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Inteligência Competitiva

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Aprimoramento de estrategistas e decisores novatos: a gestão do conhecimento estratégico aplicada ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília

MARTINS, João Batista; MIRANDA, Roberto Campos da Rocha. Aprimoramento de estrategistas e decisores novatos: a gestão do conhecimento estratégico aplicada ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 2, p. 139-157, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=28>. Acesso em: 29 jan. 2012.

Resumo
Este artigo tem como objetivo avaliar, sob a perspectiva da Gestão do Conhecimento Estratégico, o aprimoramento de estrategistas e decisores novatos, por meio da transmissão do conhecimento por parte de estrategistas e decisores experientes, no âmbito do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. Visando atingir esse objetivo, adotou-se como referencial metodológico o Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, que faz parte do Sistema de Gestão do Conhecimento Estratégico. A justificativa do estudo baseia-se na necessidade de aprimoramento dos estrategistas e decisores novatos que trabalham no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. A pesquisa visa propor, como principal resultado, iniciativas que possibilitem a existência de um ambiente propício à transferência de conhecimento entre os estrategistas e decisores experientes e os novatos, dentro da instituição estudada. Focando-se no resultado mencionado, buscou-se realizar a triangulação proposta no do Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, com as metodologias Learning Style Inventory e Janela de Johari. Os resultados apontam que há iniciativas que podem melhorar a gestão do conhecimento existente no ambiente corporativo.

Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Cultura organizacional. Gestão do conhecimento. Processo decisório.

O monitoramento de notícias como ferramenta para a inteligência competitiva

LEMOS, Ariane Barbosa; BARBOSA, Ricardo Rodrigues; BORGES, Mônica Erichsen Nassif Borges. O monitoramento de notícias como ferramenta para a inteligência competitiva. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf., Campinas, v. 9, n. 1, p. 56-80, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/490>.

Resumo
O artigo apresenta um diagnóstico do serviço de monitoramento de notícias (clipping). No estudo, foram investigados os processos de elaboração desse serviço por uma empresa especializada e sua utilização por parte de organizações dos setores de educação executiva, jurídico e entretenimento. Conclui que tanto a empresa clipadora quanto seus clientes consideram o clipping útil para o processo decisório e o serviço é visto de forma complementar a ação geral de inteligência competitiva das organizações.

Palavras-chave: inteligência competitiva, monitoramento ambiental, fontes de informação e monitoramento de notícias.

Representação Cartográfica Dinâmica Online: análise da atividade editorial em inteligência econômica na França

ALVARES, Lillian; QUONIAM, Luc; BOUTET, Charles-Victor. Representação Cartográfica Dinâmica Online: análise da atividade editorial em inteligência econômica na França. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 16, n. 32, p. 94-106, 2011. DOI: 10.5007/15182924.2011v16n32p94. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2011v16n32p94>.

Resumo
O estudo da comunidade de Inteligência Econômica (IE) na França é apresentada sob a perspectiva de análise da produção científica da comunidade atuante na área que produz ativamente documentos digitais e os disponibiliza em comunidades virtuais. A metodologia de realização da análise será por meio do tratamento automático de informação e de mapas interativos na representação de redes sociais, tornando evidente seu potencial de utilização. O tratamento automático e os mapas interativos, suporte da metodologia de análise terá como base a representação dinâmica, isso é, a representação que é simultaneamente interativa e em três dimensões. A primeira parte do trabalho é dedicada a apresentar o Tratamento Cartográfico Interativo, incluindo a legitimação do método adotado (Representação Dinâmica Interativa em Três Dimensões), o universo de estudo e as ferramentas escolhidas para concluir a análise da comunidade de IE na França. O tema tratado, por conseguinte, tangencia a questão sobre o status dos documentos digitais como produção científica quantificável e publicável, capaz de produzir inovação e novos conhecimentos, mas que enfrenta resistência da própria comunidade científica. Os resultados privilegiam a verificação da metodologia em comparação com outros métodos de representação de dados.

Palavras-chave: Representação Cartográfica Dinâmica On-line. Inteligência Competitiva. Inteligência Econômica. Cartografia. Comunidades Virtuais.

O profissional da informação em atividades de inteligência competitiva

NASSIF, Mônica Erichsen; SANTOS, Ester Laodicea. O profissional da informação em atividades de inteligência competitiva. Informação & Informação, Londrina, v. 14, n. 2, p. 21-37, jul./dez., 2009. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/2477/4145>. Acesso em 17 jan. 2011.

Resumo
Analisou-se a atuação dos profissionais da informação em atividades de inteligência competitiva em instituições públicas e privadas. Foram apresentadas as categorias profissionais consideradas “profissionais da informação”, no que diz respeito ao perfil, habilidades e competências. Discorreuse a respeito da evolução da referida atividade, as habilidades e competências do profissional e o papel do profissional da informação em equipes de inteligência competitiva em cada etapa do ciclo. Realizou-se um estudo com onze profissionais que atuam nessa área, com destaque para os profissionais da informação, no sentido de caracterizar a sua atuação em relação às etapas do ciclo de inteligência competitiva e apontar as suas habilidades e competências para atuar em cada fase do ciclo. Concluiu-se que a participação do profissional da informação nessas atividades é importante, uma vez que ele executa tarefas relacionadas a todas as etapas do ciclo, exceto na etapa de análise de informações, cuja atuação foi menos destacada e que suas habilidades e competências estão em consonância com o que preconiza os principais autores apontados na revisão de literatura.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Profissional da informação. Profissional de inteligência competitiva.

Inteligência competitiva em unidades de informação: ética e gestão

RODRIGUES, Ana Vera Finardi; MIRANDA, Celina Leite; CRESPO, Isabel Merlo. Inteligência competitiva em unidades de informação: ética e gestão. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 8, n. 1, p. 53-71, jul./dez. 2010. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=281&layout=abstract>. Acesso em: 26 out. 2010.

Resumo
O profissional da informação vem atuando na inteligência competitiva desde suas primeiras experiências laborais, de forma automática. Porém, com o avanço tecnológico e seu acompanhamento, tornou-se urgente organizar tarefas e funções, serviços e produtos, na promoção da inteligência competitiva – em sua forma positiva – e na integração de cada elemento participante do sistema de informação onde se insira, desenvolvendo suas atividades a partir da ética, tanto na gestão privada, quanto na pública. Este trabalho visa apresentar e discutir a aplicabilidade da inteligência competitiva em unidades de informação e, em suas considerações finais, mostra a capacidade do bibliotecário na superação de desafios, sem fugir à ética e às responsabilidades que lhe cabem.

Palavras-chave: Sistemas de informação. Comportamento competitivo: ética. Gerenciamento de informação. Ciência da informação.

Avaliação do Processo de Aprendizado e de Compartilhamento do Conhecimento: um estudo exploratório em uma empresa agroindustrial

MACÊDO, Nívea Marcela Marques Nascimento; BARROS, Raquel Andrade; CÂNDIDO, Gesinaldo Ataíde. Avaliação do Processo de Aprendizado e de Compartilhamento do Conhecimento: um estudo exploratório em uma empresa agroindustrial. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 1, p. 111-127, jan./abr. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4027/3424>. Acesso em: 21 maio 2010.

Resumo
Um diferencial na competitividade de uma organização é a sua capacidade de aperfeiçoar a utilização do conhecimento, que por vezes fica restrito a algumas pessoas ou a áreas da empresa. A disseminação do conhecimento e a necessidade de aprender continuamente revelam-se requisitos indispensáveis no contexto atual, caracterizado pelo aumento do fluxo de informações e competências requeridas para o trabalho. Para difundir a informação é fundamental o compartilhamento e o aprendizado contínuo. Nesse sentido, o presente estudo tem o objetivo de verificar como ocorre o compartilhamento de conhecimento e o aprendizado em uma agroindústria tradicional de alimentos situada no município de Areia – PB. Em termos metodológicos, a pesquisa caracteriza-se como estudo de caso, de abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada mediante entrevistas com roteiro semi-estruturado baseado no modelo de compartilhamento de Tonet e Paz (2006), e sua interpretação foi baseada numa análise de conteúdo, além da observação não participante no intuito de captar informações não reveladas durante a aplicação das entrevistas. Os resultados indicaram que na agroindústria estudada os principais problemas se concentram na fase inicial do processo de compartilhamento, por não haver uma maneira formal e organizada de troca de experiências e informações e pelo não desenvolvimento de uma cultura favorável ao compartilhamento de conhecimento.

Palavras-Chave: Compartilhamento de Conhecimento; Empresa Agroindustrial; Disseminação do Conhecimento.

O papel da cultura organizacional e da aprendizagem para sucesso da gestão do conhecimento

INAZAWA, Fernandez Kenji. O papel da cultura organizacional e da aprendizagem para sucesso da gestão do conhecimento. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 3, p. 206-220, 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/726/643>. Acesso em: 28 fev. 2010.

Resumo:

Apesar das empresas buscarem ampliar seu conhecimento organizacional para obter vantagem competitiva, a Gestão do Conhecimento tem encontrado resistências, pois não há como deixar de trabalhar a cultura das organizações e seus processos de aprendizagem se há interesse real em se gerir o conhecimento. Dependendo do tipo de cultura predominante e da abertura que se dá ao aprender organizacional, uma empresa pode abri-se ou fechar-se ao processo de Gestão do Conhecimento. Este artigo, portanto, levanta a necessidade de se dar atenção à cultura organizacional e a seus processos de aprendizagem para que a Gestão do Conhecimento seja bem sucedida. Cultura organizacional é um tema bastante amplo e complexo, que sofre influência tanto da cultura dos indivíduos que trabalham nas organizações, quanto da cultura do país em que as organizações se encontram. Sem querer esgotar o tema, buscou-se dar ênfase à questão da cultura organizacional em si e sua relação com o sucesso da Gestão do Conhecimento. A aprendizagem organizacional foi apresentada como alternativa para flexibilizar a cultura e facilitar os processos de Gestão do Conhecimento.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento. Cultura Organizacional. Mudança Organizacional. Aprendizagem Organizacional.

Cenários prospectivos, monitoração ambiental e metadados

MORESI, Eduardo Amadeu Dutra; PRADO, Hércules Antonio do; ALCÂNTARA, Alexandre de. Cenários prospectivos, monitoração ambiental e metadados. DataGramaZero, v. 11, n. 1, fev. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev10/Art_04.htm>. Acesso em: 17 fev. 2010.

Resumo
Elaborar cenários significa imaginar e externar possíveis situações futuras para que a organização possa desenhar estratégias mais adequadas. O processo de monitoração ambiental é o instrumento adequado para a obtenção de informações advindas de fontes externas, por visar à busca e o uso destas informações. A introdução de metadados, como ferramenta de suporte a processos de monitoração ambiental, representa um importante diferencial para fortalecer os resultados a serem obtidos com o exercício da elaboração de cenários. Em pesquisa realizada na EMBRAPA, estudou-se o processo de elaboração de cenários apoiado pela prática de monitoração ambiental. Como resultados foram desenvolvidos os seguintes produtos: metodologia incremental para cenarização com base em monitoramento ambiental, um modelo de modelo de dados para apoio à monitoração ambiental e em metamodelo de dados para qualificação de fontes. Observa-se que o uso de um metamodelo aplicado à monitoração ambiental torna mais efetivo o processo de elaboração e avaliação de cenários prospectivos.

Palavras-chave: Metadados, Cenários prospectivos, Monitoração ambiental, Inteligência competitiva.

A informação nossa de cada dia na decisão

MORENO, Nádina Aparecida. A informação nossa de cada dia na decisão. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v.2, n.1, jan.-dez, 2009. Disponível em: < http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/18/40 > Acesso em: 09 out., 2009

Resumo
O sucesso ou fracasso de uma organização quer seja de caráter público ou privado, está diretamente relacionado com a eficácia de seu processo de tomada de decisão. Esse processo decisório, na grande maioria das vezes em ambientes muito turbulentos, baseia-se essencialmente em informações que o decisor deve selecionar para suas ações efetivas junto à organização. A informação se constitui assim em recurso vital e imprescindível como subsídio ao processo de tomada de decisão. No entanto, o volume de informações, hoje, no mundo, cresce numa progressão geométrica a cada segundo, dificultando ainda mais sua busca e seleção. Quem tem o maior volume de informações, ainda que relevantes, não garante decisão correta, pois em última instância a decisão depende do decisor, que tem características comportamentais (aspectos cognitivos, intuição) que irão influenciar bastante na forma de decisão. Este artigo apresenta considerações acerca do processo decisório e como a matéria-prima informação está presente no contexto da decisão.
Palavras-chave: Informação; Decisão; Tomada de decisão; Informação para tomada de decisão.

Inteligência competitiva e suas conexões epistemológicas com gestão da informação e do conhecimento

CAPUANO, Ethel Airton; CASAES, Julio; COSTA, Julio Reis da; JESUS, Magda Sifuentes; MACHADO, Marco Antonio. Inteligência competitiva e suas conexões epistemológicas com gestão da informação e do conhecimento. Ci. Inf., Brasília, v. 38, n. 2, p. 19-34, maio/ago. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1067/1320>. Acesso em: 13 set. 2009.

Resumo: O artigo apresenta uma revisão de literatura mostrando o estado-da-arte conceitual na disciplina corporativa denominada inteligência competitiva (IC), sob um ponto de vista da ciência da informação (CI), explorando desenvolvimentos e experiências recentes. Embora já presente nas sociedades da Antiguidade, objeto de estudo de soberanos, pensadores e guerreiros, a inteligência competitiva (IC), inspirada nas atividades de inteligência militar, constitui tema bastante atual no mundo corporativo contemporâneo de competição global, com renovado interesse no mercado e na academia. Como o tema apresenta evidentes conexões epistemológicas com gestão da informação (GI) e gestão do conhecimento (GC), o texto busca mostrar como isso ocorre e as relações de causa e efeito entre as várias camadas de atividades vinculadas ao desenvolvimento de inteligência para tomada de decisão nas organizações inspirado no framework de Liebowitz (2006) baseado numa estrutura de cebola. Conceitos correlatos são também explorados, como o próprio conceito de GC, numa praxis composta de disciplinas corporativas conhecidas como aprendizado organizacional, gestão do capital intelectual ou capital humano e inteligência organizacional. Conceitos novos correlatos à inteligência competitiva são acrescentados ao conjunto intelligentsia galore de Liebowitz (2006), como capital estrutural, capital de clientela, capital competitivo e inteligência estratégica (IE).

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Inteligência estratégica. Gestão da informação. Gestão do conhecimento. Inteligência artificial. Business intelligence. Aprendizado organizacional. Gestão do capital intelectual. Gestão do capital humano. Inteligência organizacional. Capital estrutural. Capital de clientela. Capital competitivo. Intelligentsia galore.

Inteligência competitiva: uma proposta de consultoria em biblioteca universitária

SILVA, Andrea Aparecida. Inteligência competitiva: uma proposta de consultoria em biblioteca universitária. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 1, p. 49-64, jul./dez. 2009. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=681&article=190&mode=pdf> Acesso em: 6 ago. 2009.

Resumo
Este artigo aborda o processo de identificação, coleta, análise, disseminação e avaliação de informações como uma função organizada, aplicada como modelo de Inteligência Competitiva. Escolheu-se como objeto de estudo uma Biblioteca Universitária da cidade de Florianópolis. Por fim, uma proposta de consultoria externa de melhoria a partir dos elementos da Inteligência Competitiva.

Palavras-chave: Inteligência Competitiva; Consultoria externa; Biblioteca universitária.

Uso de convergência tecnológica sem regulamentação apropriada: VOIP e competitividade

ARRUDA FILHO, Emílio José Montero; DHOLAKIA, Ruby Roy. Uso de convergência tecnológica sem regulamentação apropriada: VOIP e competitividade. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 1, jan/abr, 2009. Disponível em: < http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1071/1310 > Acesso em: 10 jun., 2009.

Resumo: A convergência tecnológica criou a possibilidade de serviços de comunicações serem realizados baseados em tecnologias diferentes, garantindo o mesmo uso para usuários e melhores benefícios para provedores. Desta forma, ambos os consumidores – empresariais e residenciais – tiveram aumentado suas escolhas para serviços conjuntos bem como para provedores de serviços. A regulação existente não analisa o serviço como um resultado, mas como um produto ou tecnologia a ser autorizada. Baseado na literatura de utilização e comportamento do consumidor, este artigo descreve e discute uma estratégia de marketing usada pelos operadores de telecomunicações, os quais tiram vantagem da ineficiência da regulação e legislação. Uma análise teórica do ambiente competitivo e do uso da tecnologia conclui que benefícios econômicos da convergência tecnológica seguem devidos quatro fatores: Progresso tecnológico, falhas na regulação, complexidade da tecnologia e da não habilidade de explorar os benefícios da convergência. O mal uso destes serviços pelos provedores de telecomunicações dado a convergência tecnológica e integração de sistemas neste setor, são discutidos especificamente no contexto dos serviços de comunicação de voz à longa distância utilizando VOIP, criando propostas para definir o melhor uso da tecnologia que garanta uma competição justa para o mercado.

Palavras-chaves: Convergência tecnológica. Integração de sistemas. Regulação. Competição justa. Complexidade tecnológica.

Modelo de Avaliação de Risco do Capital Humano em Atividades de Inteligência Competitiva – MARCHAIC

OLIVEIRA, Paulo Henrique de. Modelo de Avaliação de Risco do Capital Humano em Atividades de Inteligência Competitiva – MARCHAIC. Encontros Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 14, n. 27, p. 98-114, 2009. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/7252/10139>. Acesso em: 01 jun. 2009

Resumo
Apresenta uma breve revisão da literatura sobre a função de inteligência competitiva. Aponta as principais habilidades desejáveis aos profissionais de inteligência na atualidade, conforme estudos de Oliveira e Lacerda, Katz e Miller. Propõe um modelo para avaliar o risco do capital humano em atividades de inteligência competitiva (MARCHAIC) que foi desenvolvido em quatro etapas: pesquisa bibliográfica; definição da escala de mensuração; construção do modelo e teste em uma empresa fictícia do setor supermercadista. Os resultados demonstraram que o MARCHAIC pode ser uma importante ferramenta para os gestores na medida em que permite a identificação e gestão de pontos críticos relacionados com as habilidades dos profissionais envolvidos em funções de inteligência competitiva.

Palavras-chave:
Inteligência competitiva; Habilidades dos profissionais de inteligência competitiva; Pesquisa teórica.

Balanced Scorecard: Ferramenta Estratégica e Competitiva nas Organizações


MARQUES, Edineide Silva; OLIVEIRA, Maria Luzia Alexandre de. Balanced Scorecard: Ferramenta Estratégica e Competitiva nas Organizações. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v.4, n.2, p.105-115, 2008. Disponível em: < http://www.febab.org.br/rbbd/ojs-2.1.1/index.php/rbbd/article/view/107/123 >. Acesso em 26 maio 2009

Resumo: Apresenta os processos estratégicos que envolvem o Balanced Scorecard (BSC) como instrumento de vantagem competitiva para as organizações e sua aplicação às bibliotecas. Teve uma abordagem metodológica constituída por uma revisão de literatura sobre a temática. Destaca o conceito de estratégia aplicado às organizações e a seriedade das competências como resultado dos elementos na busca do desempenho. Deu-se um enfoque direcionado a importância do BSC como novo mecanismo para ajudar a guiar decisões referentes aos indicadores financeiros e não financeiros, visando otimizar as estratégias organizacionais para o sucesso dos negócios.
Palavras-chave: Processos Estratégicos. Balanced Scorecard. Competência Organizacional.

Metodologia para planejamento estratégico e gestão de serviços em unidades de informação

FLORIANI, Vivian Mengarda; VITAL, Luciane Paula. Metodologia para planejamento estratégico e gestão de serviços em unidades de informação. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 6, n. 2, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=623&article=163&mode=pdf>. Acesso em: 13 mar. 2009.

Resumo
O setor de serviços tem crescido e se tornado um fator de diferenciação nas organizações. Nesse contexto, as unidades de informação precisam dispor de instrumentos que possibilitem um planejamento e gestão adequados na prestação de seus serviços. Assim, se faz necessária adoção de metodologias que permitam às unidades de informação desenvolver vantagem competitiva. O objetivo desse artigo é construir uma metodologia para o gerenciamento dos processos de serviço nesses ambientes. A Metodologia para Planejamento Estratégico e Gestão em Unidades de Informação (METUNI) é composta por quatro etapas: diretrizes operacionais, diagnóstico, definição de estratégias e controle e avaliação. As etapas da METUNI são apresentadas, discutidas e, posteriormente passiveis de verificação junto a uma biblioteca universitária localizada na região do Vale do Itajaí no Estado de Santa Catarina. Conclui-se que a METUNI permite o planejamento e a gestão de uma unidade de informação de forma a responder as exigências do ambiente no qual estão inseridas. Recomenda-se que ela seja adaptada a diferentes realidades e necessidades.

Palavras-Chave: Unidades de informação; Metodologia. Planejamento estratégico; Gestão de serviços.

Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso KNOWTEC

PINTO, Maria Carolina; ARAÚJO, Paula Carina de. Atuação do bibliotecário como profissional de inteligência competitiva: caso KNOWTEC. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v.14, n.1, p.119-131, jan./jun., 2009. Disponível em: <http://www.acbsc.org.br/revista/ojs/include/getdoc.php?id=1337&article=391&mode=pdf>. Acesso em: 13 mar. 2009.

Resumo: Apresenta um relato de experiência da atuação do bibliotecário no Núcleo de Inteligência Competitiva (NIC) da empresa Knowtec em Florianópolis (SC). Aborda o conceito de inteligência competitiva (IC), descreve suas etapas e aponta os atores envolvidos. Destaca o trabalho do bibliotecário no processo de IC a partir da descrição das atividades de coordenação de pesquisa, monitoramento de mídias e pesquisa de informações. Infere-se que onde existe a necessidade de coletar, organizar, tratar e disseminar informação, também há a necessidade do trabalho de um bibliotecário. Portanto, fica claro que é importante investir na formação de profissionais multifacetados, aptos a trabalhar em diferentes segmentos, já que a informação está presente em todas as organizações e os sistemas de inteligência competitiva, em particular, exigem cada vez mais profissionais com inúmeras habilidades pessoais e profissionais.

Palavras-chave: Bibliotecário; Inteligência competitiva; Monitoramento de mídia.

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