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Economia da informação

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Informação, conhecimento e capitalismo: uma abordagem dialética

MARQUES, Rodrigo Moreno; RASLAN, Filipe Oliveira; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Informação, conhecimento e capitalismo: uma abordagem dialética. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.573-592, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/420/322 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este ensaio aborda o papel da informação e do conhecimento ao longo do desenvolvimento do modo de produção capitalista, especialmente na atualidade, quando ganham popularidade termos como sociedade da informação e do conhecimento, economia do conhecimento, capital intelectual e capital humano. Nosso ponto de partida será a apresentação de alguns fundamentos da dialética materialista, filosofia precursora da investigação das relações entre capital e conhecimento. Indo além da luz lançada por Marx sobre essa obscura problemática, esse texto também destaca algumas teorias de autores contemporâneos que, partindo das concepções marxistas, tentam explicar a realidade do século XXI a partir da subsunção, em maior ou menor grau, do trabalho pelo capital. Essa perspectiva permite afirmar que a dominação das condições de trabalho no modo de produção capitalista avança a passos largos em busca da apropriação privada do intelecto geral.
Palavras-chave: Informação. Conhecimento. Capitalismo. Dialética materialista. Apropriação privada do intelecto geral

Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade

WACHOWICZ, Marcos; SILVA, Rodrigo Otávio Cruz e. Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.556–572, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/442/323 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
A Economia Criativa compreende atividades resultantes da imaginação de indivíduos, com valor econômico. A sociedade informacional tem ainda a economia como fonte de grandes transformações, influência que se aplica também de forma inversa. Nesse ponto, a criatividade hoje, ligada à inovação, à tecnologia, à produção e à transmissão do conhecimento, é vista para muito além do simples pensar e do criar, é um elemento indispensável à economia e à sociedade, pois uma sociedade que anseia por informações e pelo desenvolvimento cada vez maior de novas tecnologias para servir consumidores exigentes não pode se imaginar sem criatividade. O presente artigo busca formular os fundamentos para a construção de um Marco Regulatório para a Economia Criativa no Brasil. Isto a partir do entendimento de que a Economia Criativa promove o desenvolvimento sustentável e humano, de forma inclusiva social e tecnologicamente, ou seja, não se trata uma visão de mero crescimento econômico. Isto porque os novos conceitos inerentes à Economia Criativa alcançam o uso das ferramentas tecnológicas (TICs) nas suas interfaces com a educação, a arquitetura, o design, a formação de agentes criativos, os Arranjos Produtivos Locais (APL) e os Setores Criativos (SCs).
Palavras-chave: Direito autoral. Economia criativa. Desenvolvimento sustentável

Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual

BARBOSA, Denis Borges. Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.375-404, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/436/321 >. Acesso em: 16 mar. 2012.
Resumo:
Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual. O sistema de produção de criações intelectuais. Os pressupostos da criação intelectual: originador e criação. O estatuto jurídico do originador. O estatuto jurídico das criações não objetivizadas. A manutenção das ideias em estado não apropriável. A oposição corpus mysticum e corpus mechanicum. O bem imaterial antes da propriedade. A autonomia da criação em face do criador. Hipóteses do bem incorpóreo fora da propriedade. A historicidade da transformação do bem incorpóreo em propriedade concorrencial. Criação intelectual fora da economia de mercado. A produção intelectual sem indutores artificiais.Uma noção essencial: a Propriedade intelectual é apenas uma das formas de incentivo à produção intelectual. Criação intelectual voltada para o mercado. O remédio e seus efeitos secundários. O direito centrado no titular e o direito centrado na obra. Uma rápida conclusão.
Palavras-chave: Criação intelectual. Direitos autorais. Indutores à criação

Representações de empreendimentos econômicos solidários sobre a Internet

FONSECA, Reuber da Silva; MACHADO, Lucília Regina de Souza. Representações de empreendimentos econômicos solidários sobre a Internet. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 3, p. 195-206, set./dez. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=29>. Acesso em: 29 jan. 2012.

Resumo
A temática deste artigo se insere entre as novas questões geradas pela virtualidade, sobretudo pela crescente migração dos processos comunicacionais e educacionais para a Internet e seu poder de formação de novos espaços institucionais e de novas subjetividades sociais. Seu objetivo central consistiu em conhecer e analisar representações de empreendimentos econômicos solidários de Belo Horizonte (MG) sobre a Internet. Dada a natureza do objeto, foi necessário se beneficiar das abordagens metodológicas quantitativa e qualitativa. O instrumento de coleta de dados utilizado nesse estudo foi o questionário. Concluiu-se, a partir da amostra estudada, que foi intencional e cobriu doze empreendimentos econômicos solidários, que estes demonstram ter representações positivas à inclusão digital, mas não isentas de preocupações e dúvidas sobre o poder e a penetrabilidade dessa tecnologia na sociedade.

Palavras-chave: Autogestão. Cooperativismo. Cultura digital. Economia. Internet.

Posicionamentos Políticos nos Estudos da Temática do Software Livre

GUERRINI, Daniel , OLIVEIRA, Renato de. Posicionamentos Políticos nos Estudos da Temática do Software Livre. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 341-354, jun. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/342/247 >. Acesso em: 12 out. 2010

Resumo

Através de uma análise da evolução do mercado de software, até a criação do software livre, o objetivo deste artigo foi revisar algumas das interpretações existentes na literatura sobre a temática da produção de software livre na economia contemporânea. Ao estabelecer uma conexão entre a diferenciação do setor de software e as categorias que orientam os agentes da produção de software livre, foi possível identificar que boa parte das interpretações acadêmicas incorpora essas categorias como categorias de análise e, com base nelas, assume um posicionamento diante da temática, que não põe em questão a particularidade dos pontos de vista dos próprios agentes.

Palavras-chave: Software livre. Economia informacional. Modos de agir. Ação política. Ação administrativa

 

Análise Crítica Semiótica e Economia Política Cultural

JESSOP, Bob. Análise Crítica Semiótica e Economia Política Cultural. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 197-213, jun. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/379/238 >. Acesso em: 12 out. 2010

Resumo

Defendo aqui a idéia de uma “Economia Política Cultural” (“Cultural Political Economy” – CPE), explorando o papel constitutivo da semiose nas atividades econômicas e políticas, nas instituições econômicas e políticas, e na ordem social em geral. A abordagem da CPE é pós-disciplinária: ela adota a “virada cultural” na pesquisa econômica e política, sem descuidar da articulação entre a semiose e as materialidades interconectadas da econômica e da política, dentro de formações sociais mais amplas. Essa abordagem é ilustrada pela emergência da Economia baseada em Conhecimento (“Knowledge-Based Economy” – KBE), enquanto discurso-mestre tanto das estratégias de acumulação em diferentes escalas, dos projetos de estado e visões hegemônicas, e dos diversos sistemas funcionais e profissões, quanto da sociedade civil.

Palavras-chave: Semiose. Economia e política. Economia política cultural. Economia do conhecimento; Virada cultural

Trajetória da sociedade da informação no Brasil: proposta de mensuração por meio de um indicador sintético

ARAÚJO, Evandro Nicomedes; ROCHA, Elisa Maria Pinto da. Trajetória da sociedade da informação no Brasil: proposta de mensuração por meio de um indicador sintético. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 3, p. 9-20, set./dez. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1122>. Acesso em: 5 jul. 2010.

Resumo
A sociedade da informação (SI) retrata a crescente importância que a informação, o conhecimento e as inovações tecnológicas assumem na contemporaneidade. O objetivo do artigo é elaborar um exercício exploratório sobre o uso de indicador sintético voltado para o dimensionamento de aspectos relevantes da SI. Os procedimentos metodológicos envolveram a exploração de bases de dados e informações estatísticas, a padronização de variáveis, além de levantamento documental e bibliográfi co. Os resultados sugerem que, embora favorável, a trajetória da SI não se mostrou linear no tempo. Dentre as dimensões sob consideração, a manifestação mais signifi cativa da SI estaria associada à disponibilidade de infraestrutura tecnológica e meios de acesso à internet. Por sua vez, formação educacional e recursos fi nanceiros representariam desafios a serem enfrentados para a consolidação da SI no Brasil. Ao tentar representar conceito complexo e multifacetado e buscar dimensionar aspectos associados à sua manifestação, o artigo representa esforço de sistematização de dados e informações de interesse para a ciência da informação.

Palavras-chave: Sociedade da informação. Brasil. Trajetória. Índice de mensuração.

A Lógica da acumulação capitalista na economia informacional

IZERROUGENE, Bouzid; URPIA, Arthur G. B. Da Cruz; ALMEIDA, Isaura Florisa G. de. A Lógica da acumulação capitalista na economia informacional. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p. 72-88, mar. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/339/228 >. Acesso em: 01 maio 2010

Resumo
Este artigo tem como objetivo discutir as condições de acumulação de capital e de relações capital-trabalho no novo contexto de economia informacional. Trata das mudanças na criação de novos valores de uso e troca, os quais envolvem as inovações tecnológicas, os novos produtos e serviços e os conflitos distributivos.
Palavras-chave: economia informacional, acumulação, relações capital-trabalho, tecnologias de informação e de comunicação.

Conhecimento na sociedade da informação: contradições e aproximações


GONÇALVES, Cristiane Alberto Ferreira; OLIVEIRA, Maria Cristina Guimarães. Conhecimento na sociedade da informação: contradições e aproximações. Informação & Informação, Londrina, v. 14, n.1, p. 36-51, 2009. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/2003/2890 >. Acesso em: 28 out., 2009.

Resumo
O artigo destaca o valor do conhecimento no contexto da Sociedade da Informação e relata suas bases históricas. Estabelece um comparativo entre os processos produtivos no período da Revolução Industrial e na Era da Informação. Propõe reflexões sobre o domínio do conhecimento comunicado e sua comercialização enquanto bem imaterial. Aborda as tecnologias de informação e comunicação enquanto ferramentas sujeitas à manipulação da vontade política de grupos dominantes e o seu papel de democratizar ou restringir o acesso e uso da informação.
Palavras-chave: Sociedade da informação; Economia da informação; Privatização da informação.

Inclusão digital: sistema de engrenagens


CUBILLOS, Diana; SILVA, Alberth Sant’Ana Costa da. Inclusão digital: sistema de engrenagens. Liinc em Revista, v.5, n.1, 2009. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/295/202 > Acesso em: 13 maio, 2009.

Resumo:

O conceito de inclusão digital, presente no campo científico, e aplicado socialmente, tem gerado estudos que trabalham a questão ora como combate à desigualdade social na compreensão dos mecanismos distanciadores entre ricos e pobres, ora como instrumento econômico baseado no conhecimento e avanço tecnológico. Esta reflexão torna-se relevante, uma vez que os avanços tecnológicos têm impulsionado transformações na economia política local e global e em nova ordem mundial de consumo frenético e sem questionamento. A inclusão digital, no escopo deste trabalho, é comparada metaforicamente a um sistema de engrenagens. As peças que se acoplam para o funcionamento de um sistema são, neste contexto, aqui tratadas como políticas de informação inseridas nas ações públicas. Essas ações interligam-se com as ferramentas de tecnologias de informação e comunicação (TICs) que, por sua vez, se conectam com os atores sociais que, por motivos diversos, encontram-se excluídos de oportunidades, bens e perspectivas.

Palavras-chave: inclusão digital; economia política; política de informação

Os documentos de amanhã: a metáfora, a escrita e a leitura nas narrativas em formato digital


BARETTO, Aldo. Os documentos de amanhã: a metáfora, a escrita e a leitura nas narrativas em formato digital. DataGramaZero, v.10, n.1., fev., 2009. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev09/Art_01.htm> Acesso em: 19 fev. 2009.

Resumo: A produção da informação se processa hoje como uma cultura de muitas vozes formando a narrativa intertextual. Neste artigo se fala e se compara no tempo atual os documentos lineares e os documentos digitais. Atualmente as tecnologias da informação estão definitivamente inseridas no contexto do pensamento e dos atos de informação. Os usuários agora com a web, podem se colocar frente ao grande arquivo da humanidade e navegar com instrumentos infinitamente mais corretos que os astrolábios de navegação marítima. Documentos digitais ampliam o acesso e a inclusão informacional e existe uma explicação econômica e uma explicação de proximidade da informação para indicar que os documentos de amanhã serão em sua maioria em formato digital. O artigo analisa como a escrita na internet subverte a estrutura da linguagem, pois agrega ao texto imagem, vídeo, som e outras condições que à aproximam da do pensamento do gerador e da oralidade.

Palavras-chave: Documentos em formato digital; o link como uma metáfora, Escrita e leitura na web, Disponibilidade da informação; Nova economia da produção de informação.

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