Valério, BRUSAMOLIN, Narrativas para a gestão de mudanças: um estudo de caso na indústria vidreira. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 15-28, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.
Resumo
Este artigo propõe um modelo para análise do emprego de narrativas na gestão de mudanças, descrevendo os passos a serem seguidos e listando os padrões de histórias que podem auxiliar na gestão das transformações necessárias. O modelo é aplicado no estudo de caso da criação de uma empresa, a Viton Equipamentos para a Indústria Vidreira, do Grupo Wheaton Brasil, coletando as narrativas do gestor, classificando-as e analisando-as à luz do modelo proposto. Conclui-se que gerentes e outros contadores de histórias atuam como mediadores da informação, narrando histórias que transmitem a informação certa no momento oportuno, com efeitos transformadores positivos para a organização, produzindo mudanças cognitivas necessárias, transmitindo valores, cultura e auxiliando na percepção da realidade.
Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Gestão do conhecimento. Gestão de mudanças. Narrativas organizacionais.
SERZEDELLO, Natan Tiago Batista; TOMAÉL, Maria Inês. Produção tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (UEL): Mapeamento da área de Ciências Agrárias pela Plataforma Lattes. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 1, p. 23-37, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/11/65>. Acesso em: 6 set. 2011.
Resumo
Introdução. Os produtos e os processos tecnológicos empregados com o fim de solucionar os problemas práticos da sociedade compreendem a produção tecnológica. Esta se constitui como o meio essencial de mensuração do desenvolvimento tecnológico do ambiente em que a instituição está inserida. O objetivo desta pesquisa foi averiguar a produção tecnológica da área de Ciências Agrárias na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Método. Identificação e análise da produção tecnológica, por meio dos currículos, disponíveis na Plataforma Lattes, de 51 professores que receberam bolsas do Programa de Iniciação Científica (PROIC) da UEL. Os dados coletados para a análise foram tabulados e categorizados por tipologias de produções tecnológicas.
Resultados. Dos 65 itens cadastrados nos curricula lattes dos professores referem-se à produção tecnológica, a qual foi mapeada, descrevendo-se as tipologias identificadas. Observou-se que as especialidades mais inovadoras são pertinentes a Agronomia; Recursos Florestais e Engenharia Florestal; Engenharia Agrícola; Zootecnia; Medicina Veterinária; Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca; Ciência e Tecnologia de Alimentos. Conclusões. Verificou-se que a produção tecnológica encontrada, decorrente de atividades de pesquisas de desenvolvimento tecnológico, foi disseminada por meio da produção bibliográfica, principalmente por artigos de periódicos. Os pesquisadores participantes deste estudo fazem parcerias em um mesmo Departamento, ou em Departamentos variados, dentro e fora da Universidade, interagindo e compartilhando as experiências, o conhecimento e os equipamentos, o que potencializa uma produção tecnológica mais bem formulada e com maiores chances de êxito. Um percentual considerável de artigos foi publicado em periódicos adeptos da filosofia da Open Archives Initiative (OAI), o que possibilita o acesso livre e favorece a disseminação dos resultados das pesquisas.
Palavras-chave: Produção tecnológica; Desenvolvimento tecnológico; Inovação tecnológica.
MARICATO, João de Melo; NORONHA, Daisy Pires; FUJINO, Asa. Análise bibliométrica da produção tecnológica em biodiesel: contribuições para uma política em CT&I. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 89-107, 2010. Disponível em: < http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/814/734>. Acesso em: 6 set. 2010.
Analisa a produção tecnológica internacional em biodiesel através de indicadores bibliométricos de patentes. A coleta dos dados deu-se na base de dados Derwent Innovations Index, limitando-se ao período entre 2000 a 2007. Analisou-se a evolução do registro de patentes por instituições e indivíduos, assim como a classificação das invenções. Visualiza-se a dinâmica da produção tecnológica em biodiesel, subsidiando reflexões tanto do ponto de vista do uso de indicadores bibliométricos quanto para a Política em CT&I no campo de biodiesel.
Palavras-chave: Indicadores bibliométricos; Patentes; Política Científica e Tecnológica; Tecnologias em biodiesel.
CANCHUMANI, Roberto Mario Lovón. A Propósito da Construção de Indicadores de Ciência e Tecnologia (C&T) no Brasil: aspectos sociotécnicos. DataGramaZero, v. 11, n. 3, jun. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun10/Art_04.htm>. Acesso em: 13 jun. 2010.
Resumo: O presente trabalho discute, sob o ponto de vista sociotécnico, alguns aspectos para explicar como se deu a construção de indicadores de ciência e tecnologia no Brasil. Parte-se dos estudos de ciência, tecnologia e sociedade, particularmente da Teoria do Ator-Rede, para considerar os indicadores de ciência e tecnologia na sociedade. Destaca-se nessa abordagem teórica a idéia de tradução, a qual implica a existência de relações de coordenação entre os usuários e os formuladores de um objeto técnico, abrindo vias de negociação que ficam inscritas no mesmo objeto técnico. O contexto de uso do objeto técnico (em nosso caso, os indicadores de C&T no Brasil) torna-se, portanto, numa extensão de suas capacidades cognitivas.
Palavras-chave: Indicadores; Ciência & Tecnologia; Sociedade; Brasil.
SANTOS, Andrea Pereira. Institutos federais de educação: fontes de informação e gestão do conhecimento. Revista ACB, v. 15, n. 1, p. 22-38, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/685/pdf_16>. Acesso em: 25 mar. 2010.
Resumo
Os Centros Federais de Educação Tecnológica do Brasil foram transformados em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia desde o dia 28 de dezembro de 2008. Essa mudança vai além da simples troca de nomes e revela um novo papel desses Institutos para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do país. Sendo assim, baseado em uma pesquisa bibliográfica e consulta a diversas páginas da Internet, este artigo apresenta um conjunto de fontes de informações importantes para geração de novos conhecimentos e, também, algumas ferramentas úteis ao bibliotecário no processo de armazenamento e divulgação de novas pesquisas, de modo que possam contribuir cada vez mais para o fortalecimento e crescimento desses novos Institutos. Além da leitura da obra de Campello, Cedón e Kremer de 2000, foi feito um mapeamento de outras fontes de pesquisa e ferramentas de gerenciamento de informações. Conclui-se que os bibliotecários tem um papel importante tanto na divulgação quanto na utilização de ferramentas de gerenciamento das fontes de informações hoje disponíveis.
Palavras-chave:Fontes de Informação em C&T; Gerenciamento de Informações;Institutos Federais de Educação.
RAVASCHIO, Juliana de Paula; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de; QUONIAM, Luc. O uso de patentes como fonte de informação em dissertações e teses de engenharia química: o caso da Unicamp. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 2, p. 219-232, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=795&article=259&mode=pdf>. Acesso em: 08 mar. 2010.
Resumo
Acredita-se que as patentes são pouco exploradas como documentos fornecedores de informações; tanto por empresas, quanto por instituições de pesquisa, universidades, etc. Nesse contexto, o presente artigo teve a finalidade de investigar se os documentos de patentes são utilizados como fonte de informação nos trabalhos acadêmicos (dissertações de mestrado e teses de doutorado). Para isso, foram selecionados trabalhos da área da engenharia química, do período de 2000 a 2007, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Os dados foram coletados através das patentes citadas e referenciadas nos trabalhos acadêmicos e a amostra utilizada foi de 586 trabalhos. Os resultados dessa pesquisa evidenciaram que 16,4% dos trabalhos analisados utilizaram patentes como fontes de informação e citaram esse tipo de documento. Além disso, este trabalho indicou que as patentes americanas são as mais citadas por trabalhos da UNICAMP (63,8%). Porcentagens menores ficaram para as patentes japonesas (9,0%), patentes européias (7,2%), patentes inglesas (4,0%), patentes alemãs (3,2%) e patentes brasileiras (2,7%).
Palavras-chave: Patentes; Informação tecnológica; Pesquisas acadêmicas; Fontes de informação.
SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. A abordagem teórica de A. I. Mikhailov sobre o termo informação científica. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 41-60, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=754&article=229&mode=pdf>. Acesso em: 01 mar. 2010.
Resumo
Estudo sobre a abordagem do pesquisador soviético A. I. Mikhailov (1905-1988), em sua produção bibliográfica, sobre aspectos referentes ao conceito informação científica, principal objeto de pesquisa do campo em Ciência da Informação na antiga União Soviética, e a analises feitas pelo autor sobre a definição, características e valores relacionados a esse termo. O estudo desses conceitos, quando possível, será relacionado à emergência e ao desenvolvimento da Ciência da Informação no período onde essas idéias foram desenvolvidas e publicadas (décadas de 1950 a 1970), onde essa nomenclatura exerceu considerável influencia para esse, na época, embrionário campo de pesquisa.
Palavras-chave: Informação científica; A. I. Mikhailov; Epistemologia; História da Ciência da Informação.
CERANTOLA, Ane Aparecida Cerantola; FERRAZ, Maria Cristina Comunian. Encontros Bibli, Florianópolis, v. 14, n. 28, p. 135-149, 2009. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/9235/11022>. Acesso em: 3 nov. 2009.
Resumo
Este trabalho tem como objetivo analisar o tratamento que é dado atualmente pela mídia sobre o tema marcas, especificamente em sites de notícias disponibilizadas gratuitamente na Internet. Através da aplicação do Método de Análise de Conteúdo pretendeu-se verificar a seguinte hipótese: as notícias veiculadas não informam adequadamente o leitor sobre a importância e a necessidade do registro de marcas para a proteção do trabalho intelectual. Foram analisados textos jornalísticos recuperados nos sites da Folha Online e do Estadão Online, publicados no período de julho de 2007 a julho 2008. Como resultado da aplicação do método, verificou-se, dentro do universo pesquisado, que a hipótese é verdadeira para o caso de leitores não especialistas em propriedade intelectual, pois os textos não são capazes de orientar uma pessoa leiga sobre o tema. Entretanto, observou-se que, para os já conhecedores do assunto, as notícias fornecem um cenário interessante sobre os problemas relacionados ao não registro de uma marca e uso indevido da mesma, podendo ser consideradas uma boa fonte de informação para negócios relacionada ao assunto.
Palavras-chave: Propriedade intelectual; Informação para negócios; Marca; Análise de Conteúdo; Marketing.
AMADEI, José Roberto Plácido; TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. As patentes nas universidades: análise dos depósitos das universidades públicas paulistas (1995-2006). Ci. Inf., Brasília, v. 38, n. 2, p. 9-18, maio/ago. 2009. Disponível em:<http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1054/1319>. Acesso em: 13 set. 2009.
Resumo: Este artigo analisou os depósitos das universidades públicas paulistas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no período de 1995-2006, perfazendo 672 registros. Foram consideradas as seguintes: Universidade Estadual de Campinas, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual Paulista, Universidade Federal de São Carlos e Universidade Federal de São Paulo. Com os resultados obtidos verificou-se um avanço, mesmo que instável, do número de depósitos de patentes advindas das universidades e o adiantamento da Unicamp em relação às demais na quantidade de patentes depositadas, responsável por 60% do total de registros. Como conclusão vale destacar que o fortalecimento das políticas internas das universidades relacionadas à propriedade industrial acarretará maior índice de proteção das invenções acadêmicas, garantindo os direitos sobre a invenção, incentivando a realização de novas pesquisas e, através de mecanismos efetivos, viabilizando a transferência da tecnologia produzida nas universidades para o setor produtivo.
Palavras-chave: Universidades. Patentes Acadêmicas. Propriedade intelectual.
RAMOS, Hélia de Sousa Chaves; BRASCHER, Marisa. Aplicação da descoberta de conhecimento em textos para apoio à construção de indicadores infométricos para a área de C&T. Ci. Inf., Brasília, v. 38, n. 2, p. 56-68, maio/ago. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1101/1323>. Acesso em: 13 set. 2009.
Resumo: Relata resultados de pesquisa aplicando a descobertade conhecimento em texto (DCT) em conteúdos textuais,
importantes fontes de informação para tomada de decisão. O objetivo central da pesquisa foi verificar a eficácia da DCT na descoberta de informações para apoio à construção de indicadores e definição de políticas públicas. O estudo de caso foi o Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) e a técnica aplicada a de agrupamento de documentos a partir dos termos minerados na base de dados. Comprovou-se a aplicabilidade da DCT na extração de informações ocultas em documentos textuais para subsidiar a tomada de decisão e a construção de indicadores, informações essas que não poderiam ser visualizadas utilizando-se recursos tradicionais de recuperação da informação. Observou-se a preocupação com o meio ambiente nas demandas feitas pelos usuários do SBRT e a aplicabilidade da DCT para orientação de políticas internas à rede SBRT.
Palavras-chave: Descoberta de conhecimento em texto (DCT). Mineração de textos. Indicadores de C&T. Serviços de informação tecnológica. Micro e pequenas empresas (MPEs). Empreendedores.
ROCHA, Elisa Maria Pinto da; DUFLOTH, Simone Cristina. Análise comparativa regional de indicadores de inovação tecnológica empresarial: contribuição a partir dos dados da Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 14, n. 1, P. 191-208, 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/710/546>. Acesso em: 04 maio 2009.
Este artigo apresenta uma análise de indicadores de inovação tecnológica empresarial. A metodologia baseia-se na análise desagregada, segundo regiões do País, dos dados produzidos pelo IBGE na Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica. A análise de tais indicadores confirma a idéia de que a inovação envolve elementos outros que não apenas aqueles essencialmente econômicos. A região Sudeste – líder nacional em termos de capacidade econômica de produção – não apresenta o mesmo destaque no que diz respeito à amplitude da inovação tecnológica. As empresas das regiões Nordeste, Norte e Sul são aquelas que realizam maior esforço inovador, comparativamente às outras regiões, e são também as que apresentam maior amplitude de inovação. Os resultados sugerem que a preocupação com a proteção do conhecimento por meio de patentes revela-se mais intensa naquelas regiões em que há maior investimento em atividade de P&D por parte das empresas (Sul e Sudeste). Finalmente, os resultados indicam que a existência de instrumentos de apoio governamental ao desenvolvimento industrial tende a estimular um número maior de empresas a inovar, o que pode ser ilustrado pelos casos das regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Palavras-chave: Inovação. Indicadores de inovação. Gestão da informação e do conhecimento. Inovação tecnológica empresarial.
SILVA, Fábio Mascarenhas; SMIT, Johanna Wilhelmina. Organização da informação em sistemas eletrônicos abertos de Informação Científica & Tecnológica: análise da Plataforma Lattes. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 1, p. 77-98, jan./abr. 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/720/540>. Acesso em: 04 mai. 2009.
Resumo: Discussão, avaliação e apresentação de parâmetros para a organização da informação científica e tecnológica brasileira, enfocando os problemas do acesso à informação em sistemas abertos, especificamente a Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Desenvolveu-se um estudo exploratório para identificar se a natureza aberta do sistema compromete a consistência dos dados na recuperação da informação, concluindo-se que há comprometimento. A partir da sistematização dos resultados, apresentam-se sugestões para aprimorar o sistema.
Palavras-chave: Sistemas abertos; Sistemas de Recuperação de Informação; Informação científica e tecnológica – Brasil; Plataforma Lattes; Organização da informação científica e tecnológica.
GARCIA, Joana Coeli Ribeiro; CHACON, Francisca Justino Franklin. O ensino da Classificação Internacional de Patentes (CIP) nos cursos de biblioteconomia brasileiros. Informação & Informação. v.13, n.2, p.15-33. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/1809/1685 > Acesso em: 31 mar. 2009
Resumo:
Ao identificar em quais Cursos de Biblioteconomia a Classificação Internacional de Patentes (CIP) é ensinada, pretende-se despertar nos profissionais da área a necessidade de conhecer ou de aprofundar tais conhecimentos. Os cursos, objeto do estudo, foram identificados por meio do site da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN). A técnica utilizada é o survey, tendo o e-mail como instrumento de envio do questionário e recebimento das respostas que formam a amostra da pesquisa. O instrumento de pesquisa foi o questionário, formulado com perguntas abertas. Embora o documento de patente contenha informações relevantes para promoção do desenvolvimento tecnológico das nações, ainda não recebe um tratamento condizente das instituições brasileiras de ensino, ou seja, na maioria dos cursos em que se estudam formas de classificar o conhecimento, a CIP sequer é citada nas disciplinas.
Palavras-chave: Classificação Internacional de Patentes. Ensino de Classificação Internacional de Patentes. Classificação de Patentes.
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