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Informação em museus

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Preservação digital: entre a memória e a história

RABELLO, Rodrigo; CASTRO, Virgínia Ferreira da Silva. Preservação digital: entre a memória e a história. Ciência da Informação, Brasília, v. 41, n. 1, p. 9-21, jan./abr. 2012. Disponível em: <http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/2119/1807>. Acesso em: 31 dez. 2015.

Resumo
A temática da preservação digital emerge da própria dominância do meio eletrônico e de sua transversalidade nas práticas cotidianas e em todas as dimensões da vida. Atualmente, e diferente das demais políticas de preservação da memória, a ênfase é colocada nas tecnologias de suporte e nas suas possiblidades de reprodução indiferenciada. Duas vertentes de preservação estão em debate, a que remete ao uso das tecnologias digitais para preservar e disseminar conteúdos originariamente contidos em suportes materiais, portanto tratados como documentos, e a segunda que se reporta
à profusa produção de informação digital elaborada em sistemas informatizados, em computadores pessoais ou dispositivos móveis, que será irrecuperável no futuro diante da própria obsolescência tecnológica dos meios em que a informação foi gerada. Nos dois enfoques, ressalta-se o papel das instituições públicas e privadas assegurando a preservação da memória em meios digitais, em um contexto de apropriação dispersa dos conteúdos localmente produzidos e de redefinição dos padrões, valores e ordenamentos socioculturais que no passado vinculavam memória e identidade. Observamos que os usos possíveis de informações depositadas em bases de dados de instituições de memória extrapolam as perspectivas de sua utilização restrita como documentos pertencentes ao passado, já que podem dar margem a novas interpretações e, por vezes, redirecionar processos no longo prazo.

Palavras-chave: Preservação digital. Memória. História. Tempo presente. Tecnologias digitais.

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Noções de cultura, informação e rede: Museus e algumas reflexões sobre globalização

JARJOUR, Nívia Raquel; PINTO, José Augusto de Paula. Noções de cultura, informação e rede: Museus e algumas reflexões sobre globalização. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, v. 4, n. 1, mar. 2014. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/2335/1546 >. Acesso em: 28 jul. 2015.

Resumo
Segundo a Doutora Janine Rossato (2010), neurocientista do Laboratório e Centro da Memória da PUC-RS, cultura é o que diferencia o homem do primata, é a capacidade humana da memória, da aquisição, armazenamento, evocação e transmissão de ideias. Prossegue a cientista dizendo não existir uma memória única e sim um “conjunto de memórias”, assim como a cultura, que nunca é una, mas sempre multifacetada e plural, apesar de seu caráter eminentemente semelhante enquanto célula isolada.

Organização de acervo fotográfico histórico: proposta de descrição

PADILHA, Renata Cardozo; CAFÉ, Lígia Maria Arruda. Organização de acervo fotográfico histórico: proposta de descrição. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 1, p. 90-111, mar./ago. 2014. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i1p90-111>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
Reflexão a respeito da construção de uma proposta de descrição para fotografias históricas salvaguardadas em acervo de museus, por meio de um conjunto de metadados que atenda as necessidades informacionais do pesquisador. Apresenta questões relacionadas com o museu, a documentação museológica, a organização da informação, metadados e descrição de acervos fotográficos históricos para conceituar a proposta. Como metodologia, elaborou-se, com base em dois modelos, uma ficha documental para servir de ferramenta na inserção dos metadados. Por meio da análise das fichas de catalogação de acervos fotográficos históricos dos Museus de Imagem e Som do sul e sudeste do Brasil e de consulta à bibliografia especializada, constituiu-se o conjunto de metadados para descrição de fotografia histórica. Espera-se com a criação da proposta contribuir para que os museus venham ocupar cada vez mais seu papel como entidades de pesquisa, por meio da organização do seu acervo e da valorização dos objetos enquanto fonte de informação. Conclui-se que a fotografia histórica salvaguardada pelos museus é uma fonte de informação para a pesquisa científica e que para tanto deve ser descrita de forma que atenda o previsto pelo sistema de documentação museológica que visa identificar às características informacionais intrínsecas e extrínsecas do objeto.

Palavras-chave: Acervo fotográfico histórico; Museu; Documentação museológica; Organização da informação; Metadados.

Escrever pra passarinho: Braga no Museu da Língua Portuguesa

SOUSA, Lucília Maria Abrahão e. Escrever pra passarinho: Braga no Museu da Língua Portuguesa. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 1, fev. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev14/Art_02.htm>. Acesso em: 30 maio 2014.

Resumo
Esse texto tem o objetivo de analisar discursivamente a exposição literária “Rubem Braga – O fazendeiro do ar”, apresentada pelo Museu da Língua Portuguesa de 25 de junho a 2 de setembro de 2013, por ocasião do centenário de nascimento do autor. O que me move aqui é manejar os conceitos de arquivo e acontecimento tal como Pêcheux os pensou para vê-los em funcionamento, fazendo desdobrar sobre eles indagações ligadas aos campos de língua e de museu. Tal enlace é uma possibilidade de observar os discursos que circulam em museus a partir de um dispositivo de análise que pode contribuir com os campos da informação e da documentação.

Palavras chaves: discurso; arquivo; Museu da Língua Portuguesa; Rubem Braga.

Ciência para todos? A divulgação científica em museus

SOUZA, Daniel Maurício Viana de. Ciência para todos? A divulgação científica em museus. Ciência da Informação, Brasília, v. 40, n. 2, p. 256-265, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1874/1424>. Acesso em: 17 set. 2013.

Resumo
A crescente influência da ciência e da tecnologia na vida cotidiana, tornando as discussões acerca de suas implicações na sociedade cada vez mais presentes, contribui para a configuração de um quadro mais abrangente de difusão das perspectivas do conhecimento científico. Os museus de ciência procuram apresentar aspectos referentes à importância da relação ciência-tecnologia-cotidiano, buscando consolidar-se como um dos espaços de divulgação da informação de cunho científico. Este artigo discute as características e particularidades da divulgação científica, além de suas inter-relações com o fenômeno da informação no ambiente específico das exposições museológicas.

Palavras-chave: Divulgação científica. Museus de ciência. Informação. Exposições museológicas.

Museus Portugueses de 1974 à atualidade: da resolução de problemas funcionais à comunidade

DUARTE, Alice. Museus Portugueses de 1974 à atualidade: da resolução de problemas funcionais à comunidade. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, n. 1, p. 15-30, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/27118/19688>.  Acesso em: 18 maio 2013.

Resumo

Começo por sistematizar um conjunto de informações relativas ao panorama museológico português tendo como marco de partida 1974 e de chegada a actualidade. De forma necessariamente esquemática, procuro destacar as diferentes fases de consolidação e desenvolvimento dos próprios museus e dos seus organismos tutelares e respectivo enquadramento legal. Os anos de 1990 apresentam-se como anos do boom dos museus, nomeadamente, dos museus locais e de tutela autárquica. A análise prossegue notando como certas dinâmicas inicialmente presentes – como os ideias de mobilização e um sentido forte de comunidade – desaparecem e os esforços se orientam mais para a resolução de problemas funcionais dos museus. Termino apelando à necessidade de reconceptualização da noção de património com o auxílio da qual mais eficazmente o museu poderá cumprir as suas funções sociais.

Palavras-chave: Museus locais. Rede Portuguesa de Museus. Portugal. Noção de património.

O conceito de documento na Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia

TANUS, Gabrielle Francinne de S. C.; RENAULT, Leonardo Vasconcelos; ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. O conceito de documento na Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 8, n. 2, p. 158-174, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/220>. Acesso em: 19 mar. 2013.

Resumo:
Neste trabalho parte-se do pressuposto de que o conceito de documento e a preocupação com ele não está circunscrito apenas ao campo da Documentação. Assim, o objetivo deste artigo é apresentar alguns entendimentos sobre o conceito de documento a partir da literatura científica de três distintas áreas do conhecimento: Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. A escolha destas três áreas ocorreu em razão de ter havido um crescimento destes cursos, implantados em diversas universidades, e também pelo fato de elas lidarem com o documento. Percebe-se que o documento está presente na literatura dessas áreas, salvaguardadas as distinções conceituais e procedimentais.

Palavras-chave: Documento; Arquivologia; Biblioteconomia; Museologia

O objeto museal em diferentes contextos e mídias

PORTO, Renata Maria Abrantes Baracho; BARBOSA, Cátia Rodrigues. O objeto museal em diferentes contextos e mídias. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 2, p. 195-208, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/22142/14316>.  Acesso em: 12 fev. 2013.

Resumo

O objetivo deste artigo é estudar o papel do objeto museal e sua relação com a memória, o imaginário na construção da comunicação e apropriação da informação em diferentes contextos e mídias. Argumentamos que a construção da comunicação e apropriação da informação em diferentes contextos e mídias, no que tange o objeto museal requer a organização de estratégias comunicacionais capazes não só de gerenciar e disponibilizar a informação em diferentes suportes, mas, sobretudo, de estabelecer relações entre áreas do conhecimento vinculadas à realidade virtual, espaços virtuais, banco de dados, sistemas de informação, computação gráfica e processamento digital de imagens, no sentido de disponibilizar estratégias museográficas e recontextualizar o objeto museal.  Interessa-nos mostrar como, no âmbito da comunicação do objeto musealizado, o planejamento das estratégias de apropriação da informação no contexto da mídia web depende tanto do trabalho coordenado entre os profissionais de áreas da computação, quanto da habilidade dos profissionais da museologia em contornar diferenças, discordâncias sobre o papel do objeto museal e sua relação com a memória nos processos de criação cultural. De modo a revelar como as imagens dos espaços e dos objetos museais difundidas pelos museus virtuais, pelas redes sociais podem minimizar tais discordâncias conferindo crédito à comunicação do objeto museal em ambientes virtuais.

Palavras-chave: Museu virtual. Objeto museal. Memória. Informação. Sistemas de informação. Recuperação de informação.

Museu, Memória e Poder

ANDREONI, Renata. Museu, Memória e Poder. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 2, p. 1677-1796, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/22251/14319>.  Acesso em: 12 fev. 2013.

Resumo

Este trabalho pretende desenvolver uma apreciação referente às imbricações entre Museu, Poder e Memória dentro da esfera empresarial.  Objetiva-se compreender como a prática memorialística é utilizada na construção de um discurso pela busca de uma aura histórica legitimadora. No contexto daHipermodernidade (Lipovetsky,2004), para problematizar a reflexão sobre os museus empresariais, destacaremos o posicionamento de Baudrillard em relação aos processos de simulação e branqueamento de um passado sem máculas.

Palavras-chave: Museu. Poder. Hipermodernidade. Memória.

A recuperação da informação e o conceito de informação: o que é relevante em mediação cultural?

RODRIGUES, Bruno César; CRIPPA, Giulia. A recuperação da informação e o conceito de informação: o que é relevante em mediação cultural? Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 45-64, jan./mar. 2011. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/995/833>. Acesso em: 30 jan. 2013.

Resumo
Apresenta e discute questões como informatividade, oferta de sentidos e recuperação da informação, além de elencar definições de informação e mediação. Com base nos assuntos apresentados, busca discutir os possíveis problemas enfrentados pelo profissional da informação, enquanto mediador cultural no âmbito dos museus de arte.

Palavras-chave: Recuperação da informação; Ciência da informação; Informação; Mediação cultural.

Sistemas de Informação, cyber cultura e digitalização do patrimônio sergipano: a museologia na web

MELLO, Janaina Cardoso et al.. Sistemas de Informação, cyber cultura e digitalização do patrimônio sergipano: a museologia na web. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.127-138, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/9586 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
O artigo tem como objetivo compartilhar a experiência do programa “Sistemas de Informação, cyber cultura e digitalização do patrimônio sergipano: a museologia na web” a partir da elaboração e manutenção de uma web site com um arquivo digital com entrevistas orais e captação de imagens pelos moradores mantenedores da cultura imaterial em Laranjeiras – SE. Aliada a essa produção de equipamentos culturais digitais para a área de Ciências Sociais Aplicadas estão dois subprojetos centrados na utilização de softwares livres para a organização de um banco de dados com textos sobre museologia, memória e patrimônio disponibilizados online e a criação de um dicionário eletrônico de termos museológicos a ser utilizado como ferramenta de pesquisa, base conceitual e conteúdo facilitador da relação ensino-aprendizagem nos cursos de museologia. Para os cursos graduação em Museologia tais iniciativas enquadram-se como inovação tecnológica na área prioritária de Tecnologia da Informação.

Palavras-chave: informação; cybercultura; patrimônio; museologia; Sergipe

Informação e documento: expressão material do patrimônio

GRIGOLETO, Maira Cristina. Informação e documento: expressão material do patrimônio. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.3, n.1, p.57-69, jan./jun. 2012. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/51 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
A constituição do patrimônio como prática institucional tem chamado a atenção de estudiosos desde o século XVIII e ainda é um campo bastante polêmico, pois muitas questões em torno das ações preservacionistas foram discutidas levando em conta mais os critérios normativos destas práticas do que a compreensão dos mecanismos metodológicos e burocráticos necessários para sua existência. Assim, propomos nesse trabalho enfatizar a importância do universo da produção documental no âmbito institucional da patrimonialização objetivando mostrar o valor que é atribuído à documentação que garante o tombamento como uma expressão material.

Palavras-chave: Informação. Documento. Patrimônio.

Turismo comunitário como mediador cultural: a experiência da Lomba do Pinheiro, Porto Alegre, RS

DALLA ZEN, Ana Maria; SILVA, Claudia Feijo da; MINUZZO, David Kura. Turismo comunitário como mediador cultural: a experiência da Lomba do Pinheiro, Porto Alegre, RS. Em Questão, Porto Alegre, v. 17, n. 1, p. 33-48, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/19314/12494>.  Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo

O projeto Lombatur propõe-se a utilizar o turismo como mediação entre os moradores  do bairro Lomba do Pinheiro e o patrimônio local, com o objetivo de criar rotas de turismo dentro do bairro, para educação patrimonial e fruição dos moradores. A metodologia inclui  o inventariamento do patrimônio, o planejamento de rotas de turismo local e, em  etapa posterior,  a capacitação dos moradores como guias turísticos. Utiliza-se de relatos e histórias de vida para a identificação de pontos de interesse cultural e para a criação de rotas de turismo. Trata-se de uma estratégia que permite aos  atores sociais  se reconhecerem como sujeitos de sua própria história,  ao identificarem, dentro do  quadro da vida cotidiana, elementos de recuperação da memória, educação patrimonial.  Conclui que a ação incentivou o aumento da auto-estima e a inclusão sócio-cultural dos atores sociais, com o empoderamento do território pelas pessoas, superando as expectativas iniciais.

Palavras-chave: Memória. Cidadania. Museu comunitário. Turismo comunitário.

“Linked data” – dados interligados – e interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus na web

MARCONDES, Carlos Henrique. “Linked data” – dados interligados – e interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus na web. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.34, p.171-192, maio./ago. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n34p171 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
Catálogos Web em sistemas de arquivos, bibliotecas e museus são hoje recursos informacionais fechados, usando tecnologias, padrões e interfaces de próprios, não permitindo navegar de outros recursos para dentro dos catálogos e vice-versa. Tecnologias “Linked Data” – dados interligados -, parte da proposta da Web Semântica, oferecem a possibilidade de interligar recursos informacionais Web através de “links” semânticos, permitindo aos usuários uma navegação natural e intuitiva, seguindo este “links”, por estes recursos, independentemente de interfaces de consulta específicas. O objetivo deste artigo é identificar e discutir as potencialidades oferecidas pelas tecnologias da Web Semântica, em especial, “Linked Open Data”, para que arquivos, bibliotecas e museus disponibilizem e tornem interoperáveis seus acervos na Web. Será utilizada metodologia de caráter qualitativo, do tipo “levantamento do estado da arte”, tendo como método a pesquisa bibliográfica, a visita a “sites” de interesse e a análise do material levantado.

Palavras-chave: Web Semântica. Dados interligados. Linked Open Data. Interoperabilidade. Padrões. Catálogos Web. Arquivos. Bibliotecas. Museus.

Cenografia no teatro e nos espaços expositivos: uma abordagem além da representação

ROSSINI, Elcio. Cenografia no teatro e nos espaços expositivos: uma abordagem além da representação. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 3, p. 157-164, set./dez., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=34&gt;. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo
A cenografia tem um papel importante no contexto contemporâneo dos museus, no entanto, sobre ela, recaem alguns equívocos e preconceitos ligados à ideia ultrapassada que limita cenografia à representação, à simulação e à teatralidade. Atualmente, os museus investem, cada vez mais, em espaços flexíveis que possam ser modificados e adaptados a cada novo projeto curatorial. A cenografia de exposições é um recurso que se constrói no espaço para oferecer ao visitante uma experiência sensível do conteúdo escolhido por meio da cor, dos percursos e das imagens. Este artigo analisa a cenografia em sua dimensão histórica, apresentando um panorama de sua evolução no teatro e sua aplicação contemporânea na Museologia.

Palavras-chave: Cenografia. Expografia. Museologia. Museus.

A contribuição do estudo do colecionismo para historiografia do Museu Histórico do antigo “Oeste Paulista”

ESPÍRITO SANTO, Silvia Maria. A contribuição do estudo do colecionismo para historiografia do Museu Histórico do antigo “Oeste Paulista”. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 29-38, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.

Resumo
Este artigo refere-se ao estudo do colecionismo público desenvolvido no período de 1930 a 1950, na região do Oeste Paulista, no Brasil. Considerado como um fenômeno social e objeto da ação colecionista, o colecionismo também é compreendido como ação seletiva originária da reunião de objetos. O termo colecionismo, do ponto de vista conceitual e da análise lexicográfica, permite estabelecer relações no âmbito da cultura material, face à articulação do eixo público/privado. O trabalho inclui a análise de uma personagem agenciadora, a partir de um exemplo específico e, ainda, verifica o processo de criação do museu de história natural e oficial, instituições tomadas como objeto, no contexto cultural. A pesquisa teve apoio da teoria deleuziana para a aplicação da metáfora do rizoma, na explicação das relações subjetivas, agenciamentos e estratégias.

Palavras-chave: Coleções de museu. Museu. História.

A cidade, o museu e a coleção

RANGEL, Marcio Ferreira. A cidade, o museu e a coleção. Liinc em Revista, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, p. 301-310, mar., 2011. Disponível em: < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/415/304 >. Acesso em: 16 jun. 2011

Resumo:
O presente artigo analisa a formação das coleções do Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, à luz das reformas urbanas ocorridas ao longo do tempo, na antiga capital da República. As sucessivas interferências na cidade criaram um acervo extremamente fragmentado. Os objetos que o compõem, em sua maioria, não foram para o museu pelo desejo de colecionar. Buscamos caracterizar e analisar a formação do referido acervo, no sentido de identificar a existência de um projeto museológico  definido pela instituição, com base na documentação disponível nos arquivos e no depoimento de alguns personagens que participaram do processo. Diferentes objetos, de diferentes períodos, tornaram-se testemunhos dos movimentos que o Rio de Janeiro realizou. Espaços públicos, prédios governamentais, religiosos e particulares, todos foram afetados pela transformação da cidade. Ao serem retirados da urbs e levados para o museu, os bens que vieram a fazer parte do acervo perderam o seu valor estético, de uso, decorativo ou econômico e passaram a possuir somente o valor de testemunhos. A excessiva fragmentação do acervo dificulta a sua representatividade em relação à cidade.
Palavras-chave: Museu. Coleção. Cidade

Ciência da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia: relações teóricas e institucionais

ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Ciência da Informação, Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia: relações teóricas e institucionais. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v. 16, n. 31, p.110-130, 2011. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2011v16n31p110/17765>. Acesso em: 29 maio 2011.

Resumo
Discute-se as relações entre a Ciência da Informação e os campos da Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia, a partir de dois critérios: as relações teórico-científicas e as questões de legitimação institucionais. Aponta-se para a característica interdisciplinar da Ciência da Informação como um dos elementos a potencializar a integração destes três campos em seu escopo.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Biblioteconomia; Arquivologia; Museologia.

Metodologias de representação da informação imagética

MAIMONE, Giovana Deliberali; TÁLAMO, Maria de Fátima Gonçalves Moreira. Metodologias de representação da informação imagética. TransInformação, Campinas, v. 21, n. 3, p. 181-196, set./dez., 2009. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=745&article=307&mode=pdf>. Acesso em: 20 jan. 2011.

Resumo
O presente trabalho tem a finalidade de evidenciar algumas das metodologias de representação da informação imagética, revisitando a literatura da área e propondo um modelo de metodologia adaptada a museus brasileiros. Elabora-se uma proposta de metodologia de representação da informação imagética com base nas característicasde tratamento informacional, a fim de realizar adaptação museológica. Apresentam-se, por fim, as planilhasque evidenciam essa metodologia.

Palavras-chave: Metodologias. Imagens. Representação da informação imagética.

A Ciência da Informação e suas relações arte e museu de arte


RODRIGUES, Bruno César; CRIPPA, Giulia. A Ciência da Informação e suas relações arte e museu de arte. Biblionline, João Pessoa, v. 5, n. 1-2, 2009. Disponível em: < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/article/view/3942/3107 > Acesso em: 08 mar. 2010.

Resumo

Verifica-se que não há consenso em definir objetos ou produtos conceituais como sendo obra de arte. Em dados momentos arte é aquilo que foi exposto em um museu. Em outros momentos é o artista quem confere à sua própria obra o estatuto de obra de arte, bem como o público, o crítico, o historiador ou outros personagens desse campo. Com base nisso, buscou-se desenvolver um estudo exploratório quanto aos museus, em específico os museus de arte, e quanto à arte e alguns de seus aspectos. Através do estudo, foi constituído um corpus teórico que possibilita a compreensão da complexidade ou subjetividade das definições de arte e obra de arte, bem como alguns aspectos intrínsecos ao tema. Quanto ao museu, abordou-se seu histórico e sua evolução de maneira breve. Foram observadas também algumas das relações entre a ciência da informação, o campo da arte e do museu.

Palavras-Chave: Ciência da Informação; Arte – Crítica; Arte  – Teoria; Museu – História; Museu de arte.

Informação e construção de conhecimento no horizonte museológico

SOUZA, Daniel M. V. Informação e construção de conhecimento no horizonte museológico. DataGramaZero, v. 10, n. 6, nov./dez., 2009. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez09/Art_06.htm>. Acesso em: 21 dez. 2009.

Resumo
As diversas técnicas e práticas que compõem a gama de fenômenos informacionais no universo museológico implicam diretamente na produção e disseminação do conhecimento que por sua vez, será a base para os discursos de cunho identitários e arranjos da memória social. Neste artigo temos a intenção de analisar as múltiplas posturas teóricas e abordagens práticas nas quais se encontram envolvidas as ações de informação em museus. Consideramos em primeiro lugar, algumas noções fundamentais acerca do próprio conceito de informação e em seguida sobre a importância, muitas vezes negligenciada, de não enfatizar procedimentos essenciais tais como a documentação e a exposição. Tais procedimentos permitem uma efetiva ação de inserção social por meio do atendimento adequado às diversas demandas informacionais específicas do público usuário.

Palavras-chave: Informação; Exposição; Documentação; Museus; Ciência da informação; Conhecimento.

A rota como memória

FRAYSSE, Patrick; ROUX, Sabine; COURBIERES, Caroline. A rota como memória. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, número especial, p. 93-104, 2009. Disponível em: < http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/928/609>. Acesso em: 5 dez. 2009.

Resumo:
No contexto de estudo do patrimônio dum ponto de vista comunicacional, este artigo permitiu-nos encarar um objeto de comunicação por excelência « a estrada » como um objeto portador de informação a decifrar e a interpretar, quer dizer um documento, mas também como um depositário da memória coletiva, quer dizer um monumento. Paralelamente, a patrimonialização dos monumentos, dos conjuntos arquiteturais e sobretudo dos itinerários que os reliam, por outras palavras da estrada, assim como sua documentarização (relatos de viagens, guias, bancos de dados) participam duma nova institucionalização da memória integrante também das estradas míticas como o caminho de São Tiago na França ou a famosa estrada 66 nos Estados-Unidos.
Palavras-chave: Estrada. Patrimônio. Documento. Monumento. Narrativas. Memória. Institucionalização.

Museus de ciência, divulgação científica e informação: reflexões acerca de ideologia e memória

SOUZA, Daniel Maurício Viana de. Museus de ciência, divulgação científica e informação: reflexões acerca de ideologia e memória. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 2, p. 155-168, mai./ago. 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/719/585>. Acesso em: 18 out. 2009.

Resumo:

O crescente interesse na interelação entre ciência/ tecnologia e suas implicações no cotidiano dos diversos segmentos sociais ocasionam aumento significativo de iniciativas destinadas a promover o acesso cada vez maior do público em geral aos produtos da ciência. Intenta-se analisar os aspectos ideológicos que permeiam as ações de divulgação científica operadas nos museus de ciência por meio das exposições privilegiando a importância das práticas de operacionalização da informação de caráter científico e suas conseqüências na constituição da memória coletiva.

Palavras-chave: Museu de Ciência; Divulgação Científica; Informação; Ideologia; Memória; Patrimônio.

Museu, objeto e informação

LARA FILHO, Durval de. Museu, objeto e informação.  TransInformação, v. 21, n. 2, p. 7-22, 2009. Disponível em: < http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=695&article=342&mode=pdf&OJSSID=b3345b37638ab9035d5cc880248c2fe9 > Acesso em: 10 out., 2009.

Resumo:
Neste texto abordaremos a participação do museu na produção do conhecimento e a transformação do objeto em documento ao ser acolhido em seu interior. Ao assumir as consequências dessa transformação, o museu passa a trabalhar não só com bens materiais, mas simbólicos. O gestor de um acervo ou o curador de uma exposição não traz à luz o conteúdo que o documento encerra, mas fala por meio deles. Nesse sentido toda operação com documentos museológicos é de natureza retórica e ideológica – e portanto atribuída – desde a escolha do acervo até a exposição. O museu deve trabalhar com a busca do sentido, oferecendo a possibilidade de, a partir de correlações que se estabelecem na construção da informação, apresentar o objeto em seus diferentes contextos e sugerir possibilidades de apropriação e de participação efetiva dos públicos nas exposições.
Palavras-chave: museu; objeto; documento; documentação; apropriação.

A museologia e a prática: conservadorismo e mudança


RANGEL, Vera. A museologia e a prática: conservadorismo e mudança. Cultura em Recorte: Revista Eletrônica de Museologia e Ação Cultural, Campinas, v.1, n.1, p.5-17, jan./jun. 2009. Disponível em: <http://www.culturaemrecorte.org/ojs-2.2/index.php/capa/article/view/32/36> Acesso em 26 jul., 2009

Resumo: A informação é a matéria-prima dos museus, arquivos e bibliotecas. As coleções pertenceram e foram de uso privado e privilégio da nobreza e da igreja, até a ruptura que se deu entre a Idade Média e a Modernidade, quando foram transformadas e abertas ao público. Nota-se que existem na sociedade brasileira extremamente desigual, formas “novas” de afastar o público, entre essas a baixa escolaridade da grande maioria da população brasileira, que não tem consciência de cidadania e dos conseqüentes direitos e deveres. Nosso objetivo é examinar o campo do pensamento e do ensino da Museologia no Brasil, analisando mudanças e conservadorismo. Há uma conexão no nascimento do primeiro curso de museus e da burocracia estatal, não sem uma grande dose de ideologia, a ponto de fixar uma identidade estrutural nos museus desde aí. O Curso de Museus no Rio de Janeiro, em 1932, é a matriz do paradigma da Museologia no Brasil. O conjunto de preceitos da Museologia como ciência em crescimento e disciplina estabelecida é de conhecimento restrito, as equipes funcionais dos museus de uma maneira geral as desconhecem. Concluímos que os museus apresentam boas exposições que, entretanto, não correspondem a um trabalho com planejamento e organização. Em nível governamental federal, há políticas públicas atualizadas, incentivando que a cultura seja percebida e trabalhada como fator de desenvolvimento social e econômico.

Palavras-chave: Museologia – tradição; Museologia – novas propostas; Museologia – conhecimento; Museu – legislação; Museu – comunicação.

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