SPUDEIT, Daniela Fernanda Assis Oliveira; FUHR, Fabiane. Sindicatos de bibliotecários: história e atuação. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 3, p. 235-249, set./dez. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=29>. Acesso em: 29 jan. 2012.
Resumo
O presente artigo propõe uma discussão acadêmico-científica, na qual busca apresentar contribuições relevantes sobre a história e evolução dos sindicatos de bibliotecários, visando revelar a atual situação em que estes órgãos se encontram no Brasil. O movimento sindical, como instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, vem evoluindo desde o Século XIX e impõe regras e limites para patrões e empregados. No Brasil, o sindicalismo surgiu inicialmente no meio rural e se fortaleceu durante o governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e com a Consolidação das Leis do Trabalho, em maio de 1943, impulsionando a criação de sindicatos profissionais. Porém, somente na década de 1980, os sindicatos de Bibliotecários surgiram nos estados de Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Os demais sindicatos, nos estados de Maranhão, Santa Catarina, Pará, Amapá e Tocantins foram criados a partir dos anos 2000. Atualmente, existem três sindicatos de bibliotecários ativos, situados em São
Paulo, Rio de Janeiro e no Paraná, sendo que existe um no Estado de Santa Catarina em processo de estruturação. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e exploratória, conseguiu-se mapear e analisar a situação e a evolução dos sindicatos de bibliotecários atualmente. Percebem-se as dificuldades para estruturação e manutenção destes órgãos no país e a necessidade da participação ativa dos profissionais bibliotecários dentro dos sindicatos para o fortalecimento de sua própria profissão, visando garantir seus direitos e valorização da profissão pela sociedade.
Palavras-chave: Sindicalização. Sindicato. Sindicalismo no Brasil. Sindicato de bibliotecários.
ALENTEJO, Eduardo Silva; SANTOS, Andrea Vieira. A organização interdisciplinar da Ciência da Informação no Brasil: perspectivas dos Programas de Pós-Graduação. Ponto de Acesso, Salvador, v.5, n.1, p. 27-50, 2011. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4722/3663 >. Acesso em: 15 jan. 2012
RESUMO
Discute a interdisciplinaridade da Ciência da Informação (CI) no Brasil, no âmbito de seu processo de formação educacional em nível de pós-graduação. Trata do tema sob uma orientação voltada à interdisciplinaridade, compreendida como um projeto metodológico educacional. Identifica problemas, ao constatar a ausência de estudos que exponham os processos interdisciplinares dos programas de formação na área. A partir de uma abordagem epistemológica sobre interdisciplinaridade da ciência, examina otema sob três dimensões: explicação sobre a interdisciplinaridade da CI, disponível na literatura da área desde o surgimento do primeiro curso no Brasil; apresentação dos programas de formação em pós-graduação em CI, no país, e exame dos currículos de formação do corpo docente, responsável pela formação de cientistas da informação. Considera os estudos disponíveis na área que sugerem o exame do tema dentro dos sistemas de organização da CI. Apresenta o cenário da formação em CI no Brasil, expresso pelos programas de pós graduação. Identifica ausência de orientação quanto à constituição de planejamento interdisciplinar, que inclua ampliações e limitações nas interações com outras disciplinas. Conclui que, sem reflexão adequada, há necessidade de ajustes quanto ao enfoque interdisciplinar amplamente disseminado no sistema educacional.
Palavras-chave : Epistemologia da Interdisciplinaridade. Interdisciplinaridade na Ciência da Informação. Sistema de Organização da Ciência da Informação no Brasil. Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil.
SANTOS, Liara Gomes dos; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Adoção e incorporação de teorias das Ciências Sociais pela Ciência da Informação na perspectiva dos conceitos trabalhados por Gernot Wersig. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 35-47, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4730>.
Resumo
Descreve o trabalho de construir um panorama da presença de teorias das Ciências Sociais na Ciência da Informação. Como objeto de estudo foi selecionado o artigo de Gernot Wersig, ‘Information science: the study of postmodern knowledge usage’ do qual foram selecionados seis conceitos onde ele apresenta uma concepção da sociedade atual e outros dois conceitos pelos quais mostra o papel que o conhecimento assume nessa sociedade postulada por ele. A definição dos conceitos levou a busca por sua inserção no campo das Ciências Sociais e permitiu olhar para teorias provenientes deste campo e inferir a adoção e o uso destas teorias por parte do autor selecionado no campo da Ciência da Informação.
Palavras-chave: Teorias sociais. Ciências Sociais. Ciência da Informação. Conceitos. Gernot Wersig.
ALVARES, Lilian; ARAÚJO JÚNIOR, Rogério Henrique. Marcos históricos da ciência da informação: breve cronologia dos pioneiros, das obras clássicas e dos eventos fundamentais. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 3, p. 195-205 , set./dez., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=26>. Acesso em: 12 dez. 2011.
Resumo
Este trabalho apresenta as contribuições que ajudaram a delimitar a ciência da informação, com ênfase no século XX, a fim de mostrar como as orientações da área, no passado, foram determinantes para seu atual entendimento. Os períodos são assim divididos: década de 1890, a partir de 1900, após a II Guerra Mundial e os anos de ouro. Abordam-se tanto a origem do termo como as diversas terminologias adotadas no período analisado, ao longo da exposição, demonstra-se a natureza interdisciplinar dessa ciência.
Palavras-chave: Ciência da Informação. Epistemologia. Terminologia.
VIANA, Lilian. Rubens Borba de Moraes e o Departamento de Cultura: novo paradigma às Bibliotecas Públicas brasileiras. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 99-110, abr. 2011. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/64/66>. Acesso em: 05 dez. 2011.
Resumo
Apresenta momentos da trajetória profissional de Rubens Borba de Moraes, dando ênfase a sua atuação como diretor da Divisão de Bibliotecas do Departamento de Cultura de São Paulo. Aborda as ações desenvolvidas pela Divisão de Bibliotecas, sob sua direção, e apresenta os modelos de biblioteca então criados. Considera tal momento paradigmático ao campo das bibliotecas públicas, ao constatar o empreendimento de esforços para que as mesmas sejam instituições para democratizar o acesso à Cultura e promover a cidadania.
Palavras-chave: Moraes, Rubens Borba de. Bibliotecas públicas. Departamento de Cultura de São Paul
RABELLO, Rodrigo. A contribuição da história dos conceitos à ciência da informação: dimensões categórico-abstratas e analítico-causais. Ciência da Informação, v. 39, n. 3, p. 35-46, set./dez. 2010. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1834/1377>. Acesso em: 4 set. 2011.
Resumo
A história dos conceitos, embora ainda pouco explorada pela ciência da informação, pode fornecer importantes contribuições para o estudo de conceitos-chave que constituem o quadro teórico-conceitual num contexto científico. Nessa direção, a história dos conceitos é apresentada como uma ferramenta para o estudo da diacronia e da sincronia do conceito científico na ciência da informação. Para tanto, foi mister compreender a intersecção das dimensões categórico-abstratas e analítico-causais, ambas relevantes por serem constitutivas da própria proposição da história dos conceitos elaborada por Reinhart Koselleck.
Palavras-chave: Conceito científico. História dos conceitos. Epistemologia. Ciência da informação.
THIESEN, Icléia. “Inteligência informacional” e Ciência da Informação: um esboço de trajeto. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 6-18, mar., 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/400/260 >. Acesso em: 16 jun. 2011
Resumo:
Na continuidade das pesquisas empreendidas com a finalidade de caracterizar a informação na pré-história da Ciência da Informação, vimos buscando marcos documentais e sua traçabilidade, a fim de identificar elementos conceituais inerentes à formação desse saber que se institucionalizou, mas especialmente dos pré-saberes existentes em suas bases epistemológicas nem sempre evidentes. Nesse movimento de análise das fontes primárias e secundárias, torna-se oportuno esboçar alguns elementos conceituais oriundos da historicização da personagem conceitual mais cara aos estudos da área: a informação. No pressuposto de que os conceitos respondem a inúmeros problemas e participam de uma co-criação, a identificação, análise e caracterização de tais elementos conceituais consistem em esboçar os contornos dos dispositivos que conformam e legitimam o que denominamos de inteligência informacional. Resultados provisórios nos permitem afirmar que essa noção tem um caráter ainda difuso nas pesquisas da área cuja episteme carece de pesquisas mais verticais que contemplem outros aspectos dos regimes de verdade que co-habitam a formação do campo de estudos da Ciência da Informação.
Palavras-chave: Inteligência informacional. Documento. Traçabilidade
MUELLER, Suzana P.M.; CARIBÉ, Rita de Cássia do Vale. A comunicação científica para o público leigo: breve histórico. Informação e Informação, Londrina, v. 15, n. esp., p. 13-30, 2010. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/6160/6780>. Acesso em: 17 jan. 2011.
Resumo
Relato de fatos marcantes da história e da evolução da divulgação científica para leigos, que ocorreram na Europa entre os séculos XV e XX, com breve referência a iniciativas nos Estados Unidos da América em épocas mais recentes. Os dados foram buscados em estudos publicados sobre o assunto e o escopo do texto privilegia acontecimentos até a introdução das novas tecnologias de informação e de comunicação, aos quais faz apenas breve menção. A ordem de exposição é cronológica, século por século, com a exceção de três temas – jornalismo científico, livros infantis e museus – que são tratados em seções específicas. A narrativa tem início no século XV, destacando as primeiras iniciativas, que ocorreram paralelamente ao desenvolvimento da ciência e da imprensa. A partir daí, os principais acontecimentos de cada século são comentados: as novas academias de ciência que se espalharam pelo continente europeu e cujas atas dão origem aos primeiros periódicos científicos (século XVI); o livro como instrumento de divulgação científica (séculos XVII e XVIII); as conferências científicas como forma de divulgação do conhecimento científico dirigida à sociedade (século XVIII); a consolidação das disciplinas e da especialização, e, paralelamente, dos periódicos científicos separadamente dos veículos de divulgação científica.
Palavras-chave: Comunicação da ciência. Comunicação científica. Divulgação científica. Divulgação científica – evolução histórica. História da ciência.
ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Correntes teóricas da ciência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 3, p. 192-204, set./dez. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1719/1347>. Acesso em: 5 jul. 2010.
Resumo
Neste artigo, são apresentadas seis correntes teóricas da ciência da informação: os estudos de natureza matemática (incluindo a recuperação da informação e a bibliometria), a teoria sistêmica, a teoria crítica, as teorias da representação, os estudos em comunicação científica e os estudos de usuários. É analisado o conceito de informação em cada uma destas teorias e identificado como, historicamente, tais teorias contribuíram para consolidar um paradigma positivista para o campo. Por fim, são analisadas contribuições recentes que buscam apontar limitações no conceito de informação deste paradigma e possibilidades de superação a partir de novos conceitos e ideias.
Palavras-chave: Ciência da informação. Teorias da informação. Conceito de informação.
SANTOS JÚNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vânia Ribeiro. A infra-estrutura em informação científica e em Ciência da Informação na antiga União Soviética (1917-1991). Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 15, n. 29, p. 24-51, 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/9355/12529>. Acesso em: 20 jun. 2010.
Resumo
Análise da história e do desenvolvimento da infra-estrutura em informação científica na antiga União Soviética e Rússia, na qual será feito um estudo sobre os principais órgãos, institutos de pesquisa e de ensino e publicações sobre Informatika/ Ciência da Informação no país. O período estudado estende-se desde a ascensão do partido bolchevique na Rússia, em novembro de 1917, passando pelo desenvolvimento da Ciência da Informação no país, nas décadas de 1950 a 1970, até a dissolução da União Soviética, em dezembro de 1991, apresentando também algumas informações sobre a área após essa data. Nessa análise, destaca-se a atuação de organizações como, por exemplo, o Instituto Estatal de Informação Científica e Técnica (VINITI), e aspectos relacionados à prestação de serviços e elaboração de produtos de informação, a formação profissional, os periódicos secundários relacionados à Informatika/ Ciência da Informação no país e eventos técnico-científicos ocorridos tanto na União Soviética como em âmbito internacional.
Palavra-chave: Ciência da Informação na União Soviética; Infra-estrutura; Eventos e Congresso; Formação profissional.
ORTEGA, Cristina Dotta. A documentação como uma das origens da Ciência da Informação e base fértil para sua fundamentação. Brazilian Journal of Information Science, Marília, v. 3, n. 1, p. 3-35, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/viewFile/48/263>. Acesso em: 16 jun. 2010.
Resumo
Objetiva explorar os princípios documentários como equivalentes às questões nucleares propostas para a Ciência da Informação, como modo de realizar o debate sobre seus fundamentos. O trabalho se justifica por considerar que a percepção sobre a crise de identidade em Ciência da Informação pauta-se em literatura fortemente marcada por eixos específicos, os quais deflagram visões parciais incapazes de constituírem partes articuladas de um todo. Como metodologia, realiza revisão de literatura e discussão sobre a história da Ciência da Informação, considerando-a anterior ao surgimento desta denominação, e trata de sua disciplinaridade, apresentando construções interdisciplinares significativamente consolidadas e problematizando a questão das denominações para a área. O estudo permite constatar que a celeuma que envolve a questão da identidade da Ciência da Informação não se manifesta de forma relevante na literatura e nas práticas profissionais pautadas na Documentação, a qual tem apresentado, simultaneamente, foco e densidade no decorrer do tempo. A história da Documentação permite questionar os discursos sobre a ausência de consensos em Ciência da Informação e sobre a frágil nuclearidade decorrente de sua dimensão técnica e da suposta fluidez intrínseca aos seus limites e áreas fronteiriças. Conclui que os princípios documentários configuram-se como parte basilar dos fundamentos
da Ciência da Informação e são emblemáticos de sua unidade identitária.
Palavras-chave: História da Documentação; História da Ciência da Informação; Epistemologia da Ciência da Informação; Biblioteconomia e Documentação.
ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila; BRAGA, Rogério Manoel de Oliveira; VIEIRA, Wellington Oliveira. A contribuição de C. Kuhlthau para a ciência da informação no Brasil. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 27-40, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=752&article=226&mode=pdf>. Acesso em: 01 mar. 2010.
Resumo
O artigo apresenta os resultados de uma pesquisa que buscou ver o impacto de Kuhlthau na produção científica brasileira em Ciência da Informação. Buscou-se referências à autora em todos os artigos publicados em sete periódicos nacionais, entre os anos de 2003 e 2007. Kuhlthau é citada em 17 dos 872 artigos analisados. Das 19577 referências bibliográficas destes artigos, 24 são de trabalhos de Kuhlthau. Essas referências foram analisadas buscando-se identificar a freqüência de cada uma das obras da autora citadas, ano, idioma, natureza e casos de co-autoria. Os artigos citantes foram analisados em termos de temática e procedência institucional dos autores. Por fim, analisou-se a importância das citações à autora para as discussões empreendidas nos artigos citantes. Entre os resultados encontrados destacam-se: a obra mais citada, Inside the search process: information seeking from the user’s perspective, teve 8 referências; a maior contribuição da autora se dá no âmbito dos estudos de usuários da informação; a instituição brasileira que mais a cita é a UFMG; e o tipo de citação mais freqüente é a citação conceitual.
Palavras-chave: Carol Kuhlthau; Pesquisa brasileira em Ciência da Informação; Estudo bibliométrico.
SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. A abordagem teórica de A. I. Mikhailov sobre o termo informação científica. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 41-60, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=754&article=229&mode=pdf>. Acesso em: 01 mar. 2010.
Resumo
Estudo sobre a abordagem do pesquisador soviético A. I. Mikhailov (1905-1988), em sua produção bibliográfica, sobre aspectos referentes ao conceito informação científica, principal objeto de pesquisa do campo em Ciência da Informação na antiga União Soviética, e a analises feitas pelo autor sobre a definição, características e valores relacionados a esse termo. O estudo desses conceitos, quando possível, será relacionado à emergência e ao desenvolvimento da Ciência da Informação no período onde essas idéias foram desenvolvidas e publicadas (décadas de 1950 a 1970), onde essa nomenclatura exerceu considerável influencia para esse, na época, embrionário campo de pesquisa.
Palavras-chave: Informação científica; A. I. Mikhailov; Epistemologia; História da Ciência da Informação.
ORTEGA, Cristina Dotta. Surgimento e consolidação da Documentação: subsídios para compreensão da história da Ciência da Informação no Brasil. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, número especial, p. 59-79, 2009. Disponível em: < http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/899/626>. Acesso em: 5 dez. 2009.
Resumo:
As denominações Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação marcam presença no Brasil, mas a segunda configura-se como a menos conhecida. Deste modo, o artigo apresenta mapeamento do surgimento e consolidação da Documentação, com o objetivo de fornecer subsídios para compreensão da influência deste movimento no Brasil. Realiza revisão bibliográfica a partir de obras que apresentam a concepção e o desenvolvimento da Documentação e dados históricos da área no Brasil. Conclui que a influência da Documentação europeia no Brasil do final do século XIX aos anos 1930 foi pontual mas efetiva, enquanto a influência da Documentação ocorrida entre os anos 1950 e 1960 relacionou-se mais fortemente à produção em curso nos Estados Unidos. A pesquisa evidencia a forte herança da Documentação na França, Espanha e Portugal e a validade deste movimento para a superação das abordagens restritivas atribuídas à Biblioteconomia e dos contínuos embates sobre o objeto da Ciência da Informação.
Palavras-chave: História da documentação. História da ciência da informação no Brasil.
SOUZA, Terezinha Batista de Souza; RIBEIRO, Fernanda. Os cursos de Ciência da Informação no Brasil e em Portugal: perspectivas diacrônicas. Informação & Informação, Londrina, v. 14, n.1, p. 82-103, 2009. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/3149/2892 >. Acesso em: 28 out., 2009.
Resumo
Apresenta uma breve retrospectiva histórica da Ciência da Informação (CI) no Brasil e em Portugal. No Brasil a CI foi introduzida na década de 70 com a implementação do Mestrado, no Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD) e em Portugal surgiu a partir dos cursos de pósgraduação em Ciências Documentais que evoluíram no sentido da adoção do termo Ciência da Informação, tendo em vista a implementação, em 2001, num esforço conjunto entre a Faculdade de Engenharia e a Faculdade de Letras da primeira Licenciatura em CI. Neste sentido mostra as as diferenças e semelhanças, bem como o quadro atual da CI nos dois países.
Palavras-chave:Ciência da Informação-Brasil; Ciência da Informação-Portugal.
BARRETTO, Aldo de Albuquerque. Olhar sobre os 20 anos da Associação Nacional de Pesquisa em Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB). Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v.2, n.1, jan.-dez, 2009. Disponível em: < http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/13/35 > Acesso em: 09 out., 2009
Resumo
A história e os objetivos da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB) mostram como uma sociedade científica que congrega especialistas e pesquisadores de um ramo do conhecimento têm problemas para seu estabelecimento e funcionamento. A Associação quer que seus membros pesquisem e divulguem os resultados de seus estudos para difundir uma reflexão do que foi, de como é a área no presente e sua projeção para o futuro. A ANCIB realiza durante sua história uma socialização do conhecimento em informação, suas práticas e sua teoria. Rápida pincelada no contexto remoto é essencial para o entendimento do processo na totalidade. O trabalho de iniciar e manter uma associação científica é difícil, pois pretende, com a ajuda de todos os pares, a democratização do campo. A ANCIB teve e tem dificuldades para realizar tal processo. Não nasceu na espontaneidade de seus membros e foi iniciada como irmã mais nova de área de conhecimento que talvez não a desejasse. É esta a história contada.
Palavras-chave: Historiografia; Ciência da Informação; Biblioteconomia; Socialização da ciência; Indução científica; Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação e Biblioteconomia; ANCIB.
SILVA, Terezinha Elisabeth. 30 anos da Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v.2, n.1, jan.-dez, 2009. Disponível em: < http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/14/36 > Acesso em: 09 out., 2009
Resumo
Apresenta a trajetória de 30 anos da Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal da Paraíba. Relata histórico desde a criação do Curso de Mestrado em Biblioteconomia, no final da década de 70, passando por vários períodos de existência do Curso, até a formalização da proposta à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que resultou no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) no ano de 2006, implantado em 2007. Evidencia a atual situação do Programa em busca de consolidação na área da Ciência da Informação no Brasil.
Palavras-chave: Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação; Universidade Federal da Paraíba.
SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. Estudo histórico da infra-estrutura de informação científica e da formação em ciência da informação na antiga União Soviética e Rússia (1917-2007). Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v. 19, n. 2, p. 25-36, maio/ago. 2009. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/2929/3022>. Acesso em: 01 set. 2009.
Resumo
Análise da história e do desenvolvimento da infra-estrutura de informação científica na antiga União Soviética e Rússia, com breve estudo sobre os principais órgãos, institutos de pesquisa e publicações sobre Informatika/ Ciência da Informação no país. O período estudado estende-se desde a ascensão do partido bolchevique na Rússia, em novembro de 1917, passando pelo desenvolvimento da Ciência da Informação na URSS, entre as décadas de 1950 a 1970, até a dissolução da União Soviética, em dezembro de 1991, e dos primeiros anos da Rússia pós-comunista. Nessa analise, será destacada a atuação de organizações como, por exemplo, o Instituto Estatal de Informação Científica e Técnica (VINITI), e aspectos relacionados à prestação de serviços e elaboração de produtos de informação, à formação profissional, aos periódicos relacionados a Informatika/ Ciência da Informação e aos eventos técnico-científicos ocorridos tanto na União Soviética/Rússia como em âmbito internacional.
Palavras-chave: Ciência da Informação na União soviética; Ciência da Informação na Rússia; Infra-estrutura de informação científica; formação profissional.
AZEVEDO, Alexander Wiilian. A construção da ciência da informação na pós-modernidade: dialética histórica. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 6, n. 2, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=629&article=178&mode=pdf>. Acesso em: 13 mar. 2009.
Resumo
Trabalho bibliográfico, de natureza exploratória que procurou verificar os eventos ocorridos com a informação e a sociedade no final do século XIX e no decorrer do século XX, destacando o retrospecto histórico da constituição da Ciência da Informação, abordando a sua importância no contexto da sociedade pós-indústria. Analisam-se os valores agregados à informação, enfatizando-se a relevância dos trabalhos realizados por Paul Otlet e Vannevar Bush. A seguir, procede-se uma pesquisa sobre o desenvolvimento histórico da Ciência da Informação, orientado por uma linha cronológica dos eventos ocorridos na sociedade e na informação, que proporcionaram a construção da Ciência da Informação.
Palavras-chave: História da ciência da informação; Documentação; Biblioteconomia; Sociedade pós-industrial.
Comentários