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Biblioterapia com Crianças com Câncer

BERNARDINO, Maria Cleide Rodrigues; ELLIOTT, Ariluci Goes; ROLIM NETO, Modesto Leite. Biblioterapia com Crianças com Câncer. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 3, p. 198-210, set./dez., 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/10992/pdf>. Acesso em: 13 jul., 2013.

Resumo
Introdução: Relato de experiência do projeto de extensão “Biblioterapia com crianças com  câncer, a leitura como atividade lúdica”, realizado pelo Curso de Biblioteconomia, da  Universidade Federal do Ceará – UFC / Campus Cariri.
Objetivo: Humanizar o tratamento das crianças hospitalizadas, realizando a leitura de histórias com propósitos terapêuticos.
Metodologia: Leitura em grupo e individual, a contação de histórias, dramatização e oficinas de desenho.
Resultados: A biblioterapia conduz à pacificação das emoções, a desfocalização do problema de saúde enfrentado, reforçado pelas qualidades estéticas oferecidas pela literatura. A leitura apazigua as emoções resultantes da doença e conduzem a estados de espíritos suscetíveis ao tratamento.
Conclusões: Os cursos de graduação em Biblioteconomia estão percebendo nesta área o incentivo a novos processos de aprendizagens e competências, através dos indicadores saúde-doença na complementaridade necessária para trazer a tona à humanização e a ética, em meio às circunstâncias vivenciadas no ambiente hospitalar.

Palavras-Chave: Biblioterapia. Leitura – função terapêutica. Biblioterapia – câncer.

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Centro de Recursos de Aprendizagem: biblioteca escolar para o século XXI

GASQUE, Kelley Cristine Gonçalves Dias. Centro de Recursos de Aprendizagem: biblioteca escolar para o século XXI. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.1, p.138-153, jan./abr. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/565 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
Relato de experiência do planejamento, construção e funcionamento do Centro de Recursos de Aprendizagem, CRA, do Colégio Marista de Brasília. Mais do que local de acesso à informação, constitui-se espaço de aprendizagem e de conhecimento, integrado ao processo pedagógico da escola, com a tarefa de formar cidadãos críticos e autônomos. Conclui-se que apesar do êxito da biblioteca, para que seja efetivamente usada como Centro de Recursos de Aprendizagem, a escola deve-se adotar currículo mais flexível e métodos de resolução de problemas.

Palavras-chave: Biblioteca escolar. Letramento informacional. Leitura. Pesquisa. Aprendizagem.

Políticas públicas para a leitura no brasil: implicações sobre a leitura infantil

SILVA, Marta Benjamim da; BERNARDINO, Maria Cleide Rodrigues; NOGUEIRA, Carine Rodrigues. Políticas públicas para a leitura no brasil: implicações sobre a leitura infantil. Ponto de Acesso, Salvador, v. 6, n. 3, p. 20-46, dez. 2012. Disponível em: <http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/6437>. Acesso em: 31 maio 2013.

Resumo:
O presente trabalho tem por objetivo fazer uma investigação sobre a leitura infantil, refletindo sobre a importância das políticas públicas que visam o incentivo a leitura, bem como discutir sobre a importância da leitura para o processo educativo e mapear as principais pesquisas sobre leitura no Brasil, em especial a leitura infantil. Serão apresentados projetos de leitura, sob diferentes olhares, investigando a leitura como sendo um processo discursivo de apreensão de sentido e de significação, baseando-se principalmente nos diagnósticos de leitura revelados pela pesquisa Retratos do Brasil.

Palavras-chave: Leitura; Políticas Públicas de Leitura; Leitura no Brasil; Leitura Infantil.

Mediar leitura através da intertextualidade

ABREU, Flávia Ferreira; PAULA, Patrícia Bárbara; ROCHA, Suely Margareth Rocha. Mediar leitura através da intertextualidade. Múltiplos olhares em Ciência da Informação, Minas Gerais, v. 1, n. 2, out., 2011. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1454/1040&gt;. Acesso em: 23 maio 2013.

Resumo:
Este estudo apresenta a atuação do projeto Encontros de Leitura que nasceu em março de 2009 com o intuito de mediar a leitura para o público do Programa Carro-Biblioteca da Universidade Federal de Minas Gerais, discorre sobre sua proposta metodológica e os objetivos alcançados. A proposta de se mediar a leitura é estimular os usuários para que descubram o prazer do texto. A avaliação do projeto é realizada por meio de relatórios encaminhados a coordenadora, e os resultados observados à medida que as estatísticas retornam o uso do acervo. O Carro-Biblioteca tornou-se um lugar legítimo de troca de experiência literária prazerosa, visto como um espaço de prazer, descontração, divertimento e descobertas.
Palavras-chave: Leitura. Leituras compartilhadas. Biblioteca itinerante. Mediar leituras.

Bibliotecas Comunitárias em Florianópolis – SC: o olhar de seus agentes

MADELLA, Rosangela; SOUZA, Francisco das Chagas de. Bibliotecas Comunitárias em Florianópolis – SC: o olhar de seus agentes. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, n. 1, p. 171-195, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/24324>.  Acesso em: 18 maio 2013.

Resumo

Este artigo expõe parte dos resultados de um estudo cujo objetivo principal foi analisar as representações sociais que diversas pessoas envolvidas na organização e gestão das bibliotecas comunitárias expressam sobre sua atuação nesse tipo de organização. Elaborado como dissertação de mestrado o estudo abordou a relevância da participação desse tipo de biblioteca no funcionamento da sociedade, a partir do pensamento dos que nelas atuam. Foram analisadas as manifestações de agentes atuantes em quatro bibliotecas comunitárias sediadas em Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, no sul do Brasil: Biblioteca Barca dos Livros, situada no bairro Lagoa da Conceição; Biblioteca Livre do Campeche (BILICA), localizada no bairro Campeche; Biblioteca Comunitária da Fundação Vidal Ramos, localizada no centro da cidade e Biblioteca Comunitária da Barra da Lagoa, com sede no bairro Barra da Lagoa. Na análise do corpus constituído pelos discursos coletados, foi identificada referência à falta de políticas públicas.

Palavras-chave: Biblioteca comunitária. Leitura. Representações sociais.

Biblioteca escolar e interculturalidade: rede social em países lusófonos Portal Biblon

FURTADO, Cassia; OLIVEIRA, Lídia. Biblioteca escolar e interculturalidade: rede social em países lusófonos Portal Biblon. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, n. 1, p. 155-169, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/23936/19798>.  Acesso em: 18 maio 2013.

Resumo

Este artigo visa apresentar a Plataforma Biblon, constituída no âmbito da pesquisa Rede Social de Leitores-Escritores Juniores, do Programa Doutoral em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais, da Universidade de Aveiro e Universidade do Porto. O objetivo da investigação consiste na formação de rede social, em torno da literatura infanto-juvenil, na comunidade lusófona, tendo como instrumento a referida plataforma.  A fase empírica, do estudo de caso, está sendo realizada nas escolas do 1º ciclo, da educação básica, do Agrupamento de Escolas de Aveiro, em Portugal. Espera-se contribuir na disseminação e preservação da língua e da literatura, na criação, articulação e circulação de bens culturais na comunidade escolar de língua portuguesa. Assim, o Portal Biblon estará fomentando a interculturalidade de pessoas que usam a língua portuguesa, como sua língua nata ou como sua segunda língua, pois, mesmo que geograficamente dispersas, tem em comum, além da língua, o repertório histórico e a raiz cultural.

Palavras-chave: Biblioteca escolar. Rede social. Biblon. Interculturalidade.Leitura.

Biblioteca municipal de Blumenau: experiências no incentivo à leitura e na captação de recursos

SILVA, Sandra Cristina da. Biblioteca municipal de Blumenau: experiências no incentivo à leitura e na captação de recursos. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 658-675, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/873/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Quando existe atuação profissional em uma Biblioteca Pública, é fundamental acreditar no potencial dessa instituição em disseminar a informação na sociedade. É importante entendê-la como um dos espaços mediadores da informação pública, garantindo à população o direito ao conhecimento. É uma instituição também responsável pelo processo de educação e de formação do cidadão, especialmente àquele que já não frequenta mais a escola. Nesse sentido, busca-se divulgar as atividades de leitura e de ação cultural realizadas na Biblioteca Municipal Dr. Fritz Müller de Blumenau/SC, em especial os projetos culturais com recursos captados via Lei Rouanet (total R$283.000,00) com vistas a construir uma política pública de informação em longo prazo e a escapar de um cenário decadente em curto prazo.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da informação. Biblioteca pública. Bibliotecário. Ação cultural. Políticas públicas de informação. Captação de recursos em bibliotecas

A formação do leitor: uma discussão acerca da biblioteca escolar e o caso SIMBE

PAES, Denyse Maria Borges; SANCHES, Maria Salete Cialdine; VALÉRIO, Erinaldo Dias; TAVARES, Aureliana Lopes de Lacerda. A formação do leitor: uma discussão acerca da biblioteca escolar e o caso SIMBE. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 623-638, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/860/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Na sociedade contemporânea, o acesso à informação é de extrema relevância para o desenvolvimento educacional de qualquer indivíduo. Essa sociedade tem a educação com ponto fundamental de desenvolvimento. Objetiva-se, aqui, apresentar o Programa Sistema Municipal de Bibliotecas Escolares e formação de Leitores (SIMBE), que vem desenvolvendo ações inovadoras e vem contribuindo para o desenvolvimento educacional do aluno da rede municipal de Fortaleza. Para a construção dos argumentos ora apresentados foi empreendida pesquisa bibliográfica. Evidenciou-se que o bibliotecário, terá que desenvolver atividades que venha a viabilizar a formação de leitores, auxiliando assim, na formação pessoal, social e crítica do cidadão.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da informação. Biblioteca escolar. Leitura. Bibliotecário. Formação de leitor. Práxis social

Contar, ler e brincar: a importância da contação e da leitura de histórias aliadas ao lúdico como agentes transformadores da rotina hospitalar

KNOCHE, Liége Maria Martins. Contar, ler e brincar: a importância da contação e da leitura de histórias aliadas ao lúdico como agentes transformadores da rotina hospitalar. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 576-598, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/871/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Relato de experiência das atividades de incentivo à leitura desenvolvidas com crianças e adolescentes da unidade de onco-hematologia do Hospital Infantil Joana de Gusmão, Florianópolis, SC. O trabalho refere-se a importância do Contar histórias, do Ler histórias e do Brincar como agentes transformadores da rotina hospitalar, valendo-se do literário como catarse para amenizar momentos de frustração,ansiedade,medo,depressão entre outros fatores desgastantes resultantes de uma internação, bem como do lúdico para transpor tais momentos. Descreve o essencial desempenho do agente promotor da leitura, enquanto acadêmico ou profissional do curso de Biblioteconomia, de realizar atividades de cunho social e cultural em ambiente hospitalar.

Palavras-chave: Biblioteconomia; Promoção da leitura; Contação de histórias; Leitura Infantil; Ludicidade

Sentidos de leitura em bibliotecas nomeadas alternativas

BASTOS, Gustavo Grandini; ROMÃO, Lucília Maria Sousa. Sentidos de leitura em bibliotecas nomeadas alternativas. Biblionline, João Pessoa, v. 6, n. 1, p. 1-9, jan./jun. 2010. Disponível em: <http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/biblio/article/view/4900/3705>. Acesso em: 17 fev. 2013.

Resumo
Nesse trabalho, mobilizamos a noção de leitura da Análise do Discurso de matriz francesa para investigar como ela é discursivizada no âmbito de bibliotecas nomeadas alternativas, no caso espaços de leitura pouco convencionais. Assim, analisamos dizeres de sujeitos-leitores inseridos dentro de quatro bibliotecas desse tipo, quais sejam: a Barca dos Livros de Santa Catarina que leva a leitura através de um barco; a biblioteca Becei de Paraisópolis, localizada
dentro de uma favela em São Paulo; a biblioteca itinerante Leitura de Barraco, espalhada em um assentamento rural do Movimento dos Sem-Terra (MST) e a Borrachalioteca de Sabará em Minas Gerais, instalada dentro de uma borracharia. Observamos que essas bibliotecas são faladas como espaços que rompem com o estereotipo de lugar que silencia, cala seus leitores e normatizado por regras rígidas e que instalam a imagem de um lugar que permite troca de sentidos sobre práticas e gestos de leitura.

Palavras-chave:

Projeto “Ler é Tudo de Bom”: relato de experiência

ALMEIDA, Daniele; CASTANHO, Ana Paulo Belomo. Projeto “Ler é Tudo de Bom”: relato de experiência. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 2, p. 92-102, dez., 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/94/94 >. Acesso em: 12 jan. 2013.

Resumo
No contexto educacional brasileiro é comum o discurso a respeito da inexistência do prazer pela leitura literária e da dificuldade em empenhar adequadamente a escrita, tanto no interior das salas de aula quanto em ambientes e situações fora dela. Se por um lado os alunos enfrentam tais dificuldades, por outro o incentivo por parte de educadores e responsáveis, não raras vezes, deixam a desejar, acarretando em um processo contínuo e ininterrupto do distanciamento entre os jovens e os livros. De posse de tais constatações, o presente trabalho tem por objetivo compartilhar com educadores e demais interessados as experiências decorrentes de uma iniciativa que vem rendendo resultados satisfatórios. A necessidade de novas propostas que norteiem os caminhos de uma metodologia dinâmica, pertinentes à realidade dos alunos, incentivou a elaboração do projeto “Ler é tudo de bom”, que tem como prioridade o incentivo à leitura literária e a produção de texto. Para tanto, busca na intertextualidade a base para a motivação dos alunos, tendo como objetivo a valorização e o estímulo da leitura, das práticas discursivas e da produção textual. Os encaminhamentos metodológicos, organização estrutural e resultados obtidos poderão ser apreciados nesta comunicação.

Palavras-chave: Biblioteca Pública. Projeto de Leitura. Leitura Literária. Produção de Texto.

BIBLON: plataforma de incentivo a leitura literária para crianças

FURTADO, Cassia Cordeiro; OLIVEIRA, Lidia. BIBLON: plataforma de incentivo a leitura literária para crianças. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 03-20, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/48/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Com o avanço vertiginoso das TIC, e ultimamente com a web 2.0, presencia-se um novo fenômeno com relação  à leitura e a literatura, têm-se uma nova geração de leitores-escritores, com características e necessidades  contemporâneas e as instituições educacionais, em especial a biblioteca, devem repensar suas estratégias na  formação de leitores na Sociedade da Informação. O presente artigo descreve pesquisa sobre a biblioteca escolar  e o uso dos social media (redes sociais), no incentivo à prática da leitura-escrita, tendo como objetivo principal  propor um modelo de construção de rede social de leitores e escritores, para a comunidade escolar do 1º ciclo do  ensino básico. Na fase empírica está sendo trabalhada a plataforma Biblon, pela comunidade do Agrupamento das Escolas de Aveiro, Portugal. Como resultado espera-se melhorar a qualidade e motivação para leitura-escrita;  ampliar a presença de conteúdos na língua portuguesa no ambiente da web; potencializar o uso do computador Magalhães; contribuir para integração das TIC com as bibliotecas escolares, nas atividades com a  literatura infantil e oportunizar espaço para criação e interação em torno do texto literário.

Palavras-chave: leitura, escrita, redes sociais, literatura infantil, Biblon.

Leitores, leitura e círculos: uma perspectiva metodológica.

SOUZA, Rodrigo Matos de. Leitores, leitura e círculos: uma perspectiva metodológica. Ponto de Acesso, Salvador, v.6, n.1, p.92-107, abr. 2012. Disponível em < http://www.portalseer.ufba.br/index.php/revistaici/article/view/4897/4349 > Acesso em: 15 nov. 2012.

 Resumo:

O presente texto pretende discutir os círculos de leitura como uma proposta metodológica, para tanto discute o conceito de leitor, como um processo de implicação do sujeito no mundo através da produção de sentidos. Propõe o Círculo de Leitura, de matriz yunesiana, como uma forma de resistência aos apelos mais imediatistas do mundo contemporâneo, bem como uma forma de apresentação do literário, na escola e nos espaços culturais, sem o peso que, muitas vezes, é impresso pelo ensino de literatura.

Palavras-chave: Leitor. Leitura. Literatura. Círculos de Leitura.

Inclusão social do idoso através da leitura

THOMAZ, Fabiane; VALENCIA, Maria Cristina Palhares. Inclusão social do idoso através da leitura. CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 148-160, jan. 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/viewFile/76/78>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
A população idosa cresce anualmente, demandando ações que acrescentem e preservem sua qualidade de vida. Este trabalho discorre os direitos da população idosa, do lugar social ocupado pelos maisvelhos em nossa sociedade e o trabalho de pesquisa de campo realizado com um grupo de convivência, onde investigou-se as características do grupo e sua relação com a sociedade, o livro, a leitura e outros meios de comunicação, incluindo a biblioteca. A pesquisa aponta que a experiência da leitura envolve diferentes processos em sua prática e sua forma de ler, sendo assim importante ferramenta de inclusão, contribuindo para que o idoso fortaleça sua condição de ser cidadão. Reflete ainda sobre o significado da inclusão social e o papel social do bibliotecário.

Palavras-chave: Idoso. Inclusão social. Leitura. Bibliotecário.

Google: um fenômeno informacional?

OLIVEIRA, Eliane Silva de Melo; PEREIRA, Everton Henrique Silva; ARAÚJO, Lilian Batista de; SALIBA, Marina Isabel Franco; FUNARO, Vânia Martins Bueno de Oliveira. Google: um fenômeno informacional? CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 1, p. 54-65, jan. 2012. Disponível em: <http://revista.crb8.org.br/index.php/crb8digital/article/view/70/72>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Este trabalho aborda a mudança de hábito quanto à forma de pesquisar informação e como o buscador do Google se transformou em um fenômeno informacional do mundo contemporâneo. São tratadas questões relacionadas ao Google e aos direitos autorais sobre os livros, às possíveis vantagens e desvantagens de seu buscador, à forma como a ferramenta funciona, suas atividades atuais, entre outros. Estes tópicos servem como subsídio para uma pesquisa qualitativa. O objetivo do trabalho é uma pesquisa com fim de detectar o nível de uso do buscador, quando confrontado à biblioteca tradicional, mesmo que a comparação entre estes não seja o foco da pesquisa. Nesta, abordamos uma discussão sobre o verdadeiro papel do Google e qual a sua influência em buscas online.

Palavras-chave: Google; buscador. Biblioteca tradicional. Leitura na Internet. Direitos autorais.

O acesso à informação jurídica através de histórias em quadrinhos e cartilhas

SILVA, Andréia Gonçalves; SILVA, Leonardo Gonçalves. O acesso à informação jurídica através de histórias em quadrinhos e cartilhas. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 1, p. 166-183, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/9019/11379>. Acesso em: 20 out. 2012.

Resumo
Introdução: Os textos jurídicos, desde as leis até as sentenças, muitas vezes são redigidos em uma linguagem que está distante da maior parte da população. Contudo, algumas iniciativas que buscam aproximar o cidadão da legislação podem ser encontradas em institutos públicos e privados. Campanhas, cartilhas, gibis e sites procuram aproximar o cidadão de seus direitos e deveres que são garantidos pelas leis.
Objetivo: Analisa o potencial das histórias em quadrinho e cartilhas como facilitadoras de acesso à informação jurídica.
Metodologia: Revisão de literatura e análise de imagens de uma história em quadrinhos “A Turma da Mônica em: o Estatuto da Criança e do Adolescente” e duas cartilhas promovidas por órgãos públicos “Procon-Mirim: formando consumidores conscientes” e “Os direitos humanos”.
Resultados: Devido aos recursos de linguagem e de imagem das histórias em quadrinho e cartilhas, estas revistas, mesmo sendo direcionadas ao público infantil, podem ser úteis para tornar a linguagem jurídica mais acessível a todos.
Conclusões: Ressaltamos o valor das iniciativas que buscam tornar a linguagem jurídica mais compreensível.

Palavras-chave: Linguagem Jurídica. Histórias em quadrinhos. Cartilhas. Acesso à informação.
Informação Jurídica.

A leitura segundo Wolgang Iser

CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura segundo Wolgang Iser. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 5, out. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/out12/Art_04.htm>. Acesso em: 10 out. 2012.

Resumo
Apresenta o pensamento iseriano acerca da leitura. Mostra a vinculação de Iser com a corrente da estética da recepção e com a fenomenologia husserliana. Como um dos expoentes da estética da recepção, Iser prioriza os aspectos estéticos do texto literário e se preocupa com o efeito da obra ficcional sobre o leitor. O artigo expõe a teoria dos espaços vazios recriada por Iser a partir de Ingarden. Esclarece que, enquanto que para Ingarden o leitor apenas complementa o texto, para Iser o leitor interage com o texto, preenchendo os lugares vazios com suas protensões e retenções. Menciona que, sob a influência da fenomenologia de Husserl, Iser desenvolve sua fenomenologia da leitura, em que defende: a interação entre texto e leitor; o ponto de vista do leitor em movimento; os correlatos de consciência produzidos pelo ponto de vista em movimento; as sínteses passivas da leitura. Aponta diferenças e semelhanças entre Iser, Sartre e Merleau-Ponty quanto ao ato de ler. Mostra que, muito embora Iser tenha discordado das teorias psicanalíticas do efeito literário de Holland e Lesser, reconheceu que a leitura de textos literários tem potencial terapêutico, pois exercita a atividade criadora do leitor.

Palavras-chave: Leitor. Texto literário; Estética da recepção; Fenomenologia da leitura; Teoria dos espaços vazios de Iser; Leitura como terapia.

Biblioteca itinerante: quando o cidadão não vai à biblioteca, ela vai até o cidadão

TABOSA, Hamilton Rodrigues; PEREIRA, Fábio de Oliveira. Biblioteca itinerante: quando o cidadão não vai à biblioteca, ela vai até o cidadão. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 4, ago. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago12/Art_06.htm>. Acesso em: 9 set. 2012

Resumo
O objetivo geral deste estudo foi investigar o papel das bibliotecas itinerantes, também chamadas de volantes ou circulantes, na formação de leitores na capital cearense, especificamente o serviço de biblioteca itinerante da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, a maior biblioteca pública do Estado do Ceará. A metodologia escolhida foi a pesquisa quali-quantitativa de cunho exploratório-investigativo. O referencial teórico teve por base os estudos de Feitosa (1998), Costa (2000, 2005), Dumont (1990, 1995, 2006), dentre outros, e enfocou a importância da biblioteca circulante para a promoção das práticas de leitura. A pesquisa de campo evidenciou que a implantação de bibliotecas em localidades distantes dos grandes centros urbanos contribui para suprir as carências informacionais das comunidades que ali residem. Percebeu-se que a biblioteca itinerante é um canal que proporciona além da democratização da informação, o interesse pela leitura, pois para muitos, a biblioteca itinerante é a única forma de acesso à cultura e informação.

Palavras-Chave: Leitura; Biblioteca itinerante; Biblioteca pública; Cidadania; Serviços de informação; Informação utilitária.

A leitura segundo Proust

CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura segundo Proust. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 2, p. 392-404, jul./dez., 2011. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/728/pdf_58>. Acesso em: 28 jul. 2012.

Resumo
Por meio de extratos literários da obra proustiana, em especial seu
ensaio Sobre a leitura e A la recherche du temps perdu, pretende-se apontar a leitura como um ato temporal, corporal, descentrado e terapêutico.

Palavras-chaves: Leitura – ato temporal; Leitura – ato corporal; Leitura – ato descentrado; Leitura – ato terapêutico.

O papel do bibliotecário escolar na formação do leitor

PITZ, Juliana; SOUZA, Vanessa Aline Schveitzer; BOSO, Augiza Karla. O papel do bibliotecário escolar na formação do leitor. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 16, n. 2, p. 405-418, jul./dez., 2011. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/736/pdf_59>. Acesso em: 28 jul. 2012.

Resumo
A biblioteca escolar oferece oportunidades e possibilidades para ampliar os conhecimentos e a visão do mundo que nos rodeia. É um espaço de produção cultural e um referencial na vida dos cidadãos. Com base na revisão de literatura, apresenta-se a função educativa e cultural da biblioteca escolar. Aborda o papel do bibliotecário na formação do leitor. Também descreve as atividades que o bibliotecário pode desenvolver para que a biblioteca seja um espaço social, educativo, de lazer, cada vez mais frequentado, independente de seu público.

Palavras-chave: Bibliotecário; Biblioteca escolar; Leitura.

Formação de leitores: um estudo sobre as histórias em quadrinhos

SANTOS, Mariana Oliveira dos. Formação de leitores: um estudo sobre as histórias em quadrinhos. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 15, n. 2, p. 05-23, jul./dez., 2010. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/765/pdf_36>. Acesso em: 15 jul. 2012.

Resumo
Tem como foco as histórias em quadrinhos (HQs) e sua contribuição
para a formação de leitores. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e qualitativa, com caráter exploratório. Na qual se apresenta a trajetória histórica dos quadrinhos no Brasil, as características de linguagem e de estímulo à leitura, assim como a participação do bibliotecário e do professor como sujeitos mediadores entre os
quadrinhos e as crianças. Como resultados finais, percebe-se que as HQs recursos eficientes para incentivar a leitura, são informativas e diversificadas, além de contribuírem na formação de leitores mais competentes.

Palavras-chave: Histórias em quadrinhos; Formação de leitores; Gibitecas; Incentivo à leitura.

Aspectos cognitivos da leitura: conhecimento prévio e teoria dos esquemas

BOSO, Augiza; GARCIA, Daniela; RODRIGUES, Michele de Britto; MARCONDES, Pollyne. Aspectos cognitivos da leitura: conhecimento prévio e teoria dos esquemas. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 15, n. 2, p. 24-39, jul./dez., 2010. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/index.php/racb/article/view/716/pdf_39>. Acesso em: 15 jul. 2012.

Resumo:
Este artigo salienta a importância do conhecimento prévio do leitor na
interpretação de um texto, descrevendo-se a ciência cognitiva. Demonstra como se articula o conhecimento prévio e a sua relevância para a leitura. Aborda as estratégias de leitura e sua relação com os modelos mentais relacionado à teoria dos esquemas. Adotou-se para o estudo a metodologia de revisão bibliográfica. Conclui-se que os conhecimentos prévios do leitor proporcionarão uma concepção mais ampla de determinado texto, pois ao utilizar conhecimentos anteriores o leitor estabelecerá uma relação integrada com o texto que permitirá a captação de seu significado.

Palavras-chave: Leitura; Conhecimento prévio; Aspectos cognitivos.

A doação da biblioteca João do Rio ao Real Gabinete Português de Leitura: aspectos de uma história pouco conhecida

AZEVEDO, Fabiano Cataldo de. A doação da biblioteca João do Rio ao Real Gabinete Português de Leitura: aspectos de uma história pouco conhecida. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 15, n. 3, p. 87-106, set./dez.. 2010. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1070/780>. Acesso em: 09 jun. 2012.

Resumo

Expõe resultado de investigação acerca da origem da Biblioteca Paulo Barreto (João do Rio) no Real Gabinete Português de Leitura. Como subsídio documental foram utilizados farta documentação pouco conhecida pela comunidade científica. A abordagem se insere no âmbito de Formação e Desenvolvimento de Coleções, uma vez que conhecer a história das coleções que compõem uma biblioteca favorece a compreensão de sua história. Objetiva oferecer elmentos para estudos acerca do escritor e jornalista. Reconstrói e relata todo o processo de doação e recepção dos livros do escritor fluminense utilizando fontes manuscritas e impressas. Apresenta amostragem de autores presentes na coleção, analisa a forma de organização do acervo e infere que a disposição adotada atualmente é a mesma privilegiada por seu primitivo possuidor. Considera que a biblioteca recebida representava a soma de dois acervos anteriormente formados por razões diversas.

Palavras-chave

João do Rio. Real Gabinete Português de Leitura. Biblioteca particular. História das bibliotecas. História do livro.

Leitura e biblioteconomia: entre o conceito e a prática

ROCHA, David Rodrigues. Leitura e biblioteconomia: entre o conceito e a prática. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 8, n. 2, p. 166-189, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=293&layout=abstract>. Acesso em: 01 mar. 2011.

Resumo
Este trabalho apresenta, por meio de pesquisa descritiva, as práticas de leitura dos estudantes de Biblioteconomia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), regularmente matriculados no período de 2009/2. Através de pesquisa de campo, investiga suas relações com o livro e a leitura, as áreas de interesse e o perfil destes estudantes. A pesquisa aponta ainda que a experiência da leitura envolve diferentes processos em sua prática, e que o estereótipo sobre a imagem do estudante de Biblioteconomia, geralmente tão ligada à leitura e ao livro, nem sempre condiz com a realidade, uma vez que este demonstra manter uma relação funcional com a leitura ao longo de sua graduação.

Palavras-chave: Leitura. Estudante-biblioteconomia. Livro. Leitor.

A leitura segundo Merleau-Ponty

CALDIN, Clarice Fortkamp. A leitura segundo Merleau-Ponty. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, fev. 2011. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/fev11/Art_01.htm>. Acesso em: 19 fev. 2011.

Resumo
Merleau-Ponty, filósofo partidário da corrente de pensamento chamada fenomenologia, criou uma teoria da expressão, em que a linguagem é gesto expressivo, pois faz parte do mundo da existência. Advogou que a leitura é um confronto entre o corpo da fala do autor e o corpo da fala do leitor. Para ele, o objeto estético decorre da experiência da leitura, produzida tanto pelo texto como pelo leitor, contrapondo-se, assim, a Sartre, que defende a primazia do leitor. Para Merleau-Ponty, a experiência da leitura é o momento especial em que, instigado pelo texto, o leitor transforma a fala falada (os signos que autor e leitor compartilham) em fala falante (os vários significados que o texto literário enseja). A partir de sua teoria da expressão, infere-se: a leitura é um fenômeno corporal (texto, autor e leitor desfrutam de um corpo), descentrado (o autor permite que o leitor adentre seu campo de presença e o mesmo faz o leitor com o autor), transcendental (o leitor vai além do pensamento do autor), temporal (a universalidade estética é retomada pelas retenções e protensões) e terapêutico (propicia um envolvimento salutar entre autor e leitor).

Palavras-chave: Leitura – Fenômeno corporal; Leitura – fenômeno descentrado; Leitura – fenômeno transcendental; Leitura- fenômeno temporal; Leitura – fenômeno terapêutico.

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