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Inteligência Competitiva

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Informação tecnológica: mapeando documentos de patentes e organizações atuantes no desenvolvimento de instrumentação agropecuária

BESSI, Nayara Cristini; MILANEZ, Douglas Henrique; AMARAL, Roniberto Morato do; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de. Informação tecnológica: mapeando documentos de patentes e organizações atuantes no desenvolvimento de instrumentação agropecuária. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 1, p. 107-128, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v4i1p107-128>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
A cadeia produtiva do agronegócio tem um papel preponderante para o desenvolvimento socioeconômico dos países, principalmente do Brasil. Neste contexto, o avanço tecnológico em instrumentação agropecuária tem afetado significativamente a produtividade destas atividades tornando o campo cada vez mais competitivo. Atualmente não há como discorrer sobre competitividade sem tratar de informações externas comparativas que permitam organizações conhecerem e compararem seus níveis de desenvolvimento e excelência. Com o intuito de fornecer informações tecnológicas competitivas e comparativas para organizações interessadas, o objetivo deste trabalho foi mapear as principais organizações globais atuantes no desenvolvimento de tecnologias em instrumentação agropecuária, suas áreas tecnológicas de maior interesse, os principais usos de suas tecnologias e seus mercados de atuação por meio de indicadores bibliométricos. Para tanto, foram utilizados 399.585 documentos de patentes indexados na base de dados Derwent Innovations Index no período de 2007 a 2011. A elaboração dos indicadores aliou as funcionalidades de bases de dados e software bibliométrico, a fim de lidar com o grande volume de dados encontrado. Considerando os principais patenteadores mapeados, houve um equilíbrio entre universidades e empresas e as principais áreas tecnológicas de interesse identificadas estavam relacionadas à colheita, segadura, análise e investigação de materiais. Os principais usos das patentes foram referentes aos processos de replantio, colheita, alimentação e pesca. Os mercados de destaque foram a China e os Estados Unidos, seguido da Coréia do sul e do Japão.

Palavras-chave: Informação Tecnológica; Bibliometria; Mapeamento de Organizações; Informação Competitiva.

O conhecimento na Inteligência de Estado

MACIEL, Rodrigo Fileto Cuerci ; PINHEIRO, Marta Macedo Kerr. O conhecimento na Inteligência de Estado. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 1, fev. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev14/Art_01.htm>. Acesso em: 29 maio 2014.

Resumo
No contexto da Ciência da Informação, a inteligência pode ser entendida como a atividade sistemática de coleta e análise de informações de modo a produzir conhecimento para ação. Quando esta atividade envolve o contexto empresarial no qual as organizações procuram obter vantagem sobre os concorrentes através da classificação, tratamento e uso da informação, torna-se objeto de estudos teóricos e empíricos da disciplina inteligência competitiva. Entretanto, neste trabalho, abordaremos a inteligência de Estado, entendida como aquela voltada para produzir conhecimento e reflexões para a tomada de decisões em relações adversariais, na seara internacional, pelos formuladores de políticas da área de segurança. Como anteparo teórico utilizou-se a metáfora da pirâmide que concebe em sua base dados e informações e atinge camadas analíticas mais complexas ao topo. A partir da base conceitual de Aldo Barreto serão apresentados dois modelos: O primeiro é aquele proposto por Sherman Kent cujo objetivo se concentra na acumulação de informações para a formulação de hipóteses preditivas. O segundo, formulado por George Pettee, busca a construção de premissas que desdobradas em conclusões formariam no topo uma cosmologia perfeita. Deste modo, fomenta-se o entrelaçamento teórico, multidisciplinar, para que tanto a inteligência praticada pelas organizações estatais, quanto à própria Ciência da Informação, se deparem com uma nova perspectiva sobre os fenômenos da informação e do conhecimento.

Palavras chaves: Inteligência de Estado; Inteligência competitiva; Análise de informações; Análise de inteligência; hierarquia do conhecimento; epistemologia.

Perfis de competências relativas à inteligência competitiva: um estudo exploratório no Brasil

AMARAL, Roniberto Morato; FARIA, Leandro Innocentini Lopes; GREGOLIN, José Ângelo R.; OPRIME, Pedro Carlos; ALLIPRANDINI, Dário Henrique. Perfis de competências relativas à inteligência competitiva: um estudo exploratório no Brasil. Ciência da Informação, Brasília, v. 40, n. 2, p. 125-144, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1891/1419>. Acesso em: 12 ago. 2013.

Resumo
A competição entre organizações e nações torna cada vez mais importante a inteligência competitiva (IC) e desenvolvimento dos profissionais para a consolidação dessa atividade. O objetivo desta pesquisa é identificar o perfil de competências do profissional de IC no Brasil, com vistas ao estabelecimento do processo de gestão de pessoas por competência (GPC) nessa área. O levantamento de dados se baseou na utilização de uma Web survey com a participação de profissionais de múltiplas áreas de atividade e de conhecimento envolvidos com IC no Brasil, com abordagem exploratória. Foram identificados atributos de competência que se mostraram mais importantes para atuação em IC, com base na análise da percepção dos participantes da pesquisa e nos resultados obtidos anteriormente por outros autores. Verificaram-se relações entre habilidades específicas e as funções de coordenador, analista e coletor próprias da IC, além da influência da experiência sobre habilidades relevantes. Os resultados permitiram elaborar um referencial de atributos de competência associados a conhecimentos, habilidades e atitudes que pode ser útil para o profissional interessado e na gestão de recursos humanos para realização de diagnósticos, recrutamento, treinamento e desenvolvimento de pessoas e equipes, inclusive, a implantação e instrumentalização da GPC na área de IC.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Gestão de pessoas por competências. Unidade de inteligência. Equipe de inteligência competitiva. Competência.

A Comunicação Organizacional em Unidades de Informação

DUARTE, Elizabeth Andrade; BRAGA, Rogério Manoel de Oliveira. A Comunicação Organizacional em Unidades de Informação. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 3, p. 181-197, set./dez., 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/11337/pdf_1>. Acesso em: 13 jul., 2013.

Resumo
Introdução: A Comunicação Organizacional envolve não apenas o conhecimento, o estudo de grupos de interesse, planejamento, mas também políticas de comunicação – por meio de uso de instrumentos comunicacionais variados. Nessa mesma linha, vários autores possuem a preocupação constante em definir e caracterizar a comunicação organizacional e o seu campo de abrangência, evidenciando a necessidade de lhe atribuir um lugar de destaque nas organizações. Nesse contexto, esse estudo foca em unidades de informação que, atualmente, carecem de estudos sobre a comunicação organizacional.
Objetivos: Analisar o papel da Comunicação Organizacional dentro das unidades de informação no âmbito da gestão e da tomada de decisão.
Metodologia: Estudo teórico.
Resultados: O resultado do estudo mostra possíveis ações para alcance de uma comunicação organizacional eficiente nestas organizações, tais ações envolvem: a troca de informações entre os colaboradores, o papel do bibliotecário em propiciar ênfase na comunicação, bem como ressalta a importância do processo de comunicação externo, devendo este ser bem estabelecido, de modo que venha a acompanhar as mudanças ambientais, as novas exigências globais e os novos usuários da informação na era contemporânea.
Conclusão: O processo de comunicação deve ser aperfeiçoado nas unidades de informação, com a aplicação de novas práticas.

Palavras-chave: Comunicação Organizacional. Unidades de Informação.Tomada de Decisão/Gestão.

Fatores facilitadores da inteligência organizacional: o papel das unidades de informação

DAVOK, Delsi Fries; CONTI, Daiana Lindaura. Fatores facilitadores da inteligência organizacional: o papel das unidades de informação. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.2, p.136-158, maio/ago. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/3864 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
Artigo de revisão que apresenta fatores facilitadores e dificultadores para o desenvolvimento da inteligência organizacional, enfocando o papel das unidades de informação nesse contexto. Define a temática a partir de pesquisa bibliográfica exploratória, abarcando 15 artigos de periódicos nacionais das áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação. Realizou-se leitura analítica dos artigos e interpretação referencial dos dados relativos a categorias de análise estabelecidas, o que possibilitou a identificação de fatores facilitadores e dificultadores para o desenvolvimento da inteligência organizacional. Concluiu-se que, dependendo do contexto, os principais fatores que facilitam ou dificultam o processo de consolidação de um sistema de inteligência organizacional são: cultura organizacional, redes sociais, gestão do conhecimento, gestão da informação, tecnologias da informação, inovação tecnológica, estrutura organizacional e prospecção, e monitoramento da informação. Tendo em vista esses resultados, propõe-se a realização de novos estudos sobre o tema utilizando outras fontes de informação para que se aprofunde a temática.

Palavras-chave: Inteligência organizacional – Fatores facilitadores; Inteligência organizacional – Fatores dificultadores; Inteligência competitiva

Monitoramento da informação e inteligência competitiva: realidade organizacional

HOFFMANN, Wanda Aparecida Machado. Monitoramento da informação e inteligência competitiva: realidade organizacional. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.2, n.2, p.125-144, jul./dez. 2011. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/84 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Este estudo envolve a compreensão do monitoramento da informação (MI) e da inteligência competitiva (IC), mas, principalmente, buscando refletir em como superar os múltiplos desafios organizacionais, voltado para a informação e o conhecimento. A gestão da informação e do conhecimento, bem como, a IC constituem uma nova abordagem para o planejamento e a administração estratégica das organizações, fortalecendo o seu processo de tomada de decisão. A interdependência resultante da globalização e o surgimento do que se convencionou chamar “sociedade do conhecimento”, e também a aceleração decorrente das tecnologias da informação e comunicação (TIC) impactaram e tiveram conseqüências sobre as organizações, ocasionando mudanças nos métodos de trabalho, produção, pesquisa e de utilização dos dados e informações. Assim, com o advento das novas relações econômicas, tanto nacionais quanto internacionais, e de um novo paradigma tecnológico, baseado, por exemplo, na produção flexível, as organizações se depararam com uma competição acirrada e um volume de dados e informações gigantescos. Esse processo está gerando, de um lado, uma crescente imprevisibilidade dos mercados e de outro, o encurtamento do ciclo de vida das tecnologias de produtos e processos. As organizações precisam reconstruir diariamente sua capacidade competitiva, para fazer frente aos riscos de entrada de novos concorrentes, às mudanças nos padrões de consumo, ao surgimento de novas tecnologias de produto e processo, etc. Nesse contexto de competição acirrada e o bombardeio constante de informações, devido ao processo de democratização da comunicação e do aumento do número de canais de mídia disponíveis, o MI e a IC surgem como uma das possíveis maneiras de conduzir e planejar movimentos para traçar cenários no ambiente organizacional. Muitas vezes, as organizações são pródigas em acumular informações, mas não sabem o que fazer com elas. Mas, as decisões devem ser tomadas para manter a empresa alinhada aos seus objetivos pretendidos, com base nas informações adequadas de interesse do seu negócio, induzindo a se buscar posturas organizacionais proativas, com posicionamentos da organização fortalecidos sobre seu ambiente informacional e organizacional, buscando um acerto diante das diversas alternativas desses ambientes.

Palavras-chave: Monitoramento da informação; Inteligência competitiva; Ambiente organizacional

Inteligência competitiva com enfoque empreendedor: ensino e pesquisa na graduação em ciência da informação

GARCIA, Leonardo Guimarães. Inteligência competitiva com enfoque empreendedor: ensino e pesquisa na graduação em ciência da informação. InCID: R. Ci. Inf. e Doc., Ribeirão Preto, v.2, n.2, p.111-124, jul./dez. 2011. Disponível em: < http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/81 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Discute a idéia de uma Inteligência Competitiva (IC) com enfoque empreendedor, seus fundamentos e sua implementação em organizações de diversos tipos. Apresenta um programa que articula ensino e pesquisa, voltado à geração de conhecimento e à preparação de profissionais da informação na graduação para a prática dessa idéia. Discute os resultados já atingidos com a implantação desse programa no âmbito da graduação em Ciência da Informação.

Palavras-chave: Ciência da Informação; Inteligência Competitiva; Profissional da Informação; Empreendedorismo.

Aplicação do software Zotero para apoiar a prática de Inteligência Competitiva

ROSSI, Jandira Ferreira de Jesus; PASSARINI, Luis Carlos; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de. Aplicação do software Zotero para apoiar a prática de Inteligência Competitiva. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf, Campinas, v.10, n.1, p.1-15, jul./dez. 2012. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/548 >. Acesso em: 31 dez. 2012.

Resumo:
Existem softwares que podem ser aplicados às várias fases do ciclo de Inteligência Competitiva – IC, como por exemplo, os que fazem a garimpagem de informações. Porém esses softwares são deficientes quando se trata de atividades realizadas entre as fases da coleta e análise que necessitam da leitura humana de documentos. Em geral, um software não consegue analisar dados puramente qualitativos nas fases do ciclo de IC. Por essa razão é de suma importância estudar softwares que tenham cunho colaborativo para saber até onde podem ser efetivos na prática de IC. Este artigo relata a aplicação do software Zotero por coletores e analistas de IC. Para averiguar seu apoio foi realizado um experimento simulando-o em um projeto de inteligência competitiva dividido em duas partes: sem o uso do software e com o uso do software. A simulação teve a participação de duas equipes locadas em diferentes pontos tendo a comunicação somente via web. O resultado indicou que com o uso do software foi possível comprovar que efetivamente o Zotero auxilia coletores e analistas em suas atividades.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Informação tecnológica. Zotero.

O reflexo da inteligência coletiva nas organizações

PASSOS, Ketry Gorete Farias dos; SILVA, Edna Lúcia da. O reflexo da inteligência coletiva nas organizações. TransInformação, Campinas, v. 24, n. 2, p. 127-136, maio/ago., 2012. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=33&gt>. Acesso em: 25 dez. 2012.

Resumo

As novas tecnologias de informação e comunicação possibilitaram o compartilhamento das informações de maneira rápida e eficaz. Da mesma forma, as organizações têm se apropriado das novas tecnologias para comunicar e disseminar informações. Este artigo tem por objetivo apresentar reflexões sobre como a Web 2.0 pode empoderar as organizações na sociedade em rede. Para isso, utilizou-se de uma revisão de literatura de caráter exploratório na qual foram abordados conceitos como inteligência coletiva, importância da sociedade em redes para as organizações, Web 2.0 e Empresa 2.0. Concluiu-se que as organizações estão se conscientizando cada vez mais do potencial da Web 2.0, não somente para divulgar produtos, mas também como um espaço para a troca de conhecimento, aprimoramento de serviços, bem como para solução de problemas. Assim as empresas que atuam em redes conseguem superar melhor suas limitações com auxílio de seus colaboradores e clientes por meio da inteligência coletiva.

Palavras-chave: Empresa 2.0. Inteligência coletiva. Sociedade em rede. Web 2.0.

Metodologia de identificação de fontes de coleta de informação: uma proposta de modelo para cadeia produtiva de couro, calçados e artefatos.

AZEVEDO, Alexander Willian. Metodologia de identificação de fontes de coleta de informação: uma proposta de modelo para cadeia produtiva de couro, calçados e artefatos. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.149-158, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12466/8031 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Descreve a metodologia de análise de coleta de fontes de informação desenvolvida e implementada como ferramenta de apoio às atividades de inteligência do Sistema de Inteligência Competitiva da Cadeia Produtiva do Couro, Calçados e Artefatos (SIC). Tem como objetivo apresentar a descrição e os procedimentos para a aplicação de coletas das fontes de informação junto aos produtos de informações armazenados na ferramenta de apoio às atividades do SIC, visando à elaboração de um processo de busca de informação relevante dos atores globais da cadeia produtiva. Com base nas dinâmicas competitivas da Cadeia Produtiva do Couro, Calçados e Artefatos do Brasil, o principal resultado apresenta modelo de coleta de fontes de informação para um setor da cadeia produtiva, de acordo com as necessidades de inteligência identificadas que podem servir de base para as equipes de inteligência dos elos das cadeias produtivas do Brasil.

Palavras-chave: Fonte de Informação. Cadeia Produtiva. Coleta de Informação. Couro e Calçados. Bibliografia especializada.

Uso da informação sobre a concorrência e tomada de decisão: estudo e análise das características do processo de sensemaking organizacional.

LEITÃO, Pedro Cláudio Coutinho; NASSIF, Mônica Erichsen. Uso da informação sobre a concorrência e tomada de decisão: estudo e análise das características do processo de sensemaking organizacional. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.133-148, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12694/8029 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Este artigo mostra os resultados de uma tese de doutorado, cujo objetivo foi analisar as características do processo de sensemaking organizacional descritas por Weick (1995) a partir do uso da informação sobre o concorrente no âmbito das organizações, especificamente instituições de ensino superior privadas, subsidiando o processo decisório. Através de metodologia qualitativa de estudos de casos múltiplos e técnica de incidente crítico, a pesquisa foi desenvolvida em quatro instituições de ensino superior privado de Minas Gerais, Brasil. Os resultados demonstram a aplicabilidade da teoria e a confirmação das características do processo de sensemaking organizacional.

Palavras-chave: Sensemaking Organizacional . Inteligência Competitiva. Processo Decisório.

Formas de aprendizagem no desenvolvimento da competência informacional dos professores associados I do Centro de Tecnologia da UFPB.

SANTOS, Mônica Paiva; FREIRE, Gustavo Henrique de Araújo. Formas de aprendizagem no desenvolvimento da competência informacional dos professores associados I do Centro de Tecnologia da UFPB. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.40-56, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12658/8016 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Este estudo teve como objetivo verificar formas de aprendizagem utilizadas pelos professores associados I do Centro de Tecnologia da Universi dade Federal da Paraíba (UFPB) na aquisição de conhecimentos/habilidades em recursos informacionais e tecnológicos. Para tanto, realizou-se um estudo de caso com abordagem qualitativa e teve como instrumento de coleta de dados, a entrevista Os resultados revelaram que a forma de aprendizagem que mais se destacou no desenvolvimento de competências para uso de bibliotecas, computador, Internet e bases de dados eletrônicas, utilizadas pelos pesquisados, foi a informal. E ainda que as motivações em busca de uma aprendizagem partem de uma necessidade que surge no cotidiano visando uma solução imediata. Revelaram também a necessidade de ampliar algumas competências dos pesquisados no uso de bases de dados eletrônicas através da aprendizagem formal.

Palavras-Chave: Competência informacional. Aprendizagem.

A competência informacional e sua influência na percepção de variáveis organizacionais estratégicas em IES privadas.

FIDELIS, Joubert Roberto Ferreira; BARBOSA, Ricardo Rodrigues. A competência informacional e sua influência na percepção de variáveis organizacionais estratégicas em IES privadas. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.27-39, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12771/8010 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

Atuando em um contexto extremamente dinâmico e de competição acirrada, as instituições de ensino superior (IES) necessitam de informações que lhes permitam compreender as fortes mudanças ocorridas em seus ambientes nos últimos anos, assim como as tendências que prevalecem no seu setor. Neste sentido, o presente trabalho apresenta o resultado de uma pesquisa cujo objetivo foi explorar o relacionamento entre a competência informacional e a percepção dos ambientes organizacionais por parte de gestores de IES privadas. É um estudo qualitativo, realizado a partir da aplicação de um questionário a nove coordenadores de cursos de uma IES privada . O estudo identificou variáveis internas e externas percebidas pelos gestores desta IES como fatores de pressão em suas atividades e confrontou as variáveis percebidas com as variáveis de um ambiente padrão em que eles atuam. Identificou ainda os conhecimentos e habilidades que estes gestores consideram mais importantes para lidar com essas variáveis. O estudo confirma a complexidade informacional dos ambientes em que atuam estes gestores e realça a importância de programas formais de capacitação e conscientização sobre o papel da informação nas organizações.

Palavras-chave: Competência informacional. Necessidade Informacional. Estratégia Organizacional. Instituições Privadas de Ensino Superior.

Inteligência Competitiva: metodologias aplicadas em empresas brasileiras

VIDIGAL, Frederico; NASSIF, Mônica Erichsen. Inteligência Competitiva: metodologias aplicadas em empresas brasileiras. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 1, p. 93-119, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/8744/11376>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Introdução: Apresenta um panorama acerca da Inteligência Competitiva no contexto das
organizações brasileiras.
Objetivo: Investiga a existência de metodologias de Inteligência Competitiva aplicadas a
organizações nacionais e multinacionais de diferentes segmentos de mercado.
Metodologia: Revisão de literatura nacional e internacional – envolvendo o status quo da
atividade de Inteligência Competitiva no mundo – e cujo conteúdo foi confrontado com os
resultados obtidos em entrevistas realizadas em 13 organizações nacionais e multinacionais com
atuação no Brasil, no período de dezembro de 2010 a abril de 2011.
Resultados: No artigo foram analisados os diferentes objetivos e experiências de Inteligência
Competitiva em organizações envolvendo diferentes práticas para a projeção de cenários, análise
de conteúdos provenientes de mídias e monitoramento do ambiente geral e setorial das
organizações. A pesquisa apontou ainda as principais fontes e produtos de informação, perfil dos
participantes e ferramentas utilizadas para a prática de Inteligência Competitiva no ambiente
organizacional brasileiro.
Conclusões: Embora as organizações adotem metodologias relativamente similares de Inteligência Competitiva, essa atividade apresenta objetivos distintos, afeitos tanto ao enfoque estratégico, quanto aos enfoques mercadológico, comercial e de vendas, prevalecendo o primeiro. O aspecto estratégico também está refletido nos modelos de subordinação hierárquica dominante das áreas de Inteligência Competitiva.

Palavras chave: Inteligência Competitiva. Inteligência de Mercado. Fontes de Informação.
Produtos de Informação. Monitoração Ambiental.

A emergência da gestão do conhecimento para ancorar a excelência organizacional

OBREGON, Rosane de Fátima Antunes; DZIEKANIAK, Gisele Vasconcelos; VANZIN, Tarcisio. A emergência da gestão do conhecimento para ancorar a excelência organizacional. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 218-227, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10369>. Acesso em: 3 ago. 2012.

Resumo

A nova organização se redesenha menos centralizadora e mais inspiradora de estratégias, valores e competências. Perfil em transição, que exige maior disposição para o aprendizado, de forma a responder aos seguintes questionamentos: Qual o modelo para a excelência da organização na sociedade do conhecimento? Quais os fundamentos teóricos para orientar os processos e suprir lacunas na gestão? Quais os ativos intangíveis que definem as estratégias para a competitividade e agregam valor aos processos de gestão? Visando responder a estas questões, este artigo estabelece elos conceituais entre os pressupostos teóricos que sustentam o Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina e, os fundamentos que alicerçam o modelo de excelência da gestão, propostos pela Fundação Nacional de Qualidade. Em adição, são analisados os ativos intangíveis, a fim de compreender os processos de gestão como indicadores da excelência das organizações. Conclui-se, que não existe uma definição cientificamente consensual sobre essa temática, pois as variáveis que interferem são múltiplas. Por outro lado, as teorizações permitem inferir que o conhecimento emana do processo de aprendizagem e do envolvimento das pessoas. Portanto, a Gestão do Conhecimento constitui-se na âncora estratégica para a competitividade organizacional.

Palavras-chave: Organização. Processos. Aprendizagem. Competitividade.

Inteligência estratégica antecipativa: oportunidades para uma nova empresa de tecnologia da informação

SILVA, Priscila Coelho; BICCA, Edson Rodrigues. Inteligência estratégica antecipativa: oportunidades para uma nova empresa de tecnologia da informação. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 182-193, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/10138>. Acesso em: 3 ago. 2012.

Resumo

Este artigo apresenta um caso de aplicação dos conceitos de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva (IEAc), para uma empresa do setor de Tecnologia da Informação. Trata-se de uma empresa que está iniciando suas atividades e possui apenas uma visão de nicho para atuar. Através do método IEAc, este trabalho estudou o mercado da empresa, as ameaças e oportunidades. Os temas de inteligência estratégica e inteligência antecipativa são contextualizados em uma breve revisão teórica e, em seguida, a empresa é caracterizada. É descrito o trabalho de IEAc realizado e os resultados atingidos, verificando que o método é de bastante utilidade não apenas à empresas já estabelecidas, como também à empresas em fase inicial.

Palavras-chave: Inteligência Competitiva. Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva. Estratégias de negócio. Novas Empresas.

Aprimoramento de estrategistas e decisores novatos: a gestão do conhecimento estratégico aplicada ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília

MARTINS, João Batista; MIRANDA, Roberto Campos da Rocha. Aprimoramento de estrategistas e decisores novatos: a gestão do conhecimento estratégico aplicada ao Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. TransInformação, Campinas, n. 23, v. 2, p. 139-157, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revistas.puc-campinas.edu.br/transinfo/viewissue.php?id=28>. Acesso em: 29 jan. 2012.

Resumo
Este artigo tem como objetivo avaliar, sob a perspectiva da Gestão do Conhecimento Estratégico, o aprimoramento de estrategistas e decisores novatos, por meio da transmissão do conhecimento por parte de estrategistas e decisores experientes, no âmbito do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. Visando atingir esse objetivo, adotou-se como referencial metodológico o Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, que faz parte do Sistema de Gestão do Conhecimento Estratégico. A justificativa do estudo baseia-se na necessidade de aprimoramento dos estrategistas e decisores novatos que trabalham no Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília. A pesquisa visa propor, como principal resultado, iniciativas que possibilitem a existência de um ambiente propício à transferência de conhecimento entre os estrategistas e decisores experientes e os novatos, dentro da instituição estudada. Focando-se no resultado mencionado, buscou-se realizar a triangulação proposta no do Sistema de Aprimoramento de Estrategistas e Decisores Novatos, com as metodologias Learning Style Inventory e Janela de Johari. Os resultados apontam que há iniciativas que podem melhorar a gestão do conhecimento existente no ambiente corporativo.

Palavras-chave: Aprendizagem organizacional. Cultura organizacional. Gestão do conhecimento. Processo decisório.

O monitoramento de notícias como ferramenta para a inteligência competitiva

LEMOS, Ariane Barbosa; BARBOSA, Ricardo Rodrigues; BORGES, Mônica Erichsen Nassif Borges. O monitoramento de notícias como ferramenta para a inteligência competitiva. Rev. Dig. Bibl. Ci. Inf., Campinas, v. 9, n. 1, p. 56-80, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/sbu_rci/article/view/490>.

Resumo
O artigo apresenta um diagnóstico do serviço de monitoramento de notícias (clipping). No estudo, foram investigados os processos de elaboração desse serviço por uma empresa especializada e sua utilização por parte de organizações dos setores de educação executiva, jurídico e entretenimento. Conclui que tanto a empresa clipadora quanto seus clientes consideram o clipping útil para o processo decisório e o serviço é visto de forma complementar a ação geral de inteligência competitiva das organizações.

Palavras-chave: inteligência competitiva, monitoramento ambiental, fontes de informação e monitoramento de notícias.

Representação Cartográfica Dinâmica Online: análise da atividade editorial em inteligência econômica na França

ALVARES, Lillian; QUONIAM, Luc; BOUTET, Charles-Victor. Representação Cartográfica Dinâmica Online: análise da atividade editorial em inteligência econômica na França. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, v. 16, n. 32, p. 94-106, 2011. DOI: 10.5007/15182924.2011v16n32p94. Disponível em: <http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2011v16n32p94>.

Resumo
O estudo da comunidade de Inteligência Econômica (IE) na França é apresentada sob a perspectiva de análise da produção científica da comunidade atuante na área que produz ativamente documentos digitais e os disponibiliza em comunidades virtuais. A metodologia de realização da análise será por meio do tratamento automático de informação e de mapas interativos na representação de redes sociais, tornando evidente seu potencial de utilização. O tratamento automático e os mapas interativos, suporte da metodologia de análise terá como base a representação dinâmica, isso é, a representação que é simultaneamente interativa e em três dimensões. A primeira parte do trabalho é dedicada a apresentar o Tratamento Cartográfico Interativo, incluindo a legitimação do método adotado (Representação Dinâmica Interativa em Três Dimensões), o universo de estudo e as ferramentas escolhidas para concluir a análise da comunidade de IE na França. O tema tratado, por conseguinte, tangencia a questão sobre o status dos documentos digitais como produção científica quantificável e publicável, capaz de produzir inovação e novos conhecimentos, mas que enfrenta resistência da própria comunidade científica. Os resultados privilegiam a verificação da metodologia em comparação com outros métodos de representação de dados.

Palavras-chave: Representação Cartográfica Dinâmica On-line. Inteligência Competitiva. Inteligência Econômica. Cartografia. Comunidades Virtuais.

O profissional da informação em atividades de inteligência competitiva

NASSIF, Mônica Erichsen; SANTOS, Ester Laodicea. O profissional da informação em atividades de inteligência competitiva. Informação & Informação, Londrina, v. 14, n. 2, p. 21-37, jul./dez., 2009. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/2477/4145>. Acesso em 17 jan. 2011.

Resumo
Analisou-se a atuação dos profissionais da informação em atividades de inteligência competitiva em instituições públicas e privadas. Foram apresentadas as categorias profissionais consideradas “profissionais da informação”, no que diz respeito ao perfil, habilidades e competências. Discorreuse a respeito da evolução da referida atividade, as habilidades e competências do profissional e o papel do profissional da informação em equipes de inteligência competitiva em cada etapa do ciclo. Realizou-se um estudo com onze profissionais que atuam nessa área, com destaque para os profissionais da informação, no sentido de caracterizar a sua atuação em relação às etapas do ciclo de inteligência competitiva e apontar as suas habilidades e competências para atuar em cada fase do ciclo. Concluiu-se que a participação do profissional da informação nessas atividades é importante, uma vez que ele executa tarefas relacionadas a todas as etapas do ciclo, exceto na etapa de análise de informações, cuja atuação foi menos destacada e que suas habilidades e competências estão em consonância com o que preconiza os principais autores apontados na revisão de literatura.

Palavras-chave: Inteligência competitiva. Profissional da informação. Profissional de inteligência competitiva.

Inteligência competitiva em unidades de informação: ética e gestão

RODRIGUES, Ana Vera Finardi; MIRANDA, Celina Leite; CRESPO, Isabel Merlo. Inteligência competitiva em unidades de informação: ética e gestão. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 8, n. 1, p. 53-71, jul./dez. 2010. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=281&layout=abstract>. Acesso em: 26 out. 2010.

Resumo
O profissional da informação vem atuando na inteligência competitiva desde suas primeiras experiências laborais, de forma automática. Porém, com o avanço tecnológico e seu acompanhamento, tornou-se urgente organizar tarefas e funções, serviços e produtos, na promoção da inteligência competitiva – em sua forma positiva – e na integração de cada elemento participante do sistema de informação onde se insira, desenvolvendo suas atividades a partir da ética, tanto na gestão privada, quanto na pública. Este trabalho visa apresentar e discutir a aplicabilidade da inteligência competitiva em unidades de informação e, em suas considerações finais, mostra a capacidade do bibliotecário na superação de desafios, sem fugir à ética e às responsabilidades que lhe cabem.

Palavras-chave: Sistemas de informação. Comportamento competitivo: ética. Gerenciamento de informação. Ciência da informação.

Avaliação do Processo de Aprendizado e de Compartilhamento do Conhecimento: um estudo exploratório em uma empresa agroindustrial

MACÊDO, Nívea Marcela Marques Nascimento; BARROS, Raquel Andrade; CÂNDIDO, Gesinaldo Ataíde. Avaliação do Processo de Aprendizado e de Compartilhamento do Conhecimento: um estudo exploratório em uma empresa agroindustrial. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 20, n. 1, p. 111-127, jan./abr. 2010. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/4027/3424>. Acesso em: 21 maio 2010.

Resumo
Um diferencial na competitividade de uma organização é a sua capacidade de aperfeiçoar a utilização do conhecimento, que por vezes fica restrito a algumas pessoas ou a áreas da empresa. A disseminação do conhecimento e a necessidade de aprender continuamente revelam-se requisitos indispensáveis no contexto atual, caracterizado pelo aumento do fluxo de informações e competências requeridas para o trabalho. Para difundir a informação é fundamental o compartilhamento e o aprendizado contínuo. Nesse sentido, o presente estudo tem o objetivo de verificar como ocorre o compartilhamento de conhecimento e o aprendizado em uma agroindústria tradicional de alimentos situada no município de Areia – PB. Em termos metodológicos, a pesquisa caracteriza-se como estudo de caso, de abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada mediante entrevistas com roteiro semi-estruturado baseado no modelo de compartilhamento de Tonet e Paz (2006), e sua interpretação foi baseada numa análise de conteúdo, além da observação não participante no intuito de captar informações não reveladas durante a aplicação das entrevistas. Os resultados indicaram que na agroindústria estudada os principais problemas se concentram na fase inicial do processo de compartilhamento, por não haver uma maneira formal e organizada de troca de experiências e informações e pelo não desenvolvimento de uma cultura favorável ao compartilhamento de conhecimento.

Palavras-Chave: Compartilhamento de Conhecimento; Empresa Agroindustrial; Disseminação do Conhecimento.

O papel da cultura organizacional e da aprendizagem para sucesso da gestão do conhecimento

INAZAWA, Fernandez Kenji. O papel da cultura organizacional e da aprendizagem para sucesso da gestão do conhecimento. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 14, n. 3, p. 206-220, 2009. Disponível em: <http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/article/view/726/643>. Acesso em: 28 fev. 2010.

Resumo:

Apesar das empresas buscarem ampliar seu conhecimento organizacional para obter vantagem competitiva, a Gestão do Conhecimento tem encontrado resistências, pois não há como deixar de trabalhar a cultura das organizações e seus processos de aprendizagem se há interesse real em se gerir o conhecimento. Dependendo do tipo de cultura predominante e da abertura que se dá ao aprender organizacional, uma empresa pode abri-se ou fechar-se ao processo de Gestão do Conhecimento. Este artigo, portanto, levanta a necessidade de se dar atenção à cultura organizacional e a seus processos de aprendizagem para que a Gestão do Conhecimento seja bem sucedida. Cultura organizacional é um tema bastante amplo e complexo, que sofre influência tanto da cultura dos indivíduos que trabalham nas organizações, quanto da cultura do país em que as organizações se encontram. Sem querer esgotar o tema, buscou-se dar ênfase à questão da cultura organizacional em si e sua relação com o sucesso da Gestão do Conhecimento. A aprendizagem organizacional foi apresentada como alternativa para flexibilizar a cultura e facilitar os processos de Gestão do Conhecimento.

Palavras-chave: Gestão do Conhecimento. Cultura Organizacional. Mudança Organizacional. Aprendizagem Organizacional.

Cenários prospectivos, monitoração ambiental e metadados

MORESI, Eduardo Amadeu Dutra; PRADO, Hércules Antonio do; ALCÂNTARA, Alexandre de. Cenários prospectivos, monitoração ambiental e metadados. DataGramaZero, v. 11, n. 1, fev. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev10/Art_04.htm>. Acesso em: 17 fev. 2010.

Resumo
Elaborar cenários significa imaginar e externar possíveis situações futuras para que a organização possa desenhar estratégias mais adequadas. O processo de monitoração ambiental é o instrumento adequado para a obtenção de informações advindas de fontes externas, por visar à busca e o uso destas informações. A introdução de metadados, como ferramenta de suporte a processos de monitoração ambiental, representa um importante diferencial para fortalecer os resultados a serem obtidos com o exercício da elaboração de cenários. Em pesquisa realizada na EMBRAPA, estudou-se o processo de elaboração de cenários apoiado pela prática de monitoração ambiental. Como resultados foram desenvolvidos os seguintes produtos: metodologia incremental para cenarização com base em monitoramento ambiental, um modelo de modelo de dados para apoio à monitoração ambiental e em metamodelo de dados para qualificação de fontes. Observa-se que o uso de um metamodelo aplicado à monitoração ambiental torna mais efetivo o processo de elaboração e avaliação de cenários prospectivos.

Palavras-chave: Metadados, Cenários prospectivos, Monitoração ambiental, Inteligência competitiva.

A informação nossa de cada dia na decisão

MORENO, Nádina Aparecida. A informação nossa de cada dia na decisão. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, v.2, n.1, jan.-dez, 2009. Disponível em: < http://inseer.ibict.br/ancib/index.php/tpbci/article/view/18/40 > Acesso em: 09 out., 2009

Resumo
O sucesso ou fracasso de uma organização quer seja de caráter público ou privado, está diretamente relacionado com a eficácia de seu processo de tomada de decisão. Esse processo decisório, na grande maioria das vezes em ambientes muito turbulentos, baseia-se essencialmente em informações que o decisor deve selecionar para suas ações efetivas junto à organização. A informação se constitui assim em recurso vital e imprescindível como subsídio ao processo de tomada de decisão. No entanto, o volume de informações, hoje, no mundo, cresce numa progressão geométrica a cada segundo, dificultando ainda mais sua busca e seleção. Quem tem o maior volume de informações, ainda que relevantes, não garante decisão correta, pois em última instância a decisão depende do decisor, que tem características comportamentais (aspectos cognitivos, intuição) que irão influenciar bastante na forma de decisão. Este artigo apresenta considerações acerca do processo decisório e como a matéria-prima informação está presente no contexto da decisão.
Palavras-chave: Informação; Decisão; Tomada de decisão; Informação para tomada de decisão.

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