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Gestão do Conhecimento

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A Gestão do Conhecimento como recurso de inovação para Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o modelo Enabling Knowledge Creation (EKC)

FELIPE, André Anderson; MOTA, Denysson Axel Ribeiro. A Gestão do Conhecimento como recurso de inovação para Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o modelo Enabling Knowledge Creation (EKC). InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 6, n. 1, p. 57-78, mar./ago. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v6i1p57-78>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Este artigo expõe e analisa o modelo de Gestão do Conhecimento (GC), apresenta no livro Enabling Knowledge Creation de von Krogh, Ichijo e Nonaka (2000), chamado aqui de modelo EKC, traçando suas principais etapas e formas de sua aplicação. Como objetivo analisa como as diretrizes de inovação para MPEs propostas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) envolvem procedimentos da GC, mais especificamente, como se configuram frente ao modelo EKC. A pesquisa bibliográfica e documental foi utilizada como aporte metodológico para apresentar o modelo EKC, e a análise comparativa como recurso para propiciar a análise das diretrizes de inovação para MPEs propostas pelo SEBRAE e a comparação das mesmas, com as etapas estabelecidas pelo modelo EKC. Os resultados mostram que as diretrizes de inovação para MPEs estabelecidas pelo SEBRAE se aproximam das etapas apresentadas pelo modelo EKC, demostrando a relevância da GC no desenvolvimento de ações que promovem formas de inovar no contexto empresarial brasileiro.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento; Micro e Pequenas Empresas; Enabling knowledge creation; Inovação.

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A relação entre Competência Informacional e Aprendizagem Organizacional: um olhar a partir do framework dos 4 I(s)

BEM, Roberta Moraes; COELHO, Chistianne Coelho de Souza Reinisch. A relação entre Competência Informacional e Aprendizagem Organizacional: um olhar a partir do framework dos 4 I(s). InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 112-127, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p112-127>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
Introdução: a Competência Informacional, como habilidade de lidar com a informação, no sentido de localizar, adquirir, selecionar e tomar decisões assertivas se apresenta como um elemento importante no contexto da Gestão do Conhecimento e das organizações que aprendem continuamente. A Gestão do Conhecimento está associada ao conhecimento como fator de produção estratégico, onde o sucesso e a competitividade de uma organização estão associados a sua habilidade de adquirir, representar, gerenciar, utilizar e disseminar conhecimento. Todavia, a relação da Competência Informacional com a Gestão do Conhecimento não é muito explorada, especialmente sob o foco da Aprendizagem Organizacional, que este trabalho propõe. Objetivo: verificar a conexão existente entre as referidas disciplinas (Aprendizagem Organizacional e Competência Informacional), sob a ótica da abordagem do framework dos 4 I(s) – que compreende as fases de intuição, interpretação, integração e institucionalização – consideradas no processo de aprendizagem. Metodologia: estudo exploratório que partiu de revisão bibliográfica, seguindo com a análise dos documentos. Resultados: Aspectos da abordagem da Competência Informacional, como o “aprendizado ao longo da vida” (lifelong leanrning) e os “processos cognitivos” são mais representativos quando se relaciona Competência Informacional com Aprendizagem organizacional. Todavia, apesar dessas matérias parecerem intimamente ligadas, sua exploração nesse sentido não é evidente, identificando-se um gap na literatura, abrindo campo para pesquisas futuras.

Palavras-chave: Competência Informacional; Gestão do Conhecimento; Aprendizagem Organizacional

Compartilhamento e registro de conhecimento: um estudo de caso na empresa Knowtec

CISNE, Caroline Santos de; KANEOYA, Paula Hidemi; SANTOS, Luana Carla Moura dos. Compartilhamento e registro de conhecimento: um estudo de caso na empresa Knowtec. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 20, n. 1, p. 98-111, jan./abr., 2015. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/991/pdf_113 >. Acesso em: 29 jul. 2015.

Resumo
A inovação e a competitividade de organizações intensivas em conhecimento estão relacionadas à capacidade de criação e de conhecimentos organizacionais e, consequentemente, ao compartilhamento de conhecimentos nas organizações e seu indispensável registro. O presente artigo buscou compreender como ocorre o compartilhamento de conhecimentos entre colaboradores em organizações intensivas em conhecimento e como pode ser feito o registro desse conhecimento para recuperação a longo prazo. Para isso, foi realizado um estudo de caso na empresa Knowtec, que atua com inteligência competitiva, a fim de captar os processos, que contribuem para a construção do conhecimento organizacional, por meio de processos da gestão do conhecimento. Mediante a utilização de questionário e entrevista semi-estruturada, foi possível verificar que os colaboradores têm senso colaborativo, fazem uso do ambiente proporcionado pela empresa para compartilhar e registrar conhecimentos em prol do desenvolvimento e capacitação das equipes de trabalho e da Knowtec.

Palavras-chave: Compartilhamento de conhecimento. Registro de conhecimento. Conhecimento organizacional. Gestão do conhecimento. Knowtec.

A conexão entre estratégia e conhecimento na criação de vantagens competitivas sustentáveis

LOPES, Edson Gonçalves; FONTES FILHO, Joaquim Rubens; REZENDE, José Francisco de Carvalho. A conexão entre estratégia e conhecimento na criação de vantagens competitivas sustentáveis. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 5, out. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out14/Art_04.htm>. Acesso em: 29 dez. 2014.

Resumo
AEste ensaio discute conexões entre estratégia e conhecimento, valendo-se dos excedentes cognitivos mobilizados nos contextos capacitantes. Os excedentes cognitivos permitiriam induzir flexibilidade, criar recursos intangíveis distintivos e gerar vantagens competitivas sustentáveis. Nosso argumento enfatiza que o reconhecimento e a decisão de criar, estruturar e institucionalizar os contextos capacitantes trazem impactos importantes na habilitação da organização para: atuar nas arenas competitivas; promover a dinâmica da criação do conhecimento; e apropriar e transformar o conhecimento em valor. A organização evidencia suas lacunas estratégicas ao comparar o que pode fazer na atualidade e o que deve fazer para atingir sua visão de futuro. Ao comparar o conhecimento atual com o conhecimento requerido para executar a intenção estratégica que a conduza à obtenção de vantagens competitivas, a organização identifica suas lacunas de conhecimento e busca estabelecer contextos capacitantes que proporcionem condições para suprir essas lacunas. Para orientar a aplicação de esforços e os conhecimentos a ser incorporados aos seus ativos, a organização prioriza e foca suas experiências de aprendizagem em torno de determinadas áreas estratégicas de conhecimento, de forma a construir ou complementar posições que lhe proporcionem vantagem competitiva atual ou futura. Nesse sentido, a organização busca contextos capacitantes que atuem como plataformas para os processos de criação do conhecimento. A eficiência da organização define os conhecimentos demandados e cria uma rigidez estratégica que limita o espaço para as contribuições decorrentes dos excedentes cognitivos que poderão não estar relacionados diretamente aos objetivos e metas estabelecidas no plano estratégico. Como condições de contorno devem ser observados: (i) que os excedentes cognitivos de seus integrantes podem ser identificados como raros, valiosos, não substituíveis, de difícil imitação e decorrentes de longos processos de desenvolvimento, logo, podem distinguir a organização das demais do setor; e (ii) que os contextos capacitantes podem atuar como locais propícios para a mobilização desses excedentes, mesmo não diretamente relacionados à estratégia em curso, mas que podem dar origens a recursos intangíveis distintivos e induzir a organização às estratégias mais flexíveis em busca de vantagens competitivas sustentáveis.

Palavras-chave: Estratégia; Conhecimento; Contextos capacitantes; Excedentes cognitivos; Vantagens competitivas sustentáveis.

Instrumentos de Representação do Conhecimento para práticas de Gestão do Conhecimento: taxonomias, tesauros e ontologias

BEM, Roberta Moraes; COELHO, Christianne Coelho de Souza Reinisch. Instrumentos de Representação do Conhecimento para práticas de Gestão do Conhecimento: taxonomias, tesauros e ontologias. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 1, p. 147-162, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/incid/article/view/59106>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
Em virtude da diversidade de instrumentos e ferramentas para a representação do conhecimento existentes na literatura para apoio à Gestão do Conhecimento, fez-se uma revisão de literatura do tipo sistemática para verificar a existência e aplicabilidade desses recursos. De acordo com os critérios pré-estabelecidos da revisão foram localizados noventa trabalhos, respaldando a discussão que se seguiu a respeito da aplicabilidade dos instrumentos. Observaram-se aplicações com todos os instrumentos, porém uma predominância de estudos e abordagens no uso de ontologias, se comparado aos demais instrumentos de representação do conhecimento ─ taxonomias e tesauros. Todavia, independentemente do instrumento utilizado, percebe-se a importância do controle terminológico, além da preocupação com a escolha da ferramenta mais adequada. Pois não é possível compartilhar, reutilizar e disseminar conhecimentos com acepções diversas.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento; Instrumentos de Representação do Conhecimento; Tesauros; Taxonomias; Ontologias.

A Gestão do Conhecimento sob a perspectiva das sete dimensões: o caso do projeto Perfis Profissionais para o Futuro da Indústria

SATO, Karoline Aparecida Scroch; DRAGO, Helena Nunes Silva, Isabela. A Gestão do Conhecimento sob a perspectiva das sete dimensões: o caso do projeto Perfis Profissionais para o Futuro da Indústria. Informação & Informação, Londrina, v. 18, n. 1, p. 142-168, jan./fev. 2013. Disponível: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/13151/pdf>. Acesso em: 21 dez. 2013.

Resumo:
Introdução: Organizações que atuam em estudos prospectivos, são intensas na criação e compartilhamento do conhecimento e um dos principais desafios está em tornar coletivo o conhecimento individual.
Objetivo: Analisar por meio das sete dimensões do conhecimento propostas por Terra (2001, 2005) o alinhamento do projeto Perfis Profissionais para o Futuro da Indústria, possibilitando um ambiente propício à criação e ao compartilhamento do conhecimento.
Metodologia: Pesquisa descritiva fundamentada em um estudo de caso.
Resultados: A alta administração atua como facilitadora; a cultura organizacional propicia o compartilhamento estimulando a socialização, experimentação e valorização das ideias;
apesar da estrutura hierárquica, há incentivo à participação; há um processo de seleção voltado a especialidades e qualificações diversas, com constantes capacitações; a organização utiliza diversas tecnologias facilitando a troca de informações e conhecimentos; não existem métricas definidas para avaliação dos resultados e, finalmente, o aprendizado com o ambiente se dá por meio de parcerias, treinamentos e da própria diversidade cultural.
Conclusões: Conclui-se que a equipe do Projeto tem um ambiente propício à criação e compartilhamento de conhecimento o qual é fundamental na prospecção de oportunidades de inovação e na geração de respostas às demandas e necessidades socioindustriais para o futuro da indústria paranaense.

Palavras-chave: Compartilhamento de conhecimentos. Criação de conhecimento. Gestão do conhecimento.

Importância dos repositórios institucionais na preservação intelectual: em foco a gestão do conhecimento

SOUSA FILHO, Agenor Leandro de; SOUSA, Ana Karolyne Nogueira de; SOUSA, Maria Danyelly da Silva; SOUZA, Alexandre Pereira de. Importância dos repositórios institucionais na preservação intelectual: em foco a gestão do conhecimento. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1696/1145&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
Os repositórios institucionais e temáticos apresentam-se como peça-chave para o processo de comunicação científica, oferecendo novas oportunidades para o compartilhamento da informação, contribuindo, outrossim, para o desenvolvimento da ciência, uma que vez que proporcionam visibilidade, armazenamento e a recuperação dessa informação. Considerando a importância da pesquisa científica face aos novos movimentos de acesso livre, este estudo objetiva promover a discussão acerca dos Repositórios institucionais como manifestação da reestruturação do sistema de comunicação científica, além de contribuir na compreensão da importância deste, por meio de algumas reflexões sobre a gestão do conhecimento relacionada com o processo de comunicação e o capital intelectual. Desse modo, a pesquisa trata-se de uma revisão de literatura, com caráter exploratório-descritivo, cujo método utilizado é qualitativa. Considerando as contribuições dos repositórios institucionais, sendo estas, essencialmente, o aperfeiçoamento do sistema de comunicação científica, promovendo a visibilidade e disponibilidade dos resultados de pesquisa, acreditando-se que possibilitará o aumento da produção científica organizada em âmbito das universidades e instituições de pesquisa e a oportunidade de se fortalecerem institucionalmente.

Palavras-chave: Repositórios institucionais. Produção cientifica. Gestão do conhecimento.

Desafios à implantação da gestão do conhecimento: a questão cultural nas organizações públicas federais brasileiras

BEM, Roberta Moraes; PRADO, Maria Lourde; DELFINO, Nelson. Desafios à implantação da gestão do conhecimento: a questão cultural nas organizações públicas federais brasileiras. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.2, p.123-135, maio/ago. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/592 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
As instituições do Serviço Público, assim como seus servidores, são fundamentais para o desenvolvimento de uma nação. Desta forma, a Gestão do Conhecimento desempenha papel chave para a gestão eficaz do principal recurso dessas instituições, o conhecimento. No Serviço Público, sujeito a constantes mudanças políticas e assim gerando mudanças na condução da gestão, gerir o conhecimento torna-se ainda mais importante. A reutilização, recuperação e uso do conhecimento são fundamentais para a evolução e enquadramento nas modernas técnicas de gestar desses entes. Desta forma, procurou-se verificar como a cultura organizacional caracteriza-se como desafio à implantação da Gestão Conhecimento no âmbito do Serviço Público Federal Brasileiro, já que se detectou por meio de revisão bibliográfica, que entre os principais impeditivos à Gestão do Conhecimento no Serviço Público, tanto no Brasil como em outros países, estão relacionados à problemas que confrontam com aspectos culturais como comportamento, relações interpessoais, comunicação, resistência. Nessa linha identificaram-se como alternativas para a resolução dos problemas desta natureza, as que estão relacionadas à criação de políticas para incentivo a Gestão do Conhecimento e a motivação do grupo, assim como à aprendizagem coletiva, compartilhamento de conhecimentos, desenvolvimento de competências, entre outros.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento; Cultura Organizacional; Serviço Público Federal Brasileiro; Brasil; Serviço Público

Gestão do conhecimento: estudo histórico

EVANGELISTA, Janete Gonçalves. Gestão do conhecimento: estudo histórico. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 126-139, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/140>. Acesso em: 07 abr. 2013.

Resumo:
Como estratégia fundamental de acumulação do capital, a gestão do conhecimento deve ser resgatada desde os primórdios do capitalismo, para que sua historicidade seja retratada e para que se possam compreender as razões pelas quais levaram o empresariado a lhe imputar tamanha significação na atualidade. Para realizar esse estudo é fundamental que se compreenda o conceito de gestão do conhecimento. No mesmo patamar de influência, encontra-se o processo pelo qual a gestão empresarial vem se configurando ao longo dos modos de acumulação capitalista e a importância do seu papel estratégico na economia globalizada. O objetivo deste artigo é compreender o desenvolvimento histórico da gestão empresarial do conhecimento nos vários estágios do processo de produção capitalista.

Palavras-chave: Gestão do conhecimento; Trabalho e educação.

Práticas de gestão do conhecimento: o caso da biblioteca universitária da UFSC

BEM, Roberta de, AMBONI, Narcisa de Fátima. Práticas de gestão do conhecimento: o caso da biblioteca universitária da UFSC. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 736-751, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/874/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Apresenta as práticas de Gestão do Conhecimento realizadas na Biblioteca Universitária da UFSC, com vistas ao compartilhamento de conhecimento. São comunidades de prática em diferentes áreas, denominadas: “Bom Dia Biblioteca”, “Comunidade de Prática Programa de Capacitação” e “Clube do livro Era uma vez…”. Os encontros são realizados de forma presencial com periodicidades e métodos semelhantes, sempre com o intuito de compartilhar conhecimento e promover a aprendizagem pessoal e organizacional. Constatando que no caso de uma organização “biblioteca”, que os servidores normalmente trabalham fisicamente separados, possibilitando uma maior representação dentro da instituição, a prática regular de encontros para compartilhamento de conhecimento e troca de experiências, é fundamental.

Palavras-chave: Bibliotecas; Gestão do Conhecimento; Práticas de GC

Redes de conhecimento sob a ótica das redes complexas

ALCANTARA, Frank Coelho de; SILVA, Helena de Fátima Nunes; TSUNODA, Denise Fukumi. Redes de conhecimento sob a ótica das redes complexas. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, fev. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev13/Art_03.htm>. Acesso em: 14 fev. 2013.

Resumo
Este trabalho estuda as redes de conhecimento sob a visão do estudo de redes complexas, visando o entendimento da sua estrutura e robustez e o papel desempenhado pelos ativistas do conhecimento. Baseia-se em uma pesquisa bibliográfica em gestão do conhecimento e redes complexas considerando as interações entre estas áreas. Aponta as características funcionais dos hubs, como possível explicação para o sucesso dos ativistas do conhecimento na criação do conhecimento. As observações realizadas limitam-se às características dos atores em redes de conhecimento e em redes complexas relacionando funções por similaridade buscando encontrar paralelos funcionais entre estes atores em redes diferentes. A gestão do conhecimento é reconhecidamente um fator competitivo relevante no mercado. A compreensão das qualidades operacionais dos ativistas do conhecimento poderá produzir ativos e vantagens competitivas para o sucesso organizacional. O estudo tem o mérito de utilizar o estudo de redes complexas para entender o funcionamento de redes de conhecimento.

Palavras Chaves: Redes complexas; Redes de conhecimento; Informação; Ativistas do conhecimento; hubs; Criação do conhecimento.

A gestão do conhecimento na educação ambiental

ESCRIVÃO, Giovana; NAGANO, Marcelo Seido; ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. A gestão do conhecimento na educação ambiental. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 92-110, jan./mar. 2011. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1138/848>. Acesso em: 30 jan. 2013.

Resumo
A informação e o conhecimento são recursos da educação ambiental (EA) que podem ser desenvolvidos pela gestão do conhecimento (GC). O objetivo do artigo é propor medidas de criação do conhecimento (CC) na melhoria dos resultados da EA. Este estudo é baseado na pesquisa bibliográfica sem verificações empíricas, portanto, tem seus resultados limitados pelo recurso metodológico do ensaio teórico. No entanto, tal limite é o maior estímulo para pesquisas futuras que poderão investigar as aproximações da EA com a GC e o processo de criação do conhecimento (PCC) em investigações empíricas. Como resultados são apresentadas algumas sugestões de desenvolvimento dos requisitos do PCC aos programas de EA: como, a possibilidade do processo SECI desenvolver melhor vários aspectos da educação ambiental como o aprendizado social, as atividades de interação, o diálogo, a troca de experiências, informação e conhecimento, e das diferentes idéias e maneiras de agir, realizadas pela EA e; a possibilidade do Ba desenvolver um espaço propício para a criação de novos conhecimentos
ambientais. O artigo traz contribuições acadêmicas à GC ao proporcionar maior discussão e entendimento sobre o PCC; à EA ao possibilitar uma visão diferente embasada no trabalho da informação e do conhecimento sobre os processos pedagógicos desta; sociais ao contribuir com os programas de EA, melhorando suas práticas e, conseqüentemente, contribuindo com um desenvolvimento econômico ecologicamente sustentável.

Palavras-chave: Gestão do conhecimento; Processo de criação do conhecimento; Educação ambiental.

Modelo conceitual para o capital intelectual integrado à Gestão do Conhecimento

PAIVA, Simone Bastos. Modelo conceitual para o capital intelectual integrado à Gestão do Conhecimento. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.esp, p.25-37, . 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/13329 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
O capital intelectual – CI e a gestão do conhecimento – GC são temáticas relacionadas com a emergência de uma nova sociedade, centrada na informação e no conhecimento. O CI é considerado um fenômeno que eleva o desempenho organizacional, através da integração entre o capital estrutural, o capital humano e o capital cliente. A GC consiste em um conjunto de ações que buscam coordenar desde os processos de geração até a utilização do conhecimento, passando pelo seu armazenamento e seu compartilhamento entre os indivíduos. O presente artigo tem por objetivo propor um modelo conceitual para o gerenciamento do CI, integrado à GC. Trata-se de um estudo exploratório e bibliográfico, desenvolvido a partir de contribuições teóricas, dentre as quais se destacam os seguintes autores Davenport e Prusak (1998), Edvinsson e Malone (1998), Stewart (1998, 2002), Sveiby (1998), Terra (2001) e Von Krogh, Ichijo e Nonaka (2001). Intui-se que a junção dos constructos CI e GC apresenta-se como uma possibilidade para se gerenciar os aspectos não-mensuráveis do capital intelectual, complementando as metodologias que buscam apenas quantificá-lo economicamente.

Palavras-chave: Capital intelectual. Gestão do conhecimento. Modelo conceitual.

Fluxos de informação e linguagem em ambientes organizacionais

VALENTIM, Marta Lígia Pomim; TEIXEIRA, Thiciane Mary Carvalho. Fluxos de informação e linguagem em ambientes organizacionais. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.151-156, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/10651 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Os fluxos de informação são constituídos naturalmente ou induzidos formalmente nos ambientes organizacionais, bem como perpassam do nível estratégico ao nível operacional, refletindo e impactando nos processos que compõem a organização, inclusive o processo decisório e, por consequência as estratégias de ação. A gestão de ambientes organizacionais fundamentada em informação requer atenção em relação aos vários tipos de linguagens utilizados para a comunicação entre os setores e colaboradores da organização, cujo objetivo é compartilhar, disseminar e socializar as informações produzidas nesse ambiente.

Palavras-chave: Fluxos de Informação; Canais Formais e Informais; Fluxos Formais e Informais; Linguagem; Jargão Organizacional; Ambientes Organizacionais.

Preservação digital: a gestão e a preservação do conhecimento explícito digital em instituições arquivísticas

INNARELLI, Humberto Celeste. Preservação digital: a gestão e a preservação do conhecimento explícito digital em instituições arquivísticas. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.3, n.2, p.48-63, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/129 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Tendo como pano de fundo a gestão e preservação do conhecimento explícito digital nas instituições no âmbito da gestão do conhecimento e da arquivologia, este artigo pretende estabelecer um vínculo entre a gestão arquivística de documentos digitais e a gestão e preservação do conhecimento explícito na era digital. Para esta abordagem, considera-se a problematização do assunto, o conhecimento explícito registrado em documentos arquivísticos, a gestão arquivística como forma de gestão do conhecimento explícito, as ferramentas tecnológicas e a preservação do conhecimento explícito, tendo em vista a vantagem competitiva, a inovação e a preservação do conhecimento explícito para a manutenção da cultura institucional e social. O estudo das relações dos diversos pontos apresentados estabeleceu uma conexão entre o olhar arquivístico e os documentos arquivísticos digitais como fontes primárias do conhecimento.

Palavras-chave: Preservação digital. Gestão do conhecimento. Gestão arquivística de documentos. Conhecimento explícito.

Amnésia Organizacional: em Estudo de Caso Sobre a Memória na Administração Pública Federal

SANTOS, Aleksandra Pereira. Amnésia Organizacional: em Estudo de Caso Sobre a Memória na Administração Pública Federal. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.3, n.1, p.36-56, jan./jun. 2012. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/45 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Compreender as características da memória na administração pública mostra-se relevante para o entendimento do papel e da atuação do Estado brasileiro. Este texto buscou tal compreensão, a partir de estudo de caso da memória organizacional no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Para tanto, buscou-se um referencial teórico integrando as Ciências da Informação e Administração, uma vez que o tema abrange teorias de gestão do conhecimento e aprendizagem organizacional. A análise de documentos e as entrevistas foram as técnicas de coleta de dados utilizadas. Foram analisados os aspectos relativos à percepção dos dirigentes sobre os processos de retenção, recuperação e uso de informações e/ou conhecimentos, evidenciando-se as barreiras culturais e técnicas. Os resultados apontam para a percepção da memória organizacional enquanto processo implícito, natural, em permanente desenvolvimento, composta de repositórios múltiplos não integrados, cuja fonte principal é o indivíduo.

Palavras-chave: memória organizacional, gestão do conhecimento, aprendizagem organizacional, administração pública e amnésia organizacional

Gestão do conhecimento: categorização conceitual.

ALVARES, Lillian; BAPTISTA, Sofia Galvão; ARAÚJO Jr., Rogério Henrique de. Gestão do conhecimento: categorização conceitual.  Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 235-252, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15124/10437 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Apresenta as discussões da literatura relativas à Gestão do Conhecimento, sua categorização conceitual, destacando o com­partilhamento do conhecimento e o mapeamento da informação como estratégias para promover a aprendizagem e a inovação nas organizações. Enfatiza que as formas de comunicação organizacional, as tecnologias de informação e comunicação e a gestão da informação são os elementos que apoiam o processo de compartilhamento do conhecimento, permitindo que as novas práticas de Gestão do Conhecimento facilitem os processos de inovação nas organizações.

Palavras-chave: Gestão do conhecimento. Categorização conceitual. Gestão da informação.

O papel das bibliotecas universitárias na comunicação científica: um estudo sobre os repositórios institucionais

MARRA, Patrícia dos Santos Caldas. O papel das bibliotecas universitárias na comunicação científica: um estudo sobre os repositórios institucionais. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 2, p.174-194,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp2p174 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Trata-se de um trabalho de revisão de literatura, seguida de uma pesquisa realizada por meio de questionário estruturado com perguntas abertas e fechadas, com o objetivo deobter informações sobre o panorama de implantação de repositórios institucionais de acesso livre à informação científica pelas universidades do Brasil. A pesquisa foi dividida em três etapas: análise dos sites institucionais das 102 IES identificadas pelo sistema e-MECvisando localização do e-mail para contato das bibliotecas; aplicação de um questionário constituído de doze questões – nessa etapa foram obtidas 52 respostas, sendo que 19 instituições afirmaram possuir RI e 33 instituições afirmaram não possuir RI; na terceira etapa adotou-se como técnica de coleta de dados a observação direta dos sites institucionais das 50 IES que não responderam ao questionário eletrônico, nessa etapa foram identificados 15 repositórios institucionais. O estudo mostra que a disseminação da produção científica da instituição,apontada por todas as 19 instituições que afirmaram possuir RI, como o principal fator para a sua implantação. Entretanto, a principal dificuldade encontrada para a implantação dos RIs, destacada nesse trabalho, explicita a falta de recursos humanos capacitados nas IES públicas do país para trabalharem na construção e no gerenciamento de repositórios. Com o estudo percebe-se apenas 33,3% das IES pesquisadas possuem RI.

Palavras-chave: Repositórios institucionais. Comunicação Científica. Acesso livre ao conhecimento. Gestão do conhecimento científico. Instituições de Educação Superior.

Aproximações entre o processo de adaptação de Piaget e os modos de conversão do conhecimento de Nonaka & Takeuchi

WILLE, Marina Ferreira de Castro et al.. Aproximações entre o processo de adaptação de Piaget e os modos de conversão do conhecimento de Nonaka & Takeuchi. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.esp. 1, p.24-39,  2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17nesp1p24 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
O presente artigo relaciona conceitos da teoria de criação do conhecimento organizacional de Nonaka e Takeuchi com conceitos envolvidos no processo de equilibração majorante de Piaget. A pesquisa bibliográfica e exploratória busca relacionar tais teóricos a fim de enriquecer a pesquisa organizacional com contribuições da área educacional e da psicologia. A discussão aponta para uma aproximação entre os modos de conversão do conhecimento de Nonaka e Takeuchi, ou seja, socialização, externalização, combinação e internalização, com elementos envolvidos no processo de equilibração majorante de Piaget, tidos como assimilação, acomodação, conflito cognitivo e adaptação. Conclui-se que os referenciais tratados podem ser compreendidos como embasados em visão construtivista e interacionista.

Palavras-chave: Conhecimento organizacional. Nonaka. Takeuchi. Piaget.

Gestão da inovação através do conhecimento e socialização organizacional

MORAES, Cassia Regina Bassan de; ABREU, Andréia; WOIDA, Luana Maia. Gestão da inovação através do conhecimento e socialização organizacional. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 2, p. 103-132, maio/ago., 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/13901/pdf&gt;. Acesso em 29 dez. 2012.

Resumo
Introdução: A dimensão humana das organizações considera a inclusão das pessoas em seu trabalho, o uso e a aceitação das ferramentas tecnológicas disponíveis, a consciência da cooperação e entre outros fatores que constituem o ambiente, contribuem para a execução das atividades ou para a construção de conhecimento.
Objetivo: Analisar os fatores envolvidos na socialização organizacional que contribuem aos processos de criação de conhecimento e inovação em quatro empresas de alimentos na cidade de Marília-SP.
Metodologia: A pesquisa tem uma abordagem qualitativa através do estudo de casos múltiplos em quatro empresas de alimentos na cidade de Marília-SP, cada uma de um tamanho: micro, pequena, média e grande empresas. Os sujeitos da pesquisa foram os funcionários e donos das empresas, que responderam a um questionário semi-estruturado contendo perguntas abertas e fechadas, em seu local de trabalho.
Resultados: Nos processos de inovação realizados pelas empresas houve dificuldades de natureza diversa, tais como as causadas pela baixa qualificação da mão de obra quando confrontada com novas formas de fazer suas atividades. No entanto, através do desenvolvimento das práticas de socialização voltadas para a inovação que ocorreu, as dificuldades foram superadas e lhes permitiu realizar novos procedimentos e alcançar os resultados esperados.
Conclusões: As empresas estudadas revelaram grandes diferenças quanto à necessidade de institucionalizar a socialização. Uma alternativa para tirar vantagem do conhecimento e convertê-lo em benefício para a organização é criar condições adequadas para gerenciá-lo, no contexto adequado através do processo de socialização.

Palavras-chave: Socialização Organizacional. Gestão do Conhecimento. Processos de Inovação.

Mapeamento de competências: ferramenta para a comunicação e a divulgação científica

TORRES, Adriana Aparecida Lemos; ZIVIANI, Fabrício; SILVA, Sandro Marcio da. Mapeamento de competências: ferramenta para a comunicação e a divulgação científica. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 3, p. 191-205, set./dez., 2012. Disponível em: <http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1202>. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Este artigo tem como objetivo analisar a viabilidade do modelo de mapeamento de competências a partir da implementação de um catálogo de especialistas ou guia de fontes para divulgação, compartilhamento de conhecimentos e ampliação da visibilidade da universidade. A pesquisa quantitativa de natureza descritiva foi desenvolvida na Diretoria de Divulgação e Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. Para coleta de dados, foram utilizados questionários distribuídos para 71 servidores e contratados, com retorno de 60 respondentes. Os resultados apontam que o mapeamento de competências poderá ser uma ferramenta de comunicação ao servir para consulta do setor de comunicação institucional, bem como de seus diversos públicos, como a comunidade acadêmica, a imprensa e a sociedade. Pode ainda ser considerado como instrumento de divulgação científica, por facilitar o acesso aos pesquisadores, aqueles que constroem o conhecimento e, ao mesmo tempo, estão entre os responsáveis pela popularização da ciência. A partir da identificação e do apontamento dos seus especialistas e de suas competências, o mapeamento de competências permite também o compartilhamento do conhecimento, a disponibilização das experiências, o intercâmbio de saberes e a construção de redes de colaboração entre especialistas.

Palavras-chave: Comunicação social. Divulgação científica. Gestão do conhecimento. Mapeamento de competência.

As dinâmicas do conhecimento na cooperação internacional para o meio ambiente.

COSTA, Maria Conceição da; GAYARD, Nicole, Aguilar. As dinâmicas do conhecimento na cooperação internacional para o meio ambiente. LIINC em Revista, Rio de Janeiro, v.8, n.1, p.141-150, março. 2012. Disponível em < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/466/361 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

O artigo discute alguns elementos centrais presentes na cooperação internacional para o meio ambiente, como o papel desempenhado pela ciência na legitimação das soluções propostas para os problemas ambientais globais e a dualidade de interesses entre financiadores e recebedores da ajuda. Para embasar a análise, apresenta-se um projeto de cooperação ambiental desenvolvido no Brasil e financiado com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF): o ônibus brasileiro a hidrogênio. A análise proposta pretende situar este projeto no âmbito das assimetrias científicas entre Norte e Sul, a partir de um entendimento de que estas assimetrias desempenham um papel político fundamental nas negociações internacionais para o meio ambiente.

Palavras-chave: Cooperação internacional. Meio ambiente. Ciência e tecnologia. Assimetrias Norte-Sul.

Construção, usos sociais e busca de legitimidade das tecnologias da geoinformação do INPE.

ESCADA, Paulo Augusto Sobral; PEREIRA, Guilherme Reis. Construção, usos sociais e busca de legitimidade das tecnologias da geoinformação do INPE. LIINC em Revista, Rio de Janeiro, v.8, n.1, p.34-51, março. 2012. Disponível em < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/461/336  >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Este artigo analisa a experiência de um grupo de cientistas e especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que buscou consolidar e legitimar, ao longo de duas décadas, um modo próprio de produção de conhecimento científico e tecnológico. Mudanças de paradigma da Política de C&T, nos anos 1990, retiraram o apoio governamental de seus desenvolvimentos, obrigando-os a mudar suas ações estratégicas para que permitisse manter e preservar o modelo endógeno e autônomo de produção do conhecimento. O artigo trabalha com a perspectiva de Pierre Bourdieu (2001), aplicada ao campo científico, e a noção de “translação” de Bruno Latour (2000). A abordagem sociológica contempla e naturaliza os jogos de interesses e disputas no interior do campo científico, bem como destaca o processo de legitimação científica e social do conhecimento. O artigo tem como objetivo principal oferecer uma contribuição aos processos de discussão do modelo das políticas de CTI, principalmente na definição dos conhecimentos a serem produzidos e absorvidos pelo processo de desenvolvimento econômico e social do país. O artigo destaca a necessidade de se ampliar e aprofundar mecanismos democráticos, adotando maior inclusão e transparência nas disputas do campo científico e das políticas de C&T, condições básicas para alcançar um consenso geral que permita emergir um desenvolvimento desejado e planejado por boa parte da sociedade.

Palavras-chave: Sociologia do Conhecimento. Produção de conhecimento. Legitimação. Democracia e desenvolvimento.

Produção e compartilhamento do conhecimento nuclear: um estudo de caso no instituto de engenharia nuclear da comissão nacional de energia nuclear (IEN/CNEN).

BETTENCOURT, Marcia Pires da Luz; CIANCONI, Regina de Barros. Produção e compartilhamento do conhecimento nuclear: um estudo de caso no instituto de engenharia nuclear da comissão nacional de energia nuclear (IEN/CNEN). Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.175-187, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12479/8035 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

O estudo procurou identificar ações que possam contribuir para a produção e compartilhamento de conhecimentos e informações na Divisão de Radiofármacos do Instituto de Engenharia Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (IEN/CNEN). A motivação para a pesquisa foi o risco, identificado em relatórios da área nuclear, de perda de conhecimento nessa área nos últimos anos. A gestão do conhecimento foi escolhida como ferramenta para o estudo do problema apontado, por possuir metodologias que visam estimular o processo de produção e compartilhamento de conhecimentos e informações, em empresas privadas e também em instituições públicas, como é o caso do IEN/CNEN. A gestão do conhecimento é uma disciplina relativamente nova, que mesmo não tendo nascido na Ciência da Informação, nela vem buscando sustentação teórica e legitimidade. A pesquisa identifica fatores que influenciam no compartilhamento de informação e conhecimento, tais como: redes sociais, comunidades de prática, ambientes facilitadores de colaboração, cultura organizacional, aprendizagem para formação de competências, e narrativas (storytelling). A revisão da literatura e analise dos dados obtidos, diversas práticas foram identificadas, e foram feitas algumas sugestões. Conclui-se que o estímulo institucional à colaboração e à troca de conhecimentos pode influenciar em resultados positivos em relação a um incremento na produção de novos conhecimentos.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento. Conhecimento Nuclear. Produção e Compartilhamento de Conhecimento.

Gestão do conhecimento no contexto da gestão escolar: estudo de caso de uma escola pública.

SANTOS, Márcio José dos; PAULA, Claudio Paixão Anastácio de. Gestão do conhecimento no contexto da gestão escolar: estudo de caso de uma escola pública.  Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.159-174, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12540/8033 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Este trabalho tem como objetivo principal identificar as práticas de gestão escolar compatíveis com a gestão do conhecimento, tomando-se como referência uma escola pública do Estado de Minas Gerais. A fundamentação teórica está alicerçada na revisão da literatura existente sobre a gestão do conhecimento. Considerando-se o tipo de organização objeto deste estudo – instituição de ensino pública, pequeno porte e escassos recursos de TI –, utilizou-se o modelo de gestão do conhecimento em três fases – aquisição e geração do conhecimento; disseminação, compartilhamento e transferência do conhecimento e registro do conhecimento ou construção da memória –, de acordo com Vasconcelos e Ferreira (2002). Esse modelo foi confrontado com os requisitos de autoavaliação escolar do Prêmio Renageste baseada em cinco dimensões – gestão de resultados educacionais; gestão participativa; gestão pedagógica; gestão de pessoas e gestão de serviços e recursos. Para atingir os objetivos propostos, realizou-se uma pesquisa de campo na instituição de ensino e no órgão fiscalizador da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais (SEE-MG), onde foram analisados os registros escolares e os projetos do órgão estadual. Como resultado, foram identificadas as práticas compatíveis com o modelo teórico da gestão do conhecimento, os processos de aprendizagem organizacional e os fatores favoráveis e desfavoráveis à gestão do conhecimento. Os autores concluíram que o modelo de análise utilizado na pesquisa pode servir como um bom instrumento de gestão escolar.

Palavras-chave: Gestão da informação. Gestão do conhecimento. Aprendizagem organizacional. Gestão escolar.

 

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