//
arquivos

História da Ciência da Informação

Esta tag está associada a 33 posts

As articulações políticas na criação do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD)

MURGUIA, Eduardo Ismael. As articulações políticas na criação do Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD). DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, jun. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun13/Art_04.htm>. Acesso em: 25 jul. 2013.

Resumo
O presente trabalho pretende descrever historicamente a trajetória das instituições, os atores e as práticas bibliográficas e documentárias no momento da criação do IBBD, propondo que essas trajetórias obedeceram a uma determinação política específica de validação científica e administrativa do século XX. A questão política não foi mero pano de fundo dos acontecimentos. Pelo contrário, tanto o IBBD como seu antecedente imediato, a Biblioteca do DASP, nasceram dentro de instituições com alta participação nas políticas administrativas e científicas. O trabalho se divide numa apresentação introdutória e delimitativa do tema, na qual são apresentados os princípios e hipóteses que nortearão a proposta. Outra parte insere a criação do DASP e sua biblioteca dentro das propostas modernizadoras da burocracia governamental no primeiro governo Vargas. E outra parte correspondente segundo governo Vargas, sob o qual as políticas eram influenciadas por órgãos internacionais que fomentavam o desenvolvimento de sistemas de difusão e pesquisas cientificas e tecnológicas, dando lugar ao IBBD.

Palavras-Chaves: Historia da ciência da informação no Brasil; Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação (IBBD).

Humano inumano pós-humano: o homem na, da e para a Ciência da Informação

SALDANHA, Gustavo Silva. Humano inumano pós-humano: o homem na, da e para a Ciência da Informação. Ponto de Acesso, Salvador, v. 6, n. 3, p. 87-107, dez. 2012. Disponível em: <http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/6148>. Acesso em: 31 maio 2013.

Resumo:
Fruto de investigações em torno da filosofia e da epistemologia da organização dos saberes, o trabalho discute o conceito de “homem” que é desenvolvido no debate contemporâneo e suas implicações no pensamento da Ciência da Informação. A análise toma como ponto de reflexão a dicotomia aparente colocada entre os domínios da Cultura & Educação e Ciência & Tecnologia. Para a reflexão filosófica, recorre-se às abordagens ocorrentes sobre a noção de “humanismo”, procurando atentar para a importância desta discussão no campo informacional. As principais vozes aqui trabalhadas são aquelas oriundas do pensamento dos filósofos Habermas, Heidegger e Lyotard. De cunho reflexivo, o texto realiza incursões na forma como estes pensadores abordaram a ideia de humano, que conduziria a uma filosofia própria, o humanismo. Nosso horizonte final é o pensamento de Habermas e sua caracterização do humanismo diante das transformações tecnológicas, no intuito de propor outras direções no debate ético sobre a constituição do “homem” na, da e para a Ciência da Informação. Para o empreendimento proposto, duas são as arenas filosóficas que merecem uma visitação obrigatória: a filosofia da natureza e a filosofia da tecnologia. O desgaste destas levaria, hoje, à filosofia da linguagem como guia para a construção do “humano” que se estabelece no pensamento em Ciência da Informação.

Palavras-chave: Ciência & Tecnologia; Educação & Cultura; Ciência da Informação; Filosofia da Informação; Humanismo.

Informação, representação e produção de saberes sobre o crime – o Gabinete de Identificação e de Estatística do Rio de Janeiro (1903-1907)

THIESEN, Icléia; PATRASSO, André Luís de Almeida. Informação, representação e produção de saberes sobre o crime – o Gabinete de Identificação e de Estatística do Rio de Janeiro (1903-1907). Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.3, p.83-92, set./dez.. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/13839 >. Acesso em: 27 maio 2013.

Resumo:
O século XIX produziu numerosos estudos e ações destinadas a combater o crime, dando origem à criminologia, um saber específico que engendrou a polícia judiciária, a fotografia identificatória, a bertilhonagem, a estatística criminal, a medicina e a literatura do crime. A construção de saberes sobre as “classes perigosas”, no Brasil, fez parte de um projeto político realizado por homens de Estado visando o controle social, onde a função de vigilância-correção foi assegurada por diversas instituições. No presente trabalho analisaremos a instituição que deu origem à sistematização da informação de natureza identificatória – o Gabinete de Identificação e de Estatística do Rio de Janeiro, hoje Instituto Felix Pacheco. A análise de conteúdo de documentos primários, como relatórios, fotografias, fichas sinaléticas, além da literatura produzida sobre o tema evidencia a existência de um sistema de informação criminal que se aprimorou, ao longo do tempo, para estender-se à identificação civil, no âmbito do que denominamos inteligência informacional.

Palavras-chave: Pré-história da Ciência da Informação; documento; inteligência informacional; Gabinete de Identificação e de Estatística.

Análise sobre o desenvolvimento do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética durante a guerra fria (1945-1991)

SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes. Análise sobre o desenvolvimento do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética durante a guerra fria (1945-1991). Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 8, n. 2, p. 130-157, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/217>. Acesso em: 19 mar. 2013.

Resumo:
Analise histórica sobre o desenvolvimento da Ciência da Informação e do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética, entre o final da segunda guerra mundial até a dissolução da URSS, em 1991. Em relação aos EUA, será feito uma abordagem sobre a evolução inicial da área, influenciada pela contribuição de campos como a Ciência da computação, Comunicação, Documentação e Biblioteconomia; das iniciativas governamentais que estimularam o aumento do número de pesquisas relacionadas à informação no país, e sobre a consolidação epistemológica da Ciência da Informação e o desenvolvimento desse campo após os anos 1960. Em relação a URSS, será feita a descrição de como funcionavam os principais órgãos e institutos de pesquisa no país, os serviços de informação, os periódicos científicos, a formação profissional na área e, por último, os eventos técnico-científicos em Ciência da Informação ocorridos na antiga União Soviética e em âmbito internacional. A pesquisa, de forma preliminar, confirma a importância das cenas norte-americana e soviética para o desenvolvimento e consolidação da Ciência da Informação na segunda metade do século 20.

Palavras-chave: História da Ciência da Informação; Ciência da Informação nos Estados Unidos; Ciência da Informação na União Soviética

Biblioteca Pública do século XXI

PEREIRA, Ana Ligia Silva. Biblioteca Pública do século XXI. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 2, p. 49-55, dez., 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/91/91 &gt;. Acesso em: 12 jan. 2013.

Resumo
Objetiva fornecer elementos para compor uma visão geral das bibliotecas públicas do começo do século XXI. Estas bibliotecas refletem a sociedade em que estão inseridas e vem ocupando um papel relevante em diversos países junto as suas comunidades. Um dos mais fortes elementos geradores da transformação é a adoção das novas Tecnologias de Informação e Comunicação, que vem modificando a atuação destas instituições. O artigo divide-se em: breve panorama internacional, a situação do Brasil e os principais focos atuais.

Palavras-chave: Bibliotecas Púbicas; Bibliotecas Públicas e Sociedade; Comunidades e Bibliotecas; Tecnologias de Informação e Comunicação.

A evolução da ciência da informação a partir de conceitos-sinônimos empregados na obra ciência da informação ou informática?

SILVA, Marco Donizete Paulino da. A evolução da ciência da informação a partir de conceitos-sinônimos empregados na obra ciência da informação ou informática? Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.34, p.1-16, maio./ago.. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n34p1 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo:
Este trabalho foi desenvolvido a partir de uma análise bibliográfica sobre artigos que compõem o livro Informática ou Ciência da Informação?, organizado por Hagar Espanha Gomes, em 1980. Estrutura-se como projeto de revisão histórica em que se narra as impressões estabelecidas durante leitura da obra, evidenciando os termos considerados relevantes e coletando-os para análise posterior do contexto em que estes foram empregados. Deduziu-se, dessa análise, a forma como a Ciência da Informação foi sendo reconhecida como disciplina independente da Biblioteconomia, assim como os níveis de elaboração de cada época a partir dos termos empregados para designá-la.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Biblioteconomia. Documentação. Análise de termos.

Desenvolvimento de coleções: origem dos fundamentos contemporâneos

WEITZEL, Simone da Rocha. Desenvolvimento de coleções: origem dos fundamentos contemporâneos. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 3, p. 179-190, set./dez., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=34&gt>. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
O artigo apresenta o resultado de uma pesquisa cujo objetivo foi identificar as correspondências entre os fundamentos da área hoje denominada de desenvolvimento de coleções e aqueles estabelecidos no século XIX, a fim de reconstruir os principais conceitos, métodos e práticas da área. Propõe um estudo exploratório para viabilizar essa correspondência a partir de oito obras escolhidas de autores europeus do século XIX, a maioria bibliófilos reconhecidos, a saber: Peignot (1823), Namur (1834), Hesse (1841), Rouveyre (1878), Richard (1883), Gräsel (1893), Petzholdt (1894) e Maire (1896). Essas obras serão analisadas a partir de três categorias contemporâneas da área: desenvolvimento de coleções, seleção e aquisição, por meio do método de revisão de literatura. Conclui-se, por fim, que o fenômeno da explosão da informação afeta o processo de desenvolvimento de coleções como um todo desde o século XVIII. Os autores do século XIX selecionados para o estudo apresentaram várias soluções – as quais fortaleceram o que hoje é denominado de abordagem baseada no acesso à informação – para lidar com a complexidade gerada pelo fenômeno da explosão da informação.

Palavras-chave: Aquisição. Desenvolvimento de coleções. Seleção.

Mudança de paradigma e sua ruptura: um estudo de caso na Museologia e a pluralidade paradigmática da Ciência da Informação

GOUVEIA JUNIOR, Mário; SANTOS; Raimundo Nonato Macedo dos. Mudança de paradigma e sua ruptura: um estudo de caso na Museologia e a pluralidade paradigmática da Ciência da Informação. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 2, p. 117-126, maio/ago., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=33&gt>. Acesso em: 25 dez. 2012.

Resumo
Este artigo traça um breve histórico da Ciência da Informação, anotando alguns conceitos ainda em discussão em um campo de estudos dito incipiente em virtude da ausência de paradigmas capazes de atender às inquietações de seus pesquisadores de modo satisfatório. Nesse contexto, busca-se abordar em que medida a configuração de uma crise pode comprometer um modelo de pensamento ao ponto de suscitar um novo paradigma. Analisa-se o conceito de mudança de paradigma em relação à Museologia e à Ciência da Informação, a partir de um breve estudo de caso, por meio do qual se obterá um maior entendimento acerca das negociações que se evidenciam quando se trata de questões inerentes à pesquisa científica e à comunidade acadêmica.

Palavras-chave: Informação. Mudança de paradigma. Museologia.

A Trajetória da Gestão pela Qualidade nas Bibliotecas Brasileiras

ALENTEJO, Eduardo da Silva, BAPTISTA, Sofia Galvão. A Trajetória da Gestão pela Qualidade nas Bibliotecas Brasileiras. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 1, p. 132-163, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/9508/11378>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Introdução: Trata sobre a trajetória da qualidade nas bibliotecas brasileiras ao longo das últimas décadas. Discorre sobre as mudanças de paradigma e suas características relacionadas com o ‘ideal de qualidade em bibliotecas’. Discorre sobre a busca pela qualidade em bibliotecas brasileiras através de sua trajetória no âmbito da gestão orientada à qualidade.
Objetivo: Demonstra como a preocupação com a implantação por melhorias tem sido sistematizada, ao longo do tempo, nas bibliotecas no país.
Metodologia: Resultados de revisão retrospectiva de literatura.
Resultados: Destaca que os assuntos: Padronização em Bibliotecas; Formação e Desenvolvimento de Coleções; Estudos de Uso e de Usuários; Automação dos Sistemas de Informação, Marketing de Bibliotecas e Gestão da Qualidade relacionam-se com as dimensões e características da qualidade, aplicadas às bibliotecas. Pois, as inúmeras abordagens temáticas ao longo dos anos demonstram que a trajetória da excelência e da qualidade em bibliotecas
brasileiras tem sido incorporada nos modelos de gestão em bibliotecas.
Conclusões: O entendimento dos aspectos teóricos permite contribuir para a implantação da gestão da qualidade.

Palavras-chave: Dimensões da qualidade em bibliotecas. Trajetória da qualidade em bibliotecas. Gestão da Qualidade.

O Imperativo mimético: a filosofia da informação e o caminho da quinta imitação

SALDANHA, Gustavo Silva. O Imperativo mimético: a filosofia da informação e o caminho da quinta imitação. DataGramaZero, v. 13, n. 5, out. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out12/Art_02.htm>. Acesso em: 9 out. 2012.

Resumo
O texto desenvolve uma análise filosófica do conceito de mimese inserido na filosofia da organização dos saberes como uma unidade fundamental para o pensamento histórico da Ciência da Informação. É revisada a noção de mimese no contexto da Antiguidade, demarcando a rejeição à imitação manifestada por Platão e a abordagem aristotélica sobre as representações. Os fundamentos dos estudos informacionais são revisados a partir da presença determinante deste conceito em sua formalização. Três abordagens são investigadas neste contexto: Gutenberg e a prensa; Otlet e o livro; Bush e o Memex. O trabalho se conclui demarcando a dupla significação de uma fundamentação mimética para o campo, a saber, representação e educação.

Palavras-chave: Filosofia da ciência da informação; Epistemologia; Filosofia da informação; Mimese.

Acesso ao bem cultural via estudos de informação: reflexões teóricas

TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira; MAIMONE, Giovana Deliberali. Acesso ao bem cultural via estudos de informação: reflexões teóricas. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, out. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out12/Art_07.htm>. Acesso em: 10 out. 2012.

Resumo
Apresenta a Sociedade do Conhecimento tendo como ponto de partida a intensificação dos fluxos informacionais, que integram atividades de coleta, armazenamento, troca e uso da informação. São consideradas as alterações dos lugares e das relações que se estabelecem entre emissor e receptor como ponto essencial das relações comunicativas. As ferramentas de comunicação e de informação contemporâneas, que experimentam desenvolvimento acelerado, exercitam funções de produção e consumo de informação e conhecimento. Neste sentido, tem-se que o documento é fonte de informação, insumo essencial para a geração de conhecimentos. Enfatiza-se que o aumento exacerbado das publicações, propiciado pela invenção da imprensa, trouxe problemas quanto ao acesso e recuperação de tais materiais. Assim, relatam-se algumas técnicas que intentaram sanar este problema, ressaltando os estudos de Paul Otlet e a Documentação. Relações conceituais e funcionais entre informação, conhecimento e documentação são traçadas com o intuito de evidenciar sua função social. Os registros da cultura (documentos intencionais ou não) são concebidos como bem comum, cujo compartilhamento e uso encontram-se potencializados pela tecnologia, especialmente pela convergência dos meios. De forma genérica, o processo de produção, circulação e consumo do bem cultural se vale de um sistema que contempla regras distributivas e contextualizadoras. A Ciência da Informação enfrenta a complexa tarefa de transformar bens posicionais em bens públicos e democráticos.

Palavras-chave: Sociedade do conhecimento; Fluxos informacionais. Informação; Conhecimento; Documentação; Bem cultural.

Perspectivas históricas da biblioteca escolar no Brasil: análise da Lei 12.244/10 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas escolares

SILVA, Jonathas Luiz Carvalho. Perspectivas históricas da biblioteca escolar no Brasil: análise da Lei 12.244/10 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas escolares. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 2, p. 489-517, jul./dez., 2011. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/797/pdf_63>. Acesso em: 4 ago. 2012.

Resumo
Trata da história da biblioteca escolar no Brasil. Analisa as perspectivas históricas, sociais e semânticas da biblioteca escolar, tendo como enfoque a Lei 12.244/10 que dispõe sobre a universalização das bibliotecas escolares. A metodologia é constituída de pesquisa exploratória, com revisão documental e apresenta como método o fenomenológico-hermenêutico. Conclui que a biblioteca escolar, historicamente, esteve diretamente ligada às instituições religiosas, como os colégios jesuítas, franciscanos, beneditinos e carmelitas, e hoje, com a institucionalização da Lei 12.244/10 mostra uma conotação de mudança. Porém, entende-se que a referida Lei apresenta deficiências conceituais e conteudísticas, quanto à caracterização da biblioteca escolar e suas nuances de acervo, assim como deficiências que promovem insegurança quanto à sua consolidação, por não prever perspectivas de responsabilidades compulsórias, ou seja, de punições no caso do não-cumprimento por parte das escolas públicas e privadas, daquilo que nela é estabelecido.

Palavras-chave: Biblioteca escolar – Brasil – História; Lei 12.244/10; Biblioteca Escolar – Colégios religiosos – Brasil; Biblioteconomia; Educação – Brasil.

Vannevar Bush e as matrizes discursivas de As we may think: por uma possível história da Ciência da Informação

MEDEIROS, Ana Luiza; VANTI, Nadia. Vannevar Bush e as matrizes discursivas de As we may think: por uma possível história da Ciência da Informação. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.21, n.3, p.31-39, set./dez. 2011. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9652 >. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo:
Analisa as matrizes discursivas do cientista estadunidense Vannevar Bush cristalizadas através do artigo, As We May Think – Como podemos pensar -, considerado uma importante rede enunciativa da ideologia científica para um novo campo do saber, a Ciência da Informação. Apóia-se no referencial teórico-metodológico proposto pelo filósofo Michel Foucault, com vistas a aplicar a esta análise o método de investigação arqueológica, apropriado para os estudos epistemológicos das ciências. Constata, através da análise discursiva, que o artigo enquanto enunciado constitui a representação de uma episteme própria de um momento histórico, em que se encontra o nascimento dos discursos da nova ciência.

Palavras-chave: Ciência da Informação. História. Epistemologia. Análise do discurso. Vannevar Bush (1890-1974).

Um olhar sobre a origem da ciência da informação: indícios embrionários para sua caracterização identitária

SILVA, Jonathas Luiz Carvalho; FREIRE, Gustavo Henrique de Araújo. Um olhar sobre a origem da ciência da informação: indícios embrionários para sua caracterização identitária. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, v. 17, n. 33, p. 1-29, jan./abr., 2012. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n33p1/21708>. Acesso em: 26 jul. 2012.

Resumo
Discute sobre fundamentos sociais, científicos e cotidianos que deram vazão para o advento da Ciência da Informação, visando conceber suas características identitárias. A condição problematológica do presente trabalho pode ser sintetizada a partir da seguinte pergunta: Quais os fatores diretos e/ou indiretos que deram vazão para o surgimento da Ciência da Informação? Quais as influências desses fatores para a construção e caracterização da identidade da Ciência da Informação? Tem como objetivo discutir sobre os diversos fenômenos sociais, acadêmicos e científicos que direta e/ou indiretamente promoveram origem a Ciência da Informação. Metodologicamente, o artigo apresenta uma pesquisa exploratória no contexto da investigação histórica por meio de uma revisão bibliográfica. Conclui que diversos fatores auxiliaram na origem e construção da Ciência da Informação mostrando a sua característica de ciência pós-moderna, sendo possível observar diversas características identitárias a partir dos elementos que deram vazão a origem da Ciência da Informação, tais como: identidade histórica (relação entre Biblioteconomia e Ciência da Informação); identidade de projeto (a Documentação de Otlet e La Fontaine); identidade partilhada (contribuição dos EUA e do continente europeu para criação da Ciência da Informação) e identidade institucional (criação de associações em Ciência da Informação).

Palavras-chave: Ciência da Informação. Origem. Identidade.

Sindicatos de bibliotecários: história e atuação

SPUDEIT, Daniela Fernanda Assis Oliveira; FUHR, Fabiane. Sindicatos de bibliotecários: história e atuação. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 3, p. 235-249, set./dez. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=29>. Acesso em: 29 jan. 2012.

Resumo 
O presente artigo propõe uma discussão acadêmico-científica, na qual busca apresentar contribuições relevantes sobre a história e evolução dos sindicatos de bibliotecários, visando revelar a atual situação em que estes órgãos se encontram no Brasil. O movimento sindical, como instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, vem evoluindo desde o Século XIX e impõe regras e limites para patrões e empregados. No Brasil, o sindicalismo surgiu inicialmente no meio rural e se fortaleceu durante o governo de Getúlio Vargas (1930-1945) e com a Consolidação das Leis do Trabalho, em maio de 1943, impulsionando a criação de sindicatos profissionais. Porém, somente na década de 1980, os sindicatos de Bibliotecários surgiram nos estados de Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Os demais sindicatos, nos estados de Maranhão, Santa Catarina, Pará, Amapá e Tocantins foram criados a partir dos anos 2000. Atualmente, existem três sindicatos de bibliotecários ativos, situados em São
Paulo, Rio de Janeiro e no Paraná, sendo que existe um no Estado de Santa Catarina em processo de estruturação. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e exploratória, conseguiu-se mapear e analisar a situação e a evolução dos sindicatos de bibliotecários atualmente. Percebem-se as dificuldades para estruturação e manutenção destes órgãos no país e a necessidade da participação ativa dos profissionais bibliotecários dentro dos sindicatos para o fortalecimento de sua própria profissão, visando garantir seus direitos e valorização da profissão pela sociedade.

Palavras-chave: Sindicalização. Sindicato. Sindicalismo no Brasil. Sindicato de bibliotecários.

A organização interdisciplinar da Ciência da Informação no Brasil: perspectivas dos Programas de Pós-Graduação

ALENTEJO, Eduardo Silva; SANTOS, Andrea Vieira. A organização interdisciplinar da Ciência da Informação no Brasil: perspectivas dos Programas de Pós-Graduação. Ponto de Acesso, Salvador, v.5, n.1, p. 27-50, 2011. Disponível em: < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4722/3663  >. Acesso em: 15 jan. 2012

RESUMO
Discute a interdisciplinaridade da Ciência da Informação (CI) no Brasil, no âmbito de seu processo de formação educacional em nível de pós-graduação. Trata do tema sob uma orientação voltada à interdisciplinaridade, compreendida como um projeto metodológico educacional. Identifica problemas, ao constatar a ausência de estudos que exponham os processos interdisciplinares dos programas de formação na área. A partir de uma abordagem epistemológica sobre interdisciplinaridade da ciência, examina otema sob três dimensões: explicação sobre a interdisciplinaridade da CI, disponível na literatura da área desde o surgimento do primeiro curso no Brasil; apresentação dos programas de formação em pós-graduação em CI, no país, e exame dos currículos de formação do corpo docente, responsável pela formação de cientistas da informação. Considera os estudos disponíveis na área que sugerem o exame do tema dentro dos sistemas de organização da CI. Apresenta o cenário da formação em CI no Brasil, expresso pelos programas de pós graduação. Identifica  ausência de orientação quanto à constituição de planejamento interdisciplinar, que inclua ampliações e limitações nas interações com outras disciplinas. Conclui que, sem reflexão adequada, há necessidade de ajustes quanto ao enfoque interdisciplinar amplamente disseminado no sistema educacional.
Palavras-chave : Epistemologia da Interdisciplinaridade. Interdisciplinaridade na Ciência da Informação. Sistema de Organização da Ciência da Informação no Brasil. Programas de Pós-Graduação em Ciência da Informação no Brasil.

Adoção e incorporação de teorias das Ciências Sociais pela Ciência da Informação na perspectiva dos conceitos trabalhados por Gernot Wersig

SANTOS, Liara Gomes dos; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Adoção e incorporação de teorias das Ciências Sociais pela Ciência da Informação na perspectiva dos conceitos trabalhados por Gernot Wersig. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 35-47, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4730>.

Resumo
Descreve o trabalho de construir um panorama da presença de teorias das Ciências Sociais na Ciência da Informação. Como objeto de estudo foi selecionado o artigo de Gernot Wersig, ‘Information science: the study of postmodern knowledge usage’ do qual foram selecionados seis conceitos onde ele apresenta uma concepção da sociedade atual e outros dois conceitos pelos quais mostra o papel que o conhecimento assume nessa sociedade postulada por ele. A definição dos conceitos levou a busca por sua inserção no campo das Ciências Sociais e permitiu olhar para teorias provenientes deste campo e inferir a adoção e o uso destas teorias por parte do autor selecionado no campo da Ciência da Informação.

Palavras-chave: Teorias sociais. Ciências Sociais. Ciência da Informação. Conceitos. Gernot Wersig.

Marcos históricos da ciência da informação: breve cronologia dos pioneiros, das obras clássicas e dos eventos fundamentais

ALVARES, Lilian; ARAÚJO JÚNIOR, Rogério Henrique. Marcos históricos da ciência da informação: breve cronologia dos pioneiros, das obras clássicas e dos eventos fundamentais. TransInformação, Campinas, v. 22, n. 3, p. 195-205 , set./dez., 2010. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=26>. Acesso em: 12 dez. 2011.

Resumo
Este trabalho apresenta as contribuições que ajudaram a delimitar a ciência da informação, com ênfase no século XX, a fim de mostrar como as orientações da área, no passado, foram determinantes para seu atual entendimento. Os períodos são assim divididos: década de 1890, a partir de 1900, após a II Guerra Mundial e os anos de ouro. Abordam-se tanto a origem do termo como as diversas terminologias adotadas no período analisado, ao longo da exposição, demonstra-se a natureza interdisciplinar dessa ciência.

Palavras-chave: Ciência da Informação. Epistemologia. Terminologia.

Rubens Borba de Moraes e o Departamento de Cultura: novo paradigma às Bibliotecas Públicas brasileiras

VIANA, Lilian. Rubens Borba de Moraes e o Departamento de Cultura: novo paradigma às Bibliotecas Públicas brasileiras. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 99-110, abr. 2011. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/64/66>. Acesso em: 05  dez. 2011.

Resumo
Apresenta momentos da trajetória profissional de Rubens Borba de Moraes, dando ênfase a sua atuação como diretor da Divisão de Bibliotecas do Departamento de Cultura de São Paulo. Aborda as ações desenvolvidas pela Divisão de Bibliotecas, sob sua direção, e apresenta os modelos de biblioteca então criados. Considera tal momento paradigmático ao campo das bibliotecas públicas, ao constatar o empreendimento de esforços para que as mesmas sejam instituições para democratizar o acesso à Cultura e promover a cidadania.

Palavras-chave: Moraes, Rubens Borba de. Bibliotecas públicas. Departamento de Cultura de São Paul

A contribuição da história dos conceitos à ciência da informação: dimensões categórico-abstratas e analítico-causais

RABELLO, Rodrigo. A contribuição da história dos conceitos à ciência da informação: dimensões categórico-abstratas e analítico-causais. Ciência da Informação, v. 39, n. 3, p. 35-46, set./dez. 2010. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1834/1377>. Acesso em: 4 set. 2011.

Resumo
A história dos conceitos, embora ainda pouco explorada pela ciência da informação, pode fornecer importantes contribuições para o estudo de conceitos-chave que constituem o quadro teórico-conceitual num contexto científico. Nessa direção, a história dos conceitos é apresentada como uma ferramenta para o estudo da diacronia e da sincronia do conceito científico na ciência da informação. Para tanto, foi mister compreender a intersecção das dimensões categórico-abstratas e analítico-causais, ambas relevantes por serem constitutivas da própria proposição da história dos conceitos elaborada por Reinhart Koselleck.

Palavras-chave: Conceito científico. História dos conceitos. Epistemologia. Ciência da informação.

“Inteligência informacional” e Ciência da Informação: um esboço de trajeto

THIESEN, Icléia. “Inteligência informacional” e Ciência da Informação: um esboço de trajeto. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 6-18, mar., 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/400/260 >. Acesso em: 16 jun. 2011

Resumo:
Na continuidade das pesquisas empreendidas com a finalidade de caracterizar a informação na pré-história da Ciência da Informação, vimos buscando marcos documentais e sua traçabilidade, a fim de identificar elementos conceituais inerentes à formação desse saber que se institucionalizou, mas especialmente dos pré-saberes existentes em suas bases epistemológicas nem sempre evidentes. Nesse movimento de análise das fontes primárias e secundárias, torna-se oportuno esboçar alguns elementos conceituais oriundos da historicização da personagem conceitual mais cara aos estudos da área: a informação. No pressuposto de que os conceitos respondem a inúmeros problemas e participam de uma  co-criação, a identificação, análise e caracterização de tais elementos conceituais consistem em esboçar os contornos dos dispositivos que conformam e legitimam o que denominamos de inteligência informacional. Resultados provisórios nos permitem afirmar que essa noção tem um caráter ainda difuso nas pesquisas da área cuja episteme carece de pesquisas mais verticais que contemplem outros aspectos dos regimes de verdade que co-habitam a formação do campo de estudos da Ciência da Informação.
Palavras-chave: Inteligência informacional. Documento. Traçabilidade

A comunicação científica para o público leigo: breve histórico

MUELLER, Suzana P.M.; CARIBÉ,  Rita de Cássia do Vale. A comunicação científica para o público leigo: breve histórico. Informação e Informação, Londrina, v. 15, n. esp., p. 13-30, 2010. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/6160/6780>. Acesso em: 17 jan. 2011.

Resumo
Relato de fatos marcantes da história e da evolução da divulgação científica para leigos, que ocorreram na Europa entre os séculos XV e XX, com breve referência a iniciativas nos Estados Unidos da América em épocas mais recentes. Os dados foram buscados em estudos publicados sobre o assunto e o escopo do texto privilegia acontecimentos até a introdução das novas tecnologias de informação e de comunicação, aos quais faz apenas breve menção. A ordem de exposição é cronológica, século por século, com a exceção de três temas  – jornalismo científico, livros infantis e museus  – que são tratados em seções específicas. A narrativa tem início no século XV, destacando as primeiras iniciativas, que ocorreram paralelamente ao desenvolvimento da ciência e da imprensa. A partir daí, os principais acontecimentos de cada século são comentados: as novas academias de ciência que se espalharam pelo continente europeu e cujas atas dão origem aos primeiros periódicos científicos (século XVI); o livro como instrumento de divulgação científica (séculos XVII e XVIII); as conferências científicas como forma de divulgação do conhecimento científico dirigida à sociedade (século XVIII); a consolidação das disciplinas e da especialização, e, paralelamente, dos periódicos científicos separadamente dos veículos de divulgação científica.

Palavras-chave: Comunicação da ciência. Comunicação científica. Divulgação científica. Divulgação científica – evolução histórica. História da ciência.

Correntes teóricas da ciência da informação

ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Correntes teóricas da ciência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 3, p. 192-204, set./dez. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1719/1347>. Acesso em: 5 jul. 2010.

Resumo
Neste artigo, são apresentadas seis correntes teóricas da ciência da informação: os estudos de natureza matemática (incluindo a recuperação da informação e a bibliometria), a teoria sistêmica, a teoria crítica, as teorias da representação, os estudos em comunicação científica e os estudos de usuários. É analisado o conceito de informação em cada uma destas teorias e identificado como, historicamente, tais teorias contribuíram para consolidar um paradigma positivista para o campo. Por fim, são analisadas contribuições recentes que buscam apontar limitações no conceito de informação deste paradigma e possibilidades de superação a partir de novos conceitos e ideias.

Palavras-chave: Ciência da informação. Teorias da informação. Conceito de informação.

A infra-estrutura em informação científica e em Ciência da Informação na antiga União Soviética (1917-1991)

SANTOS JÚNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vânia Ribeiro. A infra-estrutura em informação científica e em Ciência da Informação na antiga União Soviética (1917-1991). Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 15, n. 29, p. 24-51, 2010. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/9355/12529>. Acesso em: 20 jun. 2010.

Resumo
Análise da história e do desenvolvimento da infra-estrutura em informação científica na antiga União Soviética e Rússia, na qual será feito um estudo sobre os principais órgãos, institutos de pesquisa e de ensino e publicações sobre Informatika/ Ciência da Informação no país. O período estudado estende-se desde a ascensão do partido bolchevique na Rússia, em novembro de 1917, passando pelo desenvolvimento da Ciência da Informação no país, nas décadas de 1950 a 1970, até a dissolução da União Soviética, em dezembro de 1991, apresentando também algumas informações sobre a área após essa data. Nessa análise, destaca-se a atuação de organizações como, por exemplo, o Instituto Estatal de Informação Científica e Técnica (VINITI), e aspectos relacionados à prestação de serviços e elaboração de produtos de informação, a formação profissional, os periódicos secundários relacionados à Informatika/ Ciência da Informação no país e eventos técnico-científicos ocorridos tanto na União Soviética como em âmbito internacional.

Palavra-chave: Ciência da Informação na União Soviética; Infra-estrutura; Eventos e Congresso; Formação profissional.

A documentação como uma das origens da Ciência da Informação e base fértil para sua fundamentação

ORTEGA, Cristina Dotta. A documentação como uma das origens da Ciência da Informação e base fértil para sua fundamentação. Brazilian Journal of Information Science, Marília, v. 3, n. 1, p. 3-35, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjis/article/viewFile/48/263>.  Acesso em: 16 jun. 2010.

Resumo
Objetiva explorar os princípios documentários como equivalentes às questões nucleares propostas para a Ciência da Informação, como modo de realizar o debate sobre seus fundamentos. O trabalho se justifica por considerar que a percepção sobre a crise de identidade em Ciência da Informação pauta-se em literatura fortemente marcada por eixos específicos, os quais deflagram visões parciais incapazes de constituírem partes articuladas de um todo. Como metodologia, realiza revisão de literatura e discussão sobre a história da Ciência da Informação, considerando-a anterior ao surgimento desta denominação, e trata de sua disciplinaridade, apresentando construções interdisciplinares significativamente consolidadas e problematizando a questão das denominações para a área. O estudo permite constatar que a celeuma que envolve a questão da identidade da Ciência da Informação não se manifesta de forma relevante na literatura e nas práticas profissionais pautadas na Documentação, a qual tem apresentado, simultaneamente, foco e densidade no decorrer do tempo. A história da Documentação permite questionar os discursos sobre a ausência de consensos em Ciência da Informação e sobre a frágil nuclearidade decorrente de sua dimensão técnica e da suposta fluidez intrínseca aos seus limites e áreas fronteiriças. Conclui que os princípios documentários configuram-se como parte basilar dos fundamentos
da Ciência da Informação e são emblemáticos de sua unidade identitária.

Palavras-chave: História da Documentação; História da Ciência da Informação; Epistemologia da Ciência da Informação; Biblioteconomia e Documentação.

Artigos separados por assunto

Aplicações de informação Arquitetura de informação Automação de bibliotecas Bases de dados Bibliometria / Informetria/ Cientometria / Webmetria Biblioteca escolar Bibliotecas Virtuais e Digitais Biblioteconomia Biblioterapia Catalogação Classificação Competência informacional Comportamento informacional Comunicação científica Comunicação mediada por computador Desenvolvimento de coleções Disseminação da informação Divulgação científica Economia da informação Educação à distância Epistemologia da Ciência da Informação Estudos de necessidades e usos de informação Estudos de usuários Estudos Interdisciplinares Fontes de informação Formação Profissional Fundamentos da Ciência da Informação Gestão da Informação Gestão de Qualidade de Informação Gestão do Conhecimento História da Ciência da Informação Inclusão digital Indexação Informação científica Informação em arquivos Informação em Arte Informação em bibliotecas Informação em museus Informação industrial Informação tecnológica Inteligência Competitiva Internet Internet/Web Leitura Marketing de informação Mediação da informação Metadados Metodologias da Ciência da Informação Mineração de dados Obras Raras Ontologia Organização do Conhecimento Organização e Processamento da Informação Políticas de informação Preservação e Segurança digital Processamento automático de linguagem Redes e Sistemas de informação Repositórios institucionais Representação da Informação Sistemas de recuperação da informação Tecnologias da Informação Teoria da Informação Tesauros Transferência de Informação Visualização da informação Vocabulários controlados Ética da informação Ética na informação

Arquivos