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Informação em Arte

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Curadoria digital para as artes no contexto da realidade informacional

ORTH, Gabriela Previdello Ferreira; FRANCELIN, Marivalde Moacir. Curadoria digital para as artes no contexto da realidade informacional. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 16, n. 4, out. 2015. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago15/Art_04.htm>. Acesso em: 18 out. 2015.

Resumo
Este artigo apresenta, inicialmente, uma abordagem analítico-sintética dos conceitos informação, informação fortemente semântica e realidade informacional. A partir da análise desses conceitos, discute suas principais características na fronteira com a abordagem teórica e metodológica para a pesquisa em curadoria digital para as artes. O argumento proposto parte da hipótese de um empreendimento de curadoria digital a partir da contribuição do campo da Organização do Conhecimento. Verifica essa contribuição na possibilidade de aplicação e alinhamento de sistemas no tratamento da informação e na modelagem de dados nas artes digitais. É uma pesquisa exploratória, com base em revisão de literatura. Conclui que a Curadoria Digital pode se beneficiar dos níveis de abstração, do realismo informacional, na tentativa de atuar em sistemas complexos.

Palavras-chave: artes; curadoria digital; filosofia da informação; realidade informacional; níveis de abstração; organização do conhecimento.

Memória e informação em sci-fi: um encontro temporal em La Jetée e Os 12 Macacos

OLIVEIRA, Carmen Irene; RIBEIRO, Leila Beatriz; WILKE, Valéria Cristina Lopes. Memória e informação em sci-fi: um encontro temporal em La Jetée e Os 12 Macacos. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 1, p. 179-194, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/18851/12491>.  Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo

Discute questões acerca da temporalidade, da memória e da informação como fulcrais em paradigmas contemporâneos da memória social, da filosofia e da ciência da informação. Toma como objeto a narrativa fílmica e pressupõe que esta atua em conjunto com a informação na organização do narrar. Observa que nas narrativas fílmicas analisadas há convergências temáticas nas duas produções: La Jetée (1962) e Os 12 Macacos (1995). Problematiza o conceito de mediação como elemento que possibilita a transformação e a negociação de conteúdos informacionais, e o de representações sociais aproximando-o ao de imaginário social. Considera a semelhança e a diferença entre as duas produções. Conclui que a informação, como elemento de referência no movimento de viagem temporal, está, nas duas narrativas, mediando os pontos do espaço-tempo percorrido pelos protagonistas.

Palavras-chave: Temporalidade. Informação. Memória. Ficção Científica – Filmes.

A Cidade-Cinema expressionista: uma análise das distopias urbanas produzidas pelo Cinema nas sete primeiras décadas do século XX

BARROS, José D’Assunção. A Cidade-Cinema expressionista: uma análise das distopias urbanas produzidas pelo Cinema nas sete primeiras décadas do século XX. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 1, p. 161-177, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/18174/12485>.  Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo

Vocabulário utilizado, as cidades idealizadas pelo Cinema a partir de produções fílmicas específicas. A ênfase recai sobre as cidades imaginárias produzidas pelas distopias futuristas encaminhadas pelo Cinema, examinando elementos de sua arquitetura, espacialidade, organização social, e buscando perceber a sua articulação com o roteiro do filme. A hipótese de trabalho apresentada é a de que as cidades imaginárias sempre expressam, de alguma forma, os medos, angústias, anseios, esperanças ou demandas da sociedade que as produziu. Neste sentido, operacionaliza-se aqui a postura metodológica que considera o real e o imaginário não como dimensões separáveis, mas complementares e constituintes de uma unidade complexa. O exemplo central examinado é o do filme Metrópolis, de Fritz Lang, realização máxima das distopias futuristas expressionistas.

Palavras-chave: Cinema. Cidade. Futuro. Imaginário. Distopia.

Mediações artísticas e informacionais no contexto urbano: algumas reflexões e paradoxos

ALMEIDA, Marco Antônio de; CRIPPA, Giulia. Mediações artísticas e informacionais no contexto urbano: algumas reflexões e paradoxos. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 1, p. 127-142, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/18852/12492>.  Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo

O trabalho traz aportes para discutir a natureza da mediação artística e patrimonial no espaço urbano, considerando seus aspectos informacionais e comunicacionais. Algumas manifestações culturais em cidades de diversos portes são utilizadas para fornecer elementos e hipóteses que marcam sua diferença em relação aos espaços institucionais tradicionais. Destaca-se a necessidade de se buscar novas referências e parâmetros que levem em conta, de maneira positiva, o papel ativo e os repertórios dos usuários. O texto encerra refletindo brevemente acerca de políticas culturais que respeitem essas especificidades, e nos novos desafios envolvidos em pensar mediações apropriadas para este fim.

Palavras-chave: Mediação. Informação. Arte. Cidade. Culturas híbridas.

A informação artística

PIROLO, Ana Claudia Inacio da Silva. A informação artística. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf., Campinas, v. 9, n. 1, p. 1-35, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/464>.

Resumo
Estudo da arte sob a ótica da Ciência da Informação com o objetivo de identificar a função da informação na formação do público para arte e sua contribuição na democratização da arte. Para isso empreendeu-se uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de analisar a associação da Arte e da Ciência da Informação. Realizou-se um estudo empírico sobre o comportamento do público em relação a usabilidade da informação sobre a arte para interpretar a obra estética. Com isso expande-se a compreensão das condições de recepção da obra estética quando mediada pela informação.

Palavras-chave: Informação. Arte. Mediação. Sistemas de informação. Formação de público. Consumo.

Construindo novas histórias do conhecimento: um estudo iconográfico do ensino na universidade medieval

CRIPPA, Giulia. Construindo novas histórias do conhecimento: um estudo iconográfico do ensino na universidade medieval. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 1, n. 2, p. 60-76, jul./dez. 2010. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/28/pdf>. Acesso em: 20 jan. 2011.

Resumo
Esse trabalho pretende abordar um conjunto de imagens, encontradas principalmente em monumentos funerários localizados em Bolonha (Itália), no Museu Medieval da cidade e em algumas igrejas do território nacional que se caracterizam, a partir dos primeiros anos do século XIV, por apresentar o tema do ensino universitário através de cenas em que se destaca o “Mestre”, empenhado em lecionar aos seus estudantes. Peculiaridade dessas imagens é que elevam ao espaço monumental da memória religiosa – o cemitério – uma figura recém aparecida no espaço urbano, inserida em uma profissão cuja finalidade era o pecus, o lucro, e a fama: o Mestre Laico. O artigo esboça a trajetória histórica da institucionalização do conhecimento dos chamados “filósofos”, visto com suspeita pelos elementos eclesiásticos, até então principais protagonistas da arquitetura do conhecimento medieval. A figura que representa a posição social e profissional dos mestres laicos, assim realizada é, porém, o resultado da busca de espaços legítimos de reconhecimento intelectual no âmbito da universidade, através de conflitos que amadurecem e se revelam ao longo do século XIII, quando a expansão dos currículos, proposta já na metade dos século XII por personalidades como Hugo de São Vítor, leva a uma ampliação da base docente ativamente empenhada nas faculdades de medicina, de direito e, em grande medida, nas artes liberais e mecânicas.

Palavras-Chave: Universidade; Conhecimento; Iconografia; Cultura Medieval

Os Espaços Mais Cultura e a Funarte: política pública como ferramenta de criação e difusão cultural

VASCONCELOS, Ana Teresa Araujo ; AMARAL, Juliana. Os Espaços Mais Cultura e a Funarte: política pública como ferramenta de criação e difusão cultural. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p. 89-100, mar. 2010. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/327/229 >. Acesso em: 01 maio 2010

Resumo:
O objetivo deste artigo é discutir a ação “Espaços Mais Cultura” no contexto do Programa Mais Cultura como política pública, que visa qualificar o espaço urbano, particularmente as áreas de vulnerabilidade social, através da implantação de equipamentos culturais. Ao mesmo tempo, os Espaços Mais Cultura poderão se constituir em ferramentas de política pública que se inserem em um quadro de valorização do conhecimento e de construção de novas dinâmicas sociais e culturais a partir da produção da cultura imaterial e da economia criativa. Neste sentido, pretende-se compreender o perfil destes projetos a partir do trabalho de visita técnica e análise dos projetos realizado pela Fundação Nacional de Artes em 2008.
Palavras-chave: Funarte; Espaço Mais Cultura; política pública; cultura imaterial; economia

A Ciência da Informação e suas relações arte e museu de arte


RODRIGUES, Bruno César; CRIPPA, Giulia. A Ciência da Informação e suas relações arte e museu de arte. Biblionline, João Pessoa, v. 5, n. 1-2, 2009. Disponível em: < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/article/view/3942/3107 > Acesso em: 08 mar. 2010.

Resumo

Verifica-se que não há consenso em definir objetos ou produtos conceituais como sendo obra de arte. Em dados momentos arte é aquilo que foi exposto em um museu. Em outros momentos é o artista quem confere à sua própria obra o estatuto de obra de arte, bem como o público, o crítico, o historiador ou outros personagens desse campo. Com base nisso, buscou-se desenvolver um estudo exploratório quanto aos museus, em específico os museus de arte, e quanto à arte e alguns de seus aspectos. Através do estudo, foi constituído um corpus teórico que possibilita a compreensão da complexidade ou subjetividade das definições de arte e obra de arte, bem como alguns aspectos intrínsecos ao tema. Quanto ao museu, abordou-se seu histórico e sua evolução de maneira breve. Foram observadas também algumas das relações entre a ciência da informação, o campo da arte e do museu.

Palavras-Chave: Ciência da Informação; Arte – Crítica; Arte  – Teoria; Museu – História; Museu de arte.

Informação como subsídio para a composição musical


PAIVA, Juliana da Silva; GARCIA, Joana Coeli Ribeiro. Informação como subsídio para a composição musical. Biblionline, João Pessoa, v. 5, n. 1-2, 2009. Disponível em: < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/article/view/3950/3113 > Acesso em: 08 mar. 2010.

Resumo
Aborda o papel da informação na composição musical, evidenciando sua aplicação como fonte nesse processo e como ocorre essa interação. Assim, objetiva analisar a informação como subsídio teórico para os professores que ministram a disciplina Composição Musical, do Curso de Bacharelado em Música, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Para alcançar esse objetivo, optou-se por uma abordagem qualitativa, e como instrumento de pesquisa para a coleta de dados, a entrevista semi-estruturada. Entre os fatores analisados, o resultado foi positivo, no que tange ao processo imprescindível, harmonioso e interativo da informação como fonte para a composição musical, apesar de haver revelado, também, alguns obstáculos na busca dessa informação. Conclui-se que a informação é um componente essencial, visto como insumo de trabalho para os professores de Composição Musical, do Curso de Bacharelado em Música da UFPB. Ainda assim, existe um déficit de material informacional para atendimento das necessidades da área.
Palavras-chave: Informação para Composição Musical; Fontes de Informação para Composição Musical; Acesso e uso da informação; Barreira informacional.

Imagem artística: fonte de informação ou contemplação


MAIMONE, Giovana Deliberali. Imagem artística: fonte de informação ou contemplação. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.1, n.1, p.18-33, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/article/view/34/37> Acesso em 26 jul., 2009

Resumo: Apresenta-se o quadro conceitual da Ciência da Informação, enfocando o tratamento informacional da imagem artística, partindo-se da concepção de que esta tipologia documental é fonte de informação e elemento passível de ser analisado e representado a fim de evidenciar a possibilidade de acesso à informação e geração de novos conhecimentos para o usuário. Descarta-se desta forma, a noção de objeto artístico apenas como elemento de contemplação humana.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Tratamento Informacional; Imagem Artística.

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