NEVES, Barbara Coelho; PADILHA, Maria Célia Nery. A gestão da informação como proposta de inclusão em uma biblioteca especializada. TransInformação, Campinas, n. 24, v. 1, p. 39-46, jan. /abr., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=30>. Acesso em: 23 maio 2012.
Resumo
Esta comunicação apresenta o relato de experiência da implementação do Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência administrado pela Biblioteca da Defensoria Pública do Estado da Bahia. O Núcleo tem o propósito de corroborar com o estoque informacional, baseando-se na captação do conhecimento tácito dos defensores públicos da Defensoria Pública do Estado da Bahia. Ambiciona-se a inclusão social e a preservação da memória dos direitos humanos empregada nas atividades defensoriais desenvolvidas. O maior benefício da criação do Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência é proporcionar a disponibilidade de informação adquirida pelos defensores, de maneira estruturada, a todas as pessoas interessadas nos temas defensoriais apreendidos através de vivências jurídicas, congressos, cursos de capacitação, seminários, workshops, dentre outros. O Núcleo de Gestão da Informação e Inteligência da Biblioteca da Defensoria Pública do Estado da Bahia constitui importante meio para conectar eficientemente “aqueles que sabem” àqueles que “necessitam saber” e converter conhecimento pessoal em memória da organização. Para tanto, a proposta desenvolve a coleta, o armazenamento, gerenciamento e disseminação do conhecimento com uma metodologia baseada em modelos de gestão da informação e gestão do conhecimento, com o auxílio de adolescentes “menores aprendizes” em cumprimento de medida socioeducativa da Fundação Cidade Mãe.
Palavras-chave: Biblioteca especializada. Gestão da informação. Gestão do conhecimento. Inclusão social.
SHARMA, Chandra Kant; SINGH, Akash Kumar. Um estudo avaliativo da auditoria da informação e auditoria da gestão do conhecimento. BJIS, Marília, v.5, n.1, p.56-62, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/view/697>. Acesso em: 26 abr. 2012.
Resumo
Auditoria da informação pode ser definida como uma ferramenta que pode ser usada não somente para identificar estrategicamente recursos de informação significantes, mas também para identificar aquelas tarefas e atividades que geram conhecimento e aquelas que dependem da transferência de conhecimento de uma área para outra no ambiente organizacional. Este artigo primeiramente descreve a relação entre o processo de auditoria da informação e a gestão do conhecimento. Na sequência introduz os modelos de sete estágios de auditoria da informação. Discute cada estágio do modelo em termos de sua contribuição para o processo, bem como os resultados desejados. Conclui examinando os benefícios potenciais em se usar a auditoria da informação como uma base que pode ser construída à medida que a estratégia de gestão do conhecimento é desenvolvida.
Palavras-Chave: Auditoria da Informação; Gestão da Informação; Gestão do Conhecimento.
GRAU-KUNTZ, Karin. A quem pertence conhecimento e cultura? Uma reflexão sobre o discurso de legitimação do direito de autor. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.405–415, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/437/324 >. Acesso em: 16 mar. 2012.
Resumo:
Centrando-se no do discurso tradicional de legitimação do direito de autor e na disciplina da análise literária a autora demonstra a impossibilidade de privatização do conhecimento e da cultura.
Palavras-chave: Direito de autor. Análise literária. Cultura
PORÉM, Eugenia; GUARALDO, Tamara de Souza Brandão. Informação, conhecimento e comunicação em organizações do conhecimento. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_06.htm>. Acesso em: 19 fev. 2012.
Resumo
Reflexão sobre o papel da informação, do conhecimento e da comunicação em “organizações do conhecimento”. As organizações denominadas “organizações do conhecimento” para se constituírem necessitam implantar mudanças significativas em sua cultura organizacional para responderem às exigências de inovação – característica intrínseca à gestão do conhecimento. Para tanto, consideramos que essas mudanças são possíveis de acontecer na medida em que as organizações compreenderem que, apesar das particularidades existentes entre informação, conhecimento e comunicação eles representam uma tríade cujos elementos são inseparáveis na construção de organizações do conhecimento.
Palavras-Chave: Informação; Conhecimento; Comunicação; Gestão do conhecimento; Comunicação organizacional; Organizações do conhecimento.
SARRUF, Patrícia Giselle; SILVA, Helena de Fátima Nunes. Comunidades de prática virtuais e a troca e criação de conhecimentos em micro e pequenas empresas. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_02.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
Estudo sobre comunidades virtuais e sua relação com as comunidades de prática. Analisa se as comunidades virtuais que utilizam ferramentas colaborativas se constituem em comunidades de prática e contribuem no processo de troca e compartilhamento de conhecimentos no âmbito das micro e pequenas empresas. Utiliza entrevistas narrativas e observação em três comunidades virtuais (Rede Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Grupo Gestão de Restaurantes e Comunidade Agentes Locais de Inovação). Elabora um diagnóstico dos grupos com base na observação, apoiada em um roteiro. Observa, descreve e analisa o domínio, a prática e as pessoas das comunidades virtuais, estabelecendo as interações com a teoria de Comunidades de Prática de Wenger (1998). Conclui que as ferramentas colaborativas possibilitam a troca de conhecimentos, pois propiciam a interação, permitem à narrativa e troca de experiências, o compartilhamento do conhecimento tácito para outro conhecimento tácito, promovendo assim a socialização, porém, a dedicação do usuário é imprescindível. As comunidades de prática virtuais, sendo bem coordenadas e utilizando ferramentas colaborativas propícias às necessidades de comunicação dos empresários, contribuem para troca de conhecimentos e desenvolvimento dos negócios.
Palavras-chaves: Criação de conhecimento; Compartilhamento de conhecimento; Comunidades de Prática; Comunidades virtuais; Micro e pequenas empresas; Ferramentas colaborativas.
MARINO, Felipe de Toledo; ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de. Planejamento Estratégico em uma Cooperativa de Trabalho. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, fev. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev12/Art_03.htm>. Acesso em: 18 fev. 2012.
Resumo
O presente estudo investiga a formulação estratégica da Unimed Grande Florianópolis como um processo formal de planejamento. Uma pesquisa qualitativa foi realizada visando compreender a evolução ocorrida na forma de planejamento da organização desde o seu primeiro ciclo em 2007, assim como a dinâmica relacionada ao processo de planejamento utilizado em 2010. Após análise documental, entrevista em profundidade e observação, foi possível comparar os resultados encontrados com os conceitos que permeiam as perspectivas clássicas de planejamento, ou a também chamada escola de planejamento. A análise do modelo de formulação estratégica da Unimed identificou a presença de alguns dos estágios de planejamento indicados na literatura e demonstrou uma crescente presença de mecanismos de formalização na evolução do planejamento da organização no decorrer do tempo.
Palavras-chave: Estratégia; Planejamento estratégico; Escola de planejamento; Pensamento estratégico; Cooperativa médica; Unimed.
RIBEIRO, Clarice Pereira de Paiva; PEREIRA, Alana Deusilan Sester; SILVA, Edson Arlindo da; FARONI, Walmer. Difusão da informação na administração pública. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 2, p. 159-171, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=28>. Acesso em: 29 jan. 2012.
Resumo
A revolução da informação e da gestão do conhecimento na atualidade vem trazendo transformações significativas jamais vistas em tempos anteriores. As recentes revoltas populares que estão derrubando governos ditatoriais mostram a força das tecnologias de informação para mobilizar e aglutinar milhares de pessoas em torno de objetivos comuns. Nesse contexto, este estudo buscou compreender as constantes mudanças no ambiente e no arcabouço legal do país, através do seguinte questionamento: como os municípios brasileiros disseminam a informação para o cidadão sob a ótica das práticas da Gestão do Conhecimento e do Governo Eletrônico? Para isso, realizou-se uma pesquisa descritiva quantitativa, cuja avaliação consiste em 9 dimensões e 15 critérios, totalizando 187 pontos de verificação. Verificou-se que 62,96% dos municípios estão evoluindo quanto à adoção de práticas relacionadas à disponibilização de informações sobre sua gestão fiscal. Também foi constatado que todos os municípios ainda necessitam de ferramentas avançadas que possam facilitar o acesso do contribuinte aos atos e serviços públicos. Com
relação ao desenvolvimento da gestão e difusão da informação, em 77,78% dos portais pesquisados, o acesso à informação não se dá de forma fácil, compreensível e rápida, contribuindo para o aumento da assimetria informacional entre governo e cidadão.
Palavras-chave: Administração pública. Gestão do conhecimento. Tecnologia da informação.
MARTINS, João Batista; MIRANDA, Roberto Campos da Rocha. Aprimoramento de estrategistas e decisores novatos: a gestão do conhecimento estratégico aplicada ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 2, p. 139-157, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=28>. Acesso em: 29 jan. 2012.
Resumo
Este artigo tem como objetivo avaliar, sob a perspectiva da Gestão do Conhecimento Estratégico, o aprimoramento de estrategistas e decisores novatos, por meio da transmissão do conhecimento por parte de estrategistas e decisores experientes, no âmbito do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. Visando atingir esse objetivo, adotou-se como referencial metodológico o Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, que faz parte do Sistema de Gestão do Conhecimento Estratégico. A justificativa do estudo baseia-se na necessidade de aprimoramento dos estrategistas e decisores novatos que trabalham no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. A pesquisa visa propor, como principal resultado, iniciativas que possibilitem a existência de um ambiente propício à transferência de conhecimento entre os estrategistas e decisores experientes e os novatos, dentro da instituição estudada. Focando-se no resultado mencionado, buscou-se realizar a triangulação proposta no do Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, com as metodologias Learning Style Inventory e Janela de Johari. Os resultados apontam que há iniciativas que podem melhorar a gestão do conhecimento existente no ambiente corporativo.
Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Cultura organizacional. Gestão do conhecimento. Processo decisório.
Valério, BRUSAMOLIN, Narrativas para a gestão de mudanças: um estudo de caso na indústria vidreira. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 15-28, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.
Resumo
Este artigo propõe um modelo para análise do emprego de narrativas na gestão de mudanças, descrevendo os passos a serem seguidos e listando os padrões de histórias que podem auxiliar na gestão das transformações necessárias. O modelo é aplicado no estudo de caso da criação de uma empresa, a Viton Equipamentos para a Indústria Vidreira, do Grupo Wheaton Brasil, coletando as narrativas do gestor, classificando-as e analisando-as à luz do modelo proposto. Conclui-se que gerentes e outros contadores de histórias atuam como mediadores da informação, narrando histórias que transmitem a informação certa no momento oportuno, com efeitos transformadores positivos para a organização, produzindo mudanças cognitivas necessárias, transmitindo valores, cultura e auxiliando na percepção da realidade.
Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Gestão do conhecimento. Gestão de mudanças. Narrativas organizacionais.
CEZAR, Kilma Gonçalves; GOMES, Cristiane Barreto; PERSEGONA, Marcelo Felipe Moreira. A inovação como dimensão socioeconômica do conhecimento. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf., Campinas, v. 9, n. 1, p. 209-224, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/500>.
Resumo
O trabalho apresenta uma associação entre teorias de gestão do conhecimento e de economia da tecnologia, de cunho neoschumpeteriano, enfocando em primeiro plano, questões referentes à gestão do conhecimento e à criatividade, e em plano secundário, questões referentes à produção do conhecimento e às condições objetivas de incorporação deste conhecimento à prática econômica. Como conclusão apresenta-se a inovação como a geradora das tecnologias genéricas, sendo indispensável, sob a ótica econômica, aos diferentes setores que funcionam na economia do conhecimento, e sob a ótica social, sendo imprescindível seu alinhamento com o processo de disseminação do conhecimento na conquista do desenvolvimento.
Palavras-chave: Conhecimento; Inovação; Gestão do conhecimento.
SANTOS, Andrea Pinheiro dos; BARBOSA, Ricardo Rodrigues. Desafios da mobilidade corporativa para a Gestão da Informação e do Conhecimento. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 49-62, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4849>.
Resumo
As organizações brasileiras têm realizado investimentos crescentes em tecnologias de informação móveis e sem fio (TIMS) para o aprimoramento de seus processos organizacionais. O artigo conceitua essas tecnologias bem como o fenômeno da mobilidade corporativa (MC). Os desafios trazidos pela MC para a gestão da informação e conhecimento no ambiente organizacional são discutidos. Propõe-se uma agenda de pesquisa a respeito do tema sob a perspectiva da ciência da informação.
Palavras-chave: Mobilidade corporativa. Gestão da informação. Gestão do conhecimento. Tecnologias de informação móveis e sem fio. Agenda de pesquisa. Ciência da informação.
VIEGAS, Lúcia Helena Tavares; BOMTEMPO, José Vitor. Uma conceituação estruturalista para inovação radical. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_02.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
Este artigo propõe uma conceituação estruturalista para inovação radical. A literatura sobre inovação considera a inovação radical pela perspectiva positivista, e sustenta que tal inovação é o agente determinante da transformação de um paradigma. A mudança de um paradigma, contudo, não é tão simples quanto a entrada e obsolescência de um produto, serviço ou tecnologia, mas é também determinada por estruturas econômicas, sociais e políticas que configuram as inovações – sendo elas mesmas, simultaneamente, alteradas pelas inovações. A perspectiva estruturalista, típica de estudos das ciências antropológicas, além de descrever uma sociedade, permite compreender o que a mantém coesa como estrutura social. Fundado nesta perspectiva, este artigo conceitua inovação radical como resultante de uma conformação de um modo de produção e de um modo institucional, como uma configuração gestáltica. A conceituação proposta contribui para revigorar o debate sobre o papel de estratégias e políticas de empresas e países em tais processos.
Palavras-chaves: Inovação radical; Conceituação; Abordagem estruturalista; Mudança de paradigma; Estratégias e políticas de inovação; Virtualidade.
LIMA, Clóvis Ricardo Montenegro de; CARVALHO, Lidiane dos Santos. Discurso, análise de redes e avaliação dos processos de inovação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 6, dez. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez11/Art_04.htm>. Acesso em: 8 jan. 2012.
Resumo
Neste ensaio discute-se uma abordagem discursiva da análise de redes para avaliação dos processos de inovação no capitalismo contemporâneo. Parte-se das relações entre organizações e discurso nos processos de inovação. Apresenta-se a teoria de Luhmann especialmente para evidenciar o potencial da teoria do discurso de Habermas nos estudos da inovação. A inovação resulta de complexas dinâmicas organizacionais e sociais. A avaliação da inovação tem sido fortemente vinculada às políticas de produção. Um dos desafios atuais da avaliação da inovação está exatamente em verificar e mensurar naquele longo caminho entre a mobilização dos recursos nas organizações e a obtenção de produtos e resultados: o processo. A análise de rede emerge como possibilidade teórica e metodológica para estudar as interações mediadas pela linguagem e os vínculos construídos nos processos de inovação. A teoria do discurso pode contribuir na discussão destes processos. Conclui-se que se pode desenvolver a avaliação dos processos usando meios para verificar e identificar características das interações comunicativas e argumentativas entre atores e organizações .
Palavras-chave: Inovação; Discurso; Avaliação de processos; Análise de redes.
CRIPPA, Giulia; BISOFFI, Glória Carolina. Memória e hipertexto: uma reflexão sobre o conhecimento relacional. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 3, p. 233-246 , set./dez., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=26>. Acesso em: 12 dez. 2011.
Resumo
Este artigo analisa as mudanças que as formas de organizar a memória sofreram desde a Antiguidade até se transformarem nos atuais sistemas artificiais de memória. Objetiva traçar um paralelo entre a arte da memória, que associa imagens a textos específicos, e o hipertexto, que também utiliza associações, mas de forma não linear. Emprega o método exploratório com abordagem qualitativa, envolvendo a coleta de textos sobre arte da memória e hipertexto, que permitem resgatar aspectos histórico-culturais que trouxeram modificações na forma e no uso da arte da memória e possibilitaram a criação do hipertexto. Estuda, ainda, semelhanças entre os sistemas artificiais de memória, criados por diferentes culturas para que o conhecimento produzido pela sociedade não se perdesse.
Palavras-chave: Conhecimento. Hipertexto. Memória.
BATISTA, Carmem Lúcia. As dimensões da informação pública: transparência, acesso e comunicação. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 3, p. 225-231 , set./dez., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=26>. Acesso em: 12 dez. 2011.
Resumo
As reivindicações ocorridas em vários países, dentre eles o Brasil, por direito de acesso à informação pública nos chamam a atenção para um fator que extrapola o âmbito jurídico da questão. Dessa forma, o presente artigo tem por objetivo discutir questões subjacentes ao direito de acesso à informação pública, buscando refletir sobre as concepções de transparência e acesso. Para fundamentar teoricamente as questões propostas, são utilizadas concepções de vários autores, dentre eles Norberto Bobbio. Também são utilizados resultados de pesquisas empíricas, em âmbitos nacional e internacional, que investigaram a facilidade, ou não, de acesso à informação pública. Este estudo conclui que ao se tratar de direito à informação pública, há fatores subjacentes imbricados ao acesso e à transparência, como as dimensões física, intelectual e comunicacional.
Palavras-chave: Acesso à informação. Comunicação. Informação pública.
ANDRADE, Ilza Almeida de; BERTI JUNIOR, Decio Wey; TOMAÉL, Maria Inês; CORGOSINHO, Renato Junior Moreira. Inteligência coletiva e ferramentas web 2.0: a busca da gestão da informação e do conhecimento em organizações. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, número especial, p. 27-43, out. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10385/6101>. Acesso em: 11 dez. 2011.
Resumo
O artigo aborda por meio de uma revisão de literatura quais ferramentas Web 2.0 podem ser utilizadas na criação de conhecimento para que as organizações busquem a Inteligência Coletiva por meio da aprendizagem organizacional, enfatizando o uso dos blogs e wikis neste processo. Também analisa como ocorre a gestão da informação e do conhecimento no ambiente 2.0 durante o processo de criação de conhecimento por meio das ferramentas Web 2.0. Conclui que a criação e o compartilhamento de conhecimento por meio das ferramentas Web 2.0 requerem dos profissionais da informação novas posturas, novas habilidades e novas competências para que possam auxiliar a organização na busca da Inteligência Coletiva para que ela se torne mais competitiva.
Palavras-chave: Inteligência Coletiva. Empresa 2.0. Ferramentas Web 2.0. Gestão da informação. Gestão do conhecimento.
LEONARDI, Juliana; BASTOS, Rogério Cid; NASSAR, Silvia Modesto. Estrutura organizacional sob a ótica de um sistema de representações simbólico. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, n. 1, p. 40-58, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/9771/5618>. Acesso em: 27 nov. 2011.
Resumo
Este artigo teve como objetivo propor um modelo estrutural para compartilhamento de informação e conhecimento organizacional. A compreensão e descrição do compartilhamento de conhecimento, num sistema de representações simbólico se deram por meio de análises referenciais. O modelo estrutural proposto foi o resultado de um processo de investigação indutiva, relativo a este sistema. O grau de formalidade presentes nas estruturas organizacionais impede o fluxo de comunicação e compartilhamento de conhecimento, pois está representada em unidades funcionais separadamente. O modelo aqui proposto oferece um caráter dinâmico às estruturas organizacionais integrando a organização por grandes dimensões. A estrutura propicia a integração de seis dimensões organizacionais – infraestrutura, cultura, capital humano, processos propostas por Davis, Miller e Russel (2006); e as dimensões ontológica e epistemológica descritas por Nonaka e Takeuchi (1997). Essa integração é promovida pela dimensão comunicação que está continuamente interligando e integrando as demais dimensões no todo organizacional.
Palavras-chave: Gestão do conhecimento. Estrutura organizacional. Geometria cabalística.
SILVA, Edson Rosa Gomes da; OLIVEIRA, Thiago Paulo Silva de; BEDIN, Sonali Paula Molin; ROVER, Aires José. Processamento cognitivo da informação para tomada de decisão. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, n. 1, p. 25-39, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/9081/5617>. Acesso em: 27 nov. 2011.
Resumo
Estudos em diversas áreas do conhecimento se voltam ao entendimento das funcionalidades do cérebro. Mapeamentos de suas conexões e a importância destas na determinação das ações dos indivíduos são desenvolvidos em larga escala, na busca do entendimento para uma possível reprodução artificial. Verificado o seu desenvolvimento ao longo da evolução da espécie humana, o cérebro agrega mudanças e condições processadas individualmente. Este processo individual é o que determina a particularidade com que são desenvolvidas as atividades, a forma como são definidas as ações e atitudes de cada ser humano. O processamento individual das informações na mente de cada pessoa vai determinar a singularidade das suas ações, reações, percepção, sensações, atitudes, dentre outras. Aqui se pretende apresentar como este processo individual se concretiza na tomada de decisão, tida como uma ação particular e determinada pela reação e entendimento pessoal frente a determinada situação.
Palavras-chave: Processo Cognitivo. Informação. Tomada de Decisão.
DUARTE, Emeide Nóbrega; SANTOS, Maria Luiza da Costa. Gestão do conhecimento cético. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, n. 1, p. 15-24, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/9798http%3A/5615>. Acesso em: 27 nov. 2011.
No panorama da “Sociedade da Informação e do Conhecimento”, entende-se que as estratégias das organizações devem estar voltadas ao foco humano, pois o homem é o verdadeiro detentor do potencial de conhecimento que determinam a gestão estratégica. As atividades baseadas no conhecimento estão se tornando primordiais para as organizações. Nessa perspectiva, surge o interesse em buscar na literatura, subsídios para contextualizar o conhecimento na administração estratégica ao focalizar o processo de gestão estratégica por meio da abordagem das Escolas do Pensamento Estratégico. Com as leituras, foi possível perceber a presença do conhecimento através das pessoas que permeiam cada uma das abordagens. Na compreensão de abordar o uso do conhecimento como vantagem competitiva, está mais refletida nas premissas da escola de aprendizado, que compreende a estratégia como um processo de aprendizagem, tanto individual como coletivo. A vantagem competitiva do conhecimento consiste na exploração das competências distintivas, difíceis de serem imitadas. Competência, tanto individual como organizacional, só se adquire com conhecimento viabilizado pelo processo de aprendizagem contínua à luz da gestão do conhecimento.
Palavras-chave: Administração estratégica. Gestão do conhecimento estratégico. Escolas do pensamento estratégico.
CAPURRO, Rafael. Gestão do conhecimento cético. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, n. 1, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10255/5622>. Acesso em: 27 nov. 2011.
Resumo
Este artigo é uma versão modificada de uma palestra realizada na Akademie für Technikfolgenabschätzung Stuttgart, publicada em Inglês. Utiliza uma estratégia hermenêutica para a sua construção. Abordando pressupostos do ceticismo, discute a necessidade de uma atitude crítica sobre o que é muitas vezes proclamado como o conhecimento dentro de uma organização, tendo em conta suas pressuposições explícitas e implícitas, seus impactos e objetivos, o que é chamado aqui de “gestão do conhecimento cético”. Dentro de uma visão mais ampla, esta atitude deveria levar a “discursos de conhecimento” da sociedade, desvelando, desse modo, a “gestão do conhecimento cético” como um elemento-chave de uma sociedade ética da informação e do conhecimento.
Palavras-chave: Gestão do Conhecimento. Hermenêutica. Ceticismo. Ética.
BETTONI, Eduardo Michelotti; SILVEIRA, Eliane Xavier; SILVA, Helena de Fátima Nunes. Práticas gerenciais em gestão do conhecimento: um estudo da aplicação em empresas juniores. Informação & Informação, Londrina, v. 16, n.1, p. 72-87, jan./jun. 2011. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/5231/8479>. Acesso em: 24 set. 2011.
Resumo
Analisa o comportamento da empresa júnior JR Consultoria, da Universidade Federal do Paraná, com relação às dimensões necessárias para aplicação de Gestão do Conhecimento. Trata-se de uma pesquisa exploratório-descritiva, apoiada em um estudo de caso e revisão de literatura. A coleta de dados foi realizada por meio de um questionário online com os membros da Organização, contendo perguntas fechadas relacionadas às dimensões de Gestão do Conhecimento. No segundo momento, esses resultados foram comparados ao cenário nacional, com vistas a pontuar semelhanças e diferenças entre a empresa Junior e os outros tipos de organização. Os resultados apontam o cenário estudantil com maior propensão às práticas de Gestão do Conhecimento, pelo caráter experimental, para o qual, erros e acertos trazem consequencias com menor impacto em relação às outras organizações. As empresas juniores são fomentadoras da experiência de mercado aos graduandos e neste sentido as práticas gerenciais que possibilitem um ambiente propício à troca e criação de conhecimento podem ser consideradas como formas de multiplicar a idéia de Gestão do Conhecimento no mundo empresarial.
Palavras-chave:Gestão do Conhecimento. Empresa Júnior. Práticas Gerenciais.
PINHO, Eliezer Monteiro. O Plano de Classificação de Documentos do Conselho Nacional de Arquivos: uma análise crítica. Informação & Informação, Londrina, v. 16, n.1, p. 1-20, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/8186/8475>. Acesso em: 24 set. 2011.
Resumo
Tendo por base o plano de classificação de documentos proposto pelo Conarq, e tomando como corte de análise a subclasse 080 – Pessoal Militar, o presente estudo traça um panorama das imprecisões e limitações do instrumento, ao mesmo tempo em que sugere novas perspectivas na aplicação da classificação enquanto função arquivística. O texto também propicia um vislumbre dos desafios de raciocínio envolvidos na prática da temática abordada, bem como sugere outra metodologia de classificação, diferente da que ora é utilizada pelo Conarq.
Palavras-chave: Recuperação da informação. Plano de classificação de documentos. Tratamento arquivístico. Gestão de documentos.
COSTA, Eliandro dos Santos; CORDENONSI, Andre Zanki; SILUK, Julio Cezar Mairesse; MULLER, Felipe Martins. O uso de Análise Contextual de Tarefas para a gestão da propriedade intelectual. Informação & Informação, Londrina, v. 15, n. 2, p. 128 – 146, jul./dez. 2010. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/7319/7004>. Acesso em: 20 set. 2011.
Resumo
Apresenta o processo de desenvolvimento de um modelo para sistema de gestão de propriedade intelectual por meio do uso de metodologia de análise contextual de tarefas, a qual visa desenvolver a modelagem sob a visão do usuário. Apresenta um estudo de caso, onde é empregada a abordagem sugestionada para o levantamento de requisitos. Tem como objetivo desenvolver um modelo que apresente melhorias na gestão de processos de proteção de propriedade intelectual, e que forneça dados que explicitem a importância do uso de ferramentas gerenciais como forma de melhoria no desempenho da proteção da produção intelectual da organização. Os resultados obtidos por meio do desenvolvimento de fluxos e com a estruturação das atividades foram positivos, melhorando a eficiência da recuperação de dados e conseqüentemente o aumento da capacidade de inovar da organização.
Palavras-chave: Inovação. Análise de Requisitos. Análise de Tarefas. Propriedade Intelectual. Gestão da Inovação.
DRAGO, Isabela; SATO, Karoline Aparecida Scroch; RIBEIRO, Maxiliano, SILVA, Helena de Fátima Nunes. Metodologias que estimulam o compartilhamento de conhecimento: a experiência do Global Forum América Latina – GFAL. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 1, p. 38-49, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/3/20>. Acesso em: 6 set. 2011.
Resumo
Introdução. Investiga a contribuição das metodologias utilizadas no Global Forum America Latina (GFAL) como forma de compartilhamento de conhecimento, empregando a Investigação Apreciativa (IA) e a Facilitação Gráfica. Identifica a importância do ambiente para o compartilhamento, a importância da externalização do conhecimento e os fatores que facilitam o compartilhamento.
Método. Realiza uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa, a partir de questionários aplicados aos coordenadores da área de Desenvolvimento Organizacional da Federação das Indústrias do Estado do Paraná, promotora do evento no Brasil, e da análise da documentação relativa às metodologias utilizadas.
Resultados. Caracterizou-se o ambiente de pesquisa e, com base na tabulação dos dados obtidos pelo questionário, procedeu-se a análise sob as seguintes categorias: importância do ambiente, externalização do conhecimento, fatores facilitadores e as metodologias como facilitadoras do compartilhamento de experiências.
Conclusões. A Investigação Apreciativa (IA) pode ser considerada uma metodologia que facilita a construção de ambiente favorável (ba) para a criação de conhecimento assim como a Facilitação Gráfica contribui diretamente no processo de compartilhamento, pois facilita a explicitação dos conhecimentos.
Palavras-chave: Compartilhamento de conhecimento; Socialização do conhecimento; Investigação apreciativa; Facilitação gráfica; Gestão do conhecimento; Global Forum América Latina.
LOUSADA, Mariana et al. Políticas de indexação no âmbito da gestão do conhecimento organizacional. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 1, p. 191-202, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4136/5607>. Acesso em: 21 jun. 2011.
Resumo
Este artigo tem por objetivo compreender através da análise da literatura as relações existentes entre as políticas de indexação e a gestão do conhecimento em contextos organizacionais como subsídio para a implementação de ações estratégicas. Buscamos também, identificar os elementos essenciais para o estabelecimento de uma política de indexação e sob quais mecanismos este processo se apóia. A partir de algumas inferências apresentamos um modelo de gestão do conhecimento organizacional que compreenda elementos relativos aos indivíduos, à organização e ao ambiente externo.
Palavras-Chaves: Política de Indexação; Gestão do Conhecimento Organizacional; Sistema de Informação; Protocolo Verbal.
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