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Políticas de informação

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Autoria, propriedade e compartilhamento de bens imateriais no capitalismo cognitivo

MARTINS, Beatriz Cintra. Autoria, propriedade e compartilhamento de bens imateriais no capitalismo cognitivo. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.358-374, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/423/319 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Uma das principais disputas político-econômicas na atualidade diz respeito às formas de circulação dos bens imateriais através das redes de comunicação. Neste artigo, como contribuição ao debate, trazemos o que consideramos ser a questão de fundo neste embate, qual seja, a do deslocamento da noção de autoria na contemporaneidade. Em primeiro lugar, iremos refletir sobre a historicidade deste conceito apresentando sua variação em diferentes épocas e contextos culturais. Num segundo momento, analisaremos a dinâmica do capitalismo cognitivo e suas implicações nesse cenário. Por último, recorremos ao conceito de commons como um possível definidor do que está em jogo neste conflito.
Palavras-chave: Autoria. Capitalismo cognitivo. Commons. Propriedade intelectual. Bens imateriais

Le révélateur Wikileaks, Vers une wikipolitique 2.0?

BOUTANG,  Yann Moulier. Le révélateur Wikileaks, Vers une wikipolitique 2.0?. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.653–663, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/429/313 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo: ?
Palavras-chave: ?

 

Divulgação e apropriação do conhecimento científico: o caso da Educação Física

SILVA, Ana Márcia; LAZZAROTTI FILHO, Ari; SILVA,  Ana Paula Salles da. Divulgação e apropriação do conhecimento científico: o caso da Educação Física. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.720–732, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/443/309 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este ensaio aborda o processo de socialização do conhecimento discutindo as relações e os desdobramentos implícitos na escolha do termo divulgação em âmbito científico nacional e internacional. Num segundo momento, apresenta algumas implicações deste processo para a produção e apropriação do conhecimento, discutindo, na sequencia, a incorporação das novas tecnologias de informação e comunicação no campo específico da Educação Física. Por fim, argumenta pela importância para os pesquisadores da divulgação do conhecimento ao grande público, à sociedade, para a constituição de uma nova cultura.
Palavras-chave: Divulgação científica. Educação física. Acesso livre. Arquivos abertos. Tecnologias de informação e comunicação.

 

Exercício e tutela dos direitos: proposta à construção do processo coletivo pós-moderno

PILATI, José Isaac. Exercício e tutela dos direitos: proposta à construção do processo coletivo pós-moderno. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.701-719, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/431/310 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Procura-se dar novo enfoque ao exercício e à tutela dos direitos, revendo as categorias da Modernidade (representativa) e projetando o resgate do coletivo num paradigma pós-moderno (participativo). Utiliza-se como ponto de partida, em termos metodológicos, o modelo romano clássico de processo e democracia direta. E, nessa linha, procurando contribuir ao desenvolvimento da república participativa pós-moderna prevista da CRFB/1988, identificam-se os processos: legislativo, administrativo e judicial participativos, e faz-se distinção, no prisma de exercício e tutela, entre interesses difusos (coletivo impróprio) e interesse coletivo propriamente dito.
Palavras-chave: Exercício dos direitos. Tutela coletiva. Processo participativo. República participativa.

Direito e identidade das comunidade tradicionais – do direito do autor ao direito à cultura

COLAÇO, Thais Luzia; SPAREMBERGER,  Raquel Fabiana Lopes. Direito e identidade das comunidade tradicionais – do direito do autor ao direito à cultura. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.681–700, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/430/318 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este artigo trata da necessidade de reconhecimento da identidade de grupos culturalmente diferenciados, as chamadas comunidades tradicionais ou locais no Brasil. Define comunidades tradicionais-locais, a sua relação com o ambiente e a necessidade da proteção do seu conhecimento, para compreensão do passado e garantia de futuro. Enfatiza também a questão da emancipação e da necessidade de se garantir a igualdade (na diferença) para se alcançar a cidadania em tempos de mudanças e de incertezas no que concerne a proteção do seu patrimônio cultural e ambiental. Procura, nesse sentido, demonstrar o paradoxo entre o direito do autor ou direito autoral e a realidade das comunidades locais e seus sítios simbólicos em busca da defesa de seu universo local, de sua cultura frente ao processo de globalização.
Palavras-chave: Direito; comunidades; tradicional; igualdade.

 

O domínio público e a função social do direito autoral

SOUZA,  Carlos Affonso Pereira de. O domínio público e a função social do direito autoral. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p., out. 2011. Disponível em: < ? >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo: ?
Palavras-chave: ?

Direitos autorais, informação e tecnologia: impasses e potencialidades

BISCALCHIN, Ana Carolina Silva; ALMEIDA, Marco Antônio de. Direitos autorais, informação e tecnologia: impasses e potencialidades. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.638–652, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/424/314 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
O assunto autoria chama a multidisciplinaridade para desvelar sua complexidade e para compreender como a era digital mobiliza novas formas de lidar com a propriedade intelectual, transpondo os limites da Ciência da Informação e enveredanado pelos conceitos-chave de uma série de outras disciplinas que perpassam essa questão. É feita uma revisão do conceito de autoria revendo aspectos legais do direito autoral e sua relação com a Internet. Realiza-se uma breve reflexão sobre como as publicações em periódicos de Ciência da Informação tratam novas possibilidades para o direito emergente das mudanças de paradigmas provocados pela tecnologia.
Palavras-chave: Direito autoral. Autoria. Internet. Capitalismo Informacional. Ciência da Informação.

A urgência dos padrões em rede: do autor do conteúdo ao vínculo da relação

MARTINS, Dalton. A urgência dos padrões em rede: do autor do conteúdo ao vínculo da relação. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.611-620, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/421/316 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
As principais questões relacionadas ao que entendemos ser o autor e seus direitos autorais num ambiente intensamente influenciado por sistemas de informação em rede envolve a expansão do que entendemos ser a produção de conteúdo e a influência das relações estabelecidas em rede. Discutimos neste artigo como a lógica do conteúdo, a lógica das relações e a lógica dos padrões em rede podem influenciar novas concepções e modos de pensarmos no conceito do autor de uma obra.
Palavras-chave: Padrão. Rede. Conteúdo. Relação.

Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade

WACHOWICZ, Marcos; SILVA, Rodrigo Otávio Cruz e. Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.556–572, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/442/323 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
A Economia Criativa compreende atividades resultantes da imaginação de indivíduos, com valor econômico. A sociedade informacional tem ainda a economia como fonte de grandes transformações, influência que se aplica também de forma inversa. Nesse ponto, a criatividade hoje, ligada à inovação, à tecnologia, à produção e à transmissão do conhecimento, é vista para muito além do simples pensar e do criar, é um elemento indispensável à economia e à sociedade, pois uma sociedade que anseia por informações e pelo desenvolvimento cada vez maior de novas tecnologias para servir consumidores exigentes não pode se imaginar sem criatividade. O presente artigo busca formular os fundamentos para a construção de um Marco Regulatório para a Economia Criativa no Brasil. Isto a partir do entendimento de que a Economia Criativa promove o desenvolvimento sustentável e humano, de forma inclusiva social e tecnologicamente, ou seja, não se trata uma visão de mero crescimento econômico. Isto porque os novos conceitos inerentes à Economia Criativa alcançam o uso das ferramentas tecnológicas (TICs) nas suas interfaces com a educação, a arquitetura, o design, a formação de agentes criativos, os Arranjos Produtivos Locais (APL) e os Setores Criativos (SCs).
Palavras-chave: Direito autoral. Economia criativa. Desenvolvimento sustentável

Indústrias criativas: alternativa de desenvolvimento regional

LEITÃO, Cláudia Sousa; GUILHERME, Luciana Lima; OLIVEIRA, Luiz Antônio Gouveia de; GONDIM, Raquel Viana. Indústrias criativas: alternativa de desenvolvimento regional. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.538-555, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/432/325 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
O presente artigo tem por objetivo apresentar uma proposta de fomento às cadeias produtivas das indústrias criativas no nordeste do Brasil, na perspectiva de uma discussão acerca de modelos alternativos de desenvolvimento regional. Para concretizar esse propósito, foi realizada uma pesquisa do tipo bibliográfica em livros, artigos de periódicos e documentos eletrônicos. O estudo inicia-se com a reflexão sobre os significados do desenvolvimento e suas conexões com a criatividade e a inovação. A pesquisa está estruturada em dois grandes eixos: o primeiro trata do conceito de indústrias criativas e do relato de suas potencialidades na geração de impactos econômicos, culturais, sociais e tecnológicos positivos na alavancagem do comércio doméstico e externo de bens e serviços criativos; o segundo apresenta uma discussão sobre desenvolvimento local e regional a partir do conceito de ‘bacia criativa’ com vistas a um novo enfoque territorial do nordeste brasileiro. A partir desses eixos, é proposto o Programa Nordeste Criativo que se constitui de duas linhas de ação fundamentais: o primeiro refere-se à estruturação e operacionalização de um o Observatório das Indústrias Criativas do Nordeste (OICNE) voltado a produção e difusão do conhecimento sobre a economia criativa da região; o segundo diz respeito à criação e operacionalização dos Birôs de Negócios Criativos (BNC), ou seja, espaços físicos para o fomento de empreendimentos criativos sustentáveis e fortalecimento da cadeia produtiva das indústrias criativas. Assim, este estudo vem contribuir para a construção de um novo pensamento sobre o nordeste brasileiro. Por um lado, a institucionalização do Observatório das Indústrias Criativas se propõe a identificar o potencial criativo daquela região; do outro, os Birôs de Negócios Criativos objetivam consolidar as cadeias produtivas das indústrias criativas, enfatizando a profissionalização de empreendedores, a formação de gestores, a construção de novas habilidades e competências para os agentes do campo criativo. Trata-se, enfim, de se construir e consolidar uma alternativa de superação do atraso social e econômico pelo viés do fomento a empreendimentos criativos, onde o desenvolvimento regional é compreendido como sendo um processo multidimensional, envolvendo a comunidade impregnada de história, suas relações, suas instituições e capaz de conduzir o seu próprio destino.
Palavras-chave: Desenvolvimento regional. Economia criativa. Políticas públicas. Bacia criativa. Programa nordeste criativo.

Indústria criativa: direitos de autor e acesso à cultura

BUAINAIN, Antônio Márcio; Cássia Isabel Costa Mendes, ; SILVA, Antônio Braz de Oliveira e; CARVALHO, Sérgio Medeiros Paulino de. Indústria criativa: direitos de autor e acesso à cultura. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.477-504, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/433/326 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
O artigo tem por objetivo apresentar uma breve reflexão sobre a indústria criativa – pontuando sua gênese, evolução, delimitação de seu objeto e atividades que a compõem – e o acesso aos bens culturais. Reconhece-se a importância da lei de direitos autorais como marco básico para o funcionamento e crescimento sustentável e harmônico da indústria criativa, mas aqui se argumenta, com base no amplo levantamento feito pelo IBGE, que as dificuldades de acesso à cultura enfrentadas pela maioria da população brasileira são pouco relacionadas às falhas da legislação autoral. Para tanto, o artigo contem duas partes. Na primeira se apresenta a indústria criativa, tendo como base as metodologias que a Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) utilizam para delimitar a importância socioeconômica desta indústria. Na segunda resumem-se informações do Suplemento de Cultura da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC-IBGE), de 2006, procurando indicar a precariedade das condições de acesso à cultura na maior parte do território nacional. As conclusões apontam que, a despeito da lei autoralista ser imperfeita e incompleta – características imanentes de leis que não conseguem acompanhar o dinamismo dos avanços sociais e tecnológicos –, ela não obsta de todo o acesso a bens culturais; fatores de ordem pessoal e material contribuem para o maior ou menor acesso a estes bens, tais como nível educacional, políticas públicas, fomento do governo na área da cultura, disponibilidade de bens culturais públicos e infraestrutura de cultura.
Palavras-chave: Indústria criativa. Acesso à cultura. Lei de direito autoral

“Reprodução Proibida”: Financiamento público e direitos de cópia privados

MACHADO, Jorge A. S.; CRAVEIRO, Gisele da Silva. “Reprodução Proibida”: Financiamento público e direitos de cópia privados. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.485–509, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/441/327 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Esse texto apresenta um sumário das pesquisas realizadas pelo Grupo de Políticas Públicas para Acesso à Informação GPOPAI) desde 2006 sobre o financiamento público de conteúdos científicos. Os resultados apontam que, apesar do intenso investimento público no Brasil, o setor privado vem se apropriando e impondo barreiras ao acesso a livros técnicocientíficos e artigos científicos – neste caso, em especial, as editoras estrangeiras. No que se refere ao software produzido na academia, os dados apontam para uma completa indiferença da comunidade e à ausência de políticas públicas para o seu acesso. De modo geral, os resultados indicam para a necessidade de uma reforma na lei de direitos autorais, de modo a atualizá-la face as novas tecnologias de informação e comunicação e a atender ao interesse público do acesso ao conhecimento que as tecnologias digitais proporcionam.
Palavras-chave: Acesso ao conhecimento. Direitos autorais. Financiamento público. Ciência

Novas considerações sobre o acesso ao Patrimônio Musical no Brasil

COTTA, André Guerra. Novas considerações sobre o acesso ao Patrimônio Musical no Brasil. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.466-484, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/440/330 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este artigo traz considerações sobre o direito à informação no campo da musicologia no Brasil, especialmente sobre o acesso a fontes musicais manuscritas. O autor compara a situação atual com o contexto de fins da década de 1990, apresentando exemplos concretos de avanço em termos de acessibilidade das fontes e reflexões sobre o impacto das tecnologias digitais na área em foco. Finalmente, aponta aspectos em que não houve tranformações significativas, tais como as restrições legais, as dificuldades metodológicas e a falta de mobilização coletiva para a discussão e definição de políticas públicas voltadas para o tratamento e a conservação do Patrimônio Musical no Brasil.
Palavras-chave: Música brasileira. Musicologia histórica. Acervos. Digitalização. Patrimônio cultural

Fundamentos para o domínio público no direito autoral brasileiro

BRANCO JÚNIOR, Sérgio Vieira. Fundamentos para o domínio público no direito autoral brasileiro. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.437-465, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/439/328 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
O estudo do domínio público no direito autoral não se resume a apontar os prazos de proteção conferido às obras intelectuais. De tratamento escasso pela doutrina, o tema é bem mais complexo do que aparenta em um primeiro momento, abrangendo diversas áreas do direito e tendo implicações diretas na vida da sociedade. Uma análise relevante é determinar quais os efeitos sociais, econômicos e jurídicos decorrentes do ingresso de uma obra no domínio público, sendo tais efeitos determinantes para se construir a justificativa de existência do próprio domínio público.
Palavras-chave: Domínio público. Direito autoral

Direitos autorais e acesso à cultura

SOUZA, Allan Rocha de. Direitos autorais e acesso à cultura. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.416-436, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/438/329 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
O presente trabalho encara os problemas relativos ao conteúdo e relevância do direito de acesso à cultura, suas relações com os direitos autorais e seus efeitos sobre os limites da proteção. Na reflexão proposta são destacadas a relevância e importância do direito de acesso à cultura por meio de uma análise interdisciplinar e apresentadas as normas jurídicas e fatos sociais que regulam e informam tanto os direitos culturais – em particular o acesso – como os direitos autorais. Ao final conclui-se pela existência de elementos sociais e instrumentos jurídicos para uma efetiva concretização do direito de acesso à cultura, e pela necessidade de uma mudança na forma como são concebidas, interpretadas e aplicadas as normas jurídicas em questão.
Palavras-chave: Direitos culturais; acesso à cultura; direitos autorais; função social

A quem pertence conhecimento e cultura? Uma reflexão sobre o discurso de legitimação do direito de autor

GRAU-KUNTZ, Karin. A quem pertence conhecimento e cultura? Uma reflexão sobre o discurso de legitimação do direito de autor. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.405–415, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/437/324 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Centrando-se no do discurso tradicional de legitimação do direito de autor e na disciplina da análise literária a autora demonstra a impossibilidade de privatização do conhecimento e da cultura.
Palavras-chave: Direito de autor. Análise literária. Cultura

Considerações sobre as relações entre autoria, dança, cinema e videodança

CERBINO, Beatriz; MENDONÇA, Leandro. Considerações sobre as relações entre autoria, dança, cinema e videodança. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.348-357, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/435/306 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este texto parte das aproximações entre dança, videodança e cinema para discutir a questão de autoria. A partir de uma breve historiografia desses fazeres artísticos, aponta possíveis entendimentos para os desdobramentos atuais acerca do hibridismo nas artes, e as perspectivas de Vilem Flusser, Roland Barthes e Walter Benjamim para se pensar a obra de arte.
Palavras-chave: Autoria. Dança. Cinema. Videodança

A política de informação como agente modificador da cultura organizacional

AMORIM, Fabiana Borelli ; SILVA,  Terezinha Elisabeth da. A política de informação como agente modificador da cultura organizacional. Ponto de Acesso, Salvador, v.5, n.1, p. 51-65, 2011. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4698/3664  >. Acesso em: 15 jan. 2012

RESUMO
A importância da informação no ambiente organizacional vem sendo apresentada em profusão na literatura, sendo que estudos sobre política de informação passam a compor novamente um quadro maior de preocupação dos estudiosos, sendo que tais estudos podem ser aliados a outros assuntos como cultura organizacional. Assim, com o presente artigo, propõe-se abordar a congruência dos termos cultura organizacional e política de informação no ambiente das organizações.Utilizando-se de referencial teórico sobre o assunto, avalia-se a possibilidade de influência de uma política de informações na cultura organizacional, inclusive como agente promotor da alteração desta cultura.
Palavras-chave: Política de Informação, Cultura Organizacional, Cultura Informacional

Web colaborativa: inovação na criação, proteção e uso legal de informação

ARAYA, Elizabeth Roxana Mass; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio. Web colaborativa: inovação na criação, proteção e uso legal de informação, DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 4, ago. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago11/Art_02.htm>. Acesso em: 27 ago. 2011.

Resumo
No mundo contemporâneo, a Internet propicia o desenvolvimento de uma Web Colaborativa em que a descentralização e compartilhamento da informação e do conhecimento geram novas configurações culturais de representatividade crescente nos fluxos informacionais. Nesse ambiente, práticas de colaboração e remix são contempladas por uma legislação estabelecida para outro contexto e cria-se um descompasso entre o propiciado pela tecnologia e o estabelecido pelas leis de autoria. Vivencia-se, portanto, a necessidade de abordar, sob o prisma do terceiro tempo da Ciência da Informação, as questões contemporâneas relativas à criação, recriação, uso, reuso, compartilhamento e disseminação de conteúdo intelectual no âmbito da legislação que as regulamenta. Por conseguinte, busca-se neste artigo destacar o impasse que a contemporaneidade vive e a importância da sociedade em geral e o profissional da Ciência da Informação, em especial, de conhecerem, em uma amplitude maior, as condições legais para os processos de geração, tratamento, uso, recuperação e, especialmente, de reuso de informação na Web. Identificam-se como alternativas emergentes as licenças Creative Commons que oferecem aos indivíduos opções de constituírem-se não somente em usuários, mas também em apropriadores e criadores de conteúdo intelectual sob condições legais.

Palavras-chaves: Informação e Tecnologia; Web Colaborativa; Direitos Autorais; Copyright; Creative Commons; Ambiente Informacional Digital; Ciência da Informação.

Obstáculos à construção de políticas nacionais de arquivos no Brasil e na Espanha: uma abordagem teórico-metodológica de análise comparada

JARDIM, José Maria. Obstáculos à construção de políticas nacionais de arquivos no Brasil e na Espanha: uma abordagem teórico-metodológica de análise comparada. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 197-213, mar., 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/409/283 >. Acesso em: 16 jun. 2011

Resumo:
São analisados os obstáculos à formulação de políticas nacionais de arquivos no Brasil e na Espanha. O método comparativo é utilizado como recurso, considerando-se suas possibilidades para análises comparadas de políticas públicas de informação em níveis nacionais. Além de se avaliar o alcance das políticas executadas, mostram-se também relevantes os elementos que impedem a formulação de políticas arquivísticas. A produção de conhecimento sobre o tema mostra-se fundamental para a emergência de novas discussões no espaço acadêmico e, se possível, na configuração de uma agenda política com diversos atores sociais.
Palavras-chave: Políticas nacionais de arquivos. Políticas públicas de informação. Análise comparada. Arquivos públicos. Sistemas de arquivos

Políticas de informação, as TIC e a participação no âmbito da sociedade da informação: enfoque na inclusão digital do global ao local

NEVES, Barbara Coelho. Políticas de informação, as TIC e a participação no âmbito da sociedade da informação: enfoque na inclusão digital do global ao local. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 1, p. 47-60, jan./abr., 2010. Disponivel em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=772&article=379&mode=pdf&OJSSID=b22269fa6fd8b3982f1b4e8a98613121>. Acesso em: 29 jan. 2011.

Resumo
Trata-se de um artigo que procura discutir, à luz da literatura sobre políticas públicas e política de informação, a questão da sociedade da informação. Tem como objeto de análise a Sociedade da Informação enquanto ação política, no contexto global, regional, nacional e local. O foco é a participação por meio da inclusão digital. A metodologia utilizada contou com a observação de sítios institucionais, de notícia e a literatura do campo. Esta análise também apresenta algumas definições sobre o tema políticas públicas, atores políticos, novos agentes e instrumentos envolvidos na agenda global da sociedade da informação.

Palavras-chave: Políticas públicas. Políticas de informação. Sociedade da informação. Participação. Inclusão digital.

Leitura de Barraco: efeitos de leitura em uma Biblioteca Itinerante

ALVES, Adenilson; ROMÃO, Lucília Maria Sousa. Leitura de Barraco: efeitos de leitura em uma Biblioteca Itinerante. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 27-34, ago. 2010. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/47/48>. Acesso em: 19 jan. 2011.

Resumo
O presente trabalho destaca a criação de uma biblioteca itinerante que busca promover espaços de leitura e interpretação num assentamento rural, na região de Ribeirão Preto. Considerando que, para a maioria do s leitores brasileiros, o principal espaço de acesso aos livros é a biblioteca e sabendo que, muitas vezes, ela deixa de cumprir sua função social, servindo apenas como um mero depósito de livros, procuramos, por meio do acervo da biblioteca Basílio da Gama, distribuir cestas de hortaliças com livros, cestas estas muito usadas em horas de trabalho e muito significativas para esse sujeito. Assim, criamos uma biblioteca itinerante, também muito próxima  dos sem-terra, tão afetados pelos deslocamentos no espaço geográfico.

Palavras-chave: Biblioteca Itinerante. Leitura. Livro. Análise de discurso.

Projeto Maracatando

LIMA, Luciane B.; SILVA, Marcelo Gabriel da. Projeto Maracatando. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 19-26, ago. 2010. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/46/47>. Acesso em: 19 jan. 2011.

Resumo
Projeto idealizado pela bibliotecária Luciane B. Lima e o professor de percussão Marcelo Gabriel da Silva com parceria da Oficina de Contação de Histórias e Maracatu, que busca incentivar a prática de leitura através do lúdico e da imaginação usando instrumentos musicais e bonecos. Este projeto ganhou o IX Prêmio Laura Russo sob o tema Empreendedorismo Social em 2010.

Palavras-chave: Incentivo à leitura. Contação de histórias. Prêmio Laura Russo

Projeto Biblioteca Aprendiz do Centro Comunitário Ludovico Pavoni – CCLP

TELLES, Rosana Formigoni. Projeto Biblioteca Aprendiz do Centro Comunitário Ludovico Pavoni – CCLP. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 12-18, ago. 2010. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/45/46>. Acesso em: 19 jan. 2011.

Resumo
As bibliotecas comunitárias quando sob a direção de um bibliotecário têm cumprido papel de extraordinária importância no desenvolvimento de competências informacionais, formação de leitores e como espaço para a pesquisa, a curiosidade e o crescimento cultural e intelectual de populações mais carentes. Este projeto ganhou o IX Prêmio Laura Russo sob o tema Empreendedorismo Social em 2010.

Palavras-chave: Biblioteca comunitária. Centro Ludovico Pavoni. Projeto Biblioteca Aprendiz. Prêmio Laura Russo

Bibliotecas Comunitárias como prática social no Brasil

MACHADO, Elisa Campos; VERGUEIRO, Waldomiro. Bibliotecas Comunitárias como prática social no Brasil. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 3-11, ago. 2010. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/44/45>. Acesso em: 19 jan. 2011.


Resumo
A pesquisa tem por objetivo principal apontar políticas públicas para o fortalecimento e ampliação das bibliotecas comunitárias no país. Para isso,  analisou-se a biblioteca comunitária como espaço de articulação local, seus atores, sua organização e o  uso da informação nesse contexto. Confirmou-se que o motivo principal para a criação desses projetos é a carência de bibliotecas públicas e escolares no país, o que leva a sociedade a buscar caminhos para enfrentar o problema de acesso à informação, à leitura e ao livro. A partir das experiências analisadas,  percebe-se que, quanto mais participativa é a sua gestão, maior é a possibilidade da biblioteca transformar-se num espaço estratégico para a implantação de políticas de integração social. Apontam-se como princípios básicos para a implantação de políticas para esses espaços o respeito à diversidade e pluralidade cultural, assim como a valorização do espaço público e dos processos participativos. Defende-se a consolidação do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas como agência responsável pela implementação, monitoramento e avaliação das políticas públicas para apoiar as bibliotecas comunitárias.

Palavras-chave: Biblioteca Comunitária. Biblioteca Pública. Políticas Públicas para Bibliotecas. Prêmio Laura Russo

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