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Bibliotecas Virtuais e Digitais

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Competências básicas para os gestores de preservação digital

BOERES, Sonia Araújo de Assis; CUNHA, Murilo Bastos da. Competências básicas para os gestores de preservação digital . Ciência da Informação, Brasília, v. 41, n. 1, p.103-113, jan./abr. 2012. Disponível em: <http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/2115/1796>. Acesso em: 1 jan. 2016.

Resumo
O trabalho teve como objetivo identificar as competências profissionais de gestores para trabalhar com preservação
digital. Verificou-se na literatura técnica o papel do profissional da informação no que concerne à sua atuação
tecnológica, identificar as competências profissionais dos gestores de serviços de informação que trabalham na
área de preservação digital e, finalmente, identificar as competências tecnológicas dos gestores de serviços de
informação para trabalhar com preservação digital.

Palavras-chave: Biblioteca digital. Competência profissional. Gestão de biblioteca. Preservação digital. Profissional da informação.

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Analise da adesão às tendências da Ciência pelos repositórios institucionais brasileiros

SHINTAKU, Milton; DUQUE, Claudio; SUAIDEN, Emir José. Analise da adesão às tendências da Ciência pelos repositórios institucionais brasileiros. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 2, p. 148-16, set. 2015/fev. 2016. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i2p148-16>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Repositórios institucionais tem se tornado o locus para depósito da produção acadêmica das universidades e institutos de pesquisa, tornando-se um instrumento valioso para a disseminação da informação científica. Entretanto, como ferramentas informatizadas, requerem constante atualização, vistos ao dinamismo tecnológico. Da mesma forma, por servir a disseminação da informação  científica, deve estar em consonância com as tendências da ciência. Nesse sentido, o presente estudo visa levantar e analisar a adesão dos repositórios brasileiros em relação a: Dados Abertos; Arquivos Abertos; Acesso Aberto; Ciência Aberta; Curadoria Digital e e-science. Para tanto, faz uso de uma abordagem quantitativa, utilizando um survey com os gestores dos repositórios institucionais brasileiros. Revelou-se, assim, um cenário ainda incipiente, mas promissor na adesão às tendências da Ciência, em que a maior adesão dá-se ao Acesso Aberto. Assim, o presente estudo contribui para a discussão sobre os repositórios institucionais brasileiros.

Palavras-chave: Repositórios Institucionais; Tendências da Ciência; Dados Abertos; Arquivos Abertos; Acesso Aberto; Ciência Aberta; Curadoria Digital; e-science.

Usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde: avaliando a eficácia, eficiência e satisfação

LIMA, Izabel França de; SOUZA, Renato Rocha; DIAS, Guilherme Ataíde. Usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde: avaliando a eficácia, eficiência e satisfação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 17-37, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p17-37>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Aborda aspectos relativos à avaliação de bibliotecas digitais, consideradas como dispositivos informacionais que podem auxiliar na democratização da informação mediada pelas tecnologias digitais. Tais bibliotecas podem ser compreendidas como um espaço de organização, armazenamento, disseminação e acesso à informação por meio de uma rede de comunicação. Discute a importância da avaliação dessas bibliotecas, observando a ausência de normas internacionais destinadas à mensuração dessas. Objetiva avaliar a usabilidade da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Metodologicamente caracteriza-se como um teste formal de usabilidade, com a finalidade de medir a eficiência, a eficácia e a satisfação de usuários de bibliotecas digitais. O teste foi composto por três instrumentos de coleta de dados, um questionário de perfil/experiência; uma lista de dez tarefas a serem realizadas, utilizando o site da BVS; e um questionário com oito perguntas abertas que extraía percepções sobre o uso da biblioteca e seus recursos. O modelo metodológico foi aplicado entre os dias 05 e 21 de dezembro de 2011 no laboratório de informática do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal da Paraíba. Os resultados do teste de usabilidade possibilitam inferir que a BVS apresenta um bom nível de eficácia e boa eficiência, tendo o quesito satisfação atingido o nível satisfatório, conforme as respostas apresentadas nas questões abertas pelos participantes da pesquisa. Foram detectados alguns problemas de usabilidade e apresentadas sugestões para melhorar a interface e, consequentemente, a interação usuário/biblioteca digital.

Palavras-chave: Bibliotecas digitais; Avaliação de bibliotecas digitais; avaliação de usabilidade de bibliotecas digitais; Metodologia para avaliação de usabilidade.

Biblioteca digital: uma evolução da biblioteca convencional

SANTOS, Carla Marques dos; ASSUNÇÃO, Suelene Santana. Biblioteca digital: uma evolução da biblioteca convencional. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 3, n. 2, 2013. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/2104/1304 >. Acesso em: 19 fev. 2015.

Resumo
A informação é indispensável na sociedade que vivemos em meio a mudanças e avanços tecnológicos. A biblioteca tradicional sofre um processo gradual e evolutivo acompanhada pelos suportes Tecnológicos da Informação e Comunicação, surge um novo conceito de biblioteca, chamada de Biblioteca Digital. O objetivo deste artigo consiste em contextualizar a evolução da instituição biblioteca, partindo das concepções de uma biblioteca tradicional até o advento da Biblioteca Digital. Para embasar teoricamente a pesquisa foi feito uso da pesquisa bibliográfica versando sobre o progresso da biblioteca relacionada às novas tecnologias, ressaltamos o papel da Biblioteca Digital como ferramenta na disseminação da informação à luz de duas Leis de Ranganathan, a saber: a quarta lei “Poupe o tempo do leitor” e na quinta lei “A biblioteca é um organismo em crescimento”. Espera-se com este trabalho ampliar a discussão sobre como se deu o processo de migração da instituição biblioteca de uma espacialidade física para uma espacialidade digital.

Palavras-chave: Biblioteca Tradicional. Biblioteca Digital. Tecnologia da Informação e Comunicação.

O ensino da biblioteca digital nos currículos de graduação em Biblioteconomia

CASTRO, Barbara Olinda de; CUNHA, Murilo Bastos da. O ensino da biblioteca digital nos currículos de graduação em Biblioteconomia. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.2, p.197-221, maio/ago. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/3856 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
O presente trabalho é uma pesquisa exploratória realizada junto aos coordenadores de cursos de graduação em Biblioteconomia, sobre o ensino de biblioteca digital nas Instituições de Ensino Superior no Brasil. Nela foi possível identificar se atualmente esses cursos de graduação estão preocupados em transmitir o assunto aos alunos, visando à formação profissional, para o futuro que vem abrindo portas nesta área. Com o levantamento foi possível analisar: se há uma disciplina específica ou um módulo dentro de uma disciplina; a língua em que se encontra a bibliografia adotada; se possui aulas práticas; em que semestre do fluxo acadêmico é oferecida; se é obrigatória ou optativa; a frequência de oferta; a formação do professor que ministra o conteúdo; se é oferecida no próprio departamento; e se a instituição oferece seminários sobre o assunto.

Palavras-chave: biblioteca digital;ensino de biblioteconomia

Biblioteca digital sobre educação à distância (EAD): favorecendo o acesso ao acervo do Núcleo de Estudos Pesquisas em Competência Informacional (GPCIn)

VITORINO, Elizete Vieira; ISAMI, Brenda Dayana Gonzalez. Biblioteca digital sobre educação à distância (EAD): favorecendo o acesso ao acervo do Núcleo de Estudos Pesquisas em Competência Informacional (GPCIn). Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 531-552, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/861/pdf >. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Apresenta a sistemática de idealização de uma Biblioteca Digital com o objetivo de favorecer o acesso e disponibilizar os documentos sobre Educação a Distância (EaD) do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Competência Informacional (GPCIn). A escolha deste tema se deve à estruturação física do Núcleo e à necessidade de organização e disponibilização de materiais para pesquisa sobre EaD no GPCIn. Além disso, mostra passo a passo como foi realizada a análise e seleção dos documentos, a escolha do sistema utilizado para criação da Biblioteca Digital e de que forma ela pode beneficiar este Núcleo.

Palavras-chave: Competência Informacional. Biblioteca Digital. Educação a Distância (EaD)

Modelos Conceituais para Bibliotecas Digitais

PONTES, Flávio Vieira; LIMA, Gercina Ângela Borém de Oliveira. Modelos Conceituais para Bibliotecas Digitais. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, fev. 2013. Disponível em: <ttp://www.dgz.org.br/fev13/Art_06.htm> Acesso em: 14 fev. 2013.

Resumo
O universo das bibliotecas digitais se mostra bastante complexo, multifacetado e dinâmico. O desenvolvimento e a evolução dessa área em termos de abordagens, soluções e sistemas passa pela necessidade de uma base conceitual comum capaz de estabelecer um alicerce para um melhor entendimento, comunicação e estímulo ao desenvolvimento da área. Esta base comum pode ser criada na forma de modelos que atuam como uma espécie de mapas, que guiam os diversos atores envolvidos no domínio das bibliotecas digitais, fazendo com que sigam a mesma rota e compartilhem um entendimento comum ao lidar com as entidades e objetos de pesquisa na área. Acreditamos que as bibliotecas digitais carecem de mecanismos mais eficazes para a exploração do acervo e a recuperação da informação. Nossa pesquisa propõe a aplicação de uma abordagem fundamentada na classificação facetada para organização do conhecimento em uma biblioteca digital. Mas, para que isso seja possível, é preciso estabelecer um entendimento do domínio das bibliotecas digitais, que pode ser obtido através da análise dos modelos conceituais já propostos na literatura. É nesse sentido que apresentamos, neste texto, um estudo sobre os principais modelos conceituais já propostos para a área das bibliotecas digitais. São apresentadas as primeiras iniciativas no sentido de se identificarem os principais componentes e conceitos envolvidos na área. Em seguida, são apresentados os dois principais modelos de referência, seguidos de uma breve discussão acerca de suas diferenças e convergências.

Palavras-chave: Modelos conceituais; Bibliotecas digitais; Sistema de biblioteca digital.

Ações para implantação de repositórios institucionais em universidades públicas no Estado do Rio de Janeiro

CHALHUB, Tania. Ações para implantação de repositórios institucionais em universidades públicas no Estado do Rio de Janeiro. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.115-126, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/12147 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Pesquisa descritivo-exploratória sobre ações para implantação de acesso livre à informação científica via repositórios institucionais de universidades públicas no estado do Rio de Janeiro. Teve como objetivo identificar os estágios de implantação dos repositórios institucionais. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com profisisonais responsáveis pelo desenvolvimento dos repositorios institucionais. As universidades se apresentam distintas entre si quanto às iniciativas para viabilizar a implantação de repositórios. Há heterogeneidade quanto às estratégias utilizadas para a implantação dos repositórios e seus estágios de desenvolvimento.

Palavras-chave: Comunicação científica, Repositórios Institucionais, Acesso Livre

Bibliotecas Digitais e Repositórios de Objetos de Aprendizagem

MARCHIORI, Patricia Zeni. Bibliotecas Digitais e Repositórios de Objetos de Aprendizagem. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.13-21, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/12207 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Discute as mudanças causadas pela tecnologia nas organizações de aprendizagem e os fatores técnico-tecnológicos, humanos, de caráter regulatório e legal, e de sustentabilidade que impactam a criação, manutenção e uso de repositórios de objetos de aprendizagem (ROA). Baseando-se em pesquisa bibliográfica e documental, apresentam-se os conceitos de objeto informativo e de objeto de aprendizagem (OA), assim como os requerimentos funcionais para o armazenamento destes em ambientes virtuais de aprendizagem. Explicita-se o papel dos metadados na criação e busca de objetos de aprendizagem, as dimensões que permitem a análise de modelos de repositórios e se analisam, brevemente, os mecanismos de atratividade/participação nestes, assim como indicadores derivados. Conclui-se que, além dos requisitos econômicos e tecnológicos, é necessário não apenas agregar competência técnica aos envolvidos, mas sensibilizar as comunidades de interesse para que participem na criação e manutenção dos ROA. Neste particular, especialistas vem utilizando a Teoria da Atividade (Vygostky, Luria y Leontiev) para investigar a percepção e articulação entre usuários, curadores e gestores de repositórios de objetos de aprendizagem como elementos críticos para o sucesso de tais projetos.

Palavras-chave: Bibliotecas digitais. Bibliotecas virtuais. Objetos de aprendizagem. Repositórios de objetos de aprendizagem – Metadados. Repositórios de objetos de aprendizagem – Modelos.

Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz

CARVALHO, Maria da Conceição Rodrigues de; SILVA, Cícera Henrique da; GUIMARÃES, Maria Cristina Soares. Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.1, p.97-103, jan./abr. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/12522 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
O Movimento do Acesso Livre à informação científica vem se firmando, em todo mundo, após as declarações de Budapeste de 2002, Bethesda e Berlim de 2003. No Brasil essa iniciativa começa a se manifestar, em 2005, a partir da iniciativa do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica – IBICT que lançou uma videoconferência com a participação da Academia Brasileira de Ciência e de várias sociedades científicas, dando origem ao Manifesto brasileiro de apoio ao acesso livre à informação científica. Na área da saúde, também em 2005, foi lançada no âmbito do IX Congresso Mundial de Informação em Saúde e Bibliotecas – ICML9 a Declaração de Salvador – Compromisso com a Equidade, que defende a equidade no acesso à informação cientifica como condição essencial para melhorar a saúde das coletividades. A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz foi pioneira em direção ao ‘Acesso Livre’ na área por meio de duas iniciativas lideradas pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict. A primeira delas foi o lançamento da ‘Revista Eletrônica de Comunicação Informação e Inovação em Saúde – RECIIS’ situada na via dourada do acesso livre. A segunda iniciativa foi a implementação do ‘Repositório Institucional da Fiocruz – ARCA’ situada na via verde. O presente trabalho descreve a trajetória da criação, desenvolvimento e implementação do Repositório Institucional da Fiocruz – ARCA, que iniciou suas atividades em 2007, com o objetivo de garantir a preservação da memória da produção científica e técnica do Icict e sua ampliação na perspectiva de promover o acesso livre e irrestrito da produção intelectual da Fiocruz.

Palavras-chave: Repositório Institucional; Informação Científica e Tecnológica em Saúde; Acesso Livre; Memória em Ciência, Tecnologia e Saúde

Considerações acerca do processo de alimentação de repositórios através da importação de registros de bases de dados internacionais

RAMOS, Renan Carvalho; ANDRETTA, Pedro Ivo Silveira; SILVA, Eduardo Graziosi. Considerações acerca do processo de alimentação de repositórios através da importação de registros de bases de dados internacionais. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf, Campinas, v.10, n.1, p.91-101, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/493 >. Acesso em: 31 dez. 2012.

Resumo:
Considerando que há um interesse global e crescente na implementação de repositórios institucionais e que as discussões em âmbito nacional sobre esse tema tem sido modestas, e que poucas são as iniciativas consolidadas no desenvolvimento desses sistemas nas universidades brasileiras, este trabalho toma como tema a questão da carga automática de registros comentada pelas diretrizes do programa intercontinental Alfa Biblioteca Babel. Para demonstrar as possibilidades e limitações da carga automática de registros referenciais a partir de bases de dados internacionais foi feito um estudo que se dividiu em quatro etapas, que se resumem em: escolha de um software para simular um repositório; análise de formatos de exportação dos metadados de algumas bases de dados disponíveis no Portal de Periódicos Capes; prospecção de registros e conversões de formato dos metadados; e alimentação do repositório através da importação dos registros coletados, indicando os efeitos desta prática. Como resultados são apontados um conjunto de ponderações a respeito do método que deve ser empregado para um melhor uso da carga automática de registros. Acredita-se que a carga automática de registros referenciais tem muito a colaborar com o início do desenvolvimento dos repositórios, à medida que oferece visibilidade à produção cientifica, favorecendo as instituições na elaboração dos índices de produção científica extraídos a partir dos emergentes estudos webmétricos, sem desrepeitar os principios de direitos do autor ou das editoras.

Palavras-chave: Bases de dados internacionais. Carga automática de registros. Importação de registros. Repositórios institucionais. Software GreenStone

Acesso livre à informação científica em países em desenvolvimento: o caso dos repositórios “SABER” (Moçambique) e digital da UFMG (Brasil)

WAETE, Ranito Zambo; MOURA, Maria Aparecida; MANGUE, Manuel Valente. Acesso livre à informação científica em países em desenvolvimento: o caso dos repositórios “SABER” (Moçambique) e digital da UFMG (Brasil). Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 2, p.195-210,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p195 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Os repositórios institucionais digitais de acesso livre têm proporcionado um forte debate na literatura especializada em publicações eletrônicas; mais focados nas questões sobre o movimento de acesso livre à informação científica. É tema, portanto, da preocupação de todos os atores da comunidade científica, nomeadamente docentes e pesquisadores, editores científicos, comunidades científicas, bibliotecas universitárias e provedores de acesso e de serviços. Descreve-se os repositórios institucionais de acesso livre à informação científica “Saber” (Moçambique) e Digital da UFMG (Brasil) que têm como principal objetivo preservar, organizar, divulgar e disseminar a produção científica das instituições de ensino superior e de pesquisa, utilizando o software livre DSpace.

Palavras-chave: Repositórios Digitais. Repositórios Institucionais. Acesso Livre.

Acesso livre via repositórios: políticas de instituições brasileiras

CHALHUB, Tania; BENCHIMOL, Alegria; GUERRA, Claudia. Acesso livre via repositórios: políticas de instituições brasileiras. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 2, p.159-173,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p159 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Esta é uma pesquisa descritiva documental com o objetivo de analisar as políticas institucionais para criação e povoamento de repositórios de universidades e institutos de pesquisa brasileiros. Foi realizada busca no ROAR para levantar os repositórios brasileiros e no ROARMAP para identificar as políticas registradas por instituições brasileiras. Das 100 instituições brasileiras registradas no ROAR, 34 atendem ao critério de inclusão, porém somente três já efetuaram registro de suas políticas no ROARMAP, sejam elas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e Universidade de São Paulo (USP), a qual refere-se a teses. As políticas analisadas recomendam: o depósito das publicações científicas com revisão por pares (artigos de revistas, comunicações em conferências); disponibilização dos metadados imediatamente em Acesso Livre, respeitando períodos de embargo quando necessário; e incentivo para que o autor conserve a propriedade dos direitos autorais de suas publicações. Pode-se inferir que as políticas da UFRGS e FURG foram bem sucedidas, uma vez que os repositórios das mesmas são, respectivamente, o primeiro e o terceiro no ranking brasileiro em povoamento.

Palavras-chave: Acesso livre. Repositórios institucionais. Políticas institucionais.

Análise da dinâmica de evolução das revistas científicas e bibliotecas digitais de teses e dissertações em acesso livre na área da Ciências da Comunicação: o caso do repositório Univerciencia.org

MARTINS, Dalton Lopes; FERREIRA, Sueli Mara Soares Pinto. Análise da dinâmica de evolução das revistas científicas e bibliotecas digitais de teses e dissertações em acesso livre na área da Ciências da Comunicação: o caso do repositório Univerciencia.org. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 2, p.136-158,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p136 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
O crescimento do número de repositórios de revistas científicas e bibliotecas digitais de teses e dissertações em acesso aberto tem sido relatado em diversos estudos nos últimos anos. O objetivo deste artigo é avaliar, com enfoque específico na área da Ciência da Comunicação, como esse fenômeno tem acontecido e quais os seus impactos para essa comunidade científica. Apresentamos os principais resultados obtidos na construção de uma biblioteca digital federada, o repositório Univerciencia.org, o que nos permitiu avaliar como os repositórios em acesso aberto no padrão do protocolo OAI-PMH têm se difundido por entre as revistas e programas de pós-graduação da área, bem como padrões de uso e modos de operacionalização dos repositórios, fornecendo indícios que nos permitem avaliar como estes têm sido construídos.

Palavras-chave: Biblioteca digital federada. OAI-PMH. Metadados. Bibliometria.

Contribuição das ciências cognitivas e da ciência da informação para representação da informação: proposta para utilização na construção de biblioteca virtual temática em saúde

FONSECA, Leandro Guedes da et al. Contribuição das ciências cognitivas e da ciência da informação para representação da informação: proposta para utilização na construção de biblioteca virtual temática em saúde. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 1, p.87-109,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp1p87 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Aborda aspectos das Ciências Cognitivas que podem aprimorar a representação da informação na construção de bibliotecas virtuais temáticas em saúde, visando sua utilização por distintos tipos de usuários. Mostra as vantagens das novas tecnologias de informação e comunicação, que possibilita maior dinamismo nos fluxos de informação e propicia o seu compartilhamento simultâneo. Apresenta o surgimento das Ciências Cognitivas e suas relações com a Ciência da Informação. Discorre sobre características e funcionalidades desejáveis para uma biblioteca virtual temática. Descreve a importância da contribuição da Ciência da Informação para a sociedade. Conclui ratificando a importância do caráter interdisciplinar das áreas, com vistas ao aprimoramento de produtos e serviços de informação em benefício do usuário.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Ciências Cognitivas. Bibliotecas virtuais  – Saúde. Representação da informação. Usuários de informação.

A arquitetura do livro digital na plataforma google: um estudo exploratório

DOURADO, Stella Moreira; ODDONE, Nanci Elizabeth. A arquitetura do livro digital na plataforma google: um estudo exploratório. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.34, p.131-141, maio./ago. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n34p131 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Os produtores de livros eletrônicos parecem interessados, em preservar as características do livro impresso no meio eletrônico, numa tentativa de ‘suavizar’ tal processo de transição. Neste trabalho, investiga-se a arquitetura do e-book sob à luz de indicadores editoriais usados para o livro impresso e visuais definidos para a web. Para a análise documental e comparativa da plataforma Google Livros, foi elaborado um quadro sinótico contendo as características passíveis de análise entre os livros impressos e os eletrônicos. Conclui-se que na plataforma Google Livros, os e-books agregam pouco valor às características dos livros impressos, subtraindo deles, elementos distintivos, como a portabilidade.

Palavras-chave: Livro – Formato impresso.  Livro – Formato digital. Google Livros. Arquitetura do livro – Formato digital. Indicadores editoriais – Livro digital.

O Futuro das bibliotecas pós-Google Books

ASSUNÇÃO, Renato Vieira da; REIS, Cley Arthur Miranda. O Futuro das bibliotecas pós-Google Books. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13., n. 6, dez. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez12/Art_03.htm>. Acesso em: 25 dez. 2012.

Resumo
Pouquíssimas instituições sobreviveram por tanto tempo e se desenvolveram sob formas tão variadas quanto a Biblioteca, que se adaptou e evoluiu diante de sociedades com estruturas e escalas de valores tão distintas quanto as que existiram no período da Antiguidade, da Idade Média, do mundo Moderno e até mesmo as que existem na contemporaneidade. Este trabalho parte de uma pesquisa bibliográfica, com o objetivo de evidenciar qual seria o futuro das bibliotecas convencionais diante do novo conceito de biblioteca iniciado com o Google Books. Investiga-se neste trabalho a polêmica a respeito da possibilidade desse novo serviço da gigante empresa de informática Google ameaçar a existência das bibliotecas tradicionais de pesquisas. Serão apresentados aspectos positivos e negativos deste projeto ambicioso que supostamente seria responsável por organizar e disseminar toda a informação e o conhecimento produzido pelo homem no decorrer do seu desenvolvimento. Argumenta-se também sobre os principais entraves que estão ao redor deste que é considerado atualmente como o maior projeto de digitalização de livros, como as barreiras impostas pelas legislações que amparam os direitos autorais.

Palavras-chave: Biblioteca digital; Bibliotecas tradicionais; Google books; Tecnologia da informação; Direitos autorais; Obras órfãs.

Estudo das variáveis utilizadas nas pesquisas sobre o uso do Portal de Periódicos da Capes

CENDON, Beatriz Valadares; RIBEIRO, Nádia Ameno. Estudo das variáveis utilizadas nas pesquisas sobre o uso do Portal de Periódicos da Capes. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.21, n.3, p.101-118, set./dez. 2011. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/10265 >. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo:
Este artigo apresenta uma análise e síntese das variáveis estudadas nas pesquisas sobre o uso do Portal de Periódicos da Capes divulgadas entre os anos de 2002 a 2008. Foram encontradas 11 pesquisas distintas relatadas em 20 publicações. Os instrumentos utilizados para coleta de dados foram a base para a identificação das variáveis, as quais foram classificadas em 14 categorias. Essas variáveis visam medir o sucesso do Portal através do seu uso e da satisfação dos seus usuários e identificar fatores que podem explicar o uso ou não-uso tais como características do usuário, seu conhecimento sobre o Portal e seus recursos, seu uso de outras fontes de informação e a finalidade do uso do Portal. Visam ainda elicitar as dificuldades enfrentadas pelos usuários, as vantagens percebidas e os impactos do Portal, o comportamento do usuário na busca de informação e sugestões para melhorias para o sistema.

Palavras-chave: Portal de Periódicos da Capes; Bibliotecas Digitais de Periódicos; Estudos de uso.

Taxonomia facetada como interface para facilitar o acesso à informação em bibliotecas digitais

MACULAN, Benildes Coura Moreira dos Santos; LIMA, Gercina Angela Borém de Oliveira; PENIDO, Patrícia. Taxonomia facetada como interface para facilitar o acesso à informação em bibliotecas digitais. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 1, p. 234-249, jan./jun., 2011. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/746/pdf_48>. Acesso em: 23 jul. 2012.

Resumo
As bibliotecas digitais comumente oferecem interface de busca com duas formas: 1) busca simples; e 2) busca avançada. Neste artigo pretende-se apresentar uma interface de busca usando taxonomia facetada. A classificação vem sendo aplicada como forma de acomodação de informações visando à recuperação do conteúdo de sites, principalmente no e-commerce. O fator restringente nos sistemas de recuperação da informação é o modo de representação utilizado, que muitas vezes não permite a transferência e comunicabilidade do conhecimento. Busca-se, com a taxonomia facetada como interface de busca, estruturar os dados de forma
flexível, permitindo a opção de cruzamento de informações.

Palavras-chave: Biblioteca digital; Taxonomia facetada; Interface de busca; Acesso à informação.

Interatividade e Usabilidade nas Bibliotecas Digitais no Processo Ensino-Aprendizagem

LIMA, Izabel França de; SOUZA, Renato Rocha; DIAS, Guilherme Ataíde. Interatividade e Usabilidade nas Bibliotecas Digitais no Processo Ensino-Aprendizagem. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, jun. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun12/Art_03.htm>. Acesso em: 6 jul. 2012.

Resumo
Este estudo de revisão de literatura sobre interatividade e usabilidade nas bibliotecas digitais objetiva apresentá-las como ferramentas que podem auxiliar na construção do conhecimento numa concepção de educação mediada pelas TICs. Neste contexto, entendemos a usabilidade como a capacidade de um sistema interativo operar, de modo eficaz, eficiente e agradável, em determinado contexto de realização das tarefas de seus usuários. Já a “interatividade” substituiu o conceito de “interação”, incorporado inicialmente pela Psicologia e Sociologia, e posteriormente pela Informática, na tentativa de cobrir algumas especificações ausentes no conceito de “interação”. O estudo explorou, a partir da revisão de literatura, a interatividade e usabilidade das bibliotecas digitais, considerando que a biblioteca digital caracteriza-se como uma coleção de serviços e de objetos de informação, sendo dotada de organização, estrutura e apresentação para suportar a interatividade dos navegadores com os objetos de informação, disponíveis direta ou indiretamente através do meio digital. A pressuposição de que a rede de informação é composta de elementos de interatividade, formando uma interconexão instável no tempo e espaço, leva-nos a supor que a biblioteca digital é uma ferramenta em potencial para desenvolver estratégias de ensino-aprendizagem. Por dispor de uma informação indexada e organizada, ela pode e deve ser utilizada para propiciar a reestruturação do conhecimento e a construção de um caminho próprio na busca da informação relevante para a construção do material didático a ser utilizado em sala de aula. Tais percepções permitem pensar a Ciência da Informação e a Educação trabalhando conjuntamente para minimizar as questões da escola e compreender que as bibliotecas digitais estão disponibilizadas na internet para serem usadas, também, com fins pedagógicos.

Palavras-chave: Biblioteca digital. Educação. Usabilidade. Interatividade. Estudo de usuário.

A formação do bibliotecário para atuar em bibliotecas virtuais: uma questão a aprofundar

MADUREIRA, Helania Oliveira; VILARINHO, Lúcia Regina Goulart.  A formação do bibliotecário para atuar em bibliotecas virtuais: uma questão a aprofundar. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 87-106, set./dez.. 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1077/773>. Acesso em: 09 jun. 2012.

Resumo

A pesquisa focalizou a formação de bibliotecários para o trabalho em bibliotecas virtuais (BV), buscando responder às seguintes indagações: (a) como os cursos de formação de bibliotecários preparam esse profissional para atuar em BV; (b) que dificuldades estes sujeitos encontram em seu trabalho; (c) como mantém sua formação atualizada. A natureza dessas indagações, baseada na fala de bibliotecários, direcionou a pesquisa para a dimensão qualitativa. As informações foram coletadas junto a bibliotecários experientes e recém-formados, com apoio de questionário online, sendo as respostas analisadas com orientações da técnica de Análise de Conteúdo. Os resultados foram confrontados ao embasamento teórico que abordou três tópicos: o moderno profissional de informação; formação do bibliotecário para atuar em BV; e educação continuada do bibliotecário. Dentre as conclusões obtidas destacam-se: (a) a formação do bibliotecário está longe de privilegiar o perfil do moderno profissional da informação; e (b) os sujeitos encontram-se preocupados com processos de organização de suas bases de dados, que passam a ser online. Há indícios de que ainda se prendem à função básica da biblioteca tradicional, que é manter a memória coletiva da sociedade, desconsiderando que na era da internet a memória se torna volátil, transformando-se constantemente.

Palavras-chave: Bibliotecas virtuais. Formação do bibliotecário. Moderno profissional de informação.

Biblioteca Virtual Temática em Artes a Antiguidades – BIBVTAA: em cena, a sua concepção e desenvolvimento

SILVEIRA, Júlia Gonçalves da. Biblioteca Virtual Temática em Artes a Antiguidades – BIBVTAA: em cena, a sua concepção e desenvolvimento. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 167-178, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9646>.

Resumo
Apresenta resultados alcançados por pesquisa em desenvolvimento na Universidade Federal de Minas Gerais, que inclui a identificação, seleção, tratamento técnico, organização e disseminação de informações disponíveis na Internet e em outras fontes de informação, visando à construção de uma biblioteca virtual temática em Artes e Antiguidades. O referencial teórico que subsidia a construção da Biblioteca Virtual Temática em Artes e Antiguidades – BIBVTAA advém de pesquisa acadêmica anteriormente desenvolvida e concluída, alicerçada na abordagem sense-making e abordagens centradas no usuário da informação. Ressalta as fases já concluídas, equipes envolvidas nesse projeto, os aspectos positivos e interferências negativas relacionadas ao andamento da pesquisa. Destaca ainda as próximas etapas a desenvolver.

Palavras-chave: Biblioteca Virtual Temática. Artes e Antiguidade. Bibliotecas virtuais. Universidade Federal de Minas Gerais.

Indexação Colaborativa na Web

SILVA, Iara Aparecida Oliveira da; SANTOS, Cibele Araújo Camargo Marques dos. Indexação Colaborativa na Web. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 90-98, abr. 2011. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/63/65>. Acesso em: 05  dez. 2011.

Resumo
O artigo apresenta o procedimento de indexação na Web, essencialmente realizado por usuários de maneira colaborativa. Aborda o procedimento de etiquetagem em diversas ferramentas da Web 2.0 e sugere a utilização desse procedimento colaborativo, em conjunto com a indexação tradicional nas instituições, empresas e bibliotecas do Brasil.

Palavras-chave: Indexação. Folksonomia. Colaboração. Internet. Web 2.0.

Biblioteca digital de teses e dissertações da UERJ: desafios e oportunidades

BOTARRI, Christina Thereza Rachel; SILVA, Neusa Cardim da. Biblioteca digital de teses e dissertações da UERJ: desafios e oportunidades. Informação & Informação, Londrina, v. 16, n.1, p. 88-101, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/7091/8480>. Acesso em: 24 set. 2011.

Resumo
Aborda a importância das bibliotecas digitais, especificamente de teses e dissertações, no contexto da disseminação da informação produzida pelas comunidades acadêmicas. Traça um panorama dos Programas de Pós-Graduação oferecidos na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Destaca o papel do IBICT como idealizador e coordenador do Projeto da Biblioteca Digital Nacional de Teses e Dissertações (BDTD) e os procedimentos estabelecidos para a adesão das Instituições de Ensino Superior (IES), como participantes desse projeto. Cita o Sistema TEDE, customizado e distribuído gratuitamente pelo IBICT, com a finalidade de apoiar as IES na implantação de suas BDTDs. Descreve as etapas do processo de implantação da BDTD-UERJ, bem como os obstáculos e desafios enfrentados. Finaliza destacando os benefícios obtidos, as perspectivas futuras de criação de novos produtos e serviços e da avaliação dos métodos e técnicas empregados até o momento.

Palavras-chave: Biblioteca digital. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Teses e dissertações. Produção acadêmica. BDTD

Representação iterativa e folksonomia assistida para repositórios digitais

SANTARÉM SEGUNDO, José Eduardo; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borsetti Gregorio. Representação iterativa e folksonomia assistida para repositórios digitais. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 283-300, mar., 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/414/294 >. Acesso em: 16 jun. 2011

Resumo:
A recuperação da informação tem sido muito discutida dentro da Ciência da Informação ultimamente. A busca por informação de qualidade e compatível com a necessidade do usuário tornou-se objeto constante de pesquisa. A utilização da Internet como fonte de disseminação do conhecimento indicou novos modelos de armazenamento de informações, como os repositórios digitais, que têm sido utilizados em ambientes acadêmicos e de pesquisa como principal forma de autoarquivar e disseminar informação, porém com uma estrutura de informação que comporta melhor descrição dos recursos e consequentemente uma melhor recuperação da informação. Desta forma o objetivo deste trabalho é melhorar o  processo de recuperação da informação, apresentando uma proposta de modelo estrutural no contexto da web semântica, abordando o uso de recursos da web 2.0 e web 3.0 em repositórios digitais, que permita recuperação semântica da informação, por meio da construção de uma camada de informação chamada Representação Iterativa. O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa descritiva e analítica, com base em análise documental, dividida em duas partes: a primeira, caracterizada pela observação direta não participativa de ferramentas que implementam repositórios digitais, assim como de repositórios digitais já instanciados, e a segunda, com característica exploratória, em que sugere um modelo inovador para repositórios, com a utilização de estruturas de representação do conhecimento e participação do usuário na construção de um vocabulário próprio de domínio. Através do modelo sugerido e proposto  ─ Representação Iterativa  ─ será possível adequar os repositórios digitais para que utilizem Folksonomia e também vocabulário controlado de domínio, de forma a gerar uma camada de informação iterativa, que possibilite retroalimentação da informação, além de recuperação semântica da informação, através do modelo estrutural desenhado para repositórios. O modelo sugerido resultou na efetivação da tese de que por meio da Representação Iterativa é possível estabelecer um processo de recuperação semântica da informação em repositórios digitais.

Palavras-chave:  Repositórios digitais. Representação iterativa. Folksonomia. Folksonomia assistida. Web semântica. Recuperação da informação. Ontologia

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