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Epistemologia da Ciência da Informação

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Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología

MORÁN, Ariel. Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 71-91, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p71-91>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O artigo examina a estrutura constitutiva da epistemologia social e argumenta que esta é a ideia de Margaret Elizabeth Egan, e que Jesse Hauk Shera depois “re-conceituou” confusamente. Além disso, neste trabalho, são estabelece o que são idéias moldar a genealogia da filosofia da biblioteconomia no século XX. Somado a isso, ele determina que as idéias de Shera não pertencem desta linha genealógica, mas eles estão em uma linha paralela. Shera afastou-se da epistemologia social original de Egan, e ele foi para terras estranhas, que —ao contrário do pensamento teórico mais básico e convencional em biblioteconomia— não comungar com a tradição anterior. Por outro lado, o texto afirma que a filosofia da informação da Floridi suporta tradição biblioteconomia, seus preceitos e evolução.

Palavras-chave: Fundamentos da bibliotecologia; Epistemologia social; Filosofia da informação; Teoria da informação

Epistemologia, Tecnologia, Paradigma: as origens da Ciência da Informação

MENDONÇA, Ercília. Epistemologia, Tecnologia, Paradigma: as origens da Ciência da Informação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 6, out. 2014. Disponível em: http://www.dgz.org.br/dez14/Art_01.htm. Acesso em: 30 dez. 2014.

Resumo
P artigo expõe uma velha inquietação e como tal, busca resposta para sua compreensão. A ideia deste artigo partiu de dois pontos, a discordância quanto à declaração de Capurro em seu artigo Epistemologia e Ciência da Informação de que a Ciência da Informação tem raízes na Biblioteconomia clássica por conta da transmissão da mensagem; e na citação pouco consubstanciada de Shannon na ciência da informação brasileira. Para tanto estudamos o artigo de Capurro e a Teoria Matemática da Comunicação,ç de Shannon. Pretendemos com este artigo, trazer algum esclarecimento para a origem da CI e dar a Shannon seu lugar de direito nos estudos da CI, dado sua origem tecnológica. Pretendemos também, trazer autores importantes citados por Capurro, que não são habitualmente introduzidos e citados de forma pertinente. É sobre esta problemática que vamos dissertar, sem a menor pretensão de verdades, mas de buscar compreensão dessas questões nos estudos teóricos da ciência da informação no Brasil.

Palavras chave: Ciência da Informação; Tecnologia; Epistemologia; Paradigma.

Dados, Informação e Conhecimento: elementos de análise conceitual

SEMIDÃO, Rafael Aparecido Moron. Dados, Informação e Conhecimento: elementos de análise conceitual. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, ago. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez14/Art_03.htm>. Acesso em: 30 dez. 2014.

Resumo
Tomando em consideração alguns aspectos da formação disciplinar da Ciência da Informação segundo a narrativa norte-americana, se identifica e interpreta algumas constantes estruturais delineadoras da dinâmica epistemológica da disciplina em termos de formação discursiva, teoria e conceitos. Busca-se, em um primeiro momento, delinear uma hipótese da dinâmica epistemológica da Ciência da Informação, identificando-a a uma formação discursiva sobre informação e conhecimento constituída pela convergência de núcleos teóricos tematizados, visando com isso, em um segundo passo, tomar a dinâmica epistemológica da Ciência da Informação (hipoteticamente interpretada) como quadro de referência para a análise conceitual quanto às questões de origem teórica dos conceitos junto a seus contextos de uso. Propõe-se, para tanto, uma reflexão sobre os meandros conceituais na Ciência da Informação a partir das noções de dados, informação e conhecimento e tendo em conta a relação lógica entre epistemologia, teoria e conceito. A hipótese operatória sobre a dinâmica epistemológica foi interpretada como sendo possuidora dos seguintes qualificativos: retórica, aporética (abordagem por problemas), funcional e sob uma forma paradigmática de ordem cognitiva. E a origem teórica de usos dos conceitos de dados, informação e conhecimento apresentou indícios de pertencerem à esfera das Ciências Cognitivas.

Palavras-chave: Dados; Informação; Conhecimento; Ciência da Informação; Teoria; Análise Conceitual.

Normatividade, tecnicidade e/ou cientificidade da Biblioteconomia

CARVALHO SILVA, Jonathas Luiz. Normatividade, tecnicidade e/ou cientificidade da Biblioteconomia. Transinformação, Campinas, v. 25, n. 1, p. 5-17, jan./abr., 2013. Disponível em: <http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1783/1707>. Acesso em: 30 dez. 2014.

Resumo
Este trabalho apresenta como problema uma questão que pode ser discutida a partir da seguinte pergunta: como ocorre o processo de construção da normatividade, da tecnicidade e/ou da cientificidade da Biblioteconomia? Discute também a construção de uma normatividade, tecnicidade e/ou cientificidade da Biblioteconomia, contemplando perspectivas em relação à organização e ao tratamento da informação, fontes, recursos e serviços de informação, práticas profissionais e estudos centrados nos usuários. O trabalho ainda analisa o conceito de norma e de técnica no âmbito da ciência e da pesquisa aplicada à Biblioteconomia, buscando refletir sobre a relevância da Ciência da Informação para os construtos normativos e científicos da Biblioteconomia. A metodologia é composta de uma pesquisa exploratória com delineamento bibliográfico. Conclui-se que a Biblioteconomia tem uma conotação essencialmente técnico-normativa, mas também uma concepção científica a partir das contribuições da Ciência da Informação no âmbito dos estudos de usuários, tecnologias e outros elementos, assim como de outras áreas do conhecimento de cunho social e tecnológico.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Cientificidade. Normatividade. Tecnicidade.

A “linguagem” e os fundamentos da ciência da informação no Brasil: entre o desafio metodológico da pesquisa documental e os estudos epistemológico-históricos

SALDANHA, Gustavo Silva; CERVO, Priscila de Souza Figueira. A “linguagem” e os fundamentos da ciência da informação no Brasil: entre o desafio metodológico da pesquisa documental e os estudos epistemológico-históricos. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 5, out. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out14/Art_01.htm>. Acesso em: 29 dez. 2014.

Resumo
Parte dos resultados do projeto “Trilhar o Trivium: a Filosofia da Ciência da Informação na tradição filosófica da linguagem”, este estudo, de caráter metateórico e metametodológico, procura reconhecer o papel da linguagem, a partir dos saberes da lógica, da retórica e da gramática, na fundamentação do domínio informacional. O foco desta etapa está na compreensão das relações entre linguagem e pensamento informacional no Brasil. Neste passo, a pesquisa teve como procedimento central o estudo documental (e a reflexão sobre o modo de construção de tal modelo de pesquisa, quando articulado com a discussão de uma epistemologia histórica), focado na identificação, comparação e análise e discussão de matrizes curriculares, ementas e programas das disciplinas dos cursos de pós-graduação. A abordagem metodológica ampla conta com a articulação entre o estudo documental e reflexão epistemológico-histórica. Os principais resultados apontam para a dificuldade de uma análise epistemológico-histórica do campo a partir das fontes documentais em construção nos Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil e para as primeiras reflexões da presença, da identificação, do papel e da relevância da “linguagem” dentro dos estudos informacionais.

Palavras-chave: Epistemologia da Ciência da Informação; Linguagem; Retórica; Lógica; Gramática.

Modelo Conceitual da Ciência da Informação baseado nas visões Americana e Europeia

PIMENTEL SOBRINHO, Alvaro Caetano. Modelo Conceitual da Ciência da Informação baseado nas visões Americana e Europeia. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, ago. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago14/Art_03.htm>. Acesso em: 7 out. 2014.

Resumo
Este estudo tem como premissa apresentar um modelo conceitual da Ciência da Informação, tendo como base uma análise comparativa da evolução da Ciência da Informação nos Estados Unidos, confrontada com a do Leste Europeu. Além disso, ainda que superficialmente, tornar possível notar a tendência social dos estudiosos de cada região e, consequentemente, as contribuições das pesquisas. Pode-se ainda confirmar se a visão da ciência, pelo lado americano, possui um direcionamento tecnicista bem como se o olhar europeu está mais voltado para um posicionamento social. Além disso, o artigo pretende revelar, através de um modelo conceitual baseado nos autores das regiões, os relacionamentos básicos, mínimos e necessários, o processo de interligação, fornecimento, manutenção e consumo da informação.

Palavras chave: modelo conceitual, informação, análise comparativa.

O pensamento crítico na Arquivologia, na Biblioteconomia e na Museologia

ARAÚJO, Carlos Alberto Avila. O pensamento crítico na Arquivologia, na Biblioteconomia e na Museologia. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, p. 27-46, mar./ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i1p27-46>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia se constituíram, como disciplinas científicas, no final do século XIX, a partir da consolidação de um modelo custodial patrimonialista e, depois, de uma perspectiva funcionalista. Foi com o surgimento de teorias e reflexões críticas que as três áreas ampliaram seu escopo de estudos e problematizações, bem como inseriram-se num diálogo mais amplo com as demais ciências humanas e sociais. Nesta ampliação, também se fizeram sentir condições propícias para um maior diálogo e fortalecimento mútuo entre as três áreas.

Palavras-chave: Teoria Crítica; Epistemologia; Arquivologia; Biblioteconomia; Museologia.

A Ciência da Informação na Perspectiva do Pós-Humano

PRADO, Marcos A. Rodrigues do. A Ciência da Informação na Perspectiva do Pós-Humano. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, abr. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/abr14/Art_02.htm>. Acesso em: 4 jun. 2014.

Resumo
O artigo tem como objetivo proporcionar reflexões críticas a respeito das perspectivas da Ciência da Informação junto ao panorama pós-humano que a sociedade contemporânea tem consolidado. Apresenta inferências que agregam as tecnologias como recursos fundamentais à compreensão dos crescentes fluxos informacionais. A Ciência da Informação é vislumbrada como área do conhecimento humano capaz de desenvolver mecanismos artificiais que favoreçam conexões entre a interação e a relação da informação com o sujeito. Os resultados são processos constituídos de intercâmbios que permitem a construção do conhecimento em uma realidade predominada pelo uso de tecnologias como extensão das capacidades humanas.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Póshumano; Cibercultura; Comunicação e mídias.

O estado da arte da Filosofia da Informação na Ciência da Informação Brasileira

SALCEDO, Diego Andres; REVOREDO, Túlio de Morais. O estado da arte da Filosofia da Informação na Ciência da Informação Brasileira. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 6, dez. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez13/Art_02.htm>. Acesso em: 29 dez. 2013.

Resumo
O termo Filosofia da Informação bem como seu conceito analisado aqui, tem início com o filósofo Italiano Luciano Floridi, devido ao seu pioneirismo em estruturar e apresentar as teorias para o estudo filosófico da Informação. Esta pesquisa apresenta um panorama da Filosofia da Informação e suas relações teóricas com a Ciência da Informação brasileira. Visando assim, uma estruturação do panorama conceitual entre a Filosofia da Informação e Ciência da Informação. Para tal fim, foram coletados artigos nos periódicos científicos brasileiros de Ciência da Informação e nos Anais do Enancib, onde, por consequência, foram identificados quais artigos seriam analisados. A pesquisa identificou, analisou e apresentou, sob a ótica da Ciência da Informação, o estado da arte da Filosofia da Informação na literatura científica brasileira, por meio dos quinze problemas propostos por Fernando Ilharco, que teve influencia nas pesquisas realizadas por Luciano Floridi para criá-los. Desse modo, foram apontadas as principais aproximações conceituais entre esses campos de estudo.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Estado da Arte; Fernando Ilharco; Filosofia da Informação; Literatura Científica; Luciano Floridi.

A Fenomenologia da Informação: reflexões essenciais sobre a matriz do conhecimento

PRADO, Marcos Aparecido Rodrigues do. A Fenomenologia da Informação: reflexões essenciais sobre a matriz do conhecimento. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, ago. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago13/Art_01.htm>. Acesso em: 26 dez. 2013.

Resumo
O presente artigo apresenta reflexões a respeito do fenômeno informação. Tem como objetivo contribuir com as bases fundamentais da Ciência da Informação. A fenomenologia é proposta como metodologia para análise da dinâmica informacional. Uma extensa revisão de literatura foi utilizada a fim de se empreender ponderações pautadas no levantamento bibliográfico, este recurso serviu de marco teórico da problemática. A pretensão deste trabalho é colaborar para o firmamento epistemológico à Ciência da Informação.

Palavras-chave: Fenomenologia; Epistemologia da informação; Fenomenologia da informação; Ciência da Informação

Razão, ciência e os sentidos da informação

FRANCELIN, Marivalde Moacir. Razão, ciência e os sentidos da informação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 4, ago. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago13/Art_07.htm>. Acesso em: 26 dez. 2013.

Resumo
O principal objetivo do artigo é analisar os sentidos da informação no complexo contexto da razão e da ciência na contemporaneidade. É um estudo exploratório com base em revisão de literatura. Parte da hipótese de que algumas ciências tentam individualizar seus objetos na tentativa de cumprir protocolos de rigorosidade, distanciando-se das discussões sobre razão e experiência. Procura-se, nesse caso, identificar erros e desvios epistemológicos decorridos do princípio da razão emprestada. Esse tipo de razão emprestada é vista equivocadamente como portadora da objetividade científica. Nesse sentido, o artigo procura argumentar que a razão objetiva não pode individualizar alguns objetos constituídos de fenômenos coletivos. Introduz discussão sobre o domínio das técnicas e os prejuízos da troca da razão por uma ciência protocolar. Coloca em questão a noção de razão metafórica no lugar da razão tradicional quando os significados e sentidos da informação estiverem ameaçados por restrições epistemológicas. Como conclusão, sugere que as ciências precisam se projetar em outras realidades para entender seus objetos e, principalmente, precisam analisar criticamente as condições, boas ou más, de suas reduções.

Palavras-chave: Razão; Ciência; Tecnociência; Sentidos da Informação.

A nova configuração do paradigma cognitivo na Ciência da Informação: contribuições ao processo de conhecer do profissional da informação

DAL’ EVEDOVE; Paula Regina; FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. A nova configuração do paradigma cognitivo na Ciência da Informação: contribuições ao processo de conhecer do profissional da informação. Informação & Informação, Londrina, v. 18, n. 1, p. 59-81, jan./abr. 2013. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/12932/pdf>. Acesso em: 21 dez. 2013.

Resumo:
Introdução: Os estudos em torno da cognição humana representam uma perspectiva relevante em Ciência da Informação, considerando-se as ações subjetivas dos profissionais  da informação e o processo dialógico que deve permear a atuação dos sujeitos que lidam com a organização e representação da informação.
Objetivo: Explora a abordagem do ponto de vista cognitivo na Ciência da Informação e suas novas configurações mediante as necessidades contemporâneas de informação para refletir sobre o processo de conhecer do profissional da informação mediante a realidade social que permeia os contextos de informação.
Metodologia: Reflexão sobre aspectos teóricos que tratam do desenvolvimento cognitivo para discutir as implicações da abordagem cognitiva em Ciência da Informação e sua  evolução no escopo do processamento e representação da informação.
Resultados: As pesquisas em Ciência da Informação devem considerar questões de ordem cognitiva e social que permeiam o processamento da informação e o processo de conhecer  do profissional da informação, pois as estruturas de conhecimento devem ser explicadas a partir do contexto social dos sujeitos cognoscentes.
Conclusões: Tem-se a necessidade de investigar o processo de conhecer do profissional da informação sob o viés da abordagem sociocognitiva, objetivando novos subsídios para a compreensão da relação informação (manifestações cognitivas) e suas implicações na dimensão social.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Ciências Cognitivas. Paradigma cognitivo.
Processo de conhecer. Profissional da Informação.

O movimento interdisciplinar em Ciência da Informação: uma reflexão epistemológica

DAL’EVEDOVE, Paula Regina; FUJITA, Mariângela Spotti Lopes. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, jun. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun13/Art_02.htm>. Acesso em: 25 jul. 2013.

Resumo:
A complexidade da interdisciplinaridade como categoria de análise ganha evidência nos discursos contemporâneos. Em Ciência da Informação, esta prática de integração dos discursos científicos visa, dentre outros, à constituição de sua identidade e consolidação enquanto campo científico. Desse modo, o estudo visa refletir sobre o estatuto epistemológico da Ciência da Informação enquanto campo científico interdisciplinar. Sendo assim, busca-se caracterizar a interdisciplinaridade na Ciência da Informação de modo a delinear as características e variáveis que regem este percurso contributivo. Para tanto, são tecidas considerações a respeito da interdisciplinaridade nas ciências a fim de compreender os desdobramentos dos discursos contemporâneos em torno da fragmentação do conhecimento e os múltiplos agentes envolvidos no exercício de vigilância crítica dos sustentáculos da ciência. Neste caminhar, adentra-se na questão interdisciplinar e a inserção deste movimento nas bases contemporâneas da Ciência da Informação, com vistas a elucidar a sua configuração enquanto campo científico em busca de consolidação e evolução.

Palavras-chave: Ciência da informação; Interdisciplinaridade; Fragmentação do conhecimento; Discursos científicos; Epistemologia; Temas transversais.

Ciência da informação: personagem da pós-modernidade

SIQUEIRA; Jessica Camara. Ciência da informação: personagem da pós-modernidade. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 13-34, jan. /jun. . 2012. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/186>. Acesso em: 07 abr. 2013.

Resumo:
O artigo apresenta o contexto de criação e desenvolvimento da Ciência da Informação a partir de uma abordagem histórico-conceitual. Para isso, apresentam-se traços históricos das origens e evolução do campo teórico da área e aspectos conceituais de sua natureza, a exemplo do caráter interdisciplinar, responsáveis pelo delineamento da área. O objetivo do artigo é desvelar os traços que caracterizam a identidade da Ciência da Informação, perpassando pelo seu referencial teórico e identificando maneiras de enxergar a área no âmbito do paradigma da pós-modernidade. A partir da revisão de literatura de autores de diferentes períodos, procura-se delinear um panorama da criação e desenvolvimento da Ciência da Informação no contexto histórico-social da contemporaneidade. Por fim, constata-se que não há um consenso teórico conceitual entre os especialistas da área, o que resvala para uma dissonância de diferentes opiniões acerca de sua natureza. Diante disso, é premente ao desenvolvimento de estudos de cunho epistemológico, a fim corroborar a constituição identitária da área.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Modernidade; Pós-modernidade; Epistemologia.

O cognitivismo na CI: a leitura de Ingwersen e a passagem do modelo matemático ao cognitivo

FERNANDES, Marcia Leite. O cognitivismo na CI: a leitura de Ingwersen e a passagem do modelo matemático ao cognitivo. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 140-155, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/157>. Acesso em: 07 abr. 2013.

Resumo:
O presente tem como objetivo fazer uma reflexão sobre o ponto de vista cognitivo na Ciência da Informação a partir da leitura de Ingwersen que analisa a origem do cognitivismo, o conceito de informação e suas implicações no processamento e na Recuperação da Informação; a transição do modelo matemático para o cognitivo, consistindo na mudança de abordagem de acesso à informação centrada na informação para a de acesso centrado no usuário, que é o produtor de sentido a partir de sua visão de mundo. Sugere um possível deslocamento da tradicional posição cognitiva de Brookes para a físico-positivista por uma suposta incompatibilidade com a noção de informação como atribuição singular de sentido.

Palavras-chave: Cognitivismo; Sistemas de Recuperação da Informação; SRI; Ciência da Informação.

Epistemologia da Ciência da Informação: objeto de estudo e principais categorias

RENDÓN-ROJAS, Miguel Ángel. Epistemologia da Ciência da Informação: objeto de estudo e principais categorias. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.3, n.1, p.3-14, jan./jun. 2012. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/113 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Não possui resumo

Palavras-chave: Não possui palavras-chave

Condições teóricas para a integração epistemológica da Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia na Ciência da Informação

ARAÚJO, Carlos Alberto Avila. Condições teóricas para a integração epistemológica da Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia na Ciência da Informação. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.2, n.2, p.19-41, jul./dez. 2011. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/55 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Neste artigo são apresentadas as condições teóricas que possibilitam a integração epistemológica da Arquivologia, da Biblioteconomia e da Museologia no escopo da Ciência da Informação. Para isso, são apresentadas primeiramente as conformações históricas que propiciaram essas três áreas e o estabelecimento de um primeiro modelo de cientificidade. A seguir, são apresentadas diversas teorias formuladas ao longo do século XX, agrupadas em cinco eixos, que apontam para superações do modelo inicial. Por fim, esse quadro é confrontado com os desenvolvimentos teóricos da Ciência da Informação. Argumenta-se que o conceito de informação tal como estudado recentemente pode favorecer o avanço das perspectivas teóricas nas três áreas e aponta para a possibilidade de sua integração epistemológica.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Arquivologia; Biblioteconomia; Museologia.

A produção intelectual em Ciência da Informação: análise de citações do DCI/UFRGS de 2000 a 2008.

COSTA, Josiane Gonçalves da; VANZ, Samile Andréa de Souza. A produção intelectual em Ciência da Informação: análise de citações do DCI/UFRGS de 2000 a 2008.  Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 79-93, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/12921/8742 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Através da análise de citações, promove-se a investigação de 3.451 referências citadas em 248 trabalhos publicados pelos docentes do Departamento de Ciências da Informação da Uni­versidade Federal do Rio Grande do Sul entre 2000 e 2008. O objetivo do estudo foi subsidiar o planejamento estratégico no âmbito do Desenvolvimento de Coleções da biblioteca da Ins­tituição. Os resultados indicam preferência pelo uso de livros e capítulos (44,0%), seguidos por artigos de periódico (31,3%), ambos em português (75,3%). Como periódicos mais citados aparecem Ciência da Informação (16,6%) seguida pelo Journal of the American Society for Information Science (4,9%). Foram citados 1.603 autores diferentes e 1.519 títulos de livros. O ranking dos autores e livros exalta o caráter interdisciplinar do DCI e da própria área, reforçando a idéia de que a Ciência da Informação no Brasil é um campo em formação, sem padrões constantes para a comunicação científica. Conclui que a análise de citações é um método válido para apurar os hábitos de uso da informação, porém, requer atenção quanto à interpretação dos resultados.

Palavras-chave: Bibliometria. Cientometria. Análise de cita­ções. Produção docente. Desenvolvimento de coleções. Ciência da Informação.

Contribuição ao campo de usuários da informação: em busca dos paradoxos das práticas informacionais

PINTO, Virgínia Melo; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Contribuição ao campo de usuários da informação: em busca dos paradoxos das práticas informacionais. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 3, p. 219-226, set./dez., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=34&gt>. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo 
Pretende-se debater as concepções teórico-metodológicas dos estudos de usuários da informação, criticamente, considerando a historicidade, a totalidade e as contradições da sociedade capitalista como constituidoras das práticas informacionais dos sujeitos. As atuais abordagens de estudos de usuários da informação, tradicionais e alternativas, mostram-se limitadas por não abarcarem a complexidade dos aspectos que formam os sujeitos e a sua constituição social. Desconsideram a dimensão histórico-social da ação humana, focando somente a ação individual. Entende-se que, para compreender as práticas informacionais dos sujeitos, é necessário situá-las historicamente, considerando-se que a subjetividade não está descolada da estrutura social. Para a construção de um método ou de uma forma de olhar crítica, sugere-se a adoção de categorias de análise desenvolvidas por Pierre Bourdieu. Apresentam-se as categorias habitus, campo social e capital simbólico para tentar compreender as práticas informacionais construídas no cruzamento entre as relações sociais baseadas na exploração de uma classe sobre outra (e de dominação de um grupo sobre outro) e compreender também a percepção subjetiva dos indivíduos.

Palavras-chave: Método. Práticas informacionais. Usuários da informação.

Entre a Retórica e a Filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação

SALDANHA, Gustavo Silva. Entre a Retórica e a Filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 47-67, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/41/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Identifica e discute a presença do humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. Analisa o desenvolvimento contemporâneo do discurso epistemológico informacional e apresenta o pragmatismo, enquanto filosofia e método, como via que conduz o campo à recuperação dos elementos do olhar humanista sobre a realidade. Define a noção de humanismo a partir de um enfoque disciplinar que parte da Filologia e da Retórica. Conclui que o desenvolvimento epistemológico da Ciência da Informação se direciona no horizonte dos métodos de intervenção que se fundamentam entre a Retórica e a Filologia. Aponta as possibilidades teórico-metodológicas de reconhecimento do humanismo na epistemologia informacional.

Palavras-chave: Epistemologia da Ciência da Informação – Humanismo – Retórica – Filologia

Ações de informação e práticas documentárias como políticas difusas de memória

FERNANDES, Geni Chaves. Ações de informação e práticas documentárias como políticas difusas de memória. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 208-226, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/61/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Os estudos teórico-epistemológicos de González de Gómez e Frohmann, sobre as ações de informação e as práticas documentárias, permitem encontrar proximidades com as reflexões sobre os estudos da historiografia e da memória. Pode-se daí visualizar um dispositivo implicado na construção da memória, que chamamos de políticas difusas de memória. As reflexões dos historiadores e estudiosos da memória social acerca de suas responsabilidades com as narrativas do passado devem ser estendidas a outros atores, especialmente aos pesquisadores dos campos de estudos da informação e do documento.

Palavras-chave: ações de informação; práticas documentárias, memória documentária

Mudança de paradigma e sua ruptura: um estudo de caso na Museologia e a pluralidade paradigmática da Ciência da Informação

GOUVEIA JUNIOR, Mário; SANTOS; Raimundo Nonato Macedo dos. Mudança de paradigma e sua ruptura: um estudo de caso na Museologia e a pluralidade paradigmática da Ciência da Informação. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 2, p. 117-126, maio/ago., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=33&gt>. Acesso em: 25 dez. 2012.

Resumo
Este artigo traça um breve histórico da Ciência da Informação, anotando alguns conceitos ainda em discussão em um campo de estudos dito incipiente em virtude da ausência de paradigmas capazes de atender às inquietações de seus pesquisadores de modo satisfatório. Nesse contexto, busca-se abordar em que medida a configuração de uma crise pode comprometer um modelo de pensamento ao ponto de suscitar um novo paradigma. Analisa-se o conceito de mudança de paradigma em relação à Museologia e à Ciência da Informação, a partir de um breve estudo de caso, por meio do qual se obterá um maior entendimento acerca das negociações que se evidenciam quando se trata de questões inerentes à pesquisa científica e à comunidade acadêmica.

Palavras-chave: Informação. Mudança de paradigma. Museologia.

Fundamentos teóricos e estatuto científico da Biblioteconomia e Ciência da Informação

OLIVEIRA, Lucia Carvalho de; CRESPO, Maria Rosa Crespo. Fundamentos teóricos e estatuto  científico da Biblioteconomia e Ciência  da Informação. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 66-85, jan. 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/view/71/73>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Trata dos antecedentes dos campos de estudos relacionados ao livro, à biblioteca, à Biblioteconomia e à Ciência da Informação, por meio da análise de alguns aspectos das profissões cujo foco é organizar e preservar a informação registrada. Analisa os principais paradigmas existentes na Ciência da Informação, tanto por seus fundamentos teóricos como por seu objeto, a informação. Discute o estatuto científico da Biblioteconomia e Ciência da Informação, abordando as principais características destas disciplinas que se configuram como interdisciplinares, e apresenta as possíveis classificações da Ciência da Informação dentro das Ciências. Por último, expõe as reflexões de autores renomados da área, sobre as perspectivas da Biblioteconomia e Ciência da Informação para o futuro.

Palavras-chave: Biblioteconomia;Ciência da Informação. Fundamentos teóricos.

Redefinindo a ciência da informação: da “ciência da informação” para a “ciência do conhecimento”

ZINS, Chaim. Redefinindo a ciência da informação: da “ciência da informação” para a “ciência do conhecimento”. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.21, n.3, p.155-167, set./dez. 2011. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/11901 >. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo:
O presente ensaio filosófico procura explorar o conceito de Ciência da Informação. A argumentação filosófica é composta de cinco etapas. Ela é baseada no esclarecimento dos significados de seus conceitos básicos “dados”, “informação” e “conhecimento”. O artigo oferece reflexões sobre o fenômeno explorado da Ciência da Informação. O estudo sugere que o nome do campo “Ciência da Informação” deve ser mudado para “Ciência do Conhecimento”.

Palavras-chave: Filosofia. Ciência da Informação. Ciência do Conhecimento.

 

 

Formação de mestres para docência e pesquisa: relato da experiência da disciplina Epistemologia e Ciência da Informação

VARELA, Ainda; GOMES, Henriette Ferreira. Formação de mestres para docência e pesquisa: relato da experiência da disciplina Epistemologia e Ciência da Informação. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.21, n.3, p.73-84, set./dez. 2011. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/10935 >. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo:
Trata-se do relato de experiência sobre a docência da disciplina Epistemologia e Ciência da Informação, ministrada no curso de pós-graduação. Delineou-se como objetivos proporcionar ao aluno o conhecimento do significado da epistemologia, da sua relação com a ciência, das bases teóricas e epistemológicas da Ciência da Informação, seus objetos de estudo e suas tendências de pesquisa na contemporaneidade. O conteúdo e as práticas de ensino-aprendizagem foram distribuídos numa lógica que de aproximação com uma trajetória cognitiva dos alunos rumo à construção coletiva do conhecimento, subsidiando os recortes epistemológicos das pesquisas do grupo, a partir dos quais serão produzidas as dissertações, buscando assegurar contribuições mais consistentes ao fortalecimento e consolidação da área. O programa da disciplina foi constituído de quatro blocos destinados à discussão dos conceitos de epistemologia; das relações da Epistemologia com a Ciência da Informação; dos principais autores clássicos da área e à identificação e posicionamento das pesquisas dos alunos no âmbito dos Grupos de Trabalho (GT) da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação (ANCIB), com percepção das tendências de pesquisa no Brasil. Os resultados foram obtidos e avaliados no decorrer de cada etapa, quando os alunos discutiam e partilhavam informações e contribuições.

Palavras-chave: Epistemologia – Ensino. Epistemologia – Ciência da Informação. Epistemologia – Formação e Produção acadêmica.

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