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Economia da informação

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As políticas do Programa de Apoio nos contextos históricos desenvolvimentista e neoliberal

GUGLIOTTA, Alexandre Carlos. As políticas do Programa de Apoio nos contextos históricos desenvolvimentista e neoliberal. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, ago. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago14/Art_02.htm>. Acesso em: 6 out. 2014.

Resumo
O objetivo do presente artigo é demonstrar a importância de inserir aos estudos da Ciência da Informação uma visão mais ampla do contexto histórico no qual se construíram políticas a favor da ciência e tecnologia. Tendo o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico Tecnológico como objeto de análise, procura-se demonstrar como a compreensão do cenário político-econômico-social é fundamental para o enriquecimento da Ciência da Informação. A valorização das políticas de ciência e tecnologia num cenário desenvolvimentista e sua recente inserção em políticas neoliberais representam marcos para se pensar a própria Ciência da Informação suas relações com o Estado e a iniciativa privada.

Palavras-chave: Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico Tecnológico. Intervenção Estatal. Neoliberalismo. Projetos Políticos. Ciência da Informação. Política de Informação.

A aventura de perceber significados

BARRETO, Aldo de Albuquerque. A aventura de perceber significados. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 3, jun. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun14/Art_01.htm>. Acesso em: 21 jul. 2014.

Resumo:* Uma explosão de conteúdos aconteceu quando o volume de informação impressa disponibilizada no pós-guerra de 1945 mudou o regime de informação existente para uma nova configuração de: recursos humanos, acervamento, processamento e recuperação dos documentos estocados para atender a um novo fluxo da oferta e demanda. O fluxo da informação entre os estoques e os receptores permeiam critérios da tecnologia que almeja possibilitar o maior e melhor acesso ao acervo disponível e o critério do repasse intencional intervém para intentar uma interiorização adequada. Hoje com a condição online os estoques e os fluxos de informação, renomeados, de acordo com o gosto do momento, para “Big Data” são multidirecionados e levam condições virtuais em seu desatamento, quando o tempo se aproxima de zero, a velocidade se acerca do infinito e os espaços são de vivência pela não presença. A crescente produção de informação precisa ser reunida e armazenada de forma eficiente, e eficaz na distribuição. A chegada de uma sociedade eletrônica de informação modificou a delimitação de tempo e espaço dos conteúdos em relação aos receptores.

Palavras-chave: Tempo de acesso; Espaços de informação; Comunicação de conteúdos online; Big data, A nova escrita.

Conhecimento e Interculturalidade

OLIVEIRA, Lúcia Maciel Barbosa de. Conhecimento e Interculturalidade. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 3, jun. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun14/Art_02.htm>. Acesso em: 21 jul. 2014.

Resumo
O artigo propõe-se a refletir sobre a necessidade de ampliação e de reconhecimento da diversidade de saberes na esfera pública para a configuração de sociedades efetivamente democráticas. Um grande desafio para o século vinte e um é a inclusão de contingentes excluídos da população mundial, condição necessária para a configuração da sociedade do conhecimento, o que pressupõe a interação de diferentes formas de narrar o mundo, de compreendê-lo, de informá-lo, de lhe dar sentido e de agir sobre ele. Em sociedades crescentemente diversas como as que vivemos, desafiadas a ampliar sua esfera democrática, como se realiza a construção dos saberes? A interculturalidade se apresenta como eixo a partir do qual a mobilização para a superação das desigualdades pode ser consubstanciada, o que impõe a necessidade de reconhecimento e co-habitação cultural de diferentes formas de conhecimento que efetivamente se comuniquem.

Palavras-chave: Conhecimento; Interculturalidade; Diversidade cultural; Desigualdade social; Exclusão social; Sociedades democráticas.

O processo de cocriação de experiências em plataformas de engajamento

ARBEX, Dafne F. Arbex; PERASSI, Richard; VARVAKIS, Gregório J. O processo de cocriação de experiências em plataformas de engajamento. DataGramaZero, Rio de Janeiro,  v. 14, n. 3, jun. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun13/Art_03.htm>. Acesso em: 25 jul. 2013.

Resumo
O artigo tem por objetivo contextualizar a cocriação como um fenômeno da atualidade e como consequência da expansão e inovação tecnológica. Para tal, o trabalho foca-se no processo de elaboração de experiências de valor em conjunto com o usuário para a criação de novos produtos. Como procedimentos metodológicos realizou-se uma pesquisa bibliográfica e descritiva para compreender como são criadas e compartilhadas tais experiências nos ambientes virtuais. Consequentemente, para demonstrar os diferentes tipos de ambientes propícios à criação de experiências, entre usuários e organizações, foram eleitos e analisados quatro estudos de caso. Os mecanismos de análise escolhido foram: Dialogo Acesso, Risco e Transparência, por serem mais recorrentes nas pesquisas que envolvem a criação de experiência de valor junto com o usuário final. Como resultado, constatou-se que os ambientes interativos, denominados de “plataformas de engajamento”, possuem estratégias diferenciadas que atendem e promovem a interação entre os atores como potencial para a inovação.

Palavras-chave: Cocriação; Plataformas de engajamento; Interação; Inovação; Ambientes virtuais; Compartilhamento do conhecimento.

El marketing y su origen a la orientación social: desde la perspectiva económica a la social. Los aspectos de organización y comunicación.

GARCÍA, José Sixto. El marketing y su origen a la orientación social: desde la perspectiva económica a la social. Los aspectos de organización y comunicación. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 61-77, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12541/8741 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumen:

Este artículo analiza los acontecimientos históricos que propi­ciaron la aparición del marketing como técnica, su aplicación, el posterior asentamiento del concepto y la consolidación del marketing como disciplina. Desde ese momento se repasa la evolución que ha sufrido el concepto desde su origen económico hasta su aplicación a cualquier tipo de organización y producto, hasta definir los parámetros por los que se rige en la actualidad. Y es que las orientaciones del marketing han ido evolucionando a lo largo del siglo XX y lo habitual es que las organizaciones se orienten al mercado y, por tanto, su actividad se planee desde el marketing. No obstante, en los últimos años a las organiza­ciones se les presenta una exigencia nueva que va más allá de la satisfacción del usuario: deben actuar bajo la concepción del denominado marketing social y, por tanto, contribuir además al bienestar de la sociedad a largo plazo.

Palabras clave: Marketing. Enfoque. Economía. Marketing social. Comunicación.

Possibilidades e desafios quanto à aplicação de planos híbridos de ensino em universidades públicas brasileiras.

FREITAS, Christina Soares de. Possibilidades e desafios quanto à aplicação de planos híbridos de ensino em universidades públicas brasileiras. LIINC em Revista, Rio de Janeiro, v.8, n.1, p.237-257, março. 2012. Disponível em < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/473/369 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Em 2010, teve início projeto acadêmico com o objetivo de adotar, em algumas disciplinas de uma universidade pública brasileira, planos híbridos de ensino. Nesses planos, foram incorporadas novas práticas utilizando recursos tecnológico-informacionais. O artigo apresenta os resultados de pesquisa, realizada após a adoção do plano híbrido, com os objetivos centrais de identificar as percepções docentes e discentes sobre a experiência realizada e de verificar as habilidades individuais que viabilizam – ou não – a adoção das novas práticas. A pesquisa utilizou instrumentos quantitativos (questionários) e qualitativos (entrevistas semi-estruturadas) para a coleta de dados. Apesar da constatação de vários fatores positivos à hibridização, como a aceitação das novas práticas por um grande número de docentes e discentes, foram observadas consideráveis limitações relativas às condições materiais e à cultura organizacional existentes, dificultando a adoção ampliada das práticas inovadoras propostas.

Palavras-chave: Hibridização. Práticas de ensino. Tecnologias da informação e comunicação. Percepções. Capital tecnológico-informacional.

Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração

SANTOS, Nilton Bahlis dos; FRANCISCO, Alberto de; MARTINS, Beatriz Cintra; MARTINS, Wagner de Jesus; MARTINS, Cláudia de Souza Ferreira. Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração. Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 4, ago. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago12/Art_07.htm>. Acesso em: 9 set. 2012.

Resumo
Para viabilizar uma política nacional de saúde de interesse social, o agente público é obrigado a garantir seu espaço no complexo industrial da saúde, como qualquer empresa privada. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é parte da presença pública neste complexo, pois participa na produção e inovação no desenvolvimento de serviços de saúde, aumentando a possibilidade de poupar e alavancar recursos com patentes e aumentar o seu poder de negociação junto aos agentes privados. Em 2010, foram feitos importantes esforços para gestão da inovação e busca de parceiros externos. Entretanto, permanece o problema de estimular e viabilizar a inovação em saúde. Apontamos para a necessidade de uma revisão dos atuais modelos de produção do conhecimento e propriedade intelectual, que podem se tornar um entrave para o desenvolvimento da ciência, pois, muitas vezes, favorecem práticas monopolístas, além de entravar e não aproveitar todas as possibilidades de Redes de Conhecimento. Julgamos, também, que os métodos tradicionais de comunicação, informação e organização das ações não são mais adequados para fomentar a inovação. Por isto, o Grupo de Pesquisa “Tecnologias, Culturas, Práticas Interativas e Inovação em Saúde” da Fiocruz; o Núcleo de Experimentação de Novas Tecnologias Interativas (Next), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict)/Fiocruz; e o Núcleo de Inovação Tecnológica (Nit-Icict), pesquisam, desenvolvem e implementam uma série de iniciativas, com o objetivo de contribuir para a criação de um ambiente de inovação na Instituição. O Núcleo de Inovação Tecnológica organiza ainda o evento TEDxFiocruz, anualmente para estimular e valorizar a criatividade na Instituição e recuperar um capital intelectual invisível.

Palavras-chave: Ambiente de inovação; Patentes; Fiocruz; Gestec; Colaboração; Internet.

Informação, conhecimento e capitalismo: uma abordagem dialética

MARQUES, Rodrigo Moreno; RASLAN, Filipe Oliveira; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Informação, conhecimento e capitalismo: uma abordagem dialética. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.573-592, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/420/322 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
Este ensaio aborda o papel da informação e do conhecimento ao longo do desenvolvimento do modo de produção capitalista, especialmente na atualidade, quando ganham popularidade termos como sociedade da informação e do conhecimento, economia do conhecimento, capital intelectual e capital humano. Nosso ponto de partida será a apresentação de alguns fundamentos da dialética materialista, filosofia precursora da investigação das relações entre capital e conhecimento. Indo além da luz lançada por Marx sobre essa obscura problemática, esse texto também destaca algumas teorias de autores contemporâneos que, partindo das concepções marxistas, tentam explicar a realidade do século XXI a partir da subsunção, em maior ou menor grau, do trabalho pelo capital. Essa perspectiva permite afirmar que a dominação das condições de trabalho no modo de produção capitalista avança a passos largos em busca da apropriação privada do intelecto geral.
Palavras-chave: Informação. Conhecimento. Capitalismo. Dialética materialista. Apropriação privada do intelecto geral

Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade

WACHOWICZ, Marcos; SILVA, Rodrigo Otávio Cruz e. Direito autoral e economia criativa: a construção de uma economia preocupada com a criatividade. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.556–572, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/442/323 >. Acesso em: 16 mar. 2012.

Resumo:
A Economia Criativa compreende atividades resultantes da imaginação de indivíduos, com valor econômico. A sociedade informacional tem ainda a economia como fonte de grandes transformações, influência que se aplica também de forma inversa. Nesse ponto, a criatividade hoje, ligada à inovação, à tecnologia, à produção e à transmissão do conhecimento, é vista para muito além do simples pensar e do criar, é um elemento indispensável à economia e à sociedade, pois uma sociedade que anseia por informações e pelo desenvolvimento cada vez maior de novas tecnologias para servir consumidores exigentes não pode se imaginar sem criatividade. O presente artigo busca formular os fundamentos para a construção de um Marco Regulatório para a Economia Criativa no Brasil. Isto a partir do entendimento de que a Economia Criativa promove o desenvolvimento sustentável e humano, de forma inclusiva social e tecnologicamente, ou seja, não se trata uma visão de mero crescimento econômico. Isto porque os novos conceitos inerentes à Economia Criativa alcançam o uso das ferramentas tecnológicas (TICs) nas suas interfaces com a educação, a arquitetura, o design, a formação de agentes criativos, os Arranjos Produtivos Locais (APL) e os Setores Criativos (SCs).
Palavras-chave: Direito autoral. Economia criativa. Desenvolvimento sustentável

Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual

BARBOSA, Denis Borges. Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v.7, n.2, p.375-404, out. 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/436/321 >. Acesso em: 16 mar. 2012.
Resumo:
Criação e fruição: os interesses jurídicos na produção intelectual. O sistema de produção de criações intelectuais. Os pressupostos da criação intelectual: originador e criação. O estatuto jurídico do originador. O estatuto jurídico das criações não objetivizadas. A manutenção das ideias em estado não apropriável. A oposição corpus mysticum e corpus mechanicum. O bem imaterial antes da propriedade. A autonomia da criação em face do criador. Hipóteses do bem incorpóreo fora da propriedade. A historicidade da transformação do bem incorpóreo em propriedade concorrencial. Criação intelectual fora da economia de mercado. A produção intelectual sem indutores artificiais.Uma noção essencial: a Propriedade intelectual é apenas uma das formas de incentivo à produção intelectual. Criação intelectual voltada para o mercado. O remédio e seus efeitos secundários. O direito centrado no titular e o direito centrado na obra. Uma rápida conclusão.
Palavras-chave: Criação intelectual. Direitos autorais. Indutores à criação

Representações de empreendimentos econômicos solidários sobre a Internet

FONSECA, Reuber da Silva; MACHADO, Lucília Regina de Souza. Representações de empreendimentos econômicos solidários sobre a Internet. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 3, p. 195-206, set./dez. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=29>. Acesso em: 29 jan. 2012.

Resumo
A temática deste artigo se insere entre as novas questões geradas pela virtualidade, sobretudo pela crescente migração dos processos comunicacionais e educacionais para a Internet e seu poder de formação de novos espaços institucionais e de novas subjetividades sociais. Seu objetivo central consistiu em conhecer e analisar representações de empreendimentos econômicos solidários de Belo Horizonte (MG) sobre a Internet. Dada a natureza do objeto, foi necessário se beneficiar das abordagens metodológicas quantitativa e qualitativa. O instrumento de coleta de dados utilizado nesse estudo foi o questionário. Concluiu-se, a partir da amostra estudada, que foi intencional e cobriu doze empreendimentos econômicos solidários, que estes demonstram ter representações positivas à inclusão digital, mas não isentas de preocupações e dúvidas sobre o poder e a penetrabilidade dessa tecnologia na sociedade.

Palavras-chave: Autogestão. Cooperativismo. Cultura digital. Economia. Internet.

Posicionamentos Políticos nos Estudos da Temática do Software Livre

GUERRINI, Daniel , OLIVEIRA, Renato de. Posicionamentos Políticos nos Estudos da Temática do Software Livre. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 341-354, jun. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/342/247 >. Acesso em: 12 out. 2010

Resumo

Através de uma análise da evolução do mercado de software, até a criação do software livre, o objetivo deste artigo foi revisar algumas das interpretações existentes na literatura sobre a temática da produção de software livre na economia contemporânea. Ao estabelecer uma conexão entre a diferenciação do setor de software e as categorias que orientam os agentes da produção de software livre, foi possível identificar que boa parte das interpretações acadêmicas incorpora essas categorias como categorias de análise e, com base nelas, assume um posicionamento diante da temática, que não põe em questão a particularidade dos pontos de vista dos próprios agentes.

Palavras-chave: Software livre. Economia informacional. Modos de agir. Ação política. Ação administrativa

 

Análise Crítica Semiótica e Economia Política Cultural

JESSOP, Bob. Análise Crítica Semiótica e Economia Política Cultural. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 197-213, jun. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/379/238 >. Acesso em: 12 out. 2010

Resumo

Defendo aqui a idéia de uma “Economia Política Cultural” (“Cultural Political Economy” – CPE), explorando o papel constitutivo da semiose nas atividades econômicas e políticas, nas instituições econômicas e políticas, e na ordem social em geral. A abordagem da CPE é pós-disciplinária: ela adota a “virada cultural” na pesquisa econômica e política, sem descuidar da articulação entre a semiose e as materialidades interconectadas da econômica e da política, dentro de formações sociais mais amplas. Essa abordagem é ilustrada pela emergência da Economia baseada em Conhecimento (“Knowledge-Based Economy” – KBE), enquanto discurso-mestre tanto das estratégias de acumulação em diferentes escalas, dos projetos de estado e visões hegemônicas, e dos diversos sistemas funcionais e profissões, quanto da sociedade civil.

Palavras-chave: Semiose. Economia e política. Economia política cultural. Economia do conhecimento; Virada cultural

Trajetória da sociedade da informação no Brasil: proposta de mensuração por meio de um indicador sintético

ARAÚJO, Evandro Nicomedes; ROCHA, Elisa Maria Pinto da. Trajetória da sociedade da informação no Brasil: proposta de mensuração por meio de um indicador sintético. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 3, p. 9-20, set./dez. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1122>. Acesso em: 5 jul. 2010.

Resumo
A sociedade da informação (SI) retrata a crescente importância que a informação, o conhecimento e as inovações tecnológicas assumem na contemporaneidade. O objetivo do artigo é elaborar um exercício exploratório sobre o uso de indicador sintético voltado para o dimensionamento de aspectos relevantes da SI. Os procedimentos metodológicos envolveram a exploração de bases de dados e informações estatísticas, a padronização de variáveis, além de levantamento documental e bibliográfi co. Os resultados sugerem que, embora favorável, a trajetória da SI não se mostrou linear no tempo. Dentre as dimensões sob consideração, a manifestação mais signifi cativa da SI estaria associada à disponibilidade de infraestrutura tecnológica e meios de acesso à internet. Por sua vez, formação educacional e recursos fi nanceiros representariam desafios a serem enfrentados para a consolidação da SI no Brasil. Ao tentar representar conceito complexo e multifacetado e buscar dimensionar aspectos associados à sua manifestação, o artigo representa esforço de sistematização de dados e informações de interesse para a ciência da informação.

Palavras-chave: Sociedade da informação. Brasil. Trajetória. Índice de mensuração.

A Lógica da acumulação capitalista na economia informacional

IZERROUGENE, Bouzid; URPIA, Arthur G. B. Da Cruz; ALMEIDA, Isaura Florisa G. de. A Lógica da acumulação capitalista na economia informacional. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p. 72-88, mar. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/339/228 >. Acesso em: 01 maio 2010

Resumo
Este artigo tem como objetivo discutir as condições de acumulação de capital e de relações capital-trabalho no novo contexto de economia informacional. Trata das mudanças na criação de novos valores de uso e troca, os quais envolvem as inovações tecnológicas, os novos produtos e serviços e os conflitos distributivos.
Palavras-chave: economia informacional, acumulação, relações capital-trabalho, tecnologias de informação e de comunicação.

Conhecimento na sociedade da informação: contradições e aproximações


GONÇALVES, Cristiane Alberto Ferreira; OLIVEIRA, Maria Cristina Guimarães. Conhecimento na sociedade da informação: contradições e aproximações. Informação & Informação, Londrina, v. 14, n.1, p. 36-51, 2009. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/2003/2890 >. Acesso em: 28 out., 2009.

Resumo
O artigo destaca o valor do conhecimento no contexto da Sociedade da Informação e relata suas bases históricas. Estabelece um comparativo entre os processos produtivos no período da Revolução Industrial e na Era da Informação. Propõe reflexões sobre o domínio do conhecimento comunicado e sua comercialização enquanto bem imaterial. Aborda as tecnologias de informação e comunicação enquanto ferramentas sujeitas à manipulação da vontade política de grupos dominantes e o seu papel de democratizar ou restringir o acesso e uso da informação.
Palavras-chave: Sociedade da informação; Economia da informação; Privatização da informação.

Inclusão digital: sistema de engrenagens


CUBILLOS, Diana; SILVA, Alberth Sant’Ana Costa da. Inclusão digital: sistema de engrenagens. Liinc em Revista, v.5, n.1, 2009. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/295/202 > Acesso em: 13 maio, 2009.

Resumo:

O conceito de inclusão digital, presente no campo científico, e aplicado socialmente, tem gerado estudos que trabalham a questão ora como combate à desigualdade social na compreensão dos mecanismos distanciadores entre ricos e pobres, ora como instrumento econômico baseado no conhecimento e avanço tecnológico. Esta reflexão torna-se relevante, uma vez que os avanços tecnológicos têm impulsionado transformações na economia política local e global e em nova ordem mundial de consumo frenético e sem questionamento. A inclusão digital, no escopo deste trabalho, é comparada metaforicamente a um sistema de engrenagens. As peças que se acoplam para o funcionamento de um sistema são, neste contexto, aqui tratadas como políticas de informação inseridas nas ações públicas. Essas ações interligam-se com as ferramentas de tecnologias de informação e comunicação (TICs) que, por sua vez, se conectam com os atores sociais que, por motivos diversos, encontram-se excluídos de oportunidades, bens e perspectivas.

Palavras-chave: inclusão digital; economia política; política de informação

Os documentos de amanhã: a metáfora, a escrita e a leitura nas narrativas em formato digital


BARETTO, Aldo. Os documentos de amanhã: a metáfora, a escrita e a leitura nas narrativas em formato digital. DataGramaZero, v.10, n.1., fev., 2009. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev09/Art_01.htm&gt; Acesso em: 19 fev. 2009.

Resumo: A produção da informação se processa hoje como uma cultura de muitas vozes formando a narrativa intertextual. Neste artigo se fala e se compara no tempo atual os documentos lineares e os documentos digitais. Atualmente as tecnologias da informação estão definitivamente inseridas no contexto do pensamento e dos atos de informação. Os usuários agora com a web, podem se colocar frente ao grande arquivo da humanidade e navegar com instrumentos infinitamente mais corretos que os astrolábios de navegação marítima. Documentos digitais ampliam o acesso e a inclusão informacional e existe uma explicação econômica e uma explicação de proximidade da informação para indicar que os documentos de amanhã serão em sua maioria em formato digital. O artigo analisa como a escrita na internet subverte a estrutura da linguagem, pois agrega ao texto imagem, vídeo, som e outras condições que à aproximam da do pensamento do gerador e da oralidade.

Palavras-chave: Documentos em formato digital; o link como uma metáfora, Escrita e leitura na web, Disponibilidade da informação; Nova economia da produção de informação.

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