//
arquivos

InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação

Esta categoria contém 115 posts

Analise da adesão às tendências da Ciência pelos repositórios institucionais brasileiros

SHINTAKU, Milton; DUQUE, Claudio; SUAIDEN, Emir José. Analise da adesão às tendências da Ciência pelos repositórios institucionais brasileiros. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 148-16, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p148-16>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Repositórios institucionais tem se tornado o locus para depósito da produção acadêmica das universidades e institutos de pesquisa, tornando-se um instrumento valioso para a disseminação da informação científica. Entretanto, como ferramentas informatizadas, requerem constante atualização, vistos ao dinamismo tecnológico. Da mesma forma, por servir a disseminação da informação  científica, deve estar em consonância com as tendências da ciência. Nesse sentido, o presente estudo visa levantar e analisar a adesão dos repositórios brasileiros em relação a: Dados Abertos; Arquivos Abertos; Acesso Aberto; Ciência Aberta; Curadoria Digital e e-science. Para tanto, faz uso de uma abordagem quantitativa, utilizando um survey com os gestores dos repositórios institucionais brasileiros. Revelou-se, assim, um cenário ainda incipiente, mas promissor na adesão às tendências da Ciência, em que a maior adesão dá-se ao Acesso Aberto. Assim, o presente estudo contribui para a discussão sobre os repositórios institucionais brasileiros.

Palavras-chave: Repositórios Institucionais; Tendências da Ciência; Dados Abertos; Arquivos Abertos; Acesso Aberto; Ciência Aberta; Curadoria Digital; e-science.

Mediação da Informação em Turismo: um estudo introdutório

MEDAGLIA, Juliana; ORTEGA, Cristina Dotta. Mediação da Informação em Turismo: um estudo introdutório. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 126-147, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p126-147>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O turismo é uma atividade presente na sociedade contemporânea e que vem, de um lado, sendo popularizado como atividade de lazer acessível a uma parcela considerável da população mundial, e, de outro, gerando interesse acadêmico como objeto de estudo. Nesses contextos, o turismo possui vinculo marcante com a informação, da qual depende e com a qual interage constantemente. Ponderando essa relação, apresenta-se aqui uma reflexão acerca dessas áreas, considerando a utilização das metodologias da Ciência da Informação para a atividade turística, enfatizando os desafios e possibilidades da mediação no contexto informacional turístico. Para tanto, metodologicamente, lançou-se mão de pesquisa bibliográfica, analisando fontes secundárias acerca dos temas. Os principais resultados das relações propostas apontam para semelhanças entre as áreas de Ciência da Informação e Turismo especialmente no que diz respeito ao caráter aplicado dos estudos dessas áreas e seu surgimento e desenvolvimento marcados pela influência interdisciplinar. Além disso, percebe-se que ante à dependência que o turismo possui em relação à informação, seja por parte dos turistas que  a usam para tomar a decisão de viajar, seja por parte dos estudiosos do tema, esses usuários têm acesso a uma grande quantidade de informação,  de onde se deriva a importância da mediação no processo de construção do conhecimento turístico, como um elemento chave da comunicação.

Palavras-chave: Informação; turismo; mediação.

Mediação e competência em informação: proposições para a construção de um perfil de bibliotecário protagonista

FARIAS, Maria Giovanna Guedes. Mediação e competência em informação: proposições para a construção de um perfil de bibliotecário protagonista. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 106-125, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p106-125>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Apresenta proposições, a partir de um projeto de pesquisa em andamento, para o desenvolvimento de um perfil de bibliotecário protagonista, tendo como subsídios os constructos teórico-conceituais da mediação e da competência em informação. Emprega como recurso metodológico a revisão de literatura de autores clássicos e contemporâneos das temáticas em foco, bem como, a experiência docente na disciplina serviços de informação. Conclui-se que ao compreender a necessidade de integrar múltiplos saberes, utilizando os conceitos da mediação da informação, desenvolvendo um conjunto de conhecimentos e habilidades (competências), o bibliotecário pode se sentir cada vez mais preparado para atender as necessidades dos usuários, e dessa forma, sentir-se protagonista de suas atividades laborais, preparando os usuários para se tornarem, progressivamente, autônomos no acesso e uso das informações que necessitam, promovendo assim, ações que beneficiam a todos, bibliotecários e usuários dos serviços de informação.

Palavras-chave: Protagonismo social; Bibliotecário; Mediação da informação; Competência em informação.

A noção de competência em informação e a de sociologia da educação e do trabalho: embate epistemológico

GOMES, Marcos Aurelio; DUMONT, Lígia Maria Moreira. A noção de competência em informação e a de sociologia da educação e do trabalho: embate epistemológico. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 84-105, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p84-105>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Apresenta a dimensão social e científica que a noção de competência assume na contemporaneidade ao traçar nexos com qualificação e as implicações estabelecidas por meio da relação entre educação e trabalho e pela reestruturação dos meios de produção. A competência em informação é exposta como resultado dessas mudanças sociais, principalmente, educacionais, dessa forma, impactando espaços tradicionais de acumulação e disseminação de recursos informacionais, como as bibliotecas.

Palavras-chave: Competência; Competência em informação; Educação; Trabalho.

Design thinking como ferramenta para geração de inovação: um estudo de caso da Biblioteca Universitária da UDESC

JULIANI, Jordan Paulesky; CAVAGLIERI, Marcelo; MACHADO, Raquel Bernadete. Design thinking como ferramenta para geração de inovação: um estudo de caso da Biblioteca Universitária da UDESC. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 66-83, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p66-83>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Este estudo aborda o uso do design thinking como ferramenta de interação e aproximação entre os colaboradores, comunidade e usuários da Biblioteca da Universidade do Estado de Santa Catarina (BU/UDESC). Essa nova abordagem de inovação, voltada para o design thinking, possibilita agregar valor às propostas a serem implantadas, pois são pensadas e estruturadas de forma participativa. O objetivo do estudo é utilizar as técnicas do design thinking como ferramenta para geração de serviços inovadores na BU/UDESC. A metodologia adotada foi um estudo de caso, com uma pesquisa exploratória, de natureza qualitativa. Para a coleta de dados, foram utilizados métodos de entrevistas e grupo focal, realizados com a comunidade local, docentes, discentes e bibliotecários da UDESC. Após a conclusão das fases iniciais do design thinking, partiu-se para a fase da Prototipação em que se realizou a tangibilização da ideia principal, ou seja, propor a criação do Espaço Acessível para atender a pessoas com deficiência na BU/UDESC. Entende-se que a ideia é passível de ser colocada em prática, contribuindo para disponibilizar informações de qualidade e promover a acessibilidade informacional no ambiente da biblioteca universitária.

Palavras-chave: Design thinking; Inovação; Biblioteca universitária; Acessibilidade.

Gamificação, elementos de jogos e estratégia: uma matriz de referência

COSTA, Amanda Cristina Santos; MARCHIORI, Patrícia Zeni. Gamificação, elementos de jogos e estratégia: uma matriz de referência. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 44-65, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p44-65>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Situando-se as pesquisas de gamificação – entendida como a utilização de elementos de design de jogos em contextos que não são de jogos – nas discussões referentes à arquitetura de informação, o estudo apresenta uma matriz de referência para aplicações de gamificação a partir da sistematização de elementos de jogos (dinâmicas, mecânicas e componentes) e da busca de relações com segmentos/áreas de aplicação da gamificação. Além da pesquisa bibliográfica exploraram-se técnicas da Teoria Fundamentada nos Dados (Grounded Theory) para coleta, preparação e análise de dados. Matrizes intermediárias permitiram discutir aspectos relativos aos componentes, mecânicas e dinâmicas de jogo e os distintos segmentos/áreas identificados. A matriz principal pode servir de modelo de referência para aplicações de gamificação destacando-se que diferentes elementos de jogos podem ser combinados de diversas maneiras, e que cada segmento/área apresenta um potencial de combinações que dependem da clareza dos objetivos de negócio. Um exemplo nesta direção seria o uso da dinâmica de “narrativas” no segmento Educação e Treinamento devido ao estímulo, motivação e engajamento que estas podem promover no processo de ensino/aprendizagem. No contexto da arquitetura de informação, as mecânicas de jogo são elementos críticos para o engajamento, pois estruturam o estilo do jogo e atuam diretamente na percepção do usuário. Estudos futuros podem agregar a esta matriz informações prévias dos usuários – as quais afetariam o desenvolvimento das aplicações de gamificação – assim como informações derivadas da atividade dos jogadores, enquanto recortes voltados a uma proposta estratégica mais ampla.

Palavras-chave: Elementos de gamificação; Segmentos para gamificação; Mecânica de Jogo; Dinâmica de Jogo; Componentes de Jogo.

Linguagem Natural no Twitter e Linguagem Documentária em Tesauros: da hashtag #NãoMereçoSerEstuprada ao descritor estupro

SOUSA, Brisa Pozzi de; SILVA, Flávio Pacheco da. Linguagem Natural no Twitter e Linguagem Documentária em Tesauros: da hashtag #NãoMereçoSerEstuprada ao descritor estupro. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 20-43, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p20-43>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Aponta a linguagem natural no Twitter a partir da hashtag #NãoMereçoSerEstuprada e realiza comparação entre a linguagem documentária de dois tesauros pelo descritor estupro, sendo o Thesaurus Brasileiro da Educação (Brased) e o Tesauro Jurídico do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A pesquisa é descritiva e bibliográfica, de cunho qualitativo, embasada na investigação teórica. Discorre sobre vantagens e desvantagens no uso dessas linguagens e demonstra que na natural qualquer palavra, ou até mesmo conjunto de palavras podem ser utilizadas como hashtag para representar qualquer assunto. No entanto, observa-se que o controle do vocabulário é um elemento essencial para a representação de assuntos, pois é uma linguagem artificial produzida com o objetivo de sistematizar o vocabulário controlando, como por exemplo, a polissemia. Os resultados demonstram que a linguagem natural no Twitter não padroniza a representação do assunto sendo considerada fator dispersivo, ao contrário das linguagens documentárias que apresentam vocabulário caracterizado pela precisão dos descritores.

Palavras-chave: Linguagem natural Linguagem documentária Twitter Representação temática da informação Estupro Tesauro Brased Tesauro STJ.

Jornadas de Junho: uma leitura em quatro conceitos para a Ciência da Informação

FERREIRA, Rubens da Silva. Jornadas de Junho: uma leitura em quatro conceitos para a Ciência da Informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 5-19, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p5-19>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O trabalho tem como objetivo contribuir para o entendimento das manifestações recentes no Brasil, as chamadas Jornadas de Junho. Nesta direção, faz-se um exercício teórico de discussão no campo da Ciência da Informação, empregando os conceitos de informação, rede, afetos e multidão, precisamente para dar conta de uma realidade que se revela desconcertante para os governos, para a grande mídia, para os agentes econômicos e para a própria sociedade. De um modo geral, o trabalho aponta para o peso das redes digitais na construção de estratégias infocomunicativas, orientadas para a ação política de indivíduos e de grupos, seja nas ruas e/ou na Internet. Em seu conjunto, essas singularidades que se encontram nas manifestações dão forma a uma multidão que encontra força nas redes digitais, onde potencializam ações na perspectiva da luta por melhores condições de vida no país, expressando o sentido político da informação

Palavras-chave: Jornadas de Junho; Informação; Rede; Afetos; Multidão.

Percepções conceituais sobre mediação da informação

SILVA, Jonathas Luiz Carvalho. Percepções conceituais sobre mediação da informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 93-108, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p93-108>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Discute perspectivas conceituais de mediação da informação. O presente estudo tem como condição problematizadora uma questão a partir da seguinte pergunta: como é possível identificar e propor um conceito de mediação no campo da Ciência da Informação? O objetivo deste estudo é investigar os conceitos de mediação e mediação da informação a partir de um diálogo entre algumas áreas do conhecimento das ciências sociais, visando à proposição de um conceito de mediação no campo da Ciência da Informação. A metodologia do estudo é constituída de uma pesquisa bibliográfica mediante um diálogo com autores/textos diversos que abordam conceitualmente a mediação da informação. Conclui-se que o conceito de mediação no campo da Ciência da Informação ainda está em pleno desenvolvimento podendo se constituir como conjunto construtivo de práticas de intervenção e interferências tipificada por elementos técnicos, pedagógicos e institucionais.

Palavras-chave: Mediação da informação; Ciência da Informação; Conceito; Conhecimento.

O ato colecionador: uma visão a partir das disciplinas de Arquivologia; Biblioteconomia e Museologia

RENAULT, Leonardo Vasconcelos; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O ato colecionador: uma visão a partir das disciplinas de Arquivologia; Biblioteconomia e Museologia. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 79-92, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p79-92>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Neste artigo se analisa a relação do conceito de colecionismo com as áreas de Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. Problematiza dessa forma, questões específicas para cada uma delas e ao mesmo tempo similitudes sob a questão do ato colecionador. Nesse sentido visualiza uma possibilidade de diálogo que transponha o escopo das práticas profissionais das áreas e proponha um debate transversal. Assim, introduziu-se o conceito da categorização do colecionismo em três períodos históricos: Renascimento, Iluminismo e Contemporâneo, buscando relacioná-los com as disciplinas apresentadas neste artigo. Dessa forma, o que se propõe é a incorporação do conceito de colecionismo como tema fundamental para a constituição destes campos. Por fim, argumenta sobre a relevância de se pensar a dimensão dos aspectos colecionistas em complemento aos estudos de acesso, pois os temas não estão postos numa relação de superposição (ou superação temporal) e podem ser retomados de forma contemporânea e original sem desconsiderar uma das perspectivas.

Palavras-chave: Colecionismo; Biblioteconomia; Arquivologia; Museologia.

A Gestão do Conhecimento como recurso de inovação para Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o modelo Enabling Knowledge Creation (EKC)

FELIPE, André Anderson; MOTA, Denysson Axel Ribeiro. A Gestão do Conhecimento como recurso de inovação para Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o modelo Enabling Knowledge Creation (EKC). InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 57-78, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p57-78>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Este artigo expõe e analisa o modelo de Gestão do Conhecimento (GC), apresenta no livro Enabling Knowledge Creation de von Krogh, Ichijo e Nonaka (2000), chamado aqui de modelo EKC, traçando suas principais etapas e formas de sua aplicação. Como objetivo analisa como as diretrizes de inovação para MPEs propostas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) envolvem procedimentos da GC, mais especificamente, como se configuram frente ao modelo EKC. A pesquisa bibliográfica e documental foi utilizada como aporte metodológico para apresentar o modelo EKC, e a análise comparativa como recurso para propiciar a análise das diretrizes de inovação para MPEs propostas pelo SEBRAE e a comparação das mesmas, com as etapas estabelecidas pelo modelo EKC. Os resultados mostram que as diretrizes de inovação para MPEs estabelecidas pelo SEBRAE se aproximam das etapas apresentadas pelo modelo EKC, demostrando a relevância da GC no desenvolvimento de ações que promovem formas de inovar no contexto empresarial brasileiro.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento; Micro e Pequenas Empresas; Enabling knowledge creation; Inovação.

Análise do processo de recuperação de conjuntos de dados em repositórios governamentais

RODRIGUES, Fernando de Assis; SANT’ANA, Ricardo César Gonçalves; FERNEDA, Edberto. Análise do processo de recuperação de conjuntos de dados em repositórios governamentais. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 38-56, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p38-56>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O presente trabalho tem como objetivo identificar, na fase de recuperação, atributos disponíveis nos momentos em que se realiza pesquisas por conjuntos de dados em repositórios governamentais, a partir do modelo de Ciclo de Vida de Dados para a Ciência da Informação (CVD-CI) proposto por Sant’Ana (2013). A pesquisa fora delimitada a realização de buscas por conjuntos de dados através do mecanismo oferecido pelo sítio Portal Brasileiro de Dados Abertos, utilizando os termos ‘Educação’ e ‘Saúde’. O uso do termo ‘Saúde’ resultou na recuperação de 14 conjunto de dados e o termo ‘Educação’ recuperou 23, totalizando 37 conjuntos de dados. A análise destes conjuntos de dados dividiu-se em duas etapas: na primeira foram identificados quais atributos estavam disponíveis na página contendo o resultado das buscas a partir termos utilizados. A segunda etapa consistiu em identificar os atributos disponíveis nas páginas referentes a cada um dos conjuntos de dados recuperados na busca. Como resultado, fora construído dois quadros: o primeiro identifica os atributos que estão disponíveis nas páginas com resultados da pesquisa pelo mecanismo de busca do site; o segundo, identifica os atributos disponíveis em cada conjunto de dados recuperado pela pesquisa. Os resultados demonstraram que na primeira etapa, não há diferença nos atributos disponíveis nos resultados de busca por ambos os termos. Entretanto, na segunda etapa houve discrepâncias nos atributos identificados em cada conjunto de dados.

Palavras-chave: Ciclo de Vida dos Dados; Coleta de Dados; Dados Abertos Governamentais; Repositório Governamental.

Usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde: avaliando a eficácia, eficiência e satisfação

LIMA, Izabel França de; SOUZA, Renato Rocha; DIAS, Guilherme Ataíde. Usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde: avaliando a eficácia, eficiência e satisfação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 17-37, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p17-37>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Aborda aspectos relativos à avaliação de bibliotecas digitais, consideradas como dispositivos informacionais que podem auxiliar na democratização da informação mediada pelas tecnologias digitais. Tais bibliotecas podem ser compreendidas como um espaço de organização, armazenamento, disseminação e acesso à informação por meio de uma rede de comunicação. Discute a importância da avaliação dessas bibliotecas, observando a ausência de normas internacionais destinadas à mensuração dessas. Objetiva avaliar a usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Metodologicamente caracteriza-se como um teste formal de usabilidade, com a finalidade de medir a eficiência, a eficácia e a satisfação de usuários de bibliotecas digitais. O teste foi composto por três instrumentos de coleta de dados, um questionário de perfil/experiência; uma lista de dez tarefas a serem realizadas, utilizando o site da BVS; e um questionário com oito perguntas abertas que extraía percepções sobre o uso da biblioteca e seus recursos. O modelo metodológico foi aplicado entre os dias 05 e 21 de dezembro de 2011 no laboratório de informática do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba. Os resultados do teste de usabilidade possibilitam inferir que a BVS apresenta um bom nível de eficácia e boa eficiência, tendo o quesito satisfação atingido o nível satisfatório, conforme as respostas apresentadas nas questões abertas pelos participantes da pesquisa. Foram detectados alguns problemas de usabilidade e apresentadas sugestões para melhorar a interface e, consequentemente, a interação usuário/biblioteca digital.

Palavras-chave: Bibliotecas digitais; Avaliação de bibliotecas digitais; avaliação de usabilidade de bibliotecas digitais; Metodologia para avaliação de usabilidade.

Gestão de Serviços em Bibliotecas Públicas: aplicação do 5W2H na política de aquisição de acervo

MASSARONI, Iracema Fernandes; SCAVARDA, Annibal José Roris Rodriguez. Gestão de Serviços em Bibliotecas Públicas: aplicação do 5W2H na política de aquisição de acervo. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 4-16, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p4-16>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Apresenta o processo de aquisição de materiais informacionais  que compõem o acervo das bibliotecas públicas, a gestão de serviços e a aplicação da ferramenta 5W2H  sobre a aquisição do acervo, a utilização desta ferramenta permite a elaboração de um plano de ação proporcionando qualidade a gestão de serviços em bibliotecas públicas, evidenciando ainda o modelo das Bibliotecas Parque, tendo a Biblioteca Parque da Rocinha como laboratório deste estudo. Enfatizar que a biblioteca pública é uma instituição aberta, dinâmica, que através de seus serviços, atividades, funções, contribuem para o desenvolvimento educacional, cultural e social do individuo.

Palavras-chave: Bibliotecas Públicas; Gestão de serviços; Aquisição de acervo; Ferramenta de gestão;

O Papel do Bibliotecário de Referência na Construção do Letramento Informacional Acadêmico: uma Prática Intersetorial e Interdisciplinar

SANTOS, Fabiana Pereira; MACHADO, Lucilia Regina de Souza. O Papel do Bibliotecário de Referência na Construção do Letramento Informacional Acadêmico: uma Prática Intersetorial e Interdisciplinar. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 142-163, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p142-163>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Este relato de experiência aborda prática interdisciplinar e intersetorial exercida por bibliotecários, professores e graduandos na busca da construção do letramento informacional acadêmico na vivência universitária, mais especificamente da busca do domínio de capacidades para desvendar o universo informacional acadêmico. Ela focaliza, especialmente, a atividade e o saber-fazer de bibliotecários de referência tendo em vista tornar essa prática parte integrante do conjunto de outras que buscam ajudar e incentivar os graduandos a serem sujeitos criativos, autônomos e críticos. Esse é um desafio fundamental posto pela sociedade contemporânea ao qual a universidade deve responder. Ele coloca aos bibliotecários de referência uma tarefa nova, o exercício da função de educar, embora não tenham recebido formação específica para isso. Para tratar dessas questões, este relato discute a importância do conceito de letramento informacional para as práticas sociais no contexto de globalização e para a produção e o desenvolvimento de trabalhos validáveis no universo acadêmico. Considera a disseminação crescente do uso e desenvolvimento das TICs no universo acadêmico e suas implicações com novas demandas para alunos, professores e profissionais inseridos nesse contexto. São questões ainda pouco exploradas pela literatura e que precisam ser respondidas. Essa lacuna evidencia a importância deste relato como matéria que requer mais estudos.

Palavras-chave: Intersetorialidade; Interdisciplinaridade; Letramento informacional acadêmico; bibliotecário; Alunos de graduação

Análise da pesquisa científica no setor citrícola a partir de indicadores bibliométricos

SOUZA, Cláudia Daniele; FARIA, Leandro Innocentini Lopes. Análise da pesquisa científica no setor citrícola a partir de indicadores bibliométricos. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 128-141, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p128-141>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O setor citrícola engloba a agricultura das frutas cítricas laranjas, limões, tangerinas e seus diversos híbridos e possui extrema importância econômico-social em mais de 100 países em todos os continentes ao redor do mundo. Enquanto alguns têm mercados locais para frutas frescas, como é o caso da Espanha, Marrocos, Israel, Cuba e África do Sul, outros dependem do processamento e das exportações como uma saída para grande parte de suas produções, como por exemplo, o Brasil, Estados Unidos, China, Índia e México. Os números e as cifras do setor citrícola são expressivos e traduzem sua relevância para a economia mundial, entretanto o conhecimento acerca da mensuração da pesquisa científica e dos indicadores bibliométricos neste setor ainda é uma lacuna a ser preenchida. O objetivo deste artigo é traçar um panorama da produção científica relacionada ao setor citrícola entre os anos 2000 e 2010 e verificar qual a contribuição do Brasil nesse mesmo período. Como procedimentos metodológicos, estabeleceram-se algumas etapas para um melhor desenvolvimento da pesquisa: busca exploratória na base de dados internacional Web of Science (WoS), no intuito de encontrar palavras chave relevantes, agrupamento dos termos, elaboração da expressão de busca, coleta dos registros bibliográficos, pré-tratamento dos dados, análise bibliométrica com o software Vantage Point e por fim, representações gráficas com os softwares Microsoft Office Excel, Ucinet e NetDraw. Como resultados da pesquisa, foram gerados indicadores bibliométricos sobre a evolução das publicações científicas, suas distribuições geográficas no mundo e nas regiões brasileiras, além do mapeamento das relacionamentos que ocorrem com a colaboração científica. Conclui-se que a pesquisa relacionada ao setor citrícola apoia e acompanha a competitividade econômica das suas regiões mais produtoras, com a geração de conhecimentos altamente especializados.

Palavras-chave: Bibliometria; Indicadores bibliométricos; Produção científica; Setor citrícola; Citricultura

A relação entre Competência Informacional e Aprendizagem Organizacional: um olhar a partir do framework dos 4 I(s)

BEM, Roberta Moraes; COELHO, Chistianne Coelho de Souza Reinisch. A relação entre Competência Informacional e Aprendizagem Organizacional: um olhar a partir do framework dos 4 I(s). InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 112-127, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p112-127>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Introdução: a Competência Informacional, como habilidade de lidar com a informação, no sentido de localizar, adquirir, selecionar e tomar decisões assertivas se apresenta como um elemento importante no contexto da Gestão do Conhecimento e das organizações que aprendem continuamente. A Gestão do Conhecimento está associada ao conhecimento como fator de produção estratégico, onde o sucesso e a competitividade de uma organização estão associados a sua habilidade de adquirir, representar, gerenciar, utilizar e disseminar conhecimento. Todavia, a relação da Competência Informacional com a Gestão do Conhecimento não é muito explorada, especialmente sob o foco da Aprendizagem Organizacional, que este trabalho propõe. Objetivo: verificar a conexão existente entre as referidas disciplinas (Aprendizagem Organizacional e Competência Informacional), sob a ótica da abordagem do framework dos 4 I(s) – que compreende as fases de intuição, interpretação, integração e institucionalização – consideradas no processo de aprendizagem. Metodologia: estudo exploratório que partiu de revisão bibliográfica, seguindo com a análise dos documentos. Resultados: Aspectos da abordagem da Competência Informacional, como o “aprendizado ao longo da vida” (lifelong leanrning) e os “processos cognitivos” são mais representativos quando se relaciona Competência Informacional com Aprendizagem organizacional. Todavia, apesar dessas matérias parecerem intimamente ligadas, sua exploração nesse sentido não é evidente, identificando-se um gap na literatura, abrindo campo para pesquisas futuras.

Palavras-chave: Competência Informacional; Gestão do Conhecimento; Aprendizagem Organizacional

Entre exemplaridade e legalidade: o paradigma e a economia da inovação, um interstício epistemológico na Ciência da Informação

MENEZES, Vinícios Souza de. Entre exemplaridade e legalidade: o paradigma e a economia da inovação, um interstício epistemológico na Ciência da Informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 92-111, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p92-111>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O paradigma é puramente linguístico (paradeigma), um exemplo; se dá por analogia e entre singularidades. A episteme da legalidade baseia o paradigma em conformidades, em geral, numa relação de adequação (adequatio) universal-particular. O texto trata da tensão interpretativa entre a exemplaridade e a legalidade do paradigma e da inovação, com especial atenção para a teoria kuhniana em contraposição ao desdobramento interpretativo da economia da inovação, ambos com vultos discursivos na Ciência da Informação. No âmbito dos debates epistemológicos e econômicos da Ciência da Informação, coloca-se em questão a leitura regida pelos meios dinheiro e poder da economia da inovação, tendo como contraponto uma leitura político epistemológica do paradigma baseada na linguagem. Envolvida por esse interstício, o discurso da Ciência da Informação, por vezes, tende a ler e replicar o paradigma e a inovação como uma adequação (regula) estrutural, permanecendo latente aquilo que lhe é exemplar, a sua linguagem não sistêmica.

Palavras-chave: Paradigma; Inovação; Economia da Inovação; Ciência da Informação; Linguagem

Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología

MORÁN, Ariel. Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 71-91, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p71-91>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O artigo examina a estrutura constitutiva da epistemologia social e argumenta que esta é a ideia de Margaret Elizabeth Egan, e que Jesse Hauk Shera depois “re-conceituou” confusamente. Além disso, neste trabalho, são estabelece o que são idéias moldar a genealogia da filosofia da biblioteconomia no século XX. Somado a isso, ele determina que as idéias de Shera não pertencem desta linha genealógica, mas eles estão em uma linha paralela. Shera afastou-se da epistemologia social original de Egan, e ele foi para terras estranhas, que —ao contrário do pensamento teórico mais básico e convencional em biblioteconomia— não comungar com a tradição anterior. Por outro lado, o texto afirma que a filosofia da informação da Floridi suporta tradição biblioteconomia, seus preceitos e evolução.

Palavras-chave: Fundamentos da bibliotecologia; Epistemologia social; Filosofia da informação; Teoria da informação

Construir com o outro: dinâmica do FÓRUM EBCIB

SOUZA, Francisco das Chagas de. Construir com o outro: dinâmica do FÓRUM EBCIB. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 51-70, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p51-70>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Expõe um breve panorama das condições em que se desenvolvem ações próprias dos  profissionais bibliotecários, dos investigadores envolvidos na produção e difusão do conhecimento de ciência da informação, biblioteconomia e educação nesses campos e dos representantes do movimento profissional e científico organizados em entidades formais. Demonstra a existência de um contexto que aponta para um enredamento frágil do processo interacional vivido por essas entidades entre si, podendo suscitar uma discussão de perfil ético. A partir do quadro apresentado, traz à discussão o esforço desenvolvido, desde o ano de  2009, com o envolvimento da ABECIN, ANCIB, CFB e FEBAB, na construção de um Fórum de discussão multi-institucional constituído por essas organizações ou entidades gestoras dos  interesses de profissionais, cuja finalidade seria fortalecerem-se mutuamente, nesse espaço, em suas ações relativas à prática e à orientação política e profissional de bibliotecários e cientistas da informação atuantes no Brasil.

Palavras-chave: Política profissional; Movimento associativo; Solidariedade

Em busca dos temas perdidos

LEMOS, Antonio Agenor Briquet de. Em busca dos temas perdidos. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 34-50, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p34-50>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Apresentação feita no fórum Formação do Profissional da Informação: Desafio Contemporâneo, no dia 26 de maio de 2014, organizado pelo Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

Palavras-chave: Briquet de Lemos; Fórum Formação do Profissional da Informação: Desafio Contemporâneo.

Usuários da recuperação da informação

CHOWDHURY, Gobinda. Usuários da recuperação da informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 4-33, set. 2014/fev. 2015 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p4-33>. Acesso em: 08 out. 2015.

Palavras-chave: Recuperação da informação.

Normalização na prática: um breve relato sobre normalização e a experiência do grupo Normalizadores

SOUZA SANTOS, Mara Roxanne; SAMPAIO, Denise Braga. Normalização na prática: um breve relato sobre normalização e a experiência do grupo Normalizadores. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, p. 151-165, mar./ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i1p151-165>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
O presente trabalho relata, de maneira sucinta, sobre a utilização das normas publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – no meio acadêmico. E a partir de experiências adquiridas a criação de um grupo voltado especificamente para as práticas de normalização de trabalhos acadêmicos. É exposto, de forma sucinta, como a atividade de normalização é essencial para a organização, acessibilidade e troca de informações entre pesquisadores, professores e alunos. Tendo sua utilização mais frequente durante o desenvolvimento dos Trabalhos de Conclusão de Curso – TCCs. Para o entendimento do público em geral, buscou-se um discurso de fácil compreendimento sobre as singularidades relacionadas da atividade de normalização. A estruturação de trabalhos acadêmicos é tratada correlacionada a assuntos relevantes como a comunicação científica, ABNT, o plágio e o direito autorial. É exposta a opinião de alguns alunos sobre normalização e suas dificuldades com esta. Por fim, é relatada a experiência do grupo Normalizadores, onde são desenvolvidas atividades inteiramente ligadas a normalização de trabalhos acadêmicos; além de disseminar a importância da normalização no ambiente acadêmico.

Palavras-chave: Normalização; Padronização de trabalhos acadêmicos.

Explorando o Design Participativo como Prática de Desenvolvimento de Sistemas de Informação

CAMARGO, Liriane Soares de Araújo; FAZANI, Alex Jose. Explorando o Design Participativo como Prática de Desenvolvimento de Sistemas de Informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, p. 138-150, mar./ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i1p138-150>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
O processo de desenvolvimento de sistemas de informação deve enfocar as necessidades  dos usuários finais, garantindo uma satisfação efetiva por meio do alto grau de usabilidade, acessibilidade e qualidade do mesmo. Uma prática que pode ser utilizada para coletar, analisar e projetar informações neste processo é o Design Participativo (DP), que abrange a participação de todos os interessados no processo de desenvolvimento do sistema como desenvolvedores, usuários, funcionários e parceiros. A participação dessas pessoas pode contribuir de forma relevante no desenvolvimento do sistema, já que elas possuem vivência real do trabalho, podendo destacar com propriedades os aspectos mais cruciais e importantes a serem considerados. A partir deste contexto, este artigo objetiva explorar essa prática, que ainda é pouco difundida na Engenharia de Software e em outras áreas correlatas, trazendo princípios para auxiliar na identificação de problemas e de possíveis soluções de sistemas de informação. A metodologia de pesquisa utilizada consiste na realização de análise descritiva e exploratória, bem como procedimentos técnicos de pesquisas bibliográfica e documental.

Palavras-chave: Design participativo; Desenvolvimento; Sistemas de Informação; Coleta de requisitos.

A implantação do projeto-piloto das mídias sociais no Ibict: a página do Facebook institucional

SHINTAKU, Milton; GREENHALGH, Mariana Giubertti Guedes; MOHN, Claudia Regina de Araújo; FLEURY, Andrea Maria; CARVALHO, Maria Carmen Romcy de. A implantação do projeto-piloto das mídias sociais no Ibict: a página do Facebook institucional. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, p. 124-137, mar./ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i1p124-137>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
As mídias sociais apresentam-se como uma possibilidade de potencializar as relações pessoais ultrapassando tempo e espaço, ao permitir uma comunicação assíncrona e abrangente. Nesse ponto, o Facebook, nascido como uma opção para relacionamentos interpessoais virtuais, extrapolou sua finalidade inicial ao ofertar facilidades para que instituições possam divulgar seus produtos e serviços, transformando-se em um canal apropriado para o marketing institucional. O presente estudo descreve a implementação da página do Facebook do Ibict, como estratégia de se adaptar aos novos modelos de disseminação da informação sobre os produtos e serviços, da mesma forma que apresenta os resultados positivos do projeto-piloto da implementação, revelando a abrangência e atuação das ações.

Palavras-chave: Ibict; Facebook; Mídias sociais.

Artigos separados por assunto

Aplicações de informação Arquitetura de informação Automação de bibliotecas Bases de dados Bibliometria / Informetria/ Cientometria / Webmetria Biblioteca escolar Bibliotecas Virtuais e Digitais Biblioteconomia Biblioterapia Catalogação Classificação Competência informacional Comportamento informacional Comunicação científica Comunicação mediada por computador Desenvolvimento de coleções Disseminação da informação Divulgação científica Economia da informação Educação à distância Epistemologia da Ciência da Informação Estudos de necessidades e usos de informação Estudos de usuários Estudos Interdisciplinares Fontes de informação Formação Profissional Fundamentos da Ciência da Informação Gestão da Informação Gestão de Qualidade de Informação Gestão do Conhecimento História da Ciência da Informação Inclusão digital Indexação Informação científica Informação em arquivos Informação em Arte Informação em bibliotecas Informação em museus Informação industrial Informação tecnológica Inteligência Competitiva Internet Internet/Web Leitura Marketing de informação Mediação da informação Metadados Metodologias da Ciência da Informação Mineração de dados Obras Raras Ontologia Organização do Conhecimento Organização e Processamento da Informação Políticas de informação Preservação e Segurança digital Processamento automático de linguagem Redes e Sistemas de informação Repositórios institucionais Representação da Informação Sistemas de recuperação da informação Tecnologias da Informação Teoria da Informação Tesauros Transferência de Informação Visualização da informação Vocabulários controlados Ética da informação Ética na informação

Arquivos