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Política de Informação Científica e Tecnológica no Brasil

SILVA, Edilene Maria; GARCIA, Joana Coeli Ribeiro. Política de Informação Científica e Tecnológica no Brasil. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, ago. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago14/Art_05.htm>. Acesso em: 8 out. 2014.

Resumo
A política que trata da informação em ciência e tecnologia brasileira tem passado por períodos permeados de avanços e retrocessos que demarcam a organização e sistematização do referido setor: reconhecimento da informação como fator estratégico e criação dos organismos para sistematizar o setor de informação científica e tecnológica (1951-1970); construção, entendida como reformulação das atribuições dos organismos (1971-1980); coordenação de planos e programas governamentais e setoriais (1981-1990); desregulamentação de atividades relacionadas à disponibilização da informação na internet (1991-2000); e finalmente a consolidação do uso da internet e o movimento de acesso livre a informação (2001-2010). Objetiva-se, pela revisão de literatura e levantamento documental, descrever tais etapas, interpretando-as e explicando-as a luz dos acontecimentos primordiais que contribuíram para a política de informação científica e tecnológica. Conclui-se que as ações governamentais para o setor de informação científica e tecnológica são marcadas pela descontinuidade, modismo e dispersão, refletindo a prática brasileira de formulação e implementação de políticas públicas, por décadas. Atualmente discute-se a política de informação digital, mas persistem questões ulteriores que não foram devidamente resolvidas e ainda merecem atenção.

Palavras-chave: Política de Informação científica e tecnológica; Informação científica e tecnológica; Programas governamentais de informação; Planos de informação no Brasil; Programas governamentais de ciência e tecnologia; Política pública de informação.

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Informação tecnológica: mapeando documentos de patentes e organizações atuantes no desenvolvimento de instrumentação agropecuária

BESSI, Nayara Cristini; MILANEZ, Douglas Henrique; AMARAL, Roniberto Morato do; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de. Informação tecnológica: mapeando documentos de patentes e organizações atuantes no desenvolvimento de instrumentação agropecuária. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 1, p. 107-128, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v4i1p107-128>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
A cadeia produtiva do agronegócio tem um papel preponderante para o desenvolvimento socioeconômico dos países, principalmente do Brasil. Neste contexto, o avanço tecnológico em instrumentação agropecuária tem afetado significativamente a produtividade destas atividades tornando o campo cada vez mais competitivo. Atualmente não há como discorrer sobre competitividade sem tratar de informações externas comparativas que permitam organizações conhecerem e compararem seus níveis de desenvolvimento e excelência. Com o intuito de fornecer informações tecnológicas competitivas e comparativas para organizações interessadas, o objetivo deste trabalho foi mapear as principais organizações globais atuantes no desenvolvimento de tecnologias em instrumentação agropecuária, suas áreas tecnológicas de maior interesse, os principais usos de suas tecnologias e seus mercados de atuação por meio de indicadores bibliométricos. Para tanto, foram utilizados 399.585 documentos de patentes indexados na base de dados Derwent Innovations Index no período de 2007 a 2011. A elaboração dos indicadores aliou as funcionalidades de bases de dados e software bibliométrico, a fim de lidar com o grande volume de dados encontrado. Considerando os principais patenteadores mapeados, houve um equilíbrio entre universidades e empresas e as principais áreas tecnológicas de interesse identificadas estavam relacionadas à colheita, segadura, análise e investigação de materiais. Os principais usos das patentes foram referentes aos processos de replantio, colheita, alimentação e pesca. Os mercados de destaque foram a China e os Estados Unidos, seguido da Coréia do sul e do Japão.

Palavras-chave: Informação Tecnológica; Bibliometria; Mapeamento de Organizações; Informação Competitiva.

Análise sobre o desenvolvimento do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética durante a guerra fria (1945-1991)

SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes. Análise sobre o desenvolvimento do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética durante a guerra fria (1945-1991). Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 8, n. 2, p. 130-157, jul./dez. 2012. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/217>. Acesso em: 19 mar. 2013.

Resumo:
Analise histórica sobre o desenvolvimento da Ciência da Informação e do campo de estudo em informação científica e técnica nos Estados Unidos e na antiga União Soviética, entre o final da segunda guerra mundial até a dissolução da URSS, em 1991. Em relação aos EUA, será feito uma abordagem sobre a evolução inicial da área, influenciada pela contribuição de campos como a Ciência da computação, Comunicação, Documentação e Biblioteconomia; das iniciativas governamentais que estimularam o aumento do número de pesquisas relacionadas à informação no país, e sobre a consolidação epistemológica da Ciência da Informação e o desenvolvimento desse campo após os anos 1960. Em relação a URSS, será feita a descrição de como funcionavam os principais órgãos e institutos de pesquisa no país, os serviços de informação, os periódicos científicos, a formação profissional na área e, por último, os eventos técnico-científicos em Ciência da Informação ocorridos na antiga União Soviética e em âmbito internacional. A pesquisa, de forma preliminar, confirma a importância das cenas norte-americana e soviética para o desenvolvimento e consolidação da Ciência da Informação na segunda metade do século 20.

Palavras-chave: História da Ciência da Informação; Ciência da Informação nos Estados Unidos; Ciência da Informação na União Soviética

Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz

CARVALHO, Maria da Conceição Rodrigues de; SILVA, Cícera Henrique da; GUIMARÃES, Maria Cristina Soares. Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.1, p.97-103, jan./abr. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/12522 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
O Movimento do Acesso Livre à informação científica vem se firmando, em todo mundo, após as declarações de Budapeste de 2002, Bethesda e Berlim de 2003. No Brasil essa iniciativa começa a se manifestar, em 2005, a partir da iniciativa do Instituto Brasileiro de Informação Científica e Tecnológica – IBICT que lançou uma videoconferência com a participação da Academia Brasileira de Ciência e de várias sociedades científicas, dando origem ao Manifesto brasileiro de apoio ao acesso livre à informação científica. Na área da saúde, também em 2005, foi lançada no âmbito do IX Congresso Mundial de Informação em Saúde e Bibliotecas – ICML9 a Declaração de Salvador – Compromisso com a Equidade, que defende a equidade no acesso à informação cientifica como condição essencial para melhorar a saúde das coletividades. A Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz foi pioneira em direção ao ‘Acesso Livre’ na área por meio de duas iniciativas lideradas pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde – Icict. A primeira delas foi o lançamento da ‘Revista Eletrônica de Comunicação Informação e Inovação em Saúde – RECIIS’ situada na via dourada do acesso livre. A segunda iniciativa foi a implementação do ‘Repositório Institucional da Fiocruz – ARCA’ situada na via verde. O presente trabalho descreve a trajetória da criação, desenvolvimento e implementação do Repositório Institucional da Fiocruz – ARCA, que iniciou suas atividades em 2007, com o objetivo de garantir a preservação da memória da produção científica e técnica do Icict e sua ampliação na perspectiva de promover o acesso livre e irrestrito da produção intelectual da Fiocruz.

Palavras-chave: Repositório Institucional; Informação Científica e Tecnológica em Saúde; Acesso Livre; Memória em Ciência, Tecnologia e Saúde

Aplicação do software Zotero para apoiar a prática de Inteligência Competitiva

ROSSI, Jandira Ferreira de Jesus; PASSARINI, Luis Carlos; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de. Aplicação do software Zotero para apoiar a prática de Inteligência Competitiva. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf, Campinas, v.10, n.1, p.1-15, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/548 >. Acesso em: 31 dez. 2012.

Resumo:
Existem softwares que podem ser aplicados às várias fases do ciclo de Inteligência Competitiva – IC, como por exemplo, os que fazem a garimpagem de informações. Porém esses softwares são deficientes quando se trata de atividades realizadas entre as fases da coleta e análise que necessitam da leitura humana de documentos. Em geral, um software não consegue analisar dados puramente qualitativos nas fases do ciclo de IC. Por essa razão é de suma importância estudar softwares que tenham cunho colaborativo para saber até onde podem ser efetivos na prática de IC. Este artigo relata a aplicação do software Zotero por coletores e analistas de IC. Para averiguar seu apoio foi realizado um experimento simulando-o em um projeto de inteligência competitiva dividido em duas partes: sem o uso do software e com o uso do software. A simulação teve a participação de duas equipes locadas em diferentes pontos tendo a comunicação somente via web. O resultado indicou que com o uso do software foi possível comprovar que efetivamente o Zotero auxilia coletores e analistas em suas atividades.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Informação tecnológica. Zotero.

O papel dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) nas universidade brasileiras.

CASTRO, Biancca Scarpeline de; SOUZA, Gustavo Costa de. O papel dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) nas universidade brasileiras. LIINC em Revista, Rio de Janeiro, v.8, n.1, p.125-140, março. 2012. Disponível em < http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/465/360 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

O objetivo da pesquisa é verificar qual é o papel dos Núcleos de Inovação tecnológica (NITs) dentro das quatro Universidades que mais depositam patentes atualmente no país. Buscaremos verificar se seu trabalho vem apenas responder uma exigência legal ou se podem ser consideradas agências estratégicas que ampliam o papel das universidades, transformando-as em atores fundamentais para a inovação tecnológica no país.

Palavras-chave: Inovação tecnológica. Patentes. Universidades.

Google acadêmico como ferramenta para os estudos de citações: avaliação da precisão das buscas por autor.

CAREGNATO, Sonia Elisa. Google acadêmico como ferramenta para os estudos de citações: avaliação da precisão das buscas por autor. Ponto de Acesso, Salvador, v.5, n. 3, p.72-86, dez. 2011. Disponível em < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/5682/4106 >  Acesso em: 15 nov. 2012.

Resumo:

O Google Acadêmico surgiu na web no final de 2004 com o propósito de ser uma ferramenta de busca de informações de caráter acadêmico. No entanto, por incorporar dados extraídos das referências bibliográficas dos documentos, passou a trazer informações relativas ao impacto dos trabalhos medido pelo número de citações recebidas. Com isso, o uso do mecanismo como fonte de dados para estudos cientométricos passou a ser considerada, especialmente no contexto das ciências que não são cobertas nos índices de citação tradicionais. O objetivo deste trabalho é analisar a validade, o potencial e a cobertura do mecanismo de busca Google Scholar nos estudos de citação das ciências humanas, sociais e sociais aplicadas do Brasil. Focando especificamente o campo da Ciência da Informação no período de 2004 a 2008, buscou-se determinar se a produção dos pesquisadores PQ1 e PQSR do CNPq na área está representada na ferramenta e quais são os limites dessa representação. Para validar os resultados oriundos do Google Scholar, as referências recuperadas foram comparadas à produção do Lattes de cada pesquisador. Os 305 documentos foram agrupados segundo categorias que buscam avaliar a completude e exatidão das referências recuperadas, as fontes de dados e os índices de precisão dos resultados. A qualidade da seleção das fontes de dados e dos registros é uma área na qual o Google Scholar deveria imprimir mais esforços, se o seu objetivo for servir como instrumento de análise de citações e não somente como mecanismo de busca da produção acadêmica.

Palavras-chave: Google Acadêmico. Índices de citação. Avaliação. Precisão.

A cientometria revisitada à luz da expansão da ciência, da tecnologia e da inovação.

VANTI, Nadia. A cientometria revisitada à luz da expansão da ciência, da tecnologia e da inovação. Ponto de Acesso, Salvador, v.5, n. 3, p.5-31, dez. 2011. Disponível em < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/5679/4099 >  Acesso em: 15 nov. 2012.

RESUMO:

Analisa-se a presença dos estudos quantitativos junto à ciência. Descrevem-se os antecedentes históricos e conceitos referentes ao campo da cientometria. São abordadas as suas leis e os seus indicadores, mostrando a importância de cada um destes para a avaliação da ciência. Sugere-se a criação de novos indicadores à luz das necessidades atuais decorrentes da expansão da ciência, da tecnologia e da inovação e a busca de alternativas para melhorar o posicionamento e a visibilidade das produções brasileiras no contexto da atividade científica mundial.

Palavras-chave: Ciência, Cientometria, Leis e indicadores cientométricos, Produção científica.

Redes sociais de produção e colaboração tecnológica para o descarte de resíduos de equipamentos elétricos e eletrônicos

GIGANTE, Luciara Cid; RIGOLIN, Camila Carneiro Dias; MARCELO, Júlia Fernandes. Redes sociais de produção e colaboração tecnológica para o descarte de resíduos de equipamentos elétricos e eletrônicos. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 52-64, jan./dez. 2011. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/22/79>. Acesso em: 24 nov. 2012.

Resumo
Introdução: Esta pesquisa teve como objetivo geral mapear e analisar as redes sociais de produção e colaboração tecnológica, em documentos de patentes, relativas às inovações sobre descarte de lixo tecnológico, também chamado de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos. O referencial teórico é pertinente ao campo de estudos “Ciência, Tecnologia e Sociedade”. Método: A metodologia baseou-se na aplicação das técnicas relativas à Análise de Redes Sociais, caracterizada pelo mapeamento e mensuração dos fluxos e relações e colaborações entre os inventores das patentes de inovações relativas ao descarte de lixo tecnológico. Resultados: Os resultados apontam a pouca expressividade da colaboração internacional neste domínio, e a liderança da China no que diz respeito ao registro de patentes sobre descarte de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos. Conclusões: As possíveis causas da pouca colaboração internacional nesta área de pesquisas tecnológicas derivam da ausência de harmonização legal no campo da propriedade industrial, associada às distâncias geográficas, barreiras linguísticas e altos custos incorridos na colaboração tecnológica transnacional.

Palavras-chave
Lixo tecnológico. Colaboração em redes sociais. Patentes. Pesquisas tecnológicas. Produção tecnológica. Inovação tecnológica.

Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração

SANTOS, Nilton Bahlis dos; FRANCISCO, Alberto de; MARTINS, Beatriz Cintra; MARTINS, Wagner de Jesus; MARTINS, Cláudia de Souza Ferreira. Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração. Inovação e Patrimônio Intelectual em Época de Colaboração. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 4, ago. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago12/Art_07.htm>. Acesso em: 9 set. 2012.

Resumo
Para viabilizar uma política nacional de saúde de interesse social, o agente público é obrigado a garantir seu espaço no complexo industrial da saúde, como qualquer empresa privada. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é parte da presença pública neste complexo, pois participa na produção e inovação no desenvolvimento de serviços de saúde, aumentando a possibilidade de poupar e alavancar recursos com patentes e aumentar o seu poder de negociação junto aos agentes privados. Em 2010, foram feitos importantes esforços para gestão da inovação e busca de parceiros externos. Entretanto, permanece o problema de estimular e viabilizar a inovação em saúde. Apontamos para a necessidade de uma revisão dos atuais modelos de produção do conhecimento e propriedade intelectual, que podem se tornar um entrave para o desenvolvimento da ciência, pois, muitas vezes, favorecem práticas monopolístas, além de entravar e não aproveitar todas as possibilidades de Redes de Conhecimento. Julgamos, também, que os métodos tradicionais de comunicação, informação e organização das ações não são mais adequados para fomentar a inovação. Por isto, o Grupo de Pesquisa “Tecnologias, Culturas, Práticas Interativas e Inovação em Saúde” da Fiocruz; o Núcleo de Experimentação de Novas Tecnologias Interativas (Next), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict)/Fiocruz; e o Núcleo de Inovação Tecnológica (Nit-Icict), pesquisam, desenvolvem e implementam uma série de iniciativas, com o objetivo de contribuir para a criação de um ambiente de inovação na Instituição. O Núcleo de Inovação Tecnológica organiza ainda o evento TEDxFiocruz, anualmente para estimular e valorizar a criatividade na Instituição e recuperar um capital intelectual invisível.

Palavras-chave: Ambiente de inovação; Patentes; Fiocruz; Gestec; Colaboração; Internet.

Inteligência estratégica antecipativa: oportunidades para uma nova empresa de tecnologia da informação

SILVA, Priscila Coelho; BICCA, Edson Rodrigues. Inteligência estratégica antecipativa: oportunidades para uma nova empresa de tecnologia da informação. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 182-193, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10138>. Acesso em: 3 ago. 2012.

Resumo

Este artigo apresenta um caso de aplicação dos conceitos de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc), para uma empresa do setor de Tecnologia da Informação. Trata-se de uma empresa que está iniciando suas atividades e possui apenas uma visão de nicho para atuar. Através do método IEAc, este trabalho estudou o mercado da empresa, as ameaças e oportunidades. Os temas de inteligência estratégica e inteligência antecipativa são contextualizados em uma breve revisão teórica e, em seguida, a empresa é caracterizada. É descrito o trabalho de IEAc realizado e os resultados atingidos, verificando que o método é de bastante utilidade não apenas à empresas já estabelecidas, como também à empresas em fase inicial.

Palavras-chave: Inteligência Competitiva. Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva. Estratégias de negócio. Novas Empresas.

Política nacional de informação e informática em saúde: avanços e limites atuais

CAVALCANTE, Ricardo Bezerra; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. Política nacional de informação e informática em saúde: avanços e limites atuais. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 1, n. 2, p. 91-104, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10487/6893>. Acesso em: 2 ago. 2012.

Resumo
Neste artigo busca-se refletir sobre a política nacional de informação e informática em saúde, sua práxis e as tecnologias envolvidas. Para tanto, traça-se um percurso histórico de construção da práxis informacional em saúde, o desenvolvimento dos sistemas de informação em saúde de abrangência nacional, resultantes da inadequada seleção dos artefatos tecnológicos como suporte, cujo reflexo será percebido na descrição da atual política de informação que se deseja. Verifica que a práxis informacional, apesar da mudança de modelo assistencial, ainda é centrado no modelo curativista focado na doença. Isto é um resultado da intencionalidade que ainda se perpetua na prática da assistência em saúde. Ainda observa-se a necessidade de promover a gestão estratégica da informação em saúde, algo que pode ser potencializado com o uso de sistemas de informação. No entanto, estes sistemas principalmente os de abrangência nacional, ainda são ineficientes e apresentam problemas como a falta de interoperabilidade, a incoerência e duplicação dos dados e várias deficiências nos processos de tratamento e gestão da informação, dificultando, aos gestores, a decisão em processos em saúde. Por fim, a política nacional de informação e informática em saúde apresenta-se cristalizada necessitando de vários aprimoramentos e o principal deles é a sua aplicabilidade no contexto das instituições de saúde.

Palavras-chave: Política de Informação em Saúde. Informação em Saúde. Sistemas de Informação em Saúde.

Narrativas para a gestão de mudanças: um estudo de caso na indústria vidreira

Valério, BRUSAMOLIN, Narrativas para a gestão de mudanças: um estudo de caso na indústria vidreira. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 1, p. 15-28, jan./abr. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=27>. Acesso em: 23 jan. 2012.

Resumo
Este artigo propõe um modelo para análise do emprego de narrativas na gestão de mudanças, descrevendo os passos a serem seguidos e listando os padrões de histórias que podem auxiliar na gestão das transformações necessárias. O modelo é aplicado no estudo de caso da criação de uma empresa, a Viton Equipamentos para a Indústria Vidreira, do Grupo Wheaton Brasil, coletando as narrativas do gestor, classificando-as e analisando-as à luz do modelo proposto. Conclui-se que gerentes e outros contadores de histórias atuam como mediadores da informação, narrando histórias que transmitem a informação certa no momento oportuno, com efeitos transformadores positivos para a organização, produzindo mudanças cognitivas necessárias, transmitindo valores, cultura e auxiliando na percepção da realidade.

Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Gestão do conhecimento. Gestão de mudanças. Narrativas organizacionais.

Produção tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (UEL): Mapeamento da área de Ciências Agrárias pela Plataforma Lattes

SERZEDELLO, Natan Tiago Batista; TOMAÉL, Maria Inês. Produção tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (UEL): Mapeamento da área de Ciências Agrárias pela Plataforma Lattes. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 1, p. 23-37, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/11/65>. Acesso em: 6 set. 2011.

Resumo
Introdução. Os produtos e os processos tecnológicos empregados com o fim de solucionar os problemas práticos da sociedade compreendem a produção tecnológica. Esta se constitui como o meio essencial de mensuração do desenvolvimento tecnológico do ambiente em que a instituição está inserida. O objetivo desta pesquisa foi averiguar a produção tecnológica da área de Ciências Agrárias na Universidade Estadual de Londrina (UEL). Método. Identificação e análise da produção tecnológica, por meio dos currículos, disponíveis na Plataforma Lattes, de 51 professores que receberam bolsas do Programa de Iniciação Científica (PROIC) da UEL. Os dados coletados para a análise foram tabulados e categorizados por tipologias de produções tecnológicas.
Resultados. Dos 65 itens cadastrados nos curricula lattes dos professores referem-se à produção tecnológica, a qual foi mapeada, descrevendo-se as tipologias identificadas. Observou-se que as especialidades mais inovadoras são pertinentes a Agronomia; Recursos Florestais e Engenharia Florestal; Engenharia Agrícola; Zootecnia; Medicina Veterinária; Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca; Ciência e Tecnologia de Alimentos. Conclusões. Verificou-se que a produção tecnológica encontrada, decorrente de atividades de pesquisas de desenvolvimento tecnológico, foi disseminada por meio da produção bibliográfica, principalmente por artigos de periódicos. Os pesquisadores participantes deste estudo fazem parcerias em um mesmo Departamento, ou em Departamentos variados, dentro e fora da Universidade, interagindo e compartilhando as experiências, o conhecimento e os equipamentos, o que potencializa uma produção tecnológica mais bem formulada e com maiores chances de êxito. Um percentual considerável de artigos foi publicado em periódicos adeptos da filosofia da Open Archives Initiative (OAI), o que possibilita o acesso livre e favorece a disseminação dos resultados das pesquisas.

Palavras-chave: Produção tecnológica; Desenvolvimento tecnológico; Inovação tecnológica.

Análise bibliométrica da produção tecnológica em biodiesel: contribuições para uma política em CT&I

MARICATO, João de Melo; NORONHA, Daisy Pires; FUJINO, Asa. Análise bibliométrica da produção tecnológica em biodiesel: contribuições para uma política em CT&I. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 2, p. 89-107, 2010. Disponível em: < http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/814/734>. Acesso em: 6 set. 2010.

Analisa a produção tecnológica internacional em biodiesel através de indicadores bibliométricos de patentes. A coleta dos dados deu-se na base de dados Derwent Innovations Index, limitando-se ao período entre 2000 a 2007. Analisou-se a evolução do registro de patentes por instituições e indivíduos, assim como a classificação das invenções. Visualiza-se a dinâmica da produção tecnológica em biodiesel, subsidiando reflexões tanto do ponto de vista do uso de indicadores bibliométricos quanto para a Política em CT&I no campo de biodiesel.


Palavras-chave: Indicadores bibliométricos; Patentes; Política Científica e Tecnológica; Tecnologias em biodiesel.

A Propósito da Construção de Indicadores de Ciência e Tecnologia (C&T) no Brasil: aspectos sociotécnicos

CANCHUMANI, Roberto Mario Lovón. A Propósito da Construção de Indicadores de Ciência e Tecnologia (C&T) no Brasil: aspectos sociotécnicos. DataGramaZero, v. 11, n. 3, jun. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun10/Art_04.htm>. Acesso em: 13 jun. 2010.

Resumo: O presente trabalho discute, sob o ponto de vista sociotécnico, alguns aspectos para explicar como se deu a construção de indicadores de ciência e tecnologia no Brasil. Parte-se dos estudos de ciência, tecnologia e sociedade, particularmente da Teoria do Ator-Rede, para considerar os indicadores de ciência e tecnologia na sociedade. Destaca-se nessa abordagem teórica a idéia de tradução, a qual implica a existência de relações de coordenação entre os usuários e os formuladores de um objeto técnico, abrindo vias de negociação que ficam inscritas no mesmo objeto técnico. O contexto de uso do objeto técnico (em nosso caso, os indicadores de C&T no Brasil) torna-se, portanto, numa extensão de suas capacidades cognitivas.

Palavras-chave: Indicadores; Ciência & Tecnologia; Sociedade; Brasil.

Institutos federais de educação: fontes de informação e gestão do conhecimento

SANTOS, Andrea Pereira. Institutos federais de educação: fontes de informação e gestão do conhecimento. Revista ACB, v. 15, n. 1, p. 22-38, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/685/pdf_16>. Acesso em: 25 mar. 2010.

Resumo
Os Centros Federais de Educação Tecnológica do Brasil foram transformados em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia desde o dia 28 de dezembro de 2008. Essa mudança vai além da simples troca de nomes e revela um novo papel desses Institutos para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico do país. Sendo assim, baseado em uma pesquisa bibliográfica e consulta a diversas páginas da Internet, este artigo apresenta um conjunto de fontes de informações importantes para geração de novos conhecimentos e, também, algumas ferramentas úteis ao bibliotecário no processo de armazenamento e divulgação de novas pesquisas, de modo que possam contribuir cada vez mais para o fortalecimento e crescimento desses novos Institutos. Além da leitura da obra de Campello, Cedón e Kremer de 2000, foi feito um mapeamento de outras fontes de pesquisa e ferramentas de gerenciamento de informações. Conclui-se que os bibliotecários tem um papel importante tanto na divulgação quanto na utilização de ferramentas de gerenciamento das fontes de informações hoje disponíveis.

Palavras-chave:Fontes de Informação em C&T; Gerenciamento de Informações;Institutos Federais de Educação.

O uso de patentes como fonte de informação em dissertações e teses de engenharia química: o caso da Unicamp

RAVASCHIO, Juliana de Paula; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de; QUONIAM, Luc. O uso de patentes como fonte de informação em dissertações e teses de engenharia química: o caso da Unicamp. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 7, n. 2, p. 219-232, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=795&article=259&mode=pdf>. Acesso em: 08 mar. 2010.

Resumo
Acredita-se que as patentes são pouco exploradas como documentos fornecedores de informações; tanto por empresas, quanto por instituições de pesquisa, universidades, etc. Nesse contexto, o presente artigo teve a finalidade de investigar se os documentos de patentes são utilizados como fonte de informação nos trabalhos acadêmicos (dissertações de mestrado e teses de doutorado). Para isso, foram selecionados trabalhos da área da engenharia química, do período de 2000 a 2007, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Os dados foram coletados através das patentes citadas e referenciadas nos trabalhos acadêmicos e a amostra utilizada foi de 586 trabalhos. Os resultados dessa pesquisa evidenciaram que 16,4% dos trabalhos analisados utilizaram patentes como fontes de informação e citaram esse tipo de documento. Além disso, este trabalho indicou que as patentes americanas são as mais citadas por trabalhos da UNICAMP (63,8%). Porcentagens menores ficaram para as patentes japonesas (9,0%), patentes européias (7,2%), patentes inglesas (4,0%), patentes alemãs (3,2%) e patentes brasileiras (2,7%).

Palavras-chave: Patentes; Informação tecnológica; Pesquisas acadêmicas; Fontes de informação.

A abordagem teórica de A. I. Mikhailov sobre o termo informação científica

SANTOS JUNIOR, Roberto Lopes dos; PINHEIRO, Lena Vania Ribeiro. A abordagem teórica de A. I. Mikhailov sobre o termo informação científica. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v.7, n. 2, p. 41-60, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/include/getdoc.php?id=754&article=229&mode=pdf>. Acesso em: 01 mar. 2010.

Resumo
Estudo sobre a abordagem do pesquisador soviético A. I. Mikhailov (1905-1988), em sua produção bibliográfica, sobre aspectos referentes ao conceito informação científica, principal objeto de pesquisa do campo em Ciência da Informação na antiga União Soviética, e a analises feitas pelo autor sobre a definição, características e valores relacionados a esse termo. O estudo desses conceitos, quando possível, será relacionado à emergência e ao desenvolvimento da Ciência da Informação no período onde essas idéias foram desenvolvidas e publicadas (décadas de 1950 a 1970), onde essa nomenclatura exerceu considerável influencia para esse, na época, embrionário campo de pesquisa.

Palavras-chave: Informação científica; A. I. Mikhailov; Epistemologia; História da Ciência da Informação.

A notícia como fonte de informação em propriedade intelectual: um olhar sobre o tema marcas

CERANTOLA, Ane Aparecida Cerantola; FERRAZ, Maria Cristina Comunian. Encontros Bibli, Florianópolis, v. 14, n. 28, p. 135-149, 2009. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/9235/11022>. Acesso em: 3 nov. 2009.

Resumo
Este trabalho tem como objetivo analisar o tratamento que é dado atualmente pela mídia sobre o tema marcas, especificamente em sites de notícias disponibilizadas gratuitamente na Internet. Através da aplicação do Método de Análise de Conteúdo pretendeu-se verificar a seguinte hipótese: as notícias veiculadas não informam adequadamente o leitor sobre a importância e a necessidade do registro de marcas para a proteção do trabalho intelectual. Foram analisados textos jornalísticos recuperados nos sites da Folha Online e do Estadão Online, publicados no período de julho de 2007 a julho 2008. Como resultado da aplicação do método, verificou-se, dentro do universo pesquisado, que a hipótese é verdadeira para o caso de leitores não especialistas em propriedade intelectual, pois os textos não são capazes de orientar uma pessoa leiga sobre o tema. Entretanto, observou-se que, para os já conhecedores do assunto, as notícias fornecem um cenário interessante sobre os problemas relacionados ao não registro de uma marca e uso indevido da mesma, podendo ser consideradas uma boa fonte de informação para negócios relacionada ao assunto.

Palavras-chave: Propriedade intelectual; Informação para negócios; Marca; Análise de Conteúdo; Marketing.

As patentes nas universidades: análise dos depósitos das universidades públicas paulistas (1995-2006)

AMADEI, José Roberto Plácido; TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. As patentes nas universidades: análise dos depósitos das universidades públicas paulistas (1995-2006). Ci. Inf., Brasília, v. 38, n. 2, p. 9-18, maio/ago. 2009. Disponível em:<http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1054/1319>. Acesso em: 13 set. 2009.

Resumo: Este artigo analisou os depósitos das universidades públicas paulistas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no período de 1995-2006, perfazendo 672 registros. Foram consideradas as seguintes: Universidade Estadual de Campinas, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual Paulista, Universidade Federal de São Carlos e Universidade Federal de São Paulo. Com os resultados obtidos verificou-se um avanço, mesmo que instável, do número de depósitos de patentes advindas das universidades e o adiantamento da Unicamp em relação às demais na quantidade de patentes depositadas, responsável por 60% do total de registros. Como conclusão vale destacar que o fortalecimento das políticas internas das universidades relacionadas à propriedade industrial acarretará maior índice de proteção das invenções acadêmicas, garantindo os direitos sobre a invenção, incentivando a realização de novas pesquisas e, através de mecanismos efetivos, viabilizando a transferência da tecnologia produzida nas universidades para o setor produtivo.

Palavras-chave: Universidades. Patentes Acadêmicas. Propriedade intelectual.

Aplicação da descoberta de conhecimento em textos para apoio à construção de indicadores infométricos para a área de C&T

RAMOS, Hélia de Sousa Chaves; BRASCHER, Marisa. Aplicação da descoberta de conhecimento em textos para apoio à construção de indicadores infométricos para a área de C&T. Ci. Inf., Brasília, v. 38, n. 2, p. 56-68, maio/ago. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1101/1323>. Acesso em: 13 set. 2009.

Resumo: Relata resultados de pesquisa aplicando a descobertade conhecimento em texto (DCT) em conteúdos textuais,
importantes fontes de informação para tomada de decisão. O objetivo central da pesquisa foi verificar a eficácia da DCT na descoberta de informações para apoio à construção de indicadores e definição de políticas públicas. O estudo de caso foi o Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT) e a técnica aplicada a de agrupamento de documentos a partir dos termos minerados na base de dados. Comprovou-se a aplicabilidade da DCT na extração de informações ocultas em documentos textuais para subsidiar a tomada de decisão e a construção de indicadores, informações essas que não poderiam ser visualizadas utilizando-se recursos tradicionais de recuperação da informação. Observou-se a preocupação com o meio ambiente nas demandas feitas pelos usuários do SBRT e a aplicabilidade da DCT para orientação de políticas internas à rede SBRT.

Palavras-chave: Descoberta de conhecimento em texto (DCT). Mineração de textos. Indicadores de C&T. Serviços de informação tecnológica. Micro e pequenas empresas (MPEs). Empreendedores.

Análise comparativa regional de indicadores de inovação tecnológica empresarial: contribuição a partir dos dados da Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica


ROCHA, Elisa Maria Pinto da; DUFLOTH, Simone Cristina. Análise comparativa regional de indicadores de inovação tecnológica empresarial: contribuição a partir dos dados da Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 14, n. 1, P. 191-208, 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/710/546>. Acesso em: 04 maio 2009.

Este artigo apresenta uma análise de indicadores de inovação tecnológica empresarial. A metodologia baseia-se na análise desagregada, segundo regiões do País, dos dados produzidos pelo IBGE na Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica. A análise de tais indicadores confirma a idéia de que a inovação envolve elementos outros que não apenas aqueles essencialmente econômicos. A região Sudeste – líder nacional em termos de capacidade econômica de produção – não apresenta o mesmo destaque no que diz respeito à amplitude da inovação tecnológica. As empresas das regiões Nordeste, Norte e Sul são aquelas que realizam maior esforço inovador, comparativamente às outras regiões, e são também as que apresentam maior amplitude de inovação. Os resultados sugerem que a preocupação com a proteção do conhecimento por meio de patentes revela-se mais intensa naquelas regiões em que há maior investimento em atividade de P&D por parte das empresas (Sul e Sudeste). Finalmente, os resultados indicam que a existência de instrumentos de apoio governamental ao desenvolvimento industrial tende a estimular um número maior de empresas a inovar, o que pode ser ilustrado pelos casos das regiões Sul e Sudeste do Brasil.
Palavras-chave: Inovação. Indicadores de inovação. Gestão da informação e do conhecimento. Inovação tecnológica empresarial.

Organização da informação em sistemas eletrônicos abertos de Informação Científica & Tecnológica: Análise da Plataforma Lattes


SILVA, Fábio Mascarenhas; SMIT, Johanna Wilhelmina. Organização da informação em sistemas eletrônicos abertos de Informação Científica & Tecnológica: análise da Plataforma Lattes. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 1, p. 77-98, jan./abr. 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/viewFile/720/540>. Acesso em: 04 mai. 2009.

Resumo: Discussão, avaliação e apresentação de parâmetros para a organização da informação científica e tecnológica brasileira, enfocando os problemas do acesso à informação em sistemas abertos, especificamente a Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Desenvolveu-se um estudo exploratório para identificar se a natureza aberta do sistema compromete a consistência dos dados na recuperação da informação, concluindo-se que há comprometimento. A partir da sistematização dos resultados, apresentam-se sugestões para aprimorar o sistema.

Palavras-chave: Sistemas abertos; Sistemas de Recuperação de Informação; Informação científica e tecnológica – Brasil; Plataforma Lattes; Organização da informação científica e tecnológica.

O ensino da Classificação Internacional de Patentes (CIP) nos cursos de biblioteconomia brasileiros

GARCIA, Joana Coeli Ribeiro; CHACON, Francisca Justino Franklin. O ensino da Classificação Internacional de Patentes (CIP) nos cursos de biblioteconomia brasileiros. Informação & Informação. v.13, n.2, p.15-33. Disponível em: < http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/1809/1685 > Acesso em: 31 mar. 2009

Resumo:

Ao identificar em quais Cursos de Biblioteconomia a Classificação Internacional de Patentes (CIP) é ensinada, pretende-se despertar nos profissionais da área a necessidade de conhecer ou de aprofundar tais conhecimentos. Os cursos, objeto do estudo, foram identificados por meio do site da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN). A técnica utilizada é o survey, tendo o e-mail como instrumento de envio do questionário e recebimento das respostas que formam a amostra da pesquisa. O instrumento de pesquisa foi o questionário, formulado com perguntas abertas. Embora o documento de patente contenha informações relevantes para promoção do desenvolvimento tecnológico das nações, ainda não recebe um tratamento condizente das instituições brasileiras de ensino, ou seja, na maioria dos cursos em que se estudam formas de classificar o conhecimento, a CIP sequer é citada nas disciplinas.

Palavras-chave: Classificação Internacional de Patentes. Ensino de Classificação Internacional de Patentes. Classificação de Patentes.

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