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Representação da Informação

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Instrumentos de Representação do Conhecimento para práticas de Gestão do Conhecimento: taxonomias, tesauros e ontologias

BEM, Roberta Moraes; COELHO, Christianne Coelho de Souza Reinisch. Instrumentos de Representação do Conhecimento para práticas de Gestão do Conhecimento: taxonomias, tesauros e ontologias. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 1, p. 147-162, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/incid/article/view/59106>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
Em virtude da diversidade de instrumentos e ferramentas para a representação do conhecimento existentes na literatura para apoio à Gestão do Conhecimento, fez-se uma revisão de literatura do tipo sistemática para verificar a existência e aplicabilidade desses recursos. De acordo com os critérios pré-estabelecidos da revisão foram localizados noventa trabalhos, respaldando a discussão que se seguiu a respeito da aplicabilidade dos instrumentos. Observaram-se aplicações com todos os instrumentos, porém uma predominância de estudos e abordagens no uso de ontologias, se comparado aos demais instrumentos de representação do conhecimento ─ taxonomias e tesauros. Todavia, independentemente do instrumento utilizado, percebe-se a importância do controle terminológico, além da preocupação com a escolha da ferramenta mais adequada. Pois não é possível compartilhar, reutilizar e disseminar conhecimentos com acepções diversas.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento; Instrumentos de Representação do Conhecimento; Tesauros; Taxonomias; Ontologias.

Comunicação cartográfica: semântica em ferramentas de mapeamento colaborativo na web

SAMPAIO, Cárita da Silva; DUQUE, Claudio Gottschalg. Comunicação cartográfica: semântica em ferramentas de mapeamento colaborativo na web. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, ago. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago13/Art_04.htm>. Acesso em: 26 dez. 2013.

Resumo
A força da produção do conhecimento de forma colaborativa na internet chega ao mundo da cartografia. Esta afirmação causa atualmente um desconforto entre engenheiros cartógrafos, responsáveis pela produção tradicional da representação do espaço geográfico em mapas. No entanto, a despeito das posições mais radicais destes profissionais, um volume significativo de informações geoespaciais, incluindo as cartográficas, vem sendo produzido na internet por usuários diversos sem, necessariamente, um conhecimento formal da linhagem de produção cartográfica tradicional. Este fenômeno é traduzido pelo surgimento de ferramentas de mapeamento colaborativo na internet que, diariamente, geram significativos volumes de dados geoespaciais no mundo todo. Este artigo buscou identificar a riqueza semântica dos signos disponíveis em três destas ferramentas que pudessem dar completude à informação cartográfica resultante desse processo, considerando a semiótica e os signos de Peirce como meio de significação que o usuário leigo utiliza para produzir a representação espacial do lugar em que se reconhece.

Palavras-Chaves: cartografia; semiótica; signos de Peirce; semântica; mapeamento colaborativo.

A folksonomia como ferramenta para representação do conhecimento na web sob a ótica das redes sociais

ROCHA, Anna Karolina; MORENO, Josyane. A folksonomia como ferramenta para representação do conhecimento na web sob a ótica das redes sociais. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1714/1185&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
O presente artigo tem como principal objetivo analisar a folksonomia como forma de representação do conhecimento. O trabalho apoia-se em revisão bibliográfica sobre o assunto e nas abordagens feitas por alguns autores como Thomas Vander Wal, criador do próprio termo abordado e principal pesquisador nessa vertente. Faremos, ainda, um breve apanhado sobre as vantagens e desvantagens desse tipo de sistema para a sociedade da informação sob a ótica das redes sociais, usuárias em potencial desse tipo de representação. Deste modo, pretende-se mostrar a folksonomia não apenas como mais uma ferramenta para atribuir valor e significado a um termo isolado e sim como uma nova forma de pensar em organização da informação no ambiente da web.

Palavras-chave: Representação do Conhecimento. Folksonomia. Redes sociais. Organização da Informação.

Aspectos críticos na análise conceitual de charges

GOMES, Thulio Pereira Dias. Aspectos críticos na análise conceitual de charges. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1653/1150&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
Trata-se de um estudo dos aspectos críticos na análise conceitual de charges do ponto de vista da Organização do Conhecimento na Ciência da Informação. A análise conceitual, etapa da indexação, consiste na definição do assunto de um documento, para o atendimento às necessidades de recuperação de informação por determinado perfil de usuário. Quando se pretende analisar conceitualmente as charges, esse processo incorpora um caráter mais crítico. A charge é um gênero textual, em que se articula harmoniosamente textos e imagens. A representação documentária de charges enfrenta barreiras, como, por exemplo, a simultaneidade de signos imagéticos e textuais e o reconhecimento do gênero como meio de comunicação de massa, privilegiando os estudos das ciências da comunicação, obscurecendo o caráter informativo, o qual é investigado pelas ciências da informação. Conclui que as charges devem ser objetos de pesquisa, com o intuito de elaboração de linguagens documentárias eficazes para a representação semântica, bem como organização das informações e do conhecimento contidos nesse material documental peculiar, fornecendo assim mecanismos que potencializarão as buscas sistematizadas de informações representadas por charges.

Palavras-chave: Análise conceitual – Charge. Análise da informação textual-imagética. Charge. Informação textual-imagética.

A Noção de documento digital: uma abordagem terminológica

SIQUEIRA, Jessica Câmara. A Noção de documento digital: uma abordagem terminológica. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, n. 1, p. 125-140, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/24172/19793>.  Acesso em: 18 maio 2013.

Resumo

A noção de documento, até início do século XX, esteve principalmente associada ao material em que eram fixados os registros de informação. Contudo, após esse período, ocorreu uma mudança de perspectiva no modo de se enxergar o documento, a Redocumentarização, que enfatizou a função do documento como elemento chave para a mediação cultural. Todavia, além desse viés sociocultural, surge nesse contexto de mudanças sociais e tecnológicas, a noção de documento digital. Tal conceito, apesar de sua difusão trouxe alguns equívocos terminológicos, como o fato de ser superestimado em detrimento ao “documento tradicional”, ou até considerado como sinônimo de documento hipertextual. Considerando tais equívocos e com o intuito de compreender a natureza do documento digital foi feita uma análise terminológica de sua definição. Para isso foram utilizados dois procedimentos metodológicos: primeiramente a revisão bibliográfica, com intuito de retomar o contexto de origem e surgimento do documento digital; e depois a pesquisa aplicada, utilizando-se as técnicas da análise terminológica, com uso de fichas terminográficas e mapas conceituais. Por fim, foi possível constatar, que apesar da natureza dinâmica e fluída do documento digital, ele é apenas uma modalidade da noção de documento, que no contexto digital não se fragiliza, ao contrário se ratifica.

Palavras-chave: Documento. Documento digital. Redocumentarização.Terminologia.

Os mapas conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em unidades de informação

RODRIGUES, Maria Rosemary; CERVANTES, Brígida Maria Nogueira. Os mapas conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em unidades de informação. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 752-776, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/877/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Apresenta os resultados de estudo em que se analisa a contribuição dos Mapas Conceituais para a visualização das áreas do conhecimento em Unidades de Informação. Como objetivo geral analisa-se os aspectos teóricos e a contribuição de Mapas Conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em Unidades de Informação. Quanto à metodologia, caracteriza-se como descritiva e exploratória com abordagem qualitativa e quantitativa. Conclui-se que os Mapas Conceituais na Ciência da Informação podem colaborar com o campo da Organização do Conhecimento. Também pressupõe uma forma de organizar, representar e compartilhar o conhecimento. Os resultados alcançados permitem ampliar esse assunto.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da Informação. Mapas conceituais. Organização e representação do conhecimento

Um sistema autonômico baseado em ontologias e agentes inteligentes para uso em segurança da informação

AZEVEDO, Ryan Ribeiro de et al. Um sistema autonômico baseado em ontologias e agentes inteligentes para uso em segurança da informação. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianopólis, v.17, n.35, p.167-184, set./dez. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n35p167 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Este artigo apresenta um sistema autonômico baseado em ontologias e agentes inteligentes para uso em Segurança da Informação, tendo como intuito resguardar a infraestrutura computacional e de tecnologia da informação protegidas de agentes maliciosos. Como suporte teórico para o desenvolvimento da pesquisa utilizou-se de conceitos da Ciência da Informação e Ciência da Computação. São apresentados resultados do uso do sistema proposto em ambiente simulado. Como estratégia de avaliação do sistema, foi realizada uma avaliação do uso do sistema em cenários simulados com intuito de verificar e analisar o potencial da ferramenta proposta e seu funcionamento autonômico nas atividades de segurança da informação. A avaliação consistiu da aplicação de ataques de negação de serviço (DoS – Denial of Service) e SYN Flooding. O AutoCore atingiu os objetivos desejados, os resultados apresentados demonstram que o AutoCore é uma ferramenta adequada para o tratamento e utilização da informação no que diz respeito à segurança da informação, possibilitando aos responsáveis pela Gestão de Riscos e Gestão de Segurança da Informação tomarem decisões estratégicas de alinhamento das Tecnologias de Informação e Comunicação e Segurança aos processos de negócios das organizações.

Palavras-chave: Representação do Conhecimento. Ontologias. Segurança da Informação. Tecnologia da Informação

Aquisição de conhecimento para construção de ontologias: uma proposta de roteiro metodológico aplicado ao contexto da hematologia

COELHO, Kátia Cardoso; ALMEIDA, Maurício Barcellos. Aquisição de conhecimento para construção de ontologias: uma proposta de roteiro metodológico aplicado ao contexto da hematologia. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianopólis, v.17, n.35, p.47-74, set./dez. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n35p47 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Obter conhecimento especializado de um dado domínio do conhecimento é um desafio para diversos campos científicos. Em áreas correlatas às ciências da vida a terminologia é abrangente e complexa sujeita a diferentes interpretações para termos especializados. Esse tipo de problema, dentre outros relacionados, tem sido abordado há anos pela Ciência da Informação. O objetivo geral do presente trabalho é buscar alternativas para minimizar a distância entre o que o especialista tem a oferecer e aquilo que é de fato registrado como o que ele sabe. Para tal, foi proposto um roteiro para elicitação de conhecimento, para obtenção de conhecimento especializado sobre Mielopatia associada ao HTLV I. O universo empírico de dados corresponde à participação de pesquisadores do Grupo de Pesquisa em HTLV – GIPH, bem como a sua produção científica. Uma contribuição evidente da pesquisa é o roteiro metodológico descrito, que possibilitou a obtenção dos principais termos do domínio, candidatos à ontologia.

Palavras-chave: Aquisição de conhecimento. Expertise.  Conhecimento especializado. Terminologia biomédica. Construção de ontologias.

Representação temática da informação e mapas cognitivos: interações possíveis

NEVES, Dulce Amélia de Brito. Representação temática da informação e mapas cognitivos: interações possíveis. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.esp, p.39-47, . 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/13300 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Abordagem teórico-conceitual que focaliza a representação temática da informação, como momento que reflete questões terminológicas e cognitivas, perpassa o dia a dia do profissional da indexação em suas atividades nas Unidades de Informação. Apresenta possibilidades de inter-relação entre o uso de mapas conceituais na pesquisa sobre estratégias mentais do indexador durante o processo de indexação. Amplia a possibilidade de uso de mapas conceituais em outros estudos com a finalidade e criar melhor interação entre a Unidade de Informação e aqueles que dela fazem parte.

Palavras-chave: Indexação. Mapa Cognitivo. Representação Temática da Informação. Ciência da Informação

Rede social de coautoria em Ciência da Informação: estudo sobre a área temática de “Organização e Representação do Conhecimento”

SILVA, Alzira Karla Araújo da; BARBOSA, Ricardo Rodrigues; DUARTE, Emeide Nóbrega. Rede social de coautoria em Ciência da Informação: estudo sobre a área temática de “Organização e Representação do Conhecimento”. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.63-79, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/13487 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Analisa a dinâmica das redes sociais de coautoria no campo da ciência da informação no Brasil. O Grupo de Trabalho (GT2) “Organização e representação do conhecimento”, do Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB), foi caracterizado quanto à produção, ao vínculo institucional, à região geográfica, aos atores mais produtivos e às redes de coautoria. Os dados evidenciam que, no período de 1994 a 2011, foram apresentados, nesse GT, 294 trabalhos, de 297 atores, afiliados a 60 instituições. Deste conjunto, 25 constituíram os atores mais produtivos, responsáveis pela produção significativa dos trabalhos, a maioria dos quais foi elaborada em regime de coautoria. Os vínculos desses atores concentram-se na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), na Universidade de São Paulo (USP) e no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).

Palavras-chave: Ciência da Informação. Redes de coautoria. Redes sociais. Produção científica.

Um olhar discursivo nas capas de livros: diálogos entre as imagens e as palavras em “Dom Casmurro”

ANDRETTA, Pedro Ivo Silveira; GASPAR, Nádea Regina. Um olhar discursivo nas capas de livros: diálogos entre as imagens e as palavras em “Dom Casmurro”. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.37-49, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/10419 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Esta pesquisa tem como objetivo compreender as linguagens presentes em uma coleção de capas de um romance narrativo e o modo como elas retratam o conteúdo da obra, com vista ao processo de análise de textos literários. Recorre-se, para tanto, à teoria arqueológica de Michel Foucault em seus conceitos de “enunciado” e “formação discursiva” presentes no livro “A Arqueologia do saber”, os quais foram aplicados na obra “Dom Casmurro” de Machado de Assis. Demonstra-se, como resultado, dois enunciados: “A cidade do Rio de Janeiro no século XIX” e “A traição e o adultério feminino”, que constituíram a formação discursiva: “A traição e o adultério feminino no Rio de Janeiro do século XIX”. Foi observado ao final, que a teoria discursiva poderia colaborar na prática de análise de textos narrativos literários, abrindo mais uma possibilidade de estudos, dentre as existentes, também no campo da Ciência da Informação.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Análise do discurso; Literatura brasileira; Dom Casmurro; Capas

Um olhar semiótico sobre o processo de indexação: a questão da representação e do referente

SOUSA, Brisa Pozzi de; ALMEIDA, Carlos Cândido de. Um olhar semiótico sobre o processo de indexação: a questão da representação e do referente. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.23-34, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/12211 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
O processo de indexação é determinado pelo assunto do documento e sua relação com a representação da informação. Cultivar as contribuições interdisciplinares é fundamental, principalmente quando a relação permite acréscimos substanciais à área de pesquisa. Ensaiam-se neste artigo algumas contribuições da Semiótica de Charles Sanders Peirce no campo de estudo do processo de indexação, em especial, as noções de representação e referente. Conclui-se que a divisão tripartida do signo fornece base para entender o processo de representação temática, discutindo a relação do signo com o objeto e o fenômeno apresentado, em que o indexador concebe a linguagem documentária como referente.

Palavras-chave: Processo de Indexação; Representação da Informação; Referente; Semiótica; Charles Peirce (1839-1914)

A representação temática em documentos arquivísticos: o caso da indexação documental realizada pelos alunos de Arquivologia da UFPB

SILVA, Márcio Bezerra da; SOUSA, Dulce Elizabeth Lima de; BANDEIRA, Pablo Matias. A representação temática em documentos arquivísticos: o caso da indexação documental realizada pelos alunos de Arquivologia da UFPB. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.3, n.2, p.124-141, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/109 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
A representação temática da informação apresenta instrumentos que almejam a facilitação no processo de sua recuperação e dentre estes destacamos a Indexação, ação proveniente da Biblioteconomia e que ainda encontra-se em processo de desenvolvimento técnico-prático na Arquivologia. Assim, este trabalho, fazendo uso da pesquisa bibliográfica, embasada em periódicos científicos, repositórios digitais e bibliografia especializada, busca apresentar, como estudo de caso, uma atividade de Indexação em documentos correntes arquivísticos, aplicada a turma de Representação Temática da Informação Arquivística II, do curso de Arquivologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Almeja também diferenciar documentos de Arquivos dos documentos de Bibliotecas e comparar os termos selecionados pelos alunos como indexadores com os procedimentos de indexação presentes na oitava área da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE). Apresenta como resultante deste trabalho uma Política de Indexação e um Índice, ao qual, este último, posteriormente foi comparado aos termos presentes na NOBRADE, especialmente a oitava área. Acredita-se na criação de padrões aos Arquivos, levando-se em consideração a realidade e as necessidades da Instituição e dos seus usuários.

Palavras-chave: Arquivo. Representação Temática da Informação. Indexação. Norma Brasileira de Descrição Arquivística. NOBRADE.

Organização e representação das informações acadêmicas: um recurso de gestão

PRESSER, Nadi Helena; SILVEIRA, Murilo Artur Araújo da; BRAZ, Márcia Ivo. Organização e representação das informações acadêmicas: um recurso de gestão. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf, Campinas, v.10, n.1, p.16-30, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/547 >. Acesso em: 31 dez. 2012.

Resumo:
Reflete sobre os elementos que integram a gestão das informações acadêmicas, no que concerne à sua organização e representação, com vistas à sua recuperação e uso. Abarca as informações produzidas no fluxo informacional que estão no centro da regulação instituída pelo governo, da mesma maneira que explicita seus desdobramentos relativos à identificação do conteúdo informacional, objeto de gerenciamento. O estudo inclui um modelo de representação simplificada das informações, traduzidas em dimensões e indicadores de controle, os quais concentram características e agrupam critérios para explicar os elementos do universo informacional na gestão acadêmica. O objeto empírico desta pesquisa estendeu sua ação no ambiente informacional de um departamento universitário federal, no âmbito do ensino, pesquisa e extensão, na graduação e pós-graduação.

Palavras-chave: Gestão acadêmica. Organização e representação da informação. Linguagem controlada. Indicadores de controle. Órgãos reguladores.

Taxonomia como elemento estruturante em portais corporativos

VITAL, Luciane Paula. Taxonomia como elemento estruturante em portais corporativos. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf, Campinas, v.9, n.2, p.25-40, jan. /jun. 2012. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/492 >. Acesso em: 31 dez. 2012.

Resumo:
Este trabalho busca discutir os objetivos e requisitos necessários a um portal corporativo e de que forma a construção de uma taxonomia possibilita atingi-los, configurando-se em um modelo de representação da informação e do conhecimento nesse contexto. Apresenta a evolução das intranets em direção aos portais, construindo um ponto de acesso comum as informações organizacionais. Apresenta uma revisão sobre as funcionalidades que um portal corporativo deve apresentar. Conceitua e caracteriza os diferentes tipos de taxonomia e a forma com que organiza e representa a informação. Por fim, apresenta a taxonomia como ferramenta para a determinação de categorias conceituais e de relacionamentos semânticos de uma área, assim como, da estrutura navegacional, permitindo qualificar o processo de recuperação da informação.

Palavras-chave: Taxonomia. Portais Corporativos. Representação da Informação. Organização da Informação.

A representação do ciclo vital dos documentos: uma discussão sob a ótica da gestão de documentos.

MEDEIROS Nilcéia Large de; AMARAL, Cléia Márcia Gomes do. A representação do ciclo vital dos documentos: uma discussão sob a ótica da gestão de documentos. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 297-310, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15108/10436 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo tem por objetivo suscitar, sob a ótica da gestão de documentos, questionamentos acerca das concepções que fundamentam as diferentes fases que constituem o ciclo vital dos documentos e a teoria das três idades. Assim, são apresen­tadas as representações das três fases do arquivamento por que passam os documentos (corrente, intermediária e permanente) e a do ciclo vital de documentos proposta por James Rhoads (1989) (nascimento, vida ativa/ produtiva, morte ou destruição, e reencarnação). Por último, questiona-se o papel do ciclo de vital dos documentos em um processo de gestão de documentos, considerando que os critérios de avaliação documental levam à representação da ideia de ciclo vital do documento (gestação, nascimento, vida administrativa ativa/produtiva, e destinação final), e essa, por sua vez, leva à determinação do trânsito dos documentos entre arquivos, propiciando a intervenção nas fases de vida, e sustentando, por fim, a aplicação da teoria das três idades.

Palavras-chave: Gestão de documentos. Ciclo vital dos docu­mentos. Teoria das três idades.

A organização da informação e a comunicação científica: implicações para os profissionais e usuários da informação.

DZIEKANIAK, Gisele. A organização da informação e a comunicação científica: implicações para os profissionais e usuários da informação. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 45-59, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/11434/8761 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Discute a relação entre produção e disseminação da informa­ção com as práticas utilizadas pelos bibliotecários e usuários da informação, tendo como cenário a (r)evolução tecnológica, através da qual documentos surgem em formato nato-digital com velocidade de publicação inigualável. Aponta a obsolescência das metodologias utilizadas para tratamento da informação em bibliotecas tradicionais, diante das possibilidades tecnológicas para tratamento da informação como mecanismos de busca e indexação em repositórios eletrônicos. Discute as necessidades informacionais de tipos de usuários da informação. Para tanto, aborda os repositórios institucionais, o Open Archives, as onto­logias e a Web Semântica, como iniciativas para suprir necessi­dades dos leitores por acesso a textos completos em ambiente digital. Defende que a Biblioteconomia contemporânea precisa se pautar neste percurso evolutivo das tecnologias da informação no âmbito da organização e recuperação da informação, para assim entender e reconduzir o novo necessário no tratamento informacional, através das teorias e metodologias legadas.

Palavras-chave: Organização da informação. Tecnologia da informação. Usuários da informação. Produção do conhecimento. Comunicação científica.

De mochila nas costas, reconstruindo as trilhas da revista Realidade e em busca de novas narrativas: revista Campus Repórter-UnB.

MARQUES, Márcia; MOURA, Dione Oliveira. De mochila nas costas, reconstruindo as trilhas da revista Realidade e em busca de novas narrativas: revista Campus Repórter-UnB. Em Questão, Porto Alegre, v.15, n. 2, p. 203-218, jul./dez. 2009. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/10933/7383 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O artigo descreve a experiência de uma revista laboratório da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, revista Campus Repórter, lançada no ano de 2007, mas, vai além e problematiza, a partir de experiências concretas, o espaço de ensino-aprendizagem em produção de reportagens como um espaço para construção de (novas) formas narrativas para o jornalismo impresso, especialmente o jornalismo de revista. Também descreve o modo de produção colaborativa da revista, a qual envolve estudantes de jornalismo, publicidade e desenho industrial, com supervisão de professores editores da área de reportagem, fotojornalismo e planejamento gráfico.Conclui que a experiência colaborativa na produção de uma revista laboratório soma resultados e que a revista tem trilhado um caminho que aponta para novas formas narrativas mais atentas à polissemia, assim como a perspectivas inovadores de narrar fatos cotidianos a partir de uma perspectiva mais contextual, com inspiração na revista Realidade (1966 a 1976).

Palavras-chave: Jornalismo impresso. Revista. Realidade (Revista). Campus Repórter (Revista).

Significação e design.

CAUDURO, Flávio Vinícius. Significação e design. Em Questão, Porto Alegre, v.15, n. 2, p. 185-200, jul./dez. 2009. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/10475/10931 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Abstract:

Signification is a social practice which produces and reproduces meanings, the result of that being the sign (signum facere), ar­tificial semantic differences constructed by predicative subjects of a cultural formation. In order for the designer to be able to formulate relevant design solutions, he/she has to reject what is considered already known, as well as a prioristic premises, dichotomized positions and reductive definitions. That will allow him/her to think creatively about his/her practical problems. Innovative solutions do not follow the excludent philosophy of either/or but adopt instead the inclusiveness of this and that, something that seems to explain the closeness of contemporary design philosophies to Peirce’s semiotics, which is what this paper aims to show.

Keywords: Signification. Semiotics. Design. Peirce.

Classificação: uma análise comparativa entre a Classificação Decimal Universal – CDU e a Classificação Decimal de Dewey – CDD

ANDRADE, Lucas Veras de; BRUNA, Dayane; SALES, Weslayne Nunes de. Classificação: uma análise comparativa entre a Classificação Decimal Universal – CDU e a Classificação Decimal de Dewey – CDD. Biblos: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, v. 25, n. 2, p. 31-42, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://www.seer.furg.br/biblos/article/view/2088/1497&gt;. Acesso em: 30 dez. 2012.

Resumo
A classificação se origina da necessidade do ser enquanto indivíduo tornar acessível o conhecimento, e para que essa acessibilidade se realize é necessário que tenhamos a informação organizada para possível recuperação da mesma. Desse modo, entendemos a classificação como um ato de ordenação, agrupamento ou distribuição em classes ou categorias na perspectiva de uma ordem e método. O trabalho objetiva construir uma análise comparativa entre a Classificação Decimal de Dewey – CDD e a Classificação Decimal Universal – CDU identificando vantagens e desvantagens de ambas de modo que possamos apresentar um detalhamento dos sistemas de classificações mencionados, estabelecendo um parâmetro geral que possibilite a compreensão adequada do uso dos mesmos para os centros informacionais. A pesquisa segundo seus objetivos se caracteriza como analítica, onde a coleta de dados bem como os procedimentos metodológicos deu-se a partir de uma pesquisa bibliográfica, relacionando-se com a prática profissional bibliotecária, a usabilidade dos sistemas nos centros informacionais bem como sua representatividade na recuperação da informação. Para que pudéssemos alcançar a finalidade estabelecida no estudo recorremos a leituras de Piedade (1983), Lago (2009), Souza (2010) entre outros.

Palavras-chave: Classificação Documentária. CDD. CDU.

O registro das cores invisíveis: Porto Alegre imaginada em álbuns de família.

MAGALHÃES, Nara; ANSELMO, Márcia; SILVA, Lourdes Ana Pereira; ZAMIN, Ângela; SCHWAAB, Reges.  O registro das cores invisíveis: Porto Alegre imaginada em álbuns de família. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 109-125, out. 2010. Disponível em < http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15927/10122 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa “Porto Alegre Imaginada”, com destaque para as análises do grupo “Álbuns de Família”, que buscou conhecer, além dos registros oficiais sobre açorianos, as contribuições de outro grupo étnico-racial para a riqueza e diversidade da cidade. Entrevistando e fotografando pessoas que se auto-definem como negras, ouvindo seus relatos e histórias ao folhear seus álbuns de fotografias, procuramos na pesquisa dar visibilidade a uma trajetória de cidadãos e a uma cidade que na maioria das vezes permanece desconhecida, tanto da história oficial como da visibilidade midiática. Neste artigo, queremos contribuir para a reflexão a respeito de outros imaginários sobre a cidade, e pensar o que os registros pessoais e a sua narração nos dizem sobre o lugar, as possibilidades e os significados partilhados.

Palavras-chave: Álbuns de família. Fotografia. Imaginário. Porto Alegre Imaginada. Negro.

O rádio como monitor do trânsito, termômetro e cronômetro da cidade.

GOLIN, Cida.   O Rádio como monitor do trânsito, termômetro e cronômetro da cidade. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 67-78, out. 2010. Disponível em < http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15899/10119 >  Acesso em: 15 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo apresenta os resultados do segmento radiofônico da pesquisa Porto Alegre Imaginada: representações dos cidadãos sobre a cidade, projeto coletivo desenvolvido entre 2007 e 2009 na Fabico/UFRGS. A partir da metodologia estabelecida por Silva (2004), analisou-se 24 horas e dez minutos de seis programas de emissora locais, considerando os seguintes estratos analíticos: sonoro, fônico-linguístico, temporal e objetos apresentados na narração. Percebeu-se que Porto Alegre, nas narrativas radiofô­nicas escolhidas, constitui uma cidade descentrada. Na sua con­dição ubíqua de serviço e companhia, a mídia radiofônica atua como guia da mobilidade física do sujeito, cumprindo a função de termômetro e cronômetro da cidade. Desvela a condição de metrópole, mas também o tempo lento do bairro.

Palavras-chave: Rádio. Porto Alegre (RS). Narrativa radiofô­nica. Espaço urbano.

Mapas imaginários sobre Porto Alegre: as representações da cidade no cinema.

ROSSINI, Miriam de Souza; SORTICA, Fabricio de Albuquerque; GIL, Flávio Antonio Cardoso.   Mapas imaginários sobre Porto Alegre: as representações da cidade no cinema. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 43-65, out. 2010. Disponível em < http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16480/10118  >  Acesso em: 15 nov. 2012.

Resumo:

Este artigo apresenta os procedimentos de pesquisa e os resulta­dos obtidos no subgrupo Cinema da pesquisa Porto Alegre ima­ginada: representações dos cidadãos sobre a cidade. Ao longo de 2007 e 2008, foram mapeados os filmes produzidos e exibidos em Porto Alegre, em diferentes formatos e suportes, e após foi feita a análise do corpus conforme as categorias propostas no projeto geral da pesquisa. O objetivo era compreender como a cidade era percebida e representada nas imagens audiovisuais cinematográficas. Na análise, observamos a estética visual e sonora, a estrutura narrativa e as principais temáticas. A cidade que surge nas telas de cinema com certeza é muito diferente do imaginário que existe sobre a cidade real. Ao invés de uma grande metrópole moderna, o que se percebe é uma cidade que mal consegue sair dos seus limites oitocentistas.

Palavras-chave: Cinema gaúcho. Porto Alegre (RS). Cidade. Imaginário.

Estudo sobre como autores de artigos de revistas de ciências da comunicação verbalizam seus objetos de estudos em termos de palavras-chave.

FERREIRA, Sueli Mara S. P.; MORAIS, Maria Helena; MUCHERONI, Marcos; PEREZ, Josefina.  Estudo sobre como autores de artigos de revistas de ciências da comunicação verbalizam seus objetos de estudos em termos de palavras-chave. Em Questão, Porto Alegre, v.15, n. 2, p.151-167, jul./dez. 2009. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/9989/7375 >  Acesso em: 15 nov. 2012.

Resumo:

Este estudo faz a análise das palavras-chave encontradas nos artigos publicados nas revistas brasileiras e portuguesas que par­ticipam do Portal Univerciência.org – Revistas de Acesso Aberto em Ciências da Comunicação. Partimos da ocorrência e frequ­ência das palavras-chave empregadas pelos respectivos autores e editores na perspectiva de mapear características e formas de expressão referentes aos objetos de seus estudos. Os resultados possibilitaram uma melhor compreensão da área e das dificul­dades na construção de parâmetros que orientem à inserção de palavras-chave, por apresentar um contexto interdisciplinar de vocabulários híbridos e distantes entre si.

Palavras-chave: Atribuição de palavras-chave. Ciências da Comunicação. Representação do conhecimento.

Ontologia: ambiguidade e precisão

SCHIESSL, Marcelo; BRÄSCHER, Marisa. Ontologia: ambiguidade e precisão. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 1, p.125-141,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp1p125 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
A ambiguidade é um grande obstáculo para a recuperação de informação. Tanto que ela é fonte de várias pesquisas na Ciência da Informação. As ontologias têm sido estudadas com foco na resolução de problemas oriundos de tais ambiguidades. Paradoxalmente, o termo “ontologia” é ambíguo e apresenta diferentes sentidos de acordo a comunidade que o utiliza. A Filosofia e a Ciência da Computação, talvez, possuam a maior divergência em relação ao significado do termo. A primeira possui séculos de tradição e autoridade incontestáveis. A segunda, bem mais recente, apresentou definições com sentido mais informal, porém pragmático. A Ciência da Informação busca ordenar acervos visando o equilíbrio entre usuário e informação e, para tal, se vale de abordagens filosóficas e computacionais. A Web Semântica demanda a automação do ciclo informacional e abre espaço para pesquisa em ontologias. Logo, é importante revisitar abordagens variadas de tal forma que elas forneçam noções úteis aos pesquisadores da área sem, contudo, abandonar o rigor filosófico, nem o pragmatismo característico da computação.

Palavras-chave: Ontologia. Representação da informação. Recuperação da informação. Web semântica. Ciência da informação.

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