas e seu conseqüente armazenamento em repositórios digitais que se sobressaem significativamente em relação aos métodos tradicionais, no fornecimento de subsídios à pesquisa científica. Em campo acadêmico-científico, a reutilização e troca de objetos digitais mostra-se como mais uma alternativa que, proporciona otimização das potencialidades de recuperação e disseminação da informação.
Palavras-chave: Repositórios digitais; Tecnologias da informação; Interoperabilidade; Preservação digital; Recuperação da informação; Comunicação científica.
ZANCANARO, Airton; SANTOS, Paloma Maria; SILVA, Andreza Regina Lopes da; BORGES, Michele Andréia; BATTISTI, Patricia; SPANHOL, Fernando José. Redes Sociais na Educação a Distância: uma análise do projeto e-Nova. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
O ciberespaço e as novas tecnologias têm multiplicado as formas de sociabilidade entre os indivíduos. A cada ano surgem novas práticas como a criação de comunidades nas redes sociais. Diversos são os domínios que estão fazendo uso desse novo cenário. Contudo, sua aplicação no contexto educativo ainda permanece pouco explorada. Assim, partindo de uma estratégia de estudo de caso com métodos qualitativos para levantamento e análise dos dados, o presente artigo buscou avaliar qual a influência das redes sociais no apoio à Educação a Distância (EaD) e verificar como se dá a agregação de valor nesse meio. Como objeto de estudo, utilizou-se o programa de Capacitação em Rede: Competências para o Ciclo de Desenvolvimento de Inovações (e-Nova). A pesquisa realizada sugere que a extensão do curso para a rede social, por conta de todas as facilidades que esta apresenta, foi um fator de grande motivação e agregação de valor para os estudantes.
Palavras-chave: Redes sociais; Educação a distância; e-Nova; Criação de comunidades; Facebook; Ambiente Virtual de Aprendizagem
ABREU, Jônatas Souza de. Repositório institucional ou rede social de aprendizagem? DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
A sociedade da aprendizagem exige das pessoas que estas transformem informação em conhecimento para várias instâncias e relações sociais vitais como trabalho, educação e etc. Iniciamos, então, a análise de fatores de aprendizagem dentro de instituições de ensino superior –IES– que se propõem a armazenar a sua produção cientifica em repositórios digitais de acesso comum ao publico acadêmico visando se estabelecer como uma nova ferramenta no processo de geração de novos conhecimentos e superação de paradigmas e dificuldades anteriores com relação à disseminação de informações e aprendizagem, através de ferramentas tecnológicas disponíveis. Objetiva-se,através deste estudo, discutir a possibilidade de integração entre redes sociais e os chamados Repositórios Institucionais, chegando, então, a formar uma rede social de aprendizagem, cujas pessoas (acadêmicos, profissionais e membros da sociedade em geral) seriam interessadas em determinado tema. Utilizou-se para este artigo a pesquisa fundamental embasada em materiais bibliográficos e online que viessem a nortear o desenvolvimento do mesmo.
Palavras-Chave: Sociedade da aprendizagem; Sociedade do conhecimento; Redes sociais; Repositórios institucionais; Espaços de aprendizagem; Colaboração em ambientes digitais.
Gasque, Kelley Cristine Gonçalves Dias; RAMOS, Rubem Borges Teixeira. As histórias em quadrinhos: instrumento de informação e de incentivo à leitura. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
O presente artigo analisa as histórias em quadrinhos, identificando a verossimilhança entre determinados períodos históricos e a concepção e atuação dos personagens da Marvel e da DC Comics. Ao utilizar-se de uma narrativa ficcional para expor as tramas e os enredos elaborados aos leitores, os quadrinhos estabelecem a aproximação com a realidade, possibilitando a reflexão sobre os fatos ocorridos e gerando novos conhecimentos ou reforçando conhecimentos previamente adquiridos. Parte-se do pressuposto de que os quadrinhos possibilitam a reflexão e crescimento pessoal, constituindo-se em importante recurso de informação para pesquisa e incentivo à leitura.
Palavras-chave: História em quadrinhos; Conhecimento; Leitura; Bibliotecas; Fatos históricos; Acesso à informação.
COSTA, Maíra Murrieta; CUNHA, Murilo Bastos da. O Social Bookmarking como instrumento de apoio à elaboração de guias de literatura na internet. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2, abr. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr12/F_I_art.htm>. Acesso em: 21 abr. 2012.
Resumo
Trata-se de discussão sobre o processo de armazenagem de links favoritos em plataformas de social bookmarking e o fato de que esse processo culmina com a criação de uma lista de sítios ou documentos recomendados, aproximando-se da definição de um guia de literatura. Como objetivo geral tem-se a análise comparativa das plataformas de social bookmarking quanto à sua adequação para a produção de guia de literatura na web. São analisadas as plataformas CiteUlike e Connotea pelo fato de que estas plataformas se preocupam com a informação acadêmica online. A pesquisa caracteriza-se como mista na coleta e tratamento dos dados. Na análise qualitativa foi utilizada a Teoria Fundamentada (Grounded Theory) como instrumento de investigação. Os participantes da pesquisa aceitaram utilizar o CiteUlike para desenvolver um guia de literatura na web, mas não aceitaram o Connotea.
Palavras-chave: Bibliografia; CiteUlike, Connotea; Guia de literatura; Social bookmarking; Web 2.0.
ALVARENGA, Lídia; DIAS, Célia da Consolação. Análise de Domínio e Gestão Arquivística. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_07.htm>. Acesso em: 19 fev. 2012.
Resumo
Este trabalho se baseia em pesquisa exploratória da literatura publicada, procurando fundamentar estudos sobre a análise de domínio e suas conexões com a gestão arquivística. Seus objetivos são: discutir as vinculações entre o processo de análise de domínio e a gestão arquivística, quanto à capacidade da primeira de contribuir de fundamentação os processos de prospecção e estruturação da realidade empresarial; analisar a viabilidade de aproveitamento, pela arquivística, da fundamentação teórica da análise de domínio, tal como entendida na área da ciênciência da informação, tornando-a uma disciplina comum a ambas as áreas. Os seguintes pressupostos balisaram o trabalho: o conhecimento da realidade de um domínio é condição sine qua non para o levantamento do universo de conceitos, destinados à gestão do conhecimento empresarial; a gestão arquivística parte, por princípio, da estrutura orgânica e funcional que pode ser delineada, via análise da documentação empresarial, qualificada pela garantia da literatura/documental e outras garantias, tais como, garantia cultural, do usuário, organizacional, terminológica, etc.; o conhecimento da realidade empresarial seria uma das etapas essenciais de abordagens à gestão do conhecimento nas empresas, tais como, a construção de linguagens, de ontologias, taxonomias corporativas, dentre outras, além de subsidiar a gestão arquivística.
Palavras-chave: Análise de domínio; Gestão arquivística; Garantia da literatura; Garantia documental; Garantia organizacional; Relacões epistemológicas; Biblioteconomia; Arquivologia.
PORÉM, Eugenia; GUARALDO, Tamara de Souza Brandão. Informação, conhecimento e comunicação em organizações do conhecimento. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_06.htm>. Acesso em: 19 fev. 2012.
Resumo
Reflexão sobre o papel da informação, do conhecimento e da comunicação em “organizações do conhecimento”. As organizações denominadas “organizações do conhecimento” para se constituírem necessitam implantar mudanças significativas em sua cultura organizacional para responderem às exigências de inovação – característica intrínseca à gestão do conhecimento. Para tanto, consideramos que essas mudanças são possíveis de acontecer na medida em que as organizações compreenderem que, apesar das particularidades existentes entre informação, conhecimento e comunicação eles representam uma tríade cujos elementos são inseparáveis na construção de organizações do conhecimento.
Palavras-Chave: Informação; Conhecimento; Comunicação; Gestão do conhecimento; Comunicação organizacional; Organizações do conhecimento.
GUEDES, Roger de Miranda; MOURA, Maria Aparecida; DIAS, Eduardo Jose Wense.A abordagem dialógica na indexação social. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_05.htm>. Acesso em: 19 fev. 2012.
Resumo
A indexação social é um modelo de indexação orientado pelo usuário, caracterizado pela descentralização dos processos de organização da informação no ambiente Web bem como dos papeis dos sujeitos envolvidos nas esferas de gerenciamento, fluxos e acesso à informação. Buscou-se, nos pressupostos do pensamento dialógico, de Mikhail Bakhtin (1895-1975), insumos teóricos que pudessem elucidar a natureza das ações interdiscursivas recorrentes na indexação social. As investigações pautaram-se no software social, gerenciador de bookmarks, Delicious, onde foi possível coletar dados dos usuários e de seus comportamentos. Observou-se que o posicionamento linguístico-filosófico acerca da linguagem, defendido por Bakhtin, pode auxiliar na compreensão dos fenômenos que envolvem a prática da indexação social.
Palavras-chave: Indexação social; Folksonomia; World Wide Web; Estudos da linguagem; Dialogismo.
OLIVEIRA, Cláudio Roberto Cordovil; GUIMARÃES, Maria Cristina Soares; MACHADO, Rejane. Doenças raras como categoria de classificação emergente: o caso brasileiro. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_04.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
Este artigo visa descrever o surgimento da categoria “doenças raras” como objeto de mobilização coletiva, o que aponta para a constituição de um movimento social emergente, formado por uma coalizão de associações de pacientes, familiares e profissionais de saúde. Estima-se que no Brasil existam entre 11 e 15 milhões de portadores de doenças raras. Inscrita em um contexto global de crescente biomedicalização, tal mobilização lança desafios inéditos à política nacional de assistência farmacêutica e ao Sistema Único de Saúde. Adicionalmente, busca-se sugerir um programa mínimo de pesquisas no campo dos Estudos de Ciência e Tecnologia, visando promover inteligência social acerca do problema e a dar conta das mutações epistêmico-ontológicas e sociais por ele suscitadas.
Palavras-chave: Doenças raras; Sistema único de saúde; Objetos de interface; Classificação; Políticas públicas.
SARRUF, Patrícia Giselle; SILVA, Helena de Fátima Nunes. Comunidades de prática virtuais e a troca e criação de conhecimentos em micro e pequenas empresas. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_02.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
Estudo sobre comunidades virtuais e sua relação com as comunidades de prática. Analisa se as comunidades virtuais que utilizam ferramentas colaborativas se constituem em comunidades de prática e contribuem no processo de troca e compartilhamento de conhecimentos no âmbito das micro e pequenas empresas. Utiliza entrevistas narrativas e observação em três comunidades virtuais (Rede Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Grupo Gestão de Restaurantes e Comunidade Agentes Locais de Inovação). Elabora um diagnóstico dos grupos com base na observação, apoiada em um roteiro. Observa, descreve e analisa o domínio, a prática e as pessoas das comunidades virtuais, estabelecendo as interações com a teoria de Comunidades de Prática de Wenger (1998). Conclui que as ferramentas colaborativas possibilitam a troca de conhecimentos, pois propiciam a interação, permitem à narrativa e troca de experiências, o compartilhamento do conhecimento tácito para outro conhecimento tácito, promovendo assim a socialização, porém, a dedicação do usuário é imprescindível. As comunidades de prática virtuais, sendo bem coordenadas e utilizando ferramentas colaborativas propícias às necessidades de comunicação dos empresários, contribuem para troca de conhecimentos e desenvolvimento dos negócios.
Palavras-chaves: Criação de conhecimento; Compartilhamento de conhecimento; Comunidades de Prática; Comunidades virtuais; Micro e pequenas empresas; Ferramentas colaborativas.
GODINHO, Rosemary de Sampaio. Renascimento: Uma nova concepção de mundo através de um novo olhar para a natureza. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_01.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
A Europa foi revitalizada, nos últimos séculos da idade média, pelo reaquecimento do comércio, pelas cruzadas e pela agitação da vida urbana. A transição do feudalismo para o capitalismo, juntamente com os sistemas de conhecimento associados à sua emergência, foram paulatinamente, modificando valores, ideias, necessidades artísticas e culturais da sociedade européia, tornando aguda a separação entre sociedade e natureza. Mais confiante em suas próprias forças o homem moderno deixou de olhar tanto para o alto, em busca de Deus, passando a prestar mais atenção em si mesmo. Esse fato deu início a um processo desencadeado na Itália entre os séculos XIV e XVI, denominado Renascimento. Esse novo posicionamento do homem diante de si mesmo e do mundo, associado a retomada das ideias clássicas greco-romanas, ao choque com o mundo medieval e com os dogmas da Igreja Católica, levam a transformações nas criações artísticas, literárias e científicas. O renascimento proporciona o desenvolvimento do racionalismo, a explicação do mundo através de verdades estabelecidas pela razão, e permite que seja desenvolvido a observação experimental para descobrir as leis que regem a natureza. O objetivo do presente texto é demonstrar como essa nova forma de enxergar a natureza influiu na vida social e científica desse período, iniciando o rompimento de um paradigma científico para o estabelecimento de outro, através da teoria heliocêntrica de Copérnico. No renascimento cultural o naturalismo veio à tona nas concepções artísticas, aprofundando os estudos matemáticos e a técnica da perspectiva que dá profundidade aos desenhos, deixando-os mais próximos da realidade.
Palavras-chave: Renascimento; Natureza; Transformação; Humanismo; Racionalismo; Ciência
MARINO, Felipe de Toledo; ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Planejamento Estratégico em uma Cooperativa de Trabalho. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_03.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
O presente estudo investiga a formulação estratégica da Unimed Grande Florianópolis como um processo formal de planejamento. Uma pesquisa qualitativa foi realizada visando compreender a evolução ocorrida na forma de planejamento da organização desde o seu primeiro ciclo em 2007, assim como a dinâmica relacionada ao processo de planejamento utilizado em 2010. Após análise documental, entrevista em profundidade e observação, foi possível comparar os resultados encontrados com os conceitos que permeiam as perspectivas clássicas de planejamento, ou a também chamada escola de planejamento. A análise do modelo de formulação estratégica da Unimed identificou a presença de alguns dos estágios de planejamento indicados na literatura e demonstrou uma crescente presença de mecanismos de formalização na evolução do planejamento da organização no decorrer do tempo.
Palavras-chave: Estratégia; Planejamento estratégico; Escola de planejamento; Pensamento estratégico; Cooperativa médica; Unimed.
REZENDE, José Francisco de Carvalho; NOGUEIRA, Antônio Roberto Ramos. Prospectiva do Varejo Bancário: Configurações Organizacionais a Partir da Tecnologia da Informação. DataGramaZero, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_01.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
O artigo retrata possíveis configurações para bancos de varejo em razão de uma dinâmica de negócios, amplo senso, centrada na utilização da tecnologia da informação como motor para transações eletrônicas e para relacionamento com os clientes. A partir de prospectiva fundamentada no nível de conectividade entre os players, no limite, o lock in, e na proposição de valor das transações, customer solutions, são traçadas quatro alternativas quanto ao futuro da indústria de serviços financeiros no Brasil, tendo por mediadoras as características da oferta, best product. A geração dos cenários segue a proposta de Schwartz com modificações que poderiam ser associadas ao método proposto por Grumbach. Os cenários reproduzem uma “filosofia”, as condições de contorno e a trajetória (sequência de “cenas”). Uma visão final emerge da apreciação do perfil dos clientes do varejo bancário e da evolução dos canais de distribuição.
Palavras-chave: Instituições financeiras; Varejo bancário; Tecnologia da informação; Prospectiva; Cenários; Configurações organizacionais.
FILARDI, Fernando; SILVEIRA, Flavio de Amorim; CAPRA, Luciene Pinheiro; PEREIRA, Luciano dos Santos; ABREU, Michele Amaral dos Santos Silva. Desde os Primórdios até hoje em dia será que o Empreendedor ainda faz o que Schumpeter dizia? Evolução das Características Empreendedoras de 1983 a 2010. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_03.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
O Empreendedorismo é um dos temas que mais evoluiu nos últimos anos, a prova disto é a crescente produção acadêmica, especialmente no que diz respeito às características do perfil do empreendedor. No entanto algumas questões permanecem carentes de maior discussão, como quais são as características consideradas fundamentais do perfil empreendedor? como elas evoluíram ao longo do tempo? que características se mantiveram? quais desapareceram? e quais surgiram? Para responder a estas questões propostas, esta pesquisa tomou como ponto de partida os estudos de Kuratko e Hodgetts (1995) “Entrepreneurship: A Contemporary Approach. The Dryden Press Series in Management”, em especial, o seu quadro de características do perfil empreendedor onde são elencadas 25 características desde 1848 até 1982. O presente estudo procurou investigar a evolução destas características no decorrer das últimas três décadas, ou seja, partindo de 1983 até os dias de hoje, complementando e comparando os achados da pesquisa com a visão destes autores. Como metodologia a pesquisa teve caráter descritivo e explicativo, envolvendo técnicas padronizadas de coleta de dados e observação sistemática sobre a produção acadêmica ligada ao perfil empreendedor. Na análise da produção científica sobre o tema foram utilizados indicadores bibliométricos, buscando investigar a evolução das características empreendedoras citadas pelos autores na Revista de Administração de Empresas, Revista de Administração Contemporânea, EnANPAD, EGEPE e a base de dados EBSCO no período de 1983 a 2010. Como resultados globais deste estudo, podem-se destacar: (i) a considerável elevação do quantitativo de artigos referentes às características empreendedoras, atingindo 26 características citadas em 2007 e, no final do período analisado, 122 características empreendedoras; (ii) o índice de diversidade de autoria, visto que foram considerados 184 autores no período selecionado, mostrando a amplitude do tema; (iii) o predomínio de características como pró-atividade, inovação, tolerância ao risco e criatividade, demonstrando um posicionamento de diferenciação na atitude empreendedora; (iv) a capacidade de organização, a visão estratégica, o comprometimento e a determinação aparecendo como características de suporte ainda bastante citadas e (v) a presença do otimismo, da intuição esfera privada ainda é o maior alvo das pesquisas sobre avaliação de desempenho. Foi possível constatar ainda que as características que compõe o perfil empreendedor contemporâneo são de natureza mais objetiva do que subjetiva, mais profissional do que amadora, apontam para um maior foco na inovação e criatividade em busca da diferenciação baseada em maior qualificação e menor peso para fatores como a sorte e os fatores emocionais. Verificou-se ainda que, assim como o mundo contemporâneo, o perfil empreendedor atual está mais dinâmico e complexo, exigindo características diferenciadas de acordo com o tipo de negócio, evidenciando a necessidade de constante adaptação.
Palavras-chave: Características empreendedoras; Perfil empreendedor; Empreendedor; Competências; Atitudes; Micro e pequenas empresas.
VIEGAS, Lúcia Helena Tavares; BOMTEMPO, José Vitor. Uma conceituação estruturalista para inovação radical. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_02.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
Este artigo propõe uma conceituação estruturalista para inovação radical. A literatura sobre inovação considera a inovação radical pela perspectiva positivista, e sustenta que tal inovação é o agente determinante da transformação de um paradigma. A mudança de um paradigma, contudo, não é tão simples quanto a entrada e obsolescência de um produto, serviço ou tecnologia, mas é também determinada por estruturas econômicas, sociais e políticas que configuram as inovações – sendo elas mesmas, simultaneamente, alteradas pelas inovações. A perspectiva estruturalista, típica de estudos das ciências antropológicas, além de descrever uma sociedade, permite compreender o que a mantém coesa como estrutura social. Fundado nesta perspectiva, este artigo conceitua inovação radical como resultante de uma conformação de um modo de produção e de um modo institucional, como uma configuração gestáltica. A conceituação proposta contribui para revigorar o debate sobre o papel de estratégias e políticas de empresas e países em tais processos.
Palavras-chaves: Inovação radical; Conceituação; Abordagem estruturalista; Mudança de paradigma; Estratégias e políticas de inovação; Virtualidade.
LIMA, Clóvis Ricardo Montenegro de; CARVALHO, Lidiane dos Santos. Discurso, análise de redes e avaliação dos processos de inovação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_04.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
Neste ensaio discute-se uma abordagem discursiva da análise de redes para avaliação dos processos de inovação no capitalismo contemporâneo. Parte-se das relações entre organizações e discurso nos processos de inovação. Apresenta-se a teoria de Luhmann especialmente para evidenciar o potencial da teoria do discurso de Habermas nos estudos da inovação. A inovação resulta de complexas dinâmicas organizacionais e sociais. A avaliação da inovação tem sido fortemente vinculada às políticas de produção. Um dos desafios atuais da avaliação da inovação está exatamente em verificar e mensurar naquele longo caminho entre a mobilização dos recursos nas organizações e a obtenção de produtos e resultados: o processo. A análise de rede emerge como possibilidade teórica e metodológica para estudar as interações mediadas pela linguagem e os vínculos construídos nos processos de inovação. A teoria do discurso pode contribuir na discussão destes processos. Conclui-se que se pode desenvolver a avaliação dos processos usando meios para verificar e identificar características das interações comunicativas e argumentativas entre atores e organizações .
Palavras-chave: Inovação; Discurso; Avaliação de processos; Análise de redes.
NASCIMENTO, Rejane Prevot; ANDRADE, Rita de Cássia Silva de. O Crescimento de instituições de ensino superior privadas e o desenvolvimento local. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_05.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
O presente estudo objetiva identificar a contribuição da implantação de uma instituição de ensino superior para o desenvolvimento local de uma região, no caso particular deste trabalho, os impactos da inserção da Universidade X para o desenvolvimento local do Município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Foi adotada a abordagem qualitativa que apresenta o aporte necessário para o alcance dos objetivos propostos no trabalho. A coleta de dados foi feita por meio de entrevistas semi-estruturadas. Além das entrevistas, foram obtidos dados em pesquisa documental. No referencial teórico foram abordados conceitos de desenvolvimento local, considerando os aspectos econômico, social e sustentável. Parte-se de uma definição de desenvolvimento local que abrange cinco dimensões: econômica, social, humana, sustentabilidade e educacional. Foi possível concluir, a partir das entrevistas e pesquisas realizadas, que a universidade teve uma efetiva contribuição para o desenvolvimento do município, nas diversas dimensões do desenvolvimento.
Palavras-chave: Desenvolvimento local; Educação superior; Instituições de ensino superior privadas; Ensino superior brasileiro.
PRESSER, Nadi Helena; SANTOS, Raimundo Nonato Macedo. Avaliação das atividades de informação no contexto da gestão organizacional: aspectos teóricos metodológicos. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_06.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
O objetivo deste artigo é refletir, do ponto de vista das teorias e modelos propostos na literatura, sobre o processo de avaliação das atividades de informação como um recurso de gestão organizacional. Organizações implantam e mantêm sistemas e processos informacionais como recursos para controlar retorno de investimentos realizados na produção de bens e serviços e, da mesma forma, benefícios relacionados aos resultados e ganhos. Pesquisas expressivas sobre estudos de usuários constatam a impraticabilidade de se obter medidas exatas dos impactos que uma determinada informação pode exercer sobre o conjunto do conhecimento no nível individual e, conseqüentemente, da organização em si mesma. Face ao que se constata, apresenta-se, como possibilidade, um modelo conceitual de processo de avaliação das informações em uma perspectiva interdisciplinar, por meio de indicadores que, representando aspectos importantes da realidade informacional das organizações, descrevem o que e em que parâmetros avaliar, em três dimensões: avaliação da recuperação, da usabilidade e do impacto informacional.
Palavras-Chave: Gestão organizacional; Avaliação; Atividades informacionais; Relevância; Impacto informacional; Estudo epistemológico
DZIEKANIAK, Gisele; AIRES, Rover. Sociedade do Conhecimento: características, demandas e requisitos. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out11/Art_01.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.
Resumo
Este ensaio define características, requisitos e demandas que identificam a Sociedade do Conhecimento, baseada no uso compartilhado de recursos, na construção coletiva de conhecimento, na interação livre de restrições de espaço e tempo e, na valorização do direito à informação, às tecnologias de informação e comunicação e à educação, como um bem comum. Traça um breve percurso histórico do desenvolvimento dos termos adotados sobre a “nova sociedade”, além de tecer um paralelo entre Sociedade da Informação e Sociedade do Conhecimento, buscando explicitar necessidades e requisitos para se chegar à Sociedade do Conhecimento. Defende a importância da informação, como um bem social, discordando do modo com a atual Sociedade da Informação a considera: como matéria-prima para o desenvolvimento da livre concorrência econômica, sem atribuir a devida importância ao desenvolvimento cultural e social da humanidade. Aponta que é necessário o desenvolvimento de políticas públicas que primem pela liberdade e acesso à informação e pelo provimento de espaços que fomentem o estabelecimento da comunicação e da tomada de decisão pelo cidadão comum. Defende a necessidade de desenvolvimento de projetos em governo eletrônico e políticas públicas que, capturem os interesses da sociedade porque, qualquer sociedade que pretende evoluir e se desenvolver em todos os setores, necessita saber utilizar e projetar, através das tecnologias. Logo, a inclusão digital, inclusive do governo, não pode ser uma opção, é preciso ser realidade para o desenvolvimento da Sociedade do Conhecimento.
Palavras-chave: sociedade da informação; sociedade do conhecimento; demandas da sociedade do conhecimento; políticas públicas; educação; tecnologias da informação e comunicação.
OLIVEIRA, Carmen Irene C. de. Informação em produtos culturais: o estatuto da informação não-científica sobre a ciência. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em:<http://www.dgz.org.br/out11/Art_03.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.
Resumo
Desenvolve o conceito de informação não-científica sobre a ciência, estabelecendo seu estatuto e suas propriedades. Baseamos a discussão com o conceito de informação científica ( Mikhailov, Chernyi e Gilliarevskii). Como campo empírico para análises elegeu-se remakes (refilmagens) de filmes de ficção-científica, compreendendo que há uma informação não-científica que informa sobre a ciência em produtos culturais, como os filmes de sci-fi; que o gênero como órgão de memória articula elementos do imaginário tecno-maquínico no processo de constituição dos remakes; que há uma ação informacional da memória do gênero que condiciona, nos remakes, a dinâmica da informação não-científica. Analisou-se 12 produções fílmicas e construiu-se metodologia específica para este processo. Foram estabelecidas cinco propriedades para a informação não-científica sobre a ciência. Estabelece, ainda, a contribuição desse conceito na constituição do gênero de sci-fi, tendo em vista que a noção de gênero, nesta pesquisa, tem como elemento constituinte um forte liame contextual.
Palavras-chave: Informação não-científica; Informação científica; Remakes; Gênero.
MEIRELES, Magali Rezende Gouvêa; CENDÓN, Beatriz Valadares. Categorização e Classificação de documentos a partir de suas citações: uma proposta baseada em Redes Neurais Artificiais. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em:<http://www.dgz.org.br/out11/Art_02.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.
Resumo
O objetivo do trabalho aqui apresentado foi verificar a eficiência e a viabilidade do uso de Redes Neurais Artificiais para categorizar e classificar documentos, utilizando-se as referências bibliográficas neles citadas. A proposta era avaliar uma solução alternativa para a recuperação de documentos. Foram apresentadas, no início, questões relacionadas à característica interdisciplinar da Ciência da Informação. A seguir, foram discutidos aspectos que envolvem o estudo das técnicas bibliométricas e os conceitos relacionados ao processo de categorização e classificação. Nas seções seguintes, foram descritas algumas das características de Redes Neurais Artificiais e sua aplicação na recuperação de informação e em processos de categorização. Para validar a proposta, foi criado um protótipo contendo dez artigos que apresentavam referências em comum e anos de publicação diferenciados. Os documentos foram agrupados em categorias por uma Rede Neural Artificial e, na fase seguinte, foram identificados os atributos utilizados pela Rede Neural Artificial para determinar as categorias, avaliando-se os resultados encontrados.
Palavras-chaves: Bibliometria; Categorização; Ciência da Informação; Classificação; Sistemas de Recuperação de Informação; Redes Neurais Artificiais.
SANTOS, Lívia Regina Nogueira dos; ALCIDES, Rosenilda; FREITAS, Maria do Carmo Duarte; SILVA, Helena de Fátima Nunes da. Ontologias aplicada a padronização dos currículos de pesquisadores: mapeamento do conhecimento. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out11/Art_04.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.
Resumo
A presente pesquisa analisa a oferta e a demanda de informação registrada nos currículos de pesquisadores, presentes na plataforma Lattes, de uma determinada Instituição de Ensino Superior. O objetivo deste artigo é demonstrar a aplicação de ontologias como recurso à padronização de currículos que possibilite correlacionar o trabalho dos pesquisadores de um mesmo departamento ou grupo de pesquisa. A expectativa é propor uma metodologia para homogeneizar os currículos de uma equipe departamental.
Palavras-chave: Ontologia; Gestão do conhecimento; Gestão da informação; Valor da informação; Lattes; Padronização da informação.
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