RAMOS, Clériston Ribeiro; MUNHOZ, Deise Parula. A subjetividade da relevância na recuperação da informação: análise a partir de imagens representativas. Biblos: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, v. 25, n. 1, p. 69-79, jan./jun. 2011. Disponível em: http://www.seer.furg.br/index.php/biblos/article/view/1932/1229>. Acesso em: 08 maio 2012.
Resumo
O texto discute a subjetividade na busca da informação e como cada item recuperado pode ser relevante ou não, dependendo do interesse do usuário. Como método de pesquisa, foram selecionadas 24 ilustrações,
dentre imagens complexas e imagens simples, sendo estas últimas comuns às realidades dos sujeitos pesquisados. Os participantes da pesquisa foram pessoas com diferentes perfis e com distintos níveis de
instrução escolar e diferentes ramos de atuação. A partir dos termos utilizados, foi possível observar que cada perfil de usuário atribui um nome para cada “rótulo”. Em termos práticos, se faz necessário um estudo
aprofundado do perfil do usuário que a biblioteca possui e em uma segunda etapa o uso de termos comuns aos usuários.
Palavras-chave: Recuperação da informação. Indexação. Estudo de usuário.
OLIVEIRA, Cláudio Roberto Cordovil; GUIMARÃES, Maria Cristina Soares; MACHADO, Rejane. Doenças raras como categoria de classificação emergente: o caso brasileiro. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_04.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
Este artigo visa descrever o surgimento da categoria “doenças raras” como objeto de mobilização coletiva, o que aponta para a constituição de um movimento social emergente, formado por uma coalizão de associações de pacientes, familiares e profissionais de saúde. Estima-se que no Brasil existam entre 11 e 15 milhões de portadores de doenças raras. Inscrita em um contexto global de crescente biomedicalização, tal mobilização lança desafios inéditos à política nacional de assistência farmacêutica e ao Sistema Único de Saúde. Adicionalmente, busca-se sugerir um programa mínimo de pesquisas no campo dos Estudos de Ciência e Tecnologia, visando promover inteligência social acerca do problema e a dar conta das mutações epistêmico-ontológicas e sociais por ele suscitadas.
Palavras-chave: Doenças raras; Sistema único de saúde; Objetos de interface; Classificação; Políticas públicas.
GARCÍA GUTÍÉRREZ, Antonio. Declassification in knowledge organization: a post-epistemological essay. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 5-14, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.
Resumo
O conteúdo da rede digital origina-se a partir de diferentes formas, lógicas e culturas de conhecimento. Uma vez na Net, no entanto, eles são todos submetidos para se unificarem formatos e lógicas fornecidos pela própria tecnologia digital. Uma tecnologia é, em primeiro lugar, o produto de uma cultura fornecida. Toda cultura e identidade classificam e nomeiam todo tipo de material e objetos simbólicos. Nos dias de hoje, o Oeste é a cultura que tomou para si a tarefa da classificação global suportada por suas próprias redes digitais. Classificação é uma ferramenta epistemológica fornecida pela racionalidade moderna, cujas estruturas internas e modos de inferência são derivadas das reduções metonímicas, dicotonímicas e analógicas da diversidade dos mundos atuais. Neste papel, um tipo de hermenêutica prática, chamada “desclassificação”, é introduzida e proposta como um caminho para um conhecimento que supera a epistemologia organizacional. Desclassificação é um sistema aberto que instala pluralismo lógico no núcleo do entendimento e processos de enunciação, através de ferramentas metacognitivas.
Palavras-chave: Classificação. Rede digital. Epistemologia. Hermenêutica.
BRANDT, Mariana; MEDEIROS, Marisa Brascher Basílio. Folksonomia: esquema de representação do conhecimento? TransInformação, Campinas, v. 22, n. 2, p. 111-121, maio/ago., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=25>. Acesso em: 05 dez. 2011.
Resumo
O artigo tem como objetivo estudar a folksonomia sob a óptica da representação do conhecimento. Para isso, apoia-se em revisão bibliográfica das abordagens em organização do conhecimento propostas por Hjorland, nas quais a folksonomia encontra bases para ser analisada: abordagem baseada no usuário, cognitiva, social e da recuperação da informação. Traz uma breve discussão sobre organização do conhecimento e organização da informação, definindo como tais conceitos serão tratados no artigo. Ressalta os pontos positivos e negativos da folksonomia como esquema de representação do conhecimento, analisando também como essa estrutura pode ou não refletir conhecimento. Identifica a folksonomia como um sistema construído de forma inversa em relação aos outros sistemas, em que a coleta de termos e estruturação é feita a posteriori. Enquadra a folksonomia nos esquemas de representação, no sentido de ser vista como ferramenta semântica. Propõe novos tipos de estudos que comparem a folksonomia com os esquemas tradicionais de representação do conhecimento, como tesauros, taxonomias e ontologias.
Palavras-chave: Folksonomia. Organização do conhecimento. Organização da informação. Representação do conhecimento. Web.
SILVA, Iara Aparecida Oliveira da; SANTOS, Cibele Araújo Camargo Marques dos. Indexação Colaborativa na Web. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 90-98, abr. 2011. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/63/65>. Acesso em: 05 dez. 2011.
Resumo
O artigo apresenta o procedimento de indexação na Web, essencialmente realizado por usuários de maneira colaborativa. Aborda o procedimento de etiquetagem em diversas ferramentas da Web 2.0 e sugere a utilização desse procedimento colaborativo, em conjunto com a indexação tradicional nas instituições, empresas e bibliotecas do Brasil.
Palavras-chave: Indexação. Folksonomia. Colaboração. Internet. Web 2.0.
MEIRELES, Magali Rezende Gouvêa; CENDÓN, Beatriz Valadares. Categorização e Classificação de documentos a partir de suas citações: uma proposta baseada em Redes Neurais Artificiais. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em:<http://www.dgz.org.br/out11/Art_02.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.
Resumo
O objetivo do trabalho aqui apresentado foi verificar a eficiência e a viabilidade do uso de Redes Neurais Artificiais para categorizar e classificar documentos, utilizando-se as referências bibliográficas neles citadas. A proposta era avaliar uma solução alternativa para a recuperação de documentos. Foram apresentadas, no início, questões relacionadas à característica interdisciplinar da Ciência da Informação. A seguir, foram discutidos aspectos que envolvem o estudo das técnicas bibliométricas e os conceitos relacionados ao processo de categorização e classificação. Nas seções seguintes, foram descritas algumas das características de Redes Neurais Artificiais e sua aplicação na recuperação de informação e em processos de categorização. Para validar a proposta, foi criado um protótipo contendo dez artigos que apresentavam referências em comum e anos de publicação diferenciados. Os documentos foram agrupados em categorias por uma Rede Neural Artificial e, na fase seguinte, foram identificados os atributos utilizados pela Rede Neural Artificial para determinar as categorias, avaliando-se os resultados encontrados.
Palavras-chaves: Bibliometria; Categorização; Ciência da Informação; Classificação; Sistemas de Recuperação de Informação; Redes Neurais Artificiais.
SIQUEIRA, Jéssica Camara. A classificação nos domínios das três Marias. Informação & Informação, Londrina, v. 16, n.1, p. 36-51, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/7930/8477>. Acesso em: 24 set. 2011.
Resumo
O artigo destaca que a análise terminológica do termo “classificação”, na Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia revela similitudes e distinções entre os domínios. Observa as relações entre as “três Marias” a partir de um corpus multilíngue, com predominância de publicações dos últimos 25 anos, com textos de natureza primária e secundária, a partir das fichas de análise e síntese, conforme sugere Smit (1993). Destaca as propostas de definições mostrando que o termo “classificação” possui duas acepções: uma de natureza físico-material e outra cognitiva, com destaque para a última, responsável pela estruturação sistemática e a elaboração de classes. Enfatiza que a separação dos documentos por atributos comuns marca também a distinção entre os domínios, que utilizam critérios singulares para o estabelecimento de classes. Finaliza com a constatação que mesmo considerando as especificidades de cada domínio, há uma nítida contiguidade entre as “três Marias”, o que revela uma necessidade cada vez mais evidente de diálogo e trocas para o estabelecimento de um campo de estudo mais articulado e voltado às necessidades do contexto contemporâneo.
Palavras-chave: Arquivologia – classificação. Biblioteconomia – classificação. Museologia – classificação. Classificação. Terminologia.
MAIMONE, Giovana Deliberali; SILVEIRA, Naira Christofoletti; TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira. Reflexões acerca das relações entre representação temática e descritiva. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 1, p. 27-35, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/7367/5596>. Acesso em: 21 jun. 2011.
Resumo
Apresenta a importância da integração da representação temática e descritiva na recuperação da informação, revelando aspectos teóricos e práticos destas disciplinas e traçando relações entre as mesmas. Teve como objetivo discorrer sobre os modelos conceituais Functional Requirements for Bibliographic Records (FRBR), Functional Requirements for Subject Authority Data (FRAD) e Functional Requirements for Subject Authority Data (FRSAD), exemplificando-os com a busca da informação realizada pelo usuário em um sistema. Ressalta-se que o conhecimento específico de cada área deve prevalecer, porém sem se perder a visão de ambas como sendo complementares. A fundamentação teórico-metodológica encontra-se apoiada na pesquisa teórica e conceitual das temáticas debatidas para analisar os fatos disponíveis na literatura e discorrer sobre sua aplicabilidade. Conclui-se que existe uma feliz e necessária integração entre as representações temática e descritiva que otimizam o acesso informacional, embora a representação descritiva ainda seja considerada, por muitos, como sendo pura descrição física em catálogos manuais.
Palavras-chave: Representação descritiva. Representação temática. Modelos conceituais de representação. FRSAD.
SOUZA, Marcia Izabel Fugisawa; ALVES, Maria das Dores Rosa; QUEIROS, Leonardo Ribeiro; SANTOS, Adriana Delfino dos; OLIVEIRA, Leandro Henrique Mendonça de. Representação descritiva e temática no Sistema Agência de Informação Embrapa: controle de vocabulário. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 1, p. 61-75, jan./abr., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=774&article=357&mode=pdf&OJSSID=b331aa8d39ceceac71edb2bb8604dc55>. Acesso em: 29 jan. 2011.
Resumo
Este artigo aborda a concepção e o estabelecimento das atividades de representação descritiva e temática e o controle de vocabulário especializado no website Agência de Informação Embrapa. Adota-se o padrão Dublin Core para descrição dos metadados dos recursos de informação, que são representados pelas regras mínimas de catalogação e de indexação. São adotados tesauros especializados em agricultura para atribuição de palavras-chave e categorias de assunto. Faz-se o controle de termos livres, visando à consistência do vocabulário e à manutenção da qualidade. Utilizam-se ferramentas de tratamento de recursos de informação e de controle de vocabulário, integradas ao sistema gestor de conteúdo, que abriga o conjunto de atividades de organização da informação do website Agência de Informação Embrapa. As atividades que envolvem a representação descritiva e temática são apoiadas por procedimentos e ferramentas que sistematizam e padronizam suas rotinas, de modo a garantir melhoria na recuperação da informação.
Palavras-chave: Representação descritiva. Representação temática. Catalogação. Indexação. Vocabulário controlado. Agência de Informação Embrapa.
THIESEN, Icléia; MIRANDA, Marcos Luiz Cavalcanti. Jeremy Bentham, o utilitarismo e a classificação do conhecimento: elementos históricos para os estudos da Ciência da Informação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 11, n. 5, out. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out10/Art_01.htm>. Acesso em: 20 nov. 2010.
Resumo
Jeremy Bentham é um jurista que se dedicou aos estudos da Deontologia, do Direito Constitucional e Penal. Além de ter concebido as idéias utilitaristas que fundaram essa escola filosófica, na Inglaterra, o jurista e filósofo inglês se deteve na concepção de um amplo sistema de pensamento, no âmbito do qual desenhou uma classificação do conhecimento adequada ao seu projeto de espírito iluminista. O presente artigo analisa, de forma preliminar, algumas características da classificação do conhecimento por ele construída no século XIX, visando contribuir para a sua divulgação, assim como discutir eventuais razões do esquecimento que tornaram essa experiência do pensamento desconhecida de pesquisadores de Ciência da Informação, tanto no Brasil quanto na França.
Palavras-chave: Jeremy Bentham; Utilitarismo, Classificação do conhecimento; Ciência da informação.
NOVO, Hildenise Ferreira. A taxonomia enquanto estrutura classificatória: uma aplicação em domínio de conhecimento interdisciplinar. Ponto de Acesso, Salvador, v.4 n.2, p. 131-156, maio/ jun. 2010. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4103/3409 >. Acesso em: 12 out. 2010
Resumo
O conceito de taxonomia pode ser definido atualmente como estruturas classificatórias para organização de domínios de conhecimento. Tem por finalidade permitir agregação de informação e dados, possibilitando acesso através de navegação. Na taxonomia de domínios interdisciplinares, onde existe uma alta complexidade conceitual, é necessária uma base teórica própria. Neste sentido, sua construção deve estar apoiada em uma teoria que viabilize princípios teóricos e metodológicos. Este trabalho apresenta o método empregado na estruturação da taxonomia da Geoquímica Ambiental. Demonstra as etapas para modelização de domínios, baseadas na Teoria da Classificação Facetada e nos princípios da Teoria dos Níveis Integrativos. Aponta o mapa conceitual como forma gráfica de representação.
Palavras-chave: Representação do conhecimento. Taxonomia. Domínio interdisciplinar. Teoria da Classificação Facetada. Teoria dos Níveis
RIOS, Elaine Rosa; CORDEIRO, Rosa Inês Novais. Plano de classificação de documentos arquivísticos e a teoria da classificação: uma interlocução entre domínios do conhecimento. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 123-139, 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/898/736>. Acesso em: 6 set. 2010.
Estudo sobre os princípios teóricos e metodológicos que envolvem a elaboração dos planos de classificação documental em arquivos, com ênfase no conhecimento do contexto no qual se insere a instituição. Os princípios da teoria da classificação que regem a construção de linguagens documentárias e, em especial, as notacionais, no âmbito da organização do conhecimento, devem fundamentar a construção dos planos de classificação para documentos arquivísticos. Conclui que a Arquivologia deve aprofundar o diálogo com outras áreas do conhecimento, especialmente a Ciência da Informação, no que tange a análise e a representação do conhecimento.
Palavras-chave: Planos de Classificação de Documentos em Arquivos; Linguagens Documentárias Notacionais; Teoria da Classificação.
LIMA, Gercina Ângela Borém de Oliveira. Modelos de categorização: Apresentando o modelo clássico e o modelo de protótipos. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 108-122, 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/919/735> . Acesso em: 6 set. 2010.
Este trabalho apresenta um estudo preliminar sobre os modelos de categorização clássicos e de protótipos. O modelo clássico de categorização do conhecimento é baseado nas idéias aristotélicas e o modelo de protótipos de categorização elaborado por Eleanor Rosch na década de 1970. Confrontam-se as posições antagonistas do modelo clássico e do modelo de protótipo; a primeira, na qual as categorias são definidas somente pelas propriedades que todos os membros da classe possuem; a segunda, na qual alguns membros condensam melhor os traços mais característicos da categoria.
Palavras-chave: Categorização. Ciências cognitivas. Modelo clássico de categorização. Modelo de protótipo de categorização.
BARBOZA, Andréa da Silva; CORRÊA, Camila Oliveira; SANTANA, Dóris; GONÇALVES, Renata Braz. Tratamento técnico de acervo e ação cultural na biblioteca da Casa do Estudante Universitário da FURG: relato de experiência. Biblos. Rio Grande, v. 23, n. 2, p. 23-32, 2009. Disponível em: <http://www.seer.furg.br/ojs/index.php/biblos/article/view/1297/585>. Acesso em: 12 jun. 2010.
Resumo
A biblioteca da Casa do Estudante Universitário (CEU) – FURG foi desenvolvida por um acadêmico e morador da Casa no ano de 2005, com o intuito de promover a integração dos moradores da CEU com a comunidade. Este projeto pretendeu realizar o tratamento técnico desse acervo, organizando-o e disponibilizando-o para a comunidade de acordo com as regras e normas adquiridas durante a formação no curso de Biblioteconomia. Com o intuito de divulgar a biblioteca e promover integração entre os moradores da casa, optou-se pela realização de ações culturais, as quais foram desenvolvidas a partir de um sarau literário e uma oficina de meditação. O projeto conta com o apoio da Diretoria da Casa do Estudante e da Superintendência de Extensão (SupExt).
Palavras-chave: Ação cultural. Biblioteca comunitária. Tratamento técnico de acervo. Casa do Estudante.
MAIA, Luiz Cláudio Gomes; SOUZA, Renato Rocha. Uso de sintagmas nominais na classificação automática de documentos eletrônicos. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 15, n. 1, p. 154-172, 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/875/717>. Acesso em: 5 jun. 2010.
Resumo
Esta pesquisa verificou se ocorre aprimoramento na classificação de documentos eletrônicos com o uso de técnicas e algoritmos de mineração de texto (análise de texto) utilizando além das palavras, sintagmas nominais como indexadores. Utilizaram-se duas ferramentas nos experimentos propostos desta pesquisa o OGMA e a WEKA. O OGMA foi desenvolvido pelo autor para automatizar a extração dos sintagmas nominas e o cálculo do peso de cada termo na indexação dos documentos para cada um dos seis métodos propostos. A WEKA foi utilizada analisar os resultados encontrados pelo OGMA utilizando aos algoritmos de agrupamento e classificação, simplekmeans e NaiveBayes, respectivamente, obtendo um valor percentual indicando quantos documentos foram classificados corretamente. Os métodos com melhores resultados foram o de termos sem stopwords e o de sintagmas nominais classificados e pontuados como descritores.
Palavras-chave: Análise de texto. Agrupamento automático de documentos. Indexação automática. Sintagmas nominais.
DUARTE, Elizabeth Andrade. Classificação facetada: um olhar sobre a construção de estruturas semânticas. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 61-73, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=756&article=231&mode=pdf>. Acesso em: 01 jan. 2010.
Resumo
Apresenta uma análise sobre a classificação facetada no âmbito das estruturas semânticas. Define conceitos de sistemas de classificação facetada, bem como os princípios da teoria de Ranganathan e a metodologia da classificação facetada.
Palavras-chave: Classificação facetada; Estruturas semânticas.
FARIA, Maurício Marques de. Card Sorting: noções sobre a técnica para teste e desenvolvimento de categorizações e vocabulários. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 2, p. 1-9, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=747&article=220&mode=pdf>. Acesso em: 01 mar. 2010.
Resumo
O objetivo deste trabalho é apresentar o Card Sorting, técnica de análise e organização de vocabulários controlados, e tem por finalidade explorar a relação dos usuários com o desenvolvimento de serviços de informação. A chave da utilização é a participação de usuários finais no processo, permitindo entender como eles categorizam as informações disponíveis num processo de busca, identificando qual terminologia é a mais usual, qual pode gerar confusões e que termos são mais difíceis de categorizar. Esta técnica pode ser utilizada em arquitetura da informação na definição de estruturas de web sites ou a criação de taxonomias e tesauros. É um método extremamente simples e barato, de grande flexibilidade, que permite uma grande interação entre bibliotecários e seu público. Existem duas formas básicas de Card Sorting a ‘aberta’ onde o usuário participa ativamente na sugestão do vocabulário e a ‘fechada’ onde é definida uma estrutura hierárquica lógica utilizando termos pré-definidos.
Palavras-chave: Card Sorting; Vocabulário controlado; Arquitetura da informação; Taxonomia; Classificação.
AQUINO, Idalécio J.; CARLAN, Eliana; BRASCHER, Marisa B. Princípios classificatórios para a construção de taxonomias. Ponto de Acesso, Salvador, v.3 n.3, p. 196-215, set./dez. 2009. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/3626/2744 >. Acesso em: 22 jan. 2009
Resumo
Este artigo apresenta a organização da informação com enfoque na utilização de princípios classificatórios para a elaboração de taxonomias navegacionais em ambiente web. A metodologia compreende uma pesquisa descritiva que contempla uma revisão de literatura para formular um quadro de referência sobre a organização de informações e um estudo sobre os princípios classificatórios e sua contribuição na elaboração de taxonomias. Para cumprir esse último objetivo, analisamse as taxonomias navegacionais de duas livrarias. A literatura existente na área de Ciência da informação aponta para a necessidade de utilização de princípios classificatórios para a elaboração de taxonomias. Na prática, observamos que esses recursos são pouco utilizados.
Palavras-chave: Organização da informação; Classificação bibliográfica; Taxonomia.
GALDO, Alessandra; VIERA, Angel Freddy Godoy; RODRIGUES, Rosângela Schwarz. Classificação social da informação na web: tecnologia, informação e gente. DataGramaZero, v. 10, n. 6, nov./dez., 2009. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez09/Art_03.htm>. Acesso em: 20 dez. 2009.
Resumo
Este artigo analisa as razões que levam o usuário de informação a colaborar livre e espontaneamente na classificação social da informação ou folksonomias e a utilizá-las para navegar por informações na Web. Com base em pesquisa bibliográfica e análise de sites, abordam-se particularidades dessas ferramentas. Faz-se uma reflexão a respeito dos desafios que a Internet traz à classificação e recuperação da informação, um dos problemas clássicos da Ciência da Informação e os desafios que traz à própria Ciência da Informação. Conclui que as folksonomias não têm a precisão técnica, nem o objetivo de substituir as ferramentas clássicas de recuperação da informação, ainda assim são utilizadas devido ao seu caráter colaborativo. A classificação da informação por meio de folksonomias indica não apenas categorias de informações, mas categorias sociais agregadas por interesses comuns a partir do uso da informação. Tecnologia, informação e gente compõem a pluralidade da Internet e traz novas questões à Ciência da Informação.
Palavras-chave: Ciência da informação; Classificação da informação; Recuperação da informação; Folksonomia; Colaboração; Internet.
COUZINET, Viviane. Transmitir, difundir: formas de institucionalização de uma disciplina. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, número especial, p. 5-18, 2009. Disponível em: < http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/930/604>. Acesso em: 5 dez. 2009.
Resumo:
Depois da institucionalização administrativa de uma disciplina (fase 1) um conjunto de instrumentos proveniente da prática profissional em informação-documentação foram vistos como meios de construção de um alicerce (fase 2). Com efeito, parece-nos possível aproveitar as competências adquiridas na produção de instrumentos documentais para traçar os contornos de um campo científico. Estendendo uma pesquisa realizada anteriormente, trata-se aqui de compreender como as linguagens documentais utilizadas nas bibliotecas e na imprensa, no momento da emergência , na França, da disciplina ciências da informação e da comunicação, puderam contribuir para que fosse dada uma imagem desta disciplina a um público mais amplo do que o das universidades que a abriga. A entrada na esfera pública, observada a partir dos instrumentos documentais é encarada aqui como fase de sua consolidação (fase3).
Palavras-chave: Classificação documentária. Thesaurus. Institucionalização. Ciência da Informação – Documentação. Biblioteca. Le Monde.
MOMM, Christiane Fabíola; LESSA, Rafael Orivaldo. Sistema de classificação bibliográfica e a conceituação do Turismo. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 2, p. 141-154, mai./ago. 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/231/584> . Acesso em: 18 out. 2009.
Resumo:
Aborda a inclusão da área de Turismo no Sistema de Classificação Decimal Universal (CDU), um dos mais importantes sistemas de classificação bibliográfica.Conceitos da área do Turismo subsidiaram uma breve análise das notações deste sistema e direcionaram uma discussão sobre a inserção da área na CDU.Objetiva analisar as classes em que o Turismo está inserido, por meio de pesquisa bibliográfica. Finaliza propondo revisão da CDU e inclusão do turismo como subclasse 379.
Palavras-chave: Sistema de classificação; Classificação Decimal Universal; Turismo.
GOMES, Hagar Espanha. Tendências da Pesquisa em organização do Conhecimento. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v.2, n.1, jan.-dez, 2009. Disponível em: < http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/16/38 > Acesso em: 09 out., 2009
Resumo
Organização do conhecimento é uma área que procura estabelecer suas bases teóricas, incluindo as diversas abordagens epistemológicas com suas implicações na elaboração de sistemas de organização do conhecimento, em que releva o papel da classificação. As pesquisas atuais apontam para as dificuldades daqueles sistemas face à multidisciplinaridade dos temas de pesquisa e às questões de classificação dos registros, seja em meio convencional, seja em meio digital. Sendo ela mesma uma área multidisciplinar, busca em outras áreas apoio para a organização dos sistemas. A introdução do computador na recuperação da informação renova o interesse pela estruturação da notação das tabelas de classificação como meio de recuperação em substituição a descritores. As pesquisas para agilizar a recuperação têm levado os pesquisadores da computação a desenvolver ontologias, as quais têm pontos de ligação com a Biblioteconomia / Ciência da Informação (BCI) no que respeita às questões semânticas. Maior cooperação entre as duas áreas é necessária, face à preocupação semântica requerida para a representação do conhecimento em meio digital, área em que a BCI tem estudos e experiências.
Palavras-chave: Organização do conhecimento; Classificação; Taxonomia; Representação do conhecimento
PINHEIRO, Mariza Inês da Silva. Classificação em cores: uma metodologia inovadora na organização das bibliotecas escolares do município de Rondonópolis-MT. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas,v. 7, n. 1, p. 163-179, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://143.106.108.14/seer/ojs/include/getdoc.php?id=699&article=239&mode=pdf> Acesso em: 6 ago. 2009.
Resumo
Aborda uma metodologia diferenciada e muito pouco aplicada no Brasil que é a classificação em cores nas bibliotecas escolares, elaborada pela autora deste artigo. Esta iniciativa se realizou através de convênio entre o curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Mato Grosso – Campus Rondonópolis e a Prefeitura local; vinte acadêmicos do curso estagiam a cada ano com a coordenadora, professora Mariza Inês da Silva Pinheiro, com o objetivo de proporcionar aos alunos de cada escola do município o acesso às obras com maior rapidez e precisão, em prol do gosto pela leitura. Mostra-se a importância da classificação em cores e o papel do bibliotecário escolar. Verificou-se, enfim, que este trabalho tornou-se gratificante para todos os envolvidos no processo.
Palavras-Chave: Classificação em cores; Biblioteca escolar; Bibliotecário escolar; Rondonópolis-MT.
TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; NUNES, Leiva. Da filosofia da classificação à classificação bibliográfica. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 1, p. 30-48, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=677&article=184&mode=pdf> Acesso em: 6 ago. 2009.
Resumo
A Classificação é uma função importante para a funcionalidade dos sistemas de informação pois possibilita seu compartilhamento. Pode ser reconhecida como matricial, quando outras funções advêm dela. Ela é motivo de estudos desde a Antiguidade, uma vez que todo ato humano promove a distribuição em classes e pode ser inserido em uma delas. Porém os sistemas de classificação bibliográfica existentes não suportam o volume informacional, o que compromete a recuperação no momento da busca por informações. Há necessidade de métodos de tratamento dessas informações que tornem viáveis as respostas das organizações de documentos. O planejamento prévio dos procedimentos para garantir de forma acessível a informação necessita de observações. O usuário é o alvo principal desse sistema e portanto as classificações bibliográficas devem responder à necessidade do mesmo. As mudanças são constantes e necessárias. E os sistemas de classificação necessitam aprofundar a teoria dos conceitos e das categorias para auxiliar a representação do conhecimento. Ainda necessita de estudos aprofundados por pesquisadores da área, visto que o aumento dos acervos e das informações digitais criou uma nova realidade que assim o exige. Entretanto, os sistemas de classificação existentes têm tido dificuldade de acompanhar a crescente evolução do conhecimento, causa do aumento de informações que nem sempre têm sido recuperadas com êxito pelos pesquisadores.
Palavras-chave: Classificação Decimal de Dewey; Classificação Decimal Universal; Sistemas de classificação; Conceitos de classificação.
ARAÑADLE, Michel Maya. Reflexões sobre os sistemas categoriais de Aristóteles, Kant e Ranganathan. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 1, jan/abr, 2009. Disponível em: < http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1056/1313 > Acesso em: 10 jun., 2009.
Resumo: Este trabalho apresenta a teoria das categorias conforme elaboradas por Aristóteles, Kant e Ranganathan. Procura subsídios que permitam identificá-las como princípios fundamentais e imprescindíveis para a organização do conhecimento. As três perspectivas são confrontadas para estabelecer as diferenças e semelhanças, tendo em vista os objetivos de cada sistema categorial. Conclui que Aristóteles concebe seus princípios fundamentais para expressarem os modos do ser, ao passo que Kant os relaciona como modos do pensar. Por sua vez, Ranganathan formula as categorias como modos de classificar.
Palavras-chave: Categorias. Classificação filosófica. Teoria da classificação facetada. Organização do conhecimento.
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