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Preservação e Segurança digital

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Considerações sobre o E-book:do Hipertexto à Preservação Digital

DZIEKANIAK, Gisele Vasconcelos; MORAES, Rosana Portugal Tavares de; MEDEIROS, Jackson da Silva; RAMOS, Clériston Ribeiro. Considerações sobre o E-book:do Hipertexto à Preservação Digital. Revista Biblos. Rio Grande, v. 24, n. 2, p. 83-100, 2010. Disponível em: < http://www.seer.furg.br/ojs/index.php/biblos/article/view/1899/1035>. Acesso em: 24  jul. 2011.

Resumo
O desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação imprimiu na sociedade contemporânea mudanças no processo de criação, tratamento e disseminação do conhecimento. Nesse cenário, surge um suporte de leitura pouco discutido: o e-book. O e-book trouxe novo estilo de escrita e leitura, além de alterar a forma de publicação e distribuição da informação. Nessa perspectiva,  este trabalho busca discutir, através de revisão de literatura, características do livro eletrônico, bem como suas vantagens e desvantagens, inserido em um contexto que vai desde a importância do hipertexto  – paradigma de leitura presente no contexto do livro eletrônico, ressaltando a importância da problemática da propriedade intelectual e, de forma introdutória, discute algumas das técnicas de preservação digital. Diante dos aspectos analisados, considera o  e-bookuma tecnologia coadjuvante ao livro impresso e um grande aliado no processo de disseminação da informação e da cultura. E, assim como qualquer documento/objeto digital, o livro eletrônico também necessita de maiores cuidados  no tocante à preservação, para que futuras gerações possam ter acesso ao conhecimento gerado e difundido por essas tecnologias de leitura e armazenagem de informação.
Palavras-chave: E-book. Livro eletrônico. Hipertexto. Editoração eletrônica. Propriedade intelectual. Preservação digital.

Proteção da informação digital: segurança ou privação?

PIMENTEL SOBRINHO, Alvaro Caetano. Proteção da informação digital: segurança ou privação? DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 3, jun. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun11/Art_07.htm>. Acesso em: 17 jul. 2011.

Resumo
É preciso refletir sobre a segurança dos dados que se encontram, atualmente em grande número, disponíveis em bibliotecas virtuais e/ou eletrônicas. Sabe-se, contudo, que a acessibilidade a esses dados nem sempre é tão livre quanto parece ser, e nem sempre segura quanto às vezes aparenta – o mundo está em rede e vigiado por satélites. Os aplicativos que possibilitam proteger a informação e, de alguma maneira, policiar o acesso aos dados perpassa por um conjunto de abstrações sobre ética, acesso, modelos e regras que estão nas construções efetuadas por técnicos e administradores de dados. Assim, “os dispositivos midiáticos, notadamente os computadores, que a cada momento estão mais velozes, duplicaram as condições de alcance material a uma proximidade fantástica” (Pimentel Sobrinho, p.15). Isso possibilita perceber o espaço virtual mais importante que o espaço geográfico porque é permissível estar em vários lugares, simultaneamente, estando fisicamente em apenas um. O objetivo dentro dos conceitos que permeiam a segurança das bases de dados é discutir se a propalada liberdade de acessá-los existe de fato ou se faz parte da ideia de policiar os dados e tratá-los como commodities. Diante desse fato emergem questões sobre ética, acesso livre, segurança, privacidade de dados e se é possível acessá-los considerando os conceitos de segurança e tratamento dado a esses dados como moeda. Evidentemente se há um valor agregado a uma informação percebe-se que deverá haver uma discussão do que deve ser de livre acesso e a maneira que poder-se-á disponibilizar as informações.

Palavras-chave: Segurança; Acesso livre; acesso aberto; Ética; Colaboração; Informação.

Cultura Digital: novo sentido e significado de documento para a memória social?

DODEBEI, Vera. Cultura Digital: novo sentido e significado de documento para a memória social?. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 2, 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr11/Art_01.htm>. Acesso em: 10 abr. 2011.

Resumo
Da construção histórica do conceito de documento, ao caráter híbrido das mídias que compõem as “nuvens” de memórias virtuais e suas linguagens, este artigo busca compreender o sentido (processo) e o significado (produto) que a ideia de documento possa ter para uma memória social digital. O documento, no âmbito da ciência da informação e da memória social, é a matéria de discussão da primeira parte desta comunicação. Em seguida, indica-se o cenário tecnológico das mudanças ocorridas na cultura digital da modernidade para a pós-modernidade e dos objetos digitais representados pelas mídias híbridas que modificam a trajetória da ciência da informação e formatam a memória social. Como conclusão, apresenta-se o estado da arte, no Brasil, das ações políticas para a constituição de arquivos, bibliotecas e museus digitais virtuais e da preservação do documento/patrimônio (nascido) digital.

Palavras-chave: Cultura digital; Documento; Ciência da informação; Memória social; Patrimônio digital.

Preservação digital: a influência da gestão dos documentos digitais na preservação da informação e da cultura

INNARELLI, Humberto Celeste. Preservação digital: a influência da gestão dos documentos digitais na preservação da informação e da cultura. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 8, n. 2, p. 72-87, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/487>. Acesso em: 01 mar. 2011.

Resumo
A cultura de nossa sociedade preservada ao longo tempo através da utilização de meios de transmissão e da apropriação do conhecimento encontra-se ameaçada, já que as novas tecnologias da informação e comunicação tornam frágil a forma de registro e processamento da informação. Esta fragilidade é refletida nos modelos de gestão de documentos digitais permanentes, os quais sofrem influência direta dos profissionais da administração e da Tecnologia da Informação e Comunicação, atuais gestores da informação. Este artigo pretende contextualizar, de uma forma macro, a influência desses profissionais na preservação dos documentos digitais e os problemas gerados pela gestão inadequada do documento digital permanente.

Palavras-chave: Preservação digital. Gestão de documento digital. Documento digital. Preservação da cultura. Política de preservação digital.

Uma outra face dos metadados: informações para a gestão da preservação digital

SAYÃO, Luís Fernando. Uma outra face dos metadados: informações para a gestão da preservação digital. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 15, n. 30, p. 1-31, 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/12528/14379>. Acesso em: 26 out. 2010.

Resumo
O conceito tradicional de metadado pode ser ampliado para abrigar um conjunto de informações que apóiem as atividades de gestão da preservação de materiais digitais. Esse tipo de metadados, chamados de metadados de preservação, tem como função instruir e documentar os processos de preservação digital de longo prazo, garantindo que os conteúdos digitais possam ser acessados e interpretados no futuro. Nos últimos anos foram desenvolvidos inúmeros esquemas e infraestruturas de metadados voltados para a preservação digital, que tiveram como maior desafio antecipar que informações são realmente necessárias para suportar um processo específico de preservação. A iniciativa mais importante e mais abrangente nesse campo é o dicionário de dados PREMIS cujo desenvolvimento teve como base a infraestrutura conceitual definida pela norma OAIS. A idéia básica deste trabalho é revisar os principais conceitos, padrões e tecnologias envolvidos no desenvolvimento de esquemas de metadados de preservação.

Palavras-chave: Metadados para preservação. Preservação digital. PREMIS. OAIS. METS.

Diretrizes para digitalizar e conservar os suportes de som

SCARABUCI, Marcelo; KAFURE, Ivette. Diretrizes para digitalizar e conservar os suportes de som. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 3, p. 140-152, 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/777/639>. Acesso em: 28 fev. 2009.

Resumo:

Este trabalho tem como objetivo analisar as iniciativas de conservação e digitalização por parte de colecionadores, especialistas, instituições, manuais e guias internacionais que tratam de suportes de sons. A partir dessa análise, procurou-se justificar e dar inicio à concepção nacional de uma metodologia mais objetiva e satisfatória, por meio da união de conhecimento dos segmentos envolvidos com os suportes de som.

Palavras-chave: Conservação. Preservação. Digitalização. Suportes Sonoros. Documentos Sonoros. Multimeios Sonoros.

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