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Documentos e Informações Audiovisuais: a teoria arquivística e as técnicas da Biblioteconomia aplicadas à organização de arquivos de TV

SANTOS, Francisco Edvander Pires. Documentos e Informações Audiovisuais: a teoria arquivística e as técnicas da Biblioteconomia aplicadas à organização de arquivos de TV. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 5, out. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out13/Art_08.htm>. Acesso em: 28 dez. 2013.

Resumo
Discute os principais pontos da teoria arquivística com a finalidade de subsidiar um estudo voltado para a organização e gerenciamento de arquivos de TV. Apresenta as principais características da informação e dos documentos audiovisuais, abordando as técnicas da Biblioteconomia, voltadas para a representação descritiva e temática da informação, e o tratamento dado aos suportes e ao conteúdo informacional das imagens em movimento. Lista as principais mídias de arquivamento audiovisual, bem como debate a substituição do suporte físico pelo digital. Conceitua a decupagem de imagens, uma das atividades técnicas realizadas no tratamento da informação nos ambientes de arquivos de TV. Discorre acerca de métodos e critérios para a decupagem e indexação das imagens em movimento, com base nas teorias arquivísticas e biblioteconômicas e na prática do mercado de trabalho em arquivos de TV.

Palavras-chave: Arquivo; Televisão; Documento audiovisual; Imagem em movimento; Decupagem; Representação da informação,indexação.

O paradigma da orientação a objetos, a linguagem unificada de modelagem (UML) e a organização e representação do conhecimento: um estudo de caso de um sistema para bibliotecas

CASTRO, Fernanda Regebe; CRUZ, Fábio Marques da; ODDONE, Nanci Elizabeth. O paradigma da orientação a objetos, a linguagem unificada de modelagem (UML) e a organização e representação do conhecimento: um estudo de caso de um sistema para bibliotecas. Informação & Informação, Londrina, v. 18, n. 1, p. 82-105, jan./abr. 2013. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/9547/pdf>. Acesso em: 21 dez. 2013.

Resumo:
Introdução: A orientação a objetos trabalha com uma notação própria e possui alguns conceitos centrais. Dentre os mais importantes estão as classes, os atributos, os relacionamentos e a herança. Já a linguagem UML possui diagramas próprios.
Objetivo: Demonstrar a metodologia da orientação a objetos e a linguagem de modelagem UML, com seus diversos diagramas.
Metodologia: Para ilustrar o funcionamento dos diagramas desenvolve-se um estudo de caso envolvendo um sistema de empréstimo de livros em biblioteca.
Resultados: Constatou-se que há influências das teorias da classificação, especialmente a de Ranganathan, na área de modelagem de sistemas de informação, demonstrando que tudo o que hoje se desenvolve na informática, mais precisamente na área de desenvolvimento de sistemas, já foi realizado antes, de forma manual.
Conclusões: Nesse trabalho foi confirmado que para entender o complexo, antes de tudo é preciso dividi-lo em partes e classificá-lo.

Palavras-chave: Modelagem de sistemas. Orientação a objetos, UML. Classificação facetada. Ranganathan.

Os livros entre as cores e a conscientização de professores para o uso da biblioteca escolar

ANDRADE, Lucas Veras de; COSTA, Ana Caroline Viana; DAMASCENO, Gisele Sousa Lobão; LIMA, Isaias Geovane; SILVA, Iva de Carvalho da; CARDOSO, Patrícia Viana; OLIVEIRA, Renata Chaves de; TORRES, Theolina Beserra; SILVA, Willian Lamartins Amorim da. Os livros entre as cores e a conscientização de professores para o uso da biblioteca escolar. Biblioteca Escolar em Revista, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 69-88, 2013. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/BEREV/article/viewFile/195/pdf >. Acesso em: 06 ago. 2013.

Resumo
O presente trabalho tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado do curso de Especialização em Supervisão Educacional da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), para promover a utilização da biblioteca escolar de uma unidade educacional da rede estadual no município de Teresina (PI). Em um diagnóstico constatou-se que a biblioteca da escola não efetiva as suas finalidades e objetivos. A motivação para tal, segundo os discursos proferidos pela gestora e supervisora decorre da ausência de um profissional no espaço da biblioteca escolar. Nosso projeto interventivo foi desenvolvido com o intuito de desmitificar esta concepção a partir da conscientização dos docentes e de toda a equipe pedagógica da escola a partir de atividades que permitisse uma reflexão sobre a importância deste espaço e principalmente a partir da organização mediante a classificação em cores que possibilita organização e usabilidade do acervo de forma prática, sem necessariamente ter uma pessoa para viabilizar o empréstimo das obras.

Palavras-chave: Classificação em Cores. Biblioteca Escolar. Atividades no contexto da biblioteca Escolar.

Pluralismo lógico e epistemografia interativa como ferramentas desclassificadoras do conhecimento

SOARES, Maria Sueny Barbosa; MARTINS, Mariana Thamires; FRANCELIN, Marivalde Moacir. Pluralismo lógico e epistemografia interativa como ferramentas desclassificadoras do conhecimento. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.1, p.55-71, jan./abr. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/571 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
Diante dos novos parâmetros informacionais e suas estruturas de rede, surgem novas oportunidades de comunicação, acesso e participação, fazendo emergir não só do entorno digital como também dos tradicionais ambientes de rede o que poderíamos chamar de exomemórias. Onde há memória, há também necessariamente a organização dessa memória. Usando os sistemas de classificação vigentes teríamos uma organização (des)fragmentada, o que implicaria na perda de alguns desses fragmentos. Assim, é necessário retomar o debate sobre a classificação, visando não só esses novos ambientes, mas também seu antigo caráter epistemológico, trazendo à tona o novo conceito de desclassificação e os princípios da lógica paraconsistente.

Palavras-chave: Organização do conhecimento. Classificação. Exomemória. Desclassificação. Lógica paraconsistente

A Classificação em Arquivos e em Bibliotecas à Luz da Teoria da Classificação: pontos de convergência e de divergência

SIMÕES, Maria da Graça; FREITAS, M. Cristina V. de. A Classificação em Arquivos e em Bibliotecas à Luz da Teoria da Classificação: pontos de convergência e de divergência. Ponto de Acesso, Salvador, v. 7, n. 1, p. 81-115, abr. 2013. Disponível em: <http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/8050>. Acesso em: 1 jul. 2013.

Resumo:
Neste artigo, apresentamos um estudo desenvolvido no âmbito da Representação e da Organização da Informação, dedicado à teoria da classificação e às classificações em bibliotecas e em arquivos. As referidas classificações são analisadas como recursos ou meios privilegiados de organização da informação e do conhecimento. Para efetuar a sua abordagem, apresentamos e tecemos considerações teórico-práticas, focalizadas nas suas origens, influências, definições, objetivos, relevância, princípios e caraterísticas, com o propósito de identificar pontos de convergência e de divergência entre elas, e assim contribuir para a sua melhor compreensão e aplicação. Neste intento, iniciamos por uma revisão bibliográfica seletiva do assunto, privilegiando obras específicas sobre o mesmo, considerando, ainda, para o contextualizar, obras complementares sobre matérias transversais. A seguir à construção deste referencial teórico, efetuamos uma análise comparada dos dois tipos de classificação em questão. Este estudo finaliza-se com as seguintes considerações: quando comparados, os dois tipos de classificações do conhecimento apresentam, de uma forma geral, convergências, no que concerne às suas origens, influências, definições, objetivos e relevância; todavia, no que se refere aos princípios e às caraterísticas gerais, os mesmos mostram divergências, que são, no nosso entender, originadas sobretudo pelas especificidades de cada objeto, bem como pelas condicionantes de cada contexto.

Palavras-chave: Classificações bibliográficas; Classificações em arquivos; Representação da informação; Organização da informação; Teoria da classificação.

A classificação bibliográfica no contexto do tratamento temático da informação: um estudo com o protocolo verbal individual em bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IF’s)

SOUSA, Brisa Pozzi de; FUJITA, Mariângel Spotti Lopes. A classificação bibliográfica no contexto do tratamento temático da informação: um estudo com o protocolo verbal individual em bibliotecas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IF’s). Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 796-813, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/868/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
As discussões que sustentam o processo da classificação bibliográfica em sistemas documentários devem ser concebidas com base científica e teórica, ao invés de somente se basear na prática profissional. As abordagens teóricas, por outro lado, também devem envolver atenção na prática profissional. A partir disso, o presente estudo busca demostrar por meio da percepção dos profissionais catalogadores, a importância de reflexões acerca da atividade de Tratamento Temático da Informação, em especial a classificação bibliográfica, a fim de engendrar o fortalecimento da área e melhorias na qualidade dos produtos e serviços resultantes das bibliotecas. Nesse contexto, realizou-se um estudo em duas bibliotecas dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF’s) localizadas em dois diferentes estados da região sudeste brasileira. Foi empregada a técnica introspectiva de coleta de dados Protocolo Verbal, na modalidade individual, possuindo caráter qualitativo.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da Informação. Tratamento temático da informação – Classificação. Biblioteca – IFs. Protocolo verbal individual

Classificação: uma análise comparativa entre a Classificação Decimal Universal – CDU e a Classificação Decimal de Dewey – CDD

ANDRADE, Lucas Veras de; BRUNA, Dayane; SALES, Weslayne Nunes de. Classificação: uma análise comparativa entre a Classificação Decimal Universal – CDU e a Classificação Decimal de Dewey – CDD. Biblos: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, v. 25, n. 2, p. 31-42, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://www.seer.furg.br/biblos/article/view/2088/1497&gt;. Acesso em: 30 dez. 2012.

Resumo
A classificação se origina da necessidade do ser enquanto indivíduo tornar acessível o conhecimento, e para que essa acessibilidade se realize é necessário que tenhamos a informação organizada para possível recuperação da mesma. Desse modo, entendemos a classificação como um ato de ordenação, agrupamento ou distribuição em classes ou categorias na perspectiva de uma ordem e método. O trabalho objetiva construir uma análise comparativa entre a Classificação Decimal de Dewey – CDD e a Classificação Decimal Universal – CDU identificando vantagens e desvantagens de ambas de modo que possamos apresentar um detalhamento dos sistemas de classificações mencionados, estabelecendo um parâmetro geral que possibilite a compreensão adequada do uso dos mesmos para os centros informacionais. A pesquisa segundo seus objetivos se caracteriza como analítica, onde a coleta de dados bem como os procedimentos metodológicos deu-se a partir de uma pesquisa bibliográfica, relacionando-se com a prática profissional bibliotecária, a usabilidade dos sistemas nos centros informacionais bem como sua representatividade na recuperação da informação. Para que pudéssemos alcançar a finalidade estabelecida no estudo recorremos a leituras de Piedade (1983), Lago (2009), Souza (2010) entre outros.

Palavras-chave: Classificação Documentária. CDD. CDU.

A potência do não percebido: Hegel, Dewey e seu lugar na corrente principal do pensamento classificatório

OLSON, Hope A. A potência do não percebido: Hegel, Dewey e seu lugar na corrente principal do pensamento classificatório. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 3-15, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/65/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Este artigo explora as conexões entre Melvil Dewey, William Torrey Harris e os Hegelianismos. Reconhece a dívida dos mesmos para com Bacon enquanto rastreia a prática da hierarquia destas influências filosóficas até Dewey e seu legado, a Classificação Decimal de Dewey dos dias de hoje. A onipresença da hierarquia está ligada à metáfora de Dewey a respeito da organização de uma turba em um exército ordenado, usando a ferramenta da lógica.

Palavras-chave: Dewey. Hegel. Lógica classificatória

A Complexidade da cultura amazônica e seu reflexo para a organização e representação da informação

RODRIGUES, Anderson Luiz Cardoso. A Complexidade da cultura amazônica e seu reflexo para a organização e representação da informação. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 10-25, jan./dez. 2012. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/20/76>. Acesso em: 24 nov. 2012.

Resumo
Introdução: Explora e analisa o domínio ‘cultura amazônica’ no contexto da organização e representação da informação. Apresenta conceitos de cultura com o objetivo de embasar as reflexões sobre o domínio estudado. Método: O referencial teórico de apoio é centrado na Teoria da Classificação Facetada de Ranganathan e na Teoria dos Níveis Integrativos do Classification Research Group, como base teórico-metodológica para a elaboração de um modelo de estrutura
classificatória. A seleção dos conceitos foi realizada tomando por base os termos resultantes de pesquisa oral de três localidades geográficas da Amazônia: as cidades de Bragança, Castanhal e o arquipélago do Marajó. Resultados: A análise das origens etimológicas das palavras indicou a influência das culturas estrangeiras dos continentes europeu, africano, asiático e americano na linguagem amazônica. Conclusões: A análise dos resultados revelou a viabilidade de se desenvolver uma metodologia de trabalho para delinear uma estrutura de classificação e de um conjunto de conceitos para representar o domínio ‘cultura amazônica’ nas suas raízes basilares como estrutura para a construção de sistemas de organização do conhecimento.

Palavras-chave
Conceitos. Análise de domínio. Cultura amazônica. Organização do conhecimento. Representação do conhecimento. Sistemas de classificação.

Organização do acervo do Escritório Estadual de São Paulo da Federação de Bandeirantes do Brasil

LOEB, Maria Cecília Vianna; VALENCIA, Maria Cristina Palhares. Organização do acervo do Escritório Estadual de São Paulo da Federação de Bandeirantes do Brasil. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 43-53, jan. 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/view/78/80>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Este artigo refere-se ao Trabalho de Conclusão de Curso onde pesquisamos e procuramos definir a melhor forma de bem atender, a organização dos materiais bibliográficos e multimeios das ONGs/OSCIPs, (Organizações Não Governamentais/Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) tendo por base o acervo de livros, periódicos, e objetos pertencentes ao escritório de São Paulo da Federação de Bandeirantes do Brasil, respeitando as características deste tipo de instituição, agilizando o acesso de seus voluntários ao acervo de consulta corrente e destinando o material antigo à formação de um centro de memória que legitima sua história, permitindo que as atualizações de suas ações mantenham o vínculo com os princípios fundamentais e sendo mais um ponto de acesso aos pesquisadores interessados na educação não formal e no comportamento feminino. É, também, um novo campo de atuação profissional do bibliotecário.

Palavras-chave: Educação. Biblioteca. ONG.

Aproximações teórico-conceitual entre as categorias de Ranganathan, o discurso retórico e a narrativa literária

COSTA, Luzia Sigoli Fernandes. Aproximações teórico-conceitual entre as categorias de Ranganathan, o discurso retórico e a narrativa literária. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, Brasília, v. 3, n. 1, p. 169-184, jan./dez. 2010. Disponível em: <http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/36/67>. Acesso em: 04 ago. 2012.

Resumo

Tomando-se como base a Teoria de Ranganathan, explora-se aproximação teórico-conceitual entre as categorias essenciais e os elementos que compõem a estrutura do discurso retórico e as categorias da narrativa literária. Essa opção foi feita, diante da potencialidade que os enunciados literários suscitam em contribuir para um processo de ampliação conceitual das categorias ranganathianas. Nessa aproximação, estabeleceu-se um alinhamento teórico-conceitual capaz de verificar a possibilidade de efetiva contribuição de aspectos da Teoria Literária para a formulação de procedimentos metodológicos de análise de conteúdo e elaboração de sínteses ou resumos, no âmbito da Ciência da Informação. Dentre os resultados obtidos estão a conscientização dos desafios teóricos frente à diversidade documental e a natureza da informação, a pertinência da contribuição da Teoria Literária aos procedimentos metodológicos para a análise de conteúdo de imagens. O estudo apontou, ainda, que as imagens de cartazes e similares são de grande importância como documento, não só artístico, mas também como testemunho da memória histórico-sociocultural.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Organização da informação. Análise de conteúdo. Teoria de Ranganathan. Teoria da narrativa. Discurso retórico.

Metodologia científica: análise e reflexão sobre a eficácia dos resumos de artigos acadêmicos

ABRAMCZUK, Claudia; DILLY, Marcel; ENGELBERT, Ricardo; GRAEML, Alexandre Reis. Metodologia científica: análise e reflexão sobre a eficácia dos resumos de artigos acadêmicos. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 170-181, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12662>. Acesso em: 3 ago. 2012.

Resumo

Este artigo analisa a eficácia dos resumos dos artigos acadêmicos em comunicar os aspectos essenciais do estudo de forma autônoma do texto principal. Para isso utilizou-se como objeto de análise 173 artigos publicados nos anais da área de Administração da Informação (ADI) do Enanpad, ao longo de um período de três anos. Todos os resumos foram analisados classificando-se cada fragmento de texto com relação ao tipo de informação contida: contextualização, objetivo do trabalho, justificativa, metodologia adotada, resultados alcançados ou outros. Os resultados obtidos foram analisados quantitativamente, inclusive por meio de técnicas de análise multivariada, sendo contrastados com as recomendações fornecidas pela literatura, assim como nas orientações dos comitês científicos de congressos acadêmicos e editoriais de revistas da área de Administração. Constatou-se que uma parte significativa dos resumos não cumpre seu objetivo, deixando de fornecer informações importantes para que o leitor seja capaz de saber o que foi feito, como foi feito e a que resultados se chegou.

Palavras-chave: Conteúdo do resumo. Qualidade do resumo. Relatório de pesquisa científica. Enanpad.

O conceito classificação: uma abordagem histórica e epistemológica

SIQUEIRA, Jessica Camara. O conceito classificação: uma abordagem histórica e epistemológica. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v.6, n.1, p.37-49, jan./jun. 2010. Disponível em: < http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/137 >. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo:
A tentativa humana de estabelecer classes ou categorias mais do que uma ação supostamente de controle, é uma das formas mais hábeis de se representar uma realidade, trazendo subjacente o intuito de transformá-la em conhecimento. Nesse viés, apresenta-se um breve histórico sobre o estudo da classificação na humanidade, além de se discutir o conceito, a partir das perspectivas de Foucault, Mauss, Lévi-Strauss e Piaget.Por fim verifica-se o caráter pluridiverso do termo, e sua relevante aplicabilidade no contexto pós-moderno.

Palavras-chave: Histórico da classificação. Conceito classificação. Pós modernidade.

Taxonomia facetada como interface para facilitar o acesso à informação em bibliotecas digitais

MACULAN, Benildes Coura Moreira dos Santos; LIMA, Gercina Angela Borém de Oliveira; PENIDO, Patrícia. Taxonomia facetada como interface para facilitar o acesso à informação em bibliotecas digitais. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 1, p. 234-249, jan./jun., 2011. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/746/pdf_48>. Acesso em: 23 jul. 2012.

Resumo
As bibliotecas digitais comumente oferecem interface de busca com duas formas: 1) busca simples; e 2) busca avançada. Neste artigo pretende-se apresentar uma interface de busca usando taxonomia facetada. A classificação vem sendo aplicada como forma de acomodação de informações visando à recuperação do conteúdo de sites, principalmente no e-commerce. O fator restringente nos sistemas de recuperação da informação é o modo de representação utilizado, que muitas vezes não permite a transferência e comunicabilidade do conhecimento. Busca-se, com a taxonomia facetada como interface de busca, estruturar os dados de forma
flexível, permitindo a opção de cruzamento de informações.

Palavras-chave: Biblioteca digital; Taxonomia facetada; Interface de busca; Acesso à informação.

A subjetividade da relevância na recuperação da informação: análise a partir de imagens representativas

RAMOS, Clériston Ribeiro; MUNHOZ, Deise Parula. A subjetividade da relevância na recuperação da informação: análise a partir de imagens representativas. Biblos: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, v. 25, n. 1, p. 69-79, jan./jun. 2011. Disponível em: http://www.seer.furg.br/index.php/biblos/article/view/1932/1229>. Acesso em: 08 maio 2012.

Resumo
O texto discute a subjetividade na busca da informação e como cada item recuperado pode ser relevante ou não, dependendo do interesse do usuário. Como método de pesquisa, foram selecionadas 24 ilustrações,
dentre imagens complexas e imagens simples, sendo estas últimas comuns às realidades dos sujeitos pesquisados. Os participantes da pesquisa foram pessoas com diferentes perfis e com distintos níveis de
instrução escolar e diferentes ramos de atuação. A partir dos termos utilizados, foi possível observar que cada perfil de usuário atribui um nome para cada “rótulo”. Em termos práticos, se faz necessário um estudo
aprofundado do perfil do usuário que a biblioteca possui e em uma segunda etapa o uso de termos comuns aos usuários.

Palavras-chave: Recuperação da informação. Indexação. Estudo de usuário.

Doenças raras como categoria de classificação emergente: o caso brasileiro

OLIVEIRA, Cláudio Roberto Cordovil; GUIMARÃES, Maria Cristina Soares; MACHADO, Rejane. Doenças raras como categoria de classificação emergente: o caso brasileiro. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_04.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.

Resumo
Este artigo visa descrever o surgimento da categoria “doenças raras” como objeto de mobilização coletiva, o que aponta para a constituição de um movimento social emergente, formado por uma coalizão de associações de pacientes, familiares e profissionais de saúde. Estima-se que no Brasil existam entre 11 e 15 milhões de portadores de doenças raras. Inscrita em um contexto global de crescente biomedicalização, tal mobilização lança desafios inéditos à política nacional de assistência farmacêutica e ao Sistema Único de Saúde. Adicionalmente, busca-se sugerir um programa mínimo de pesquisas no campo dos Estudos de Ciência e Tecnologia, visando promover inteligência social acerca do problema e a dar conta das mutações epistêmico-ontológicas e sociais por ele suscitadas.

Palavras-chave: Doenças raras; Sistema único de saúde; Objetos de interface; Classificação; Políticas públicas.

Declassification in knowledge organization: a post-epistemological essay

GARCÍA GUTÍÉRREZ, Antonio. Declassification in knowledge organization: a post-epistemological essay. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 5-14, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.

Resumo
O conteúdo da rede digital origina-se a partir de diferentes formas, lógicas e culturas de conhecimento. Uma vez na Net, no entanto, eles são todos submetidos para se unificarem formatos e lógicas fornecidos pela própria tecnologia digital. Uma tecnologia é, em primeiro lugar, o produto de uma cultura fornecida. Toda cultura e identidade classificam e nomeiam todo tipo de material e objetos simbólicos. Nos dias de hoje, o Oeste é a cultura que tomou para si a tarefa da classificação global suportada por suas próprias redes digitais. Classificação é uma ferramenta epistemológica fornecida pela racionalidade moderna, cujas estruturas internas e modos de inferência são derivadas das reduções metonímicas, dicotonímicas e analógicas da diversidade dos mundos atuais. Neste papel, um tipo de hermenêutica prática, chamada “desclassificação”, é introduzida e proposta como um caminho para um conhecimento que supera a epistemologia organizacional. Desclassificação é um sistema aberto que instala pluralismo lógico no núcleo do entendimento e processos de enunciação, através de ferramentas metacognitivas.

Palavras-chave: Classificação. Rede digital. Epistemologia. Hermenêutica.

Folksonomia: esquema de representação do conhecimento?

BRANDT, Mariana; MEDEIROS, Marisa Brascher Basílio. Folksonomia: esquema de representação do conhecimento? TransInformação, Campinas, v. 22, n. 2, p. 111-121, maio/ago., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=25>. Acesso em: 05 dez. 2011.

Resumo
O artigo tem como objetivo estudar a folksonomia sob a óptica da representação do conhecimento. Para isso, apoia-se em revisão bibliográfica das abordagens em organização do conhecimento propostas por Hjorland, nas quais a folksonomia encontra bases para ser analisada: abordagem baseada no usuário, cognitiva, social e da recuperação da informação. Traz uma breve discussão sobre organização do conhecimento e organização da informação, definindo como tais conceitos serão tratados no artigo. Ressalta os pontos positivos e negativos da folksonomia como esquema de representação do conhecimento, analisando também como essa estrutura pode ou não refletir conhecimento. Identifica a folksonomia como um sistema construído de forma inversa em relação aos outros sistemas, em que a coleta de termos e estruturação é feita a posteriori. Enquadra a folksonomia nos esquemas de representação, no sentido de ser vista como ferramenta semântica. Propõe novos tipos de estudos que comparem a folksonomia com os esquemas tradicionais de representação do conhecimento, como tesauros, taxonomias e ontologias.

Palavras-chave: Folksonomia. Organização do conhecimento. Organização da informação. Representação do conhecimento. Web.

Indexação Colaborativa na Web

SILVA, Iara Aparecida Oliveira da; SANTOS, Cibele Araújo Camargo Marques dos. Indexação Colaborativa na Web. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 90-98, abr. 2011. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/63/65>. Acesso em: 05  dez. 2011.

Resumo
O artigo apresenta o procedimento de indexação na Web, essencialmente realizado por usuários de maneira colaborativa. Aborda o procedimento de etiquetagem em diversas ferramentas da Web 2.0 e sugere a utilização desse procedimento colaborativo, em conjunto com a indexação tradicional nas instituições, empresas e bibliotecas do Brasil.

Palavras-chave: Indexação. Folksonomia. Colaboração. Internet. Web 2.0.

Categorização e Classificação de documentos a partir de suas citações: uma proposta baseada em Redes Neurais Artificiais

MEIRELES, Magali Rezende Gouvêa; CENDÓN, Beatriz Valadares. Categorização e Classificação de documentos a partir de suas citações: uma proposta baseada em Redes Neurais Artificiais. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 5, out. 2011. Disponível em:<http://www.dgz.org.br/out11/Art_02.htm>. Acesso em: 6 nov. 2011.

Resumo
O objetivo do trabalho aqui apresentado foi verificar a eficiência e a viabilidade do uso de Redes Neurais Artificiais para categorizar e classificar documentos, utilizando-se as referências bibliográficas neles citadas. A proposta era avaliar uma solução alternativa para a recuperação de documentos. Foram apresentadas, no início, questões relacionadas à característica interdisciplinar da Ciência da Informação. A seguir, foram discutidos aspectos que envolvem o estudo das técnicas bibliométricas e os conceitos relacionados ao processo de categorização e classificação. Nas seções seguintes, foram descritas algumas das características de Redes Neurais Artificiais e sua aplicação na recuperação de informação e em processos de categorização. Para validar a proposta, foi criado um protótipo contendo dez artigos que apresentavam referências em comum e anos de publicação diferenciados. Os documentos foram agrupados em categorias por uma Rede Neural Artificial e, na fase seguinte, foram identificados os atributos utilizados pela Rede Neural Artificial para determinar as categorias, avaliando-se os resultados encontrados.

Palavras-chaves: Bibliometria; Categorização; Ciência da Informação; Classificação; Sistemas de Recuperação de Informação; Redes Neurais Artificiais.

A classificação nos domínios das três Marias

SIQUEIRA, Jéssica Camara. A classificação nos domínios das três Marias. Informação & Informação, Londrina, v. 16, n.1, p. 36-51, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/7930/8477>. Acesso em: 24 set. 2011.

Resumo

O artigo destaca que a análise terminológica do termo “classificação”, na Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia revela similitudes e distinções entre os domínios. Observa as relações entre as “três Marias” a partir de um corpus multilíngue, com predominância de publicações dos últimos 25 anos, com textos de natureza primária e secundária, a partir das fichas de análise e síntese, conforme sugere Smit (1993). Destaca as propostas de definições mostrando que o termo “classificação” possui duas acepções: uma de natureza físico-material e outra cognitiva, com destaque para a última, responsável pela estruturação sistemática e a elaboração de classes. Enfatiza que a separação dos documentos por atributos comuns marca também a distinção entre os domínios, que utilizam critérios singulares para o estabelecimento de classes. Finaliza com a constatação que mesmo considerando as especificidades de cada domínio, há uma nítida contiguidade entre as “três Marias”, o que revela uma necessidade cada vez mais evidente de diálogo e trocas para o estabelecimento de um campo de estudo mais articulado e voltado às necessidades do contexto contemporâneo.

Palavras-chave: Arquivologia – classificação. Biblioteconomia – classificação. Museologia – classificação. Classificação. Terminologia.

Reflexões acerca das relações entre representação temática e descritiva

MAIMONE, Giovana Deliberali; SILVEIRA, Naira Christofoletti; TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira. Reflexões acerca das relações entre representação temática e descritiva. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 1, p. 27-35, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/7367/5596>. Acesso em: 21 jun. 2011.

Resumo
Apresenta a importância da integração da representação temática e descritiva na recuperação da informação, revelando aspectos teóricos e práticos destas disciplinas e traçando relações entre as mesmas. Teve como objetivo discorrer sobre os modelos conceituais Functional Requirements for Bibliographic Records (FRBR), Functional Requirements for Subject Authority Data (FRAD) e Functional Requirements for Subject Authority Data (FRSAD), exemplificando-os com a busca da informação realizada pelo usuário em um sistema. Ressalta-se que o conhecimento específico de cada área deve prevalecer, porém sem se perder a visão de ambas como sendo complementares. A fundamentação teórico-metodológica encontra-se apoiada na pesquisa teórica e conceitual das temáticas debatidas para analisar os fatos disponíveis na literatura e discorrer sobre sua aplicabilidade. Conclui-se que existe uma feliz e necessária integração entre as representações temática e descritiva que otimizam o acesso informacional, embora a representação descritiva ainda seja considerada, por muitos, como sendo pura descrição física em catálogos manuais.

Palavras-chave: Representação descritiva. Representação temática. Modelos conceituais de representação. FRSAD.

Representação descritiva e temática no Sistema Agência de Informação Embrapa: controle de vocabulário

SOUZA, Marcia Izabel Fugisawa; ALVES, Maria das Dores Rosa; QUEIROS, Leonardo Ribeiro; SANTOS, Adriana Delfino dos; OLIVEIRA, Leandro Henrique Mendonça de. Representação descritiva e temática no Sistema Agência de Informação Embrapa: controle de vocabulário. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 1, p. 61-75, jan./abr., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=774&article=357&mode=pdf&OJSSID=b331aa8d39ceceac71edb2bb8604dc55>. Acesso em: 29 jan. 2011.

Resumo
Este artigo aborda a concepção e o estabelecimento das atividades de representação descritiva e temática e o controle de vocabulário especializado no website Agência de Informação Embrapa. Adota-se o padrão Dublin Core para descrição dos metadados dos recursos de informação, que são representados pelas regras mínimas de catalogação e de indexação. São adotados tesauros especializados em agricultura para atribuição de palavras-chave e categorias de assunto. Faz-se o controle de termos livres, visando à consistência do vocabulário e à manutenção da qualidade. Utilizam-se ferramentas de tratamento de recursos de informação e de controle de vocabulário, integradas ao sistema gestor de conteúdo, que abriga o conjunto de atividades de organização da informação do website Agência de Informação Embrapa. As atividades que envolvem a representação descritiva e temática são apoiadas por procedimentos e ferramentas que sistematizam e padronizam suas rotinas, de modo a garantir melhoria na recuperação da informação.

Palavras-chave: Representação descritiva. Representação temática. Catalogação. Indexação. Vocabulário controlado. Agência de Informação Embrapa.

Jeremy Bentham, o utilitarismo e a classificação do conhecimento: elementos históricos para os estudos da Ciência da Informação

THIESEN, Icléia; MIRANDA, Marcos Luiz Cavalcanti. Jeremy Bentham, o utilitarismo e a classificação do conhecimento: elementos históricos para os estudos da Ciência da Informação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 11, n. 5, out. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out10/Art_01.htm>. Acesso em: 20 nov. 2010.

Resumo
Jeremy Bentham é um jurista que se dedicou aos estudos da Deontologia, do Direito Constitucional e Penal. Além de ter concebido as idéias utilitaristas que fundaram essa escola filosófica, na Inglaterra, o jurista e filósofo inglês se deteve na concepção de um amplo sistema de pensamento, no âmbito do qual desenhou uma classificação do conhecimento adequada ao seu projeto de espírito iluminista. O presente artigo analisa, de forma preliminar, algumas características da classificação do conhecimento por ele construída no século XIX, visando contribuir para a sua divulgação, assim como discutir eventuais razões do esquecimento que tornaram essa experiência do pensamento desconhecida de pesquisadores de Ciência da Informação, tanto no Brasil quanto na França.

Palavras-chave: Jeremy Bentham; Utilitarismo, Classificação do conhecimento; Ciência da informação.

A taxonomia enquanto estrutura classificatória: uma aplicação em domínio de conhecimento interdisciplinar

NOVO, Hildenise Ferreira. A taxonomia enquanto estrutura classificatória: uma aplicação em domínio de conhecimento interdisciplinar. Ponto de Acesso, Salvador, v.4 n.2, p. 131-156, maio/ jun. 2010. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4103/3409 >. Acesso em: 12 out. 2010

Resumo
O conceito de taxonomia pode ser definido atualmente como estruturas classificatórias para organização de domínios de conhecimento. Tem por finalidade permitir agregação de informação e dados, possibilitando acesso através de navegação. Na taxonomia de domínios interdisciplinares, onde existe uma alta complexidade conceitual, é necessária uma base teórica própria. Neste sentido, sua construção deve estar apoiada em uma teoria que viabilize princípios teóricos e metodológicos. Este trabalho apresenta o método empregado na estruturação da taxonomia da Geoquímica Ambiental. Demonstra as etapas para modelização de domínios, baseadas na Teoria da Classificação Facetada e nos princípios da Teoria dos Níveis Integrativos. Aponta o mapa conceitual como forma gráfica de representação.
Palavras-chave: Representação do conhecimento. Taxonomia. Domínio interdisciplinar. Teoria da Classificação Facetada. Teoria dos Níveis

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