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Pedro Andretta

Curte um desafio e compartilha idéias. É entusiasta dos estudos do discurso, dos estudos métricos, da ciência da informação e da hipermidia. Esta sempre se aventurando madrugada adentro, um dia ainda quebra um paradgma ou o despertador....
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Porto Alegre e seus reflexos: a cidade imaginada e a cidade oficial.

OLIVEIRA, Lizete Dias de. Porto Alegre e seus reflexos: a cidade imaginada e a cidade oficial. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 17-28, out. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16509/10116 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Apresenta informações sobre a origem histórica da cidade e dados oficiais atuais sobre a área fisica, população, identificando e caracterizando os principais bairros da cidade. Relaciona a história e dados oficiais e a construção do imaginário da cidade. Reflete sobre a produção de um discurso oficial sobre a cidade, baseado em dados e estatísticas, e a relação entre esse discurso e os sentidos produzidos pelos habitantes de Porto Alegre.

Palavras-chave: História. Porto Alegre (RS). Porto Alegre Imaginada.

 

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Mapas imaginários sobre Porto Alegre: a cidade midiática.

JACKS, Nilda et al . Mapas imaginários sobre Porto Alegre: a cidade midiática. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 29-41, out. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16117/10117 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Entre julho e agosto de 2007, os principais meios de comunicação de Porto Alegre foram observados por uma equipe de professores e alunos da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Uni­versidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) para identificar que cidade eles ajudam a construir no imaginário do cidadão. Esta pesquisa faz parte de uma mais ampla para conhecer os imaginários urbanos da América Latina, com extensão a algumas urbes européias. Seguindo a metodologia de Silva, a pesquisa foi divida em três eixos que se entrecruzam: dados oficiais e históricos sobre o município, enquete para verificar as percep­ções dos cidadãos sobre a cidade e análise das representações construídas pelos diferentes meios de comunicação, este último é foco deste texto.

Palavras-chave: Mapa imaginário. Cidade midiática. Porto Alegre (RS).

Representación productiva de los programas de postgrado en Biblioteconomía y Ciencia de la Información en Brasil: visibilidad en las bases de datos y aspectos del Currículo Lattes de los investigadores.

PINTO, Adilson Luiz; GONZÁLEZ, José Antonio Moreiro. Representación productiva de los programas de postgrado en Biblioteconomía y Ciencia de la Información en Brasil: visibilidad en las bases de datos y aspectos del Currículo Lattes de los investigadores. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 15-32, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16073/10448 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumen:

Se analiza la productividad de los principales autores brasi­leños en Biblioteconomía y Ciencia de la Información durante el período de 1995 hasta 2004, con el objetivo de averiguar el comportamiento científico y visibilidad de las revistas en las que los investigadores publican, y su producción en medios de divulgación poco convencionales como libros, capítulos de libros y actas de congresos. La metodología consistió en seleccionar información a partir de las bases de datos SciELO, SSCI, Francis y LISA, junto a información proveniente de los Currículos Lattes de los investigadores. Los datos obtenidos se transformaron a formato txt, para luego exportarlos a una base de datos y a planillas de datos. Respecto a los resultados, se destaca que las universidades del sudoeste brasileños. Las revistas preferidas son Ciência da Informação, DataGramaZero, Transinformação y Perspectiva em Ciência da Informação; las actas de congreso preferidas fueron Enancib y CBBD.

Palabras clave: Visibilidad científica. Currículo Lattes. Estu­dio bibliométrico. Biblioteconomía y Ciencia de la Información – Brasil.

 

A crise de paradigmas e a ressignificação do conhecimento para o século XXI.

ZEN, Ana Maria Dalla. A crise de paradigmas e a ressignificação do conhecimento para o século XXI. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 49-63, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16071/10447 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O artigo discute a produção do conhecimento no século XXI, a partir da crise entre o paradigma clássico e o emergente. Des­taca a incompetência da ciência para a solução dos principais problemas decorrentes do avanço científico, em especial o fenômeno da exclusão social. Analisa o princípio da complexi­dade e a sua relação com a construção de uma nova ética para o futuro. Mostra a incapacidade da disciplinaridade para dar conta dos problemas decorrentes do avanço científico deste século. Enfatiza a interdisciplinaridade para um primeiro passo na solução dos mesmos e, como transposição paradigmática, valoriza o princípio da transdisciplinaridade. Propõe os concei­tos de permacultura, desenvolvimento sustentável, biologia do conhecimento e ecologia social como ferramentas para con­cretizar a interdisciplinaridade na produção do conhecimento. Conclui que a expansão de formas de democracia participativa é uma alternativa de gestão pública útil para equacionar o pro­blema da exclusão social. E que se trata de um mecanismo de participação popular que permite às comunidades atuarem no controle público do Estado e do governo, e podem criar novas perspectivas de vida pública.

Palavras-chave: Paradigma emergente. Transdisciplinari­dade. Comunicação científica.

 

“É bom porque é ruim!”Considerações sobre produção e consumo de cultura trash no Brasil.

CASTELLANO, Mayka. “É bom porque é ruim!”Considerações sobre produção e consumo de cultura trash no Brasil. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 283-296, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16049/10446 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Neste artigo, apresento um panorama do circuito de produ­ção e consumo de cultura trash. Amparada em entrevistas em profundidade com fãs/produtores e na realização de uma etno­grafia virtual em sites de relacionamento, analiso a importância da mídia digital como base para a criação de uma articulada comunidade que cultua artefatos culturais considerados “ruins”. Oriundos tanto da cultura massiva quanto da produção amadora, tais produtos contam com uma dedicada fruição por parte de jovens que usam a diversão como principal justificativa para o engendramento dessa crescente rede de trocas culturais.

Palavras-chave: Cultura Trash. Estudos culturais. Consumo jovem. Fãs-produtores.

TJRS e UniTV são parceiros em Justiça Gaúcha: as estratégias semiológicas de um discurso midiático.

SANTOS, Cristiano Terterola Tarouco dos; CASTRO, Maria Lilia Dias de. TJRS e UniTV são parceiros em Justiça Gaúcha: as estratégias semiológicas de um discurso midiático. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 87-102, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16028/10445 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

A midiatização é a nova natureza sócio-organizacional da socie­dade. Como reflexo disso, os três poderes do Estado têm bus­cado legitimar sua ações e sua representatividade social através de diversos aportes na mídia eletrônica e virtual. Por meio de pesquisa bibliográfica e aplicação das teorias da enunciação, buscamos verificar como os efeitos de sentido presentes no discurso televisivo são determinantes na tentativa de prospec­tar um público enquanto promovem o dispositivo. A análise da notícia de lançamento do Justiça Gaúcha, veiculada pelo pró­prio telejornal, possibilitou a identificação da proposta de um contrato de leitura ao telespectador ancorada em elementos de autorreferencialidade midiática.

Palavras-chave: Estratégias de midiatização. Teorias da enunciação. Discurso televisivo auto-referencial. Justiça Gaúcha (Programa de televisão). UniTV.

Apontamentos para uma história cultural dos talk shows brasileiros.

SILVA, Fernanda Mauricio da. Apontamentos para uma história cultural dos talk shows brasileiros. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 119-133, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16027/10444 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Os anos 1970 representam o início do processo de consolidação de talk shows na grade televisiva brasileira. Sua relevância está associada ao enfraquecimento da ditadura militar e o processo de redemocratização do país. Apesar da importância histórica, a bibliografia disponível sobre essa modalidade da programação, no Brasil, ainda é escassa. O presente artigo tem como objetivo apontar alguns caminhos para uma história cultural de talk shows jornalísticos brasileiros levando-se em conta três aspectos: o contexto sócio-cultural, o contexto televisivo e as configurações formais dos programas.

Palavras-chave: Talk shows. História cultural. Televisão.

Sobre a imperfeição fotográfica: as imagens fixas e seus deslizes de movimento.

ABREU, Elane. Sobre a imperfeição fotográfica: as imagens fixas e seus deslizes de movimento. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 103-117, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16024/10443 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Buscamos pensar o estado imagético no qual se situa a obra Pérolas imperfeitas de David Glat. Abordamos a obra a partir dos vestígios de movimento inscritos nas imagens fixas e do estado de “entre-imagens” que nela se instala, propondo-nos a ponderar o lugar da fotografia hoje, ao ser reconfigurada com os dispositivos que tomam forma na arte contemporânea. Com isso, daremos ênfase aos efeitos do fluxo temporal e corporal que a define como obra “fotográfica”.

Palavras-chave: Fotografia. Movimento. Entre-imagens. Arte contemporânea.

Biblioteca, luta de classes e o posicionamento da Biblioteconomia brasileira: algumas considerações.

SILVA, Jonathas Luiz Carvalho; SILVA, Roosewlt Lins. Biblioteca, luta de classes e o posicionamento da Biblioteconomia brasileira: algumas considerações. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 203-217, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/16023/10442 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Aborda o processo de identificação e atuação das bibliotecas considerando o contexto da luta de classes e o posicionamento da Biblioteconomia com relação a estes dois fatores. Como condição problematizadora do presente trabalho tem-se as seguintes perguntas: como a biblioteca tem atuado em seu contexto político, social, educativo, cultural, pedagógico e admi­nistrativo? Como a Biblioteconomia tem se posicionado diante da atuação das bibliotecas e do conflito da luta de classes? Analisa a biblioteca estabelecendo suas condições funcionais e institucionais, suas divisões em público e privada, o procedimento de como identificar e caracterizar efetivamente uma biblioteca. Avalia o comportamento da biblioteca no que se refere a luta de classes, mostrando que a biblioteca tem servido como um aparelho ideológico do Estado (AIE) reproduzindo informações da ideologia dominante relegando a maioria da população a um plano inferior. Analisa ainda o posicionamento da Bibliote­conomia brasileira considerando seus três principais expoentes: o curso de nível superior, o profissional e os órgãos de classes considerando as possibilidades de projeções extensionistas da formação acadêmica, de uma mobilização política dos órgãos de classe, visando estimular o profissional a desenvolver uma atividade social fundamentada no processo de atrair não-usuários e inseri-los no espaço da biblioteca através da dinamização do acervo com atividades diversas que estão para além da utilização apenas do livro.

Palavras-chave: Biblioteca. Luta de classes. Biblioteconomia brasileira. Bibliotecário. Informação.

A “volta do real” e as formas do realismo no cinema contemporâneo: o trauma em Caché e A fita branca; o abjeto em Anticristo; o banal em Mutum.

ALVARENGA, Nilson Assunção; LIMA, Marília Xavier de. A “volta do real” e as formas do realismo no cinema contemporâneo: o trauma em Caché e A fita branca; o abjeto em Anticristo; o banal em Mutum. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 267-281, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15948/10441 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Esta pesquisa busca compreender o resgate do realismo no cinema contemporâneo, tomando como ponto chave a evocação do real feita de duas maneiras: uma, através do trauma elucidado por Hal Foster com base nas artes visuais e a outra por meio do “sublime do banal” exposto por Denilson Lopes. Para tal, foram discutidos os filmes Caché e A Fita Branca, do diretor Michael Haneke para explicitar o real no trauma; o Anticristo de Lars Von Trier para o caso do real no abjeto; e, por fim, no cenário brasi­leiro, o filme Mutum de Sandra Kogut no que tange ao “sublime do banal”. Procurando, dessa forma, compreender os elementos estéticos do realismo cinematográfico contemporâneo.

Palavras-chave: Comunicação. Cinema. Realismo. Estética.

A mediação das cartas dos leitores na mídia: mapas imaginários sobre Porto Alegre.

MORIGI, Valdir Jose; ROCHA, Carla Pires Vieira da; BORGES, Márcia de Castro. A mediação das cartas dos leitores na mídia: mapas imaginários sobre Porto Alegre. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. Especial, p. 95-108, out. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15664/10121 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O artigo faz parte da pesquisa Porto Alegre imaginada: repre­sentações dos cidadãos sobre a cidade, cujo objetivo é com­preender como é construído o imaginário dos cidadãos porto-alegrenses a partir do cruzamento das representações sobre a cidade que circulam nos meios de comunicação e os dados oficiais, identificando as diferentes dimensões na construção dos imaginários urbanos. Mostra as representações dos leitores do jornal Zero Hora de Porto Alegre sobre a cidade, por meio das suas narrativas. O corpus da análise foi constituído pelas cartas dos leitores enviadas a Zero Hora por ocasião de um concurso promovido pela TIM (Telecom Itália Móbile), intitulado “A Minha Capital”, em comemoração aos 235 anos da capital gaúcha no ano de 2007. Conclui-se que o jornal impresso, ao veicular os conteúdos informativos das narrativas, faz circular imagens sobre Porto Alegre e dos seus habitantes, permeadas por símbolos que tem como referência o imaginário instituído sobre a cidade, baseado em uma relação dos cidadãos que reforça os laços de pertencimento com o lugar e com a sua identidade cultural.

Palavras-chave: Imaginário urbano. Mídia. Identidade cul­tural. Porto Alegre imaginada.

Filosofia do idealismo mágico operacionalizada nas técnicas de transição da imagem do ecossistema analógico para o digital.

EUFRAUSINO, Cláudio Clécio Vidal. Filosofia do idealismo mágico operacionalizada nas técnicas de transição da imagem do ecossistema analógico para o digital. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 65-86, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15658/10440 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O propósito deste artigo é investigar como a corrente filosófica chamada idealismo mágico – que, posteriormente, influenciou pensadores como Walter Benjamin e Michel Foucault – relacio­nam-se à transformação digital da imagem. Analisa-se, especi­ficamente, o caso da restauração e da colorização digitais de imagens antigas. É trabalhada a hipótese de que estes processos encontram identidade na tensão entre a ascensão e o declínio da aura. Noção, por meio da qual Benjamin reflete sobre o conflito entre a unicidade da experiência do tempo e do espaço e a reprodutibilidade técnica. Os referidos movimentos da aura estão, conforme as ideias trabalhadas, associados à transição de imagens do ecossistema analógico para o digital.

Palavras-chave: Imagem. Transformação digital. Aura. Ecos­sistema comunicacional. Reprodutibilidade técnica.

Apontamentos sobre as práticas de leitura: do “livro de areia” à “sopa de letras luminosas”.

MINEIRO, Imara Bemfica; BEMFICA, Juliana do Couto; CARDOSO, Ana Maria Pereira. Apontamentos sobre as práticas de leitura: do “livro de areia” à “sopa de letras luminosas”. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 149-164, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15427/10439 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O artigo discute os movimentos de escrita e de leitura. Reflete sobre as mudanças decorrentes da internet e da hipermídia, cujos fatores principais seriam o concurso de recursos auditivos, visuais e a hipertextualidade e cujo resultado seria o borramento entre autor-leitor-editor, a evanescência da obra e a multiplicidade de sentidos envolvidos.

Palavras chave: Práticas de leitura. Tecnologias de escrita e leitura. Literacia digital.

Ações, pensamentos, sentimentos e estratégias no processo de pesquisa acadêmica.

FIALHO, Janaina Ferreira. Ações, pensamentos, sentimentos e estratégias no processo de pesquisa acadêmica. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 165-176, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15312/10438 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

A pesquisa busca compreender o comportamento informacional dos estudantes vencedores do Prêmio Jovem Cientista, através de suas ações, pensamentos, sentimentos e estratégias durante a realização das pesquisas acadêmicas. Nove estudantes dos cur­sos de Comércio Exterior, Comunicação, Design Gráfico, Direito, Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Fisioterapia, Relações Internacionais e Tecnologia em Gestão da Qualidade e Produtividade foram entrevistados no ano de 2008. As categorias de análise do comportamento informacional foram a revisão de literatura, estabelecimento do foco da pesquisa, seleção e uso das fontes de informação, escrita e apresentação final do trabalho. É possível afirmar que o Modelo ISP é um referente importante para a compreensão do comportamento informacional de jovens na prática da pesquisa acadêmica. O Prêmio Jovem Cientista pode ser considerado um marco importante na vida dos estudantes vencedores em relação ao aprendizado de pesquisa, ao reco­nhecimento social e ao desenvolvimento da carreira profissional.

Palavras-chave: Prêmio Jovem Cientista. Pesquisa acadêmica. Comportamento informacional. Modelo ISP. CNPq.

Gestão do conhecimento: categorização conceitual.

ALVARES, Lillian; BAPTISTA, Sofia Galvão; ARAÚJO Jr., Rogério Henrique de. Gestão do conhecimento: categorização conceitual.  Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 235-252, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15124/10437 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Apresenta as discussões da literatura relativas à Gestão do Conhecimento, sua categorização conceitual, destacando o com­partilhamento do conhecimento e o mapeamento da informação como estratégias para promover a aprendizagem e a inovação nas organizações. Enfatiza que as formas de comunicação organizacional, as tecnologias de informação e comunicação e a gestão da informação são os elementos que apoiam o processo de compartilhamento do conhecimento, permitindo que as novas práticas de Gestão do Conhecimento facilitem os processos de inovação nas organizações.

Palavras-chave: Gestão do conhecimento. Categorização conceitual. Gestão da informação.

A representação do ciclo vital dos documentos: uma discussão sob a ótica da gestão de documentos.

MEDEIROS Nilcéia Large de; AMARAL, Cléia Márcia Gomes do. A representação do ciclo vital dos documentos: uma discussão sob a ótica da gestão de documentos. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 297-310, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15108/10436 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo tem por objetivo suscitar, sob a ótica da gestão de documentos, questionamentos acerca das concepções que fundamentam as diferentes fases que constituem o ciclo vital dos documentos e a teoria das três idades. Assim, são apresen­tadas as representações das três fases do arquivamento por que passam os documentos (corrente, intermediária e permanente) e a do ciclo vital de documentos proposta por James Rhoads (1989) (nascimento, vida ativa/ produtiva, morte ou destruição, e reencarnação). Por último, questiona-se o papel do ciclo de vital dos documentos em um processo de gestão de documentos, considerando que os critérios de avaliação documental levam à representação da ideia de ciclo vital do documento (gestação, nascimento, vida administrativa ativa/produtiva, e destinação final), e essa, por sua vez, leva à determinação do trânsito dos documentos entre arquivos, propiciando a intervenção nas fases de vida, e sustentando, por fim, a aplicação da teoria das três idades.

Palavras-chave: Gestão de documentos. Ciclo vital dos docu­mentos. Teoria das três idades.

A mediologia de Régis Debray: limites e contribuições ao campo comunicacional.

MARANHÃO, Ana Carolina Kalume; GARROSSINI, Daniela Favaro. A mediologia de Régis Debray: limites e contribuições ao campo comunicacional. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 33-47, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15053/10435 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Ainda não há no Brasil um trabalho sistemático e continuado sobre o pensamento mediológico de Régis Debray. O presente trabalho visa o estudo da Mediologia como instrumento para análise das idéias e da transmissão simbólica. O objetivo deste trabalho é esclarecer a relação entre a comunicação e a Medio­logia, colocando em primeiro lugar questões que dizem respeito à definição dessa corrente de pensamento e suas reais relações com o campo comunicacional. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho consiste na realização de um exame aprofundado das categorias empregadas por Debray ao longo de quatro obras mediológicas como forma de apresentar e discutir os problemas da Mediologia. Como resultado, espera-se traçar condições materiais para a aproximação entre a Mediologia e as pesquisa em Comunicação.

Palavras-chave: Mediologia.Mediação.Teorias da comunica­ção.Pensamento comunicacional. Régis Debray.

 

 

Mídia e individuação semioestética.

ATEM, Guilherme Nery. Mídia e individuação semioestética. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 135-147, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/13624/10434 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo tem como objetivo mapear, por uma revisão da literatura da área, os fundamentos filosóficos e semióticos da produção de subjetividades contemporânea, por meio das mídias. Para isso, são retomadas e articuladas a filosofia do empirismo (Hume) e a teoria semiótica (Peirce), a partir de uma interpre­tação ontológica (Deleuze) da subjetividade contemporânea. Se a cultura em geral já produz subjetividades, as mídias em particular especificam e intensificam algumas dessas formas de subjetivação. Os processos midiáticos de semiose pressupõem um “modo” de constituição dos sujeitos – mais pela forma do que pelo conteúdo –, e isso traz desdobramentos tanto ontológicos quanto políticos. Concluímos que aquilo que denominamos “Semiocapitalismo” (ou “Capitalismo Semiótico”) se tornou a instância fundamental dos atuais “modos de subjetivação” – o que pressupõe novas relações semioestéticas de individuação, bem como novas potências e impotências de existir.

Palavras-chave: Mídias. Individuação semioestética. Subje­tividades.

Registro de conhecimentos da comunidade Santa Clara no ciberespaço.

FARIAS, Maria Giovanna Guedes; FREIRE, Isa Maria. Registro de conhecimentos da comunidade Santa Clara no ciberespaço. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 253-266, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/13352/10433 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este trabalho objetiva refletir sobre a inclusão do registro de conhecimentos da Comunidade Santa Clara no ciberespaço, uma comunidade popular urbana, localizada nas proximidades da Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa. Trata-se de uma intervenção através de pesquisa de campo para registro, organização e divulgação das “fontes de informação” consti­tuídas por pessoas da localidade. Para isso, será produzido um sítio virtual onde será depositado, para acesso livre na Internet, o tesouro de conhecimentos das pessoas depositárias da memó­ria social e do saber da Santa Clara. Tais conhecimentos ficarão disponíveis para as próximas gerações, o que pode propiciar o exercício da cidadania e o reconhecimento dos moradores da sua identidade social, de si próprios e de sua realidade. Além disso, pode facilitar a produção de novos conhecimentos por outros atores sociais. Essa proposta de trabalho de pesquisa está em desenvolvimento no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFPB.

Palavras-chave: Registro de conhecimentos. Inclusão. Cibe­respaço. Sítio virtual.

Arte e publicidade: uma parceria nem sempre evidente.

PANCOTE, Lais Romero. Arte e publicidade: uma parceria nem sempre evidente. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 219-233, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/13017/10432 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Este artigo pretende elucidar algumas estratégias persuasivas utilizadas na construção de campanhas publicitárias, em um percurso analítico que vai da percepção dos elementos expres­sivos da mensagem até a interpretação da ação pretendida pelo anunciante. Aborda como a presença, as releituras ou correlações de obras de arte fornecem credibilidade às campanhas e como essa sensação provocada pode desencadear diferentes efeitos de sentido. A análise é composta por dois conjuntos de imagens, o primeiro é composto por figuras que remetem ao quadro de Manet Almoço na Relva, e o segundo é uma publicidade do banco Itaú Personalité que faz referência à obra de Rodin, O Pensador.

Palavras-chave: Arte. Publicidade. Consumo.

A desconstrução audiovisual do trailer.

IUVA, Patricia de Oliveria. A desconstrução audiovisual do trailer. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 165-177, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12988/8751 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Para além das reflexões acerca de uma dada produção audiovi­sual, este artigo tem por finalidade ensaiar possíveis desconstru­ções da noção hegemônica da publicidade no trailer. Daí que, acerca do mesmo, é importante considerar que esse não está restrito, somente, à promoção de filmes, uma vez que se observa na televisão, no jornalismo, nos videoclipes, etc., a presença de audiovisuais com construções semelhantes às dos trailers. Como chamaríamos esses audiovisuais, uma vez que o termo trailer, em princípio, estaria restrito a peças que possuem relação a um filme? De tal modo, poderia se pensar, portanto, que existem movimentos no interior do trailer, que vão além da publicidade e do cinema. Neste sentido, então, é possível pensar que o que justifica a ocorrência do trailer não é a existência de um filme, mas sim a promessa da existência de um filme, o que pode constituir, possivelmente, uma forma de linguagem emergente da produção audiovisual. Ou seja, é possível vislumbrar no trailer uma composição audiovisual adequada a um dado padrão glo­bal de produção e, ao mesmo tempo, identificar a existência de elementos fluidos que escapam aos modelos pré-concebidos. A articulação de uma dada linguagem audiovisual com referências que vêm desde a produção dos videoclipes e influências das tecnologias analógico-digitais, possibilita-nos vislumbrar um movimento de autonomia estética e político-econômica da pro­dução trailerífica. É neste contexto teórico-metodológico, entre a semiologia de Christian Metz e o conceito de desconstrução em Derrida, que o trabalho aborda a discussão do cinema e do audiovisual no interior do objeto trailer.

Palavras-chave: Trailer. Desconstrução. Promessa. Estética. Semiologia.

 

Imprensa das classes subalternas: atualização e atualidade de um conceito.

MIANI, Rozinaldo Antonio. Imprensa das classes subalternas: atualização e atualidade de um conceito. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 193-208, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12981/8750 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

A vitalidade ou degenerescência, o uso ou desuso de um conceito depende das características políticas e das condições sócio-histó­ricas das práticas que lhe dão substância. O caso do conceito de “imprensa das classes subalternas” se apresenta como típico para dar sustentação a esse argumento. O presente artigo tem como objetivo desenvolver uma reflexão sobre o conjunto das práticas comunicativas impressas no âmbito da comunicação popular e comunitária, por considerá-las herdeiras da tradição da imprensa proletária, bem como apresentar os componentes presentes no conceito de “imprensa das classes subalternas” que nos permita afirmar a sua pertinência para estabelecer uma análise atual da história da chamada imprensa proletária/operária no Brasil.

Palavras-chave: Imprensa proletária. Imprensa operária. Comunicação popular. Comunicação comunitária.

Publicidade autorreferencial do Diário Gaúcho: encenações do produto midiático e do leitor.

DEPEXE, Sandra Dalcul; AMARAL, Márcia Franz. Publicidade autorreferencial do Diário Gaúcho: encenações do produto midiático e do leitor. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 209-222, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12980/8748 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O trabalho apresenta os resultados de uma investigação sobre a construção do Diário Gaúcho (pertencente ao Grupo RBS) em anúncios autorreferenciais. Para encontrar os modos de encenação do produto midiático e do leitor popular, buscamos o aporte dos conceitos de articulação e contrato de comuni­cação. Consideramos que o texto e o contexto da mensagem publicitária se inscrevem no espaço de produção jornalística como autorreferência de um lugar marcado por determinadas matrizes culturais. O jornal é encenado como um amigo do leitor, ou seja, há o apagamento das características típicas de um pro­duto jornalístico. Já o leitor é encenado sob duas perspectivas: uma que exalta a afetividade, a alegria e as tradições; e outra que remete à posição de subordinação e desamparo vivenciada pelas camadas populares.

Palavras-chave: Publicidade autorreferencial. Contrato de comunicação. Articulação. Jornal impresso. Diário Gaúcho. (Jornal).

Web 2.0 e EAD: riscos e possibilidades.

ROMANCINI, Richard. Web 2.0 e EAD: riscos e possibilidades. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 179-192, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12975/8747 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O artigo evidencia o crescimento das possibilidades de uso de tecnologias digitais associadas à chamada “web 2.0”, entre os usuários da internet. Discute a relação desse contexto com a educação mediada por tecnologias, em particular a Educação a Distância (EAD), notando que existe o paradoxal risco de que a utilização desses novos recursos reforce paradigmas educati­vos informacionais/reprodutivistas. Entretanto, argumenta-se que o uso reflexivo das possibilidades que surgiram no mundo digital pode favorecer a construção de espaços de diálogos na educação on-line, dando um sentido mais comunicativo/cons­trutivista a processos de educação virtual. Por fim, nota-se que, para este cenário mais positivo, é necessário, também, que haja o desenvolvimento de competências por parte dos participantes (professores e estudantes) das ações educativas no âmbito digital.

Palavras-chave: Web 2.0. Educação a distância. Tecnologias na educação.

Mediações tecnosociais e mudanças culturais na sociedade da informação.

ALMEIDA, Marco Antônio de. Mediações tecnosociais e mudanças culturais na sociedade da informação.  Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 113-130, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12972/8746 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

O texto discute as interações entre seres humanos e aparatos tecnológicos e as mudanças socioculturais decorrentes desses processos. Parte do conceito de ciborgue desenvolvido por Donna Haraway, mostrando suas convergências e diferenças em relação a outras formas de pensar a conexão tecnologia-cultura. Poste­riormente, acompanha o desdobramento histórico das mudanças sociais, culturais e cognitivas proporcionadas pelas tecnologias de comunicação e informação (TICs). Em seguida, reflete acerca das formas de sociabilidade em curso na atual sociedade da informação mediadas pelos aparatos tecnológicos. Finalmente, tece algumas considerações em torno da relação entre inclusão digital e inclusão social nesse contexto.

Palavras-chave: Cultura. Tecnologia. Sociabilidade. Sociedade da Informação. Inclusão digital.

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