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Organização do Conhecimento

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Curadoria digital para as artes no contexto da realidade informacional

ORTH, Gabriela Previdello Ferreira; FRANCELIN, Marivalde Moacir. Curadoria digital para as artes no contexto da realidade informacional. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 16, n. 4, out. 2015. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/ago15/Art_04.htm>. Acesso em: 18 out. 2015.

Resumo
Este artigo apresenta, inicialmente, uma abordagem analítico-sintética dos conceitos informação, informação fortemente semântica e realidade informacional. A partir da análise desses conceitos, discute suas principais características na fronteira com a abordagem teórica e metodológica para a pesquisa em curadoria digital para as artes. O argumento proposto parte da hipótese de um empreendimento de curadoria digital a partir da contribuição do campo da Organização do Conhecimento. Verifica essa contribuição na possibilidade de aplicação e alinhamento de sistemas no tratamento da informação e na modelagem de dados nas artes digitais. É uma pesquisa exploratória, com base em revisão de literatura. Conclui que a Curadoria Digital pode se beneficiar dos níveis de abstração, do realismo informacional, na tentativa de atuar em sistemas complexos.

Palavras-chave: artes; curadoria digital; filosofia da informação; realidade informacional; níveis de abstração; organização do conhecimento.

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Tecnologias de dados abertos para interligar bibliotecas, arquivos e museus: um caso machadiano

SANTOS NETO, Antonio Laurindo dos et al. Tecnologias de dados abertos para interligar bibliotecas, arquivos e museus: um caso machadiano. Transinformação, Campinas, v. 25, n. 1, p. 81-87, jan./abr., 2013. Disponível em: <http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/transinfo/article/view/1790/1706>. Acesso em: 30 dez. 2014.

Resumo
O artigo propõe um caso fictício para ilustrar o uso das tecnologias de Dados Abertos Interligados como mecanismos para tornar interoperáveis informações em acervos de bibliotecas, arquivos e museus, utilizando como exemplo as informações sobre o escritor Machado de Assis e sua obra. Utilizou-se como método o estudo de um caso restrito e ilustrativo, não exaustivo. Aplicaram-se diferentes vocabulários para interligação dos dados e para sua representação, utilizando os princípios do Linked Data; sugere-se que os profissionais da informação usufruam dessa potencialidade e busquem novas aplicações para ampliar a interoperabilidade dos dados disponíveis na Web.

 
Palavras-chave: Dados abertos interligados. Machado de Assis. Ontologias. Resource Description Framework. Web semântica.

Mundaneum: o trabalho visionário de Paul Otlet e Henri La Fontaine

POZZATTI, Valéria Rodrigues de Oliveira; OLIVEIRA, Adriana Aparecida; POLININI, Janaína Fernandes Guimarães; RUBIM, Rossanna dos Santos Santana. Mundaneum: o trabalho visionário de Paul Otlet e Henri La Fontaine. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 19, n. 2, p. 202-209, jul./dez., 2014. Disponível em: <http://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/963/pdf_98 >. Acesso em: 06 nov. 2014.

Resumo
O objetivo do presente trabalho é traçar breves considerações a respeito do Mundaneum, instituição criada de acordo com a visão de Paul Otlet e Henri La Fontaine, que pretendiam organizar a informação com vistas a dispor conhecimento ao alcance de todos. A partir de uma análise documental, intenciona-se abordar aspectos relativos à gênese, percurso histórico e papel desse museu na contemporaneidade. Foi possível evidenciar o difícil percurso dos idealizadores desse projeto e pontuar os desafios enfrentados na busca pela consolidação da importância da proposta de trabalho da referida instituição.

Palavras-chave: Mundaneum; Classificação do conhecimento; Paul Otlet; Henri La Fontaine.

Análise do domínio organizacional na perspectiva arquivística: um estudo baseado na metodologia proposta por Designing and Implementing Recordkeeping Systems, DIRKS

DIAS, Célia da Consolação; ALVARENGA, Lídia. Análise do domínio organizacional na perspectiva arquivística: um estudo baseado na metodologia proposta por Designing and Implementing Recordkeeping Systems, DIRKS. Ciência da Informação, Brasília, v. 40, n. 2, p. 180-191, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1889/1410>. Acesso em: 13 abr. 2013.

Resumo
Tem-se como objeto de estudo formulários da Metodologia DIRKS, Designing and Implementing Recordkeeping Systems, visando-se ao delineamento de um domínio organizacional. Os pressupostos da pesquisa são os seguintes: o levantamento das entidades de um domínio organizacional antecede à sua estruturação; os elementos constantes do domínio organizacional são essenciais para nortear a construção de instrumentos necessários à gestão de documentos; obter os elementos do domínio organizacional pela abordagem proposta pela DIRKS propicia sua contextualização; a implementação da
DIRKS fornece as garantias necessárias para validar instrumentos de gestão de documentos. Este trabalho tem como objetivo mapear as entidades presentes nos formulários de coleta de dados da Metodologia DIRKS. Foram analisados oito (08) formulários, utilizados na implantação do projeto de Elaboração de Instrumentos de Gestão: planos de classificação, tabelas de temporalidades e destinação de documentos de arquivo para as atividades finalísticas do Poder Executivo do Estado de Minas Gerais. A metodologia do estudo é formada por 12 etapas que se estendem do processo da identificação de entidades constantes dos campos dos formulários ao seu mapeamento em um sistema categorial que partiu das categorias fundamentais de Ranganathan. Para diagramação do sistema categorial, foi usado o software Protégé. Obteve-se como resultado um sistema categorial que permitiu representar um domínio organizacional. Os resultados foram analisados e discutidos no contexto da gestão de documentos, ensejando reflexões sobre a análise e design de domínios organizacionais do ponto de vista arquivístico.

Palavras-chave: Análise de domínio. Gestão de documentos. ISO 15.489. Metodologia DIRKS. Modelagem de domínio organizacional. Domínio organizacional.

Concepções sobre o conceito na organização da informação e do conhecimento

FRANCELIN, Marivalde Moacir; KOBASHI, Nair Yumiko. Concepções sobre o conceito na organização da informação e do conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, v. 40, n. 2, p. 207-228, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1856/1411>. Acesso em: 1 set. 2013.

Resumo
O objetivo do artigo é apresentar os fundamentos teóricos sobre o conceito presentes em artigos de pesquisadores brasileiros de organização da informação e do conhecimento. A proposta visou comparar, de forma sistemática, os discursos produzidos sobre o conceito e os sistemas de conceitos, nessa área. A identificação e a discussão das abordagens foram realizadas por análise da produção científica sobre o tema. Assume-se, neste trabalho, que o pesquisador tece seu discurso a partir de um conjunto de influências teórico-metodológicas que o identificam com determinada corrente de pensamento. No espaço científico, portanto, um artigo não é uma entidade solitária, mas participa, junto com outros, do conjunto da literatura sobre um tema. O universo de pesquisa foi constituído de artigos de revistas brasileiras on-line de ciência da informação, do período 1972-2009. Por meio da análise de citações e de conteúdo dos artigos selecionados, foi possível observar que convivem na área tanto as abordagens dogmáticas quanto as de natureza crítica. Nos estudos de natureza metodológica e operacional, predominam a Teoria Analítica do Conceito, de Dahlberg, a Teoria da Classificação Facetada, de Ranganathan, a Teoria Geral da Terminologia, de Wüster e as Ontologias, de Guarino. Em artigos teóricos, predominam a Teoria Comunicativa da Terminologia e a Socioterminologia. Observou-se, também, que muitos artigos adotam os modelos propostos pelas correntes positivistas de forma acrítica, sem questionar as bases filosóficas e teóricas subjacentes. Concluiu-se que a área da organização da informação e do conhecimento deve discutir criticamente as diferentes propostas teórico-metodológicas sobre o conceito.

Palavras-chave: Conceitos. Organização da informação e do conhecimento. Sistemas conceituais. Ciência da Informação.

Organização da informação em bibliotecas escolares: contribuições para a competência informacional infantil

AGUIAR, Niliane Cunha de. Organização da informação em bibliotecas escolares: contribuições para a competência informacional infantil. Biblioteca Escolar em Revista, Ribeirão Preto, v. 1, n. 2, p. 31-44, 2012. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/BEREV/article/viewFile/111/pdf >. Acesso em 29 jul. 2013.

Resumo
A autonomia indispensável para a construção da competência da informacional infantil encontra na Biblioteca Escolar um lócus privilegiado desde que os recursos informacionais disponíveis estejam devidamente sistematizados e organizados. Sobretudo, é preciso utilizar na Biblioteca escolar, um sistema de organização da informação e uma terminologia condizente com o estágio de desenvolvimento dos seus usuários para promover constantemente o interesse pela leitura de forma lúdica e atrativa. Assim sendo, serão favorecidas a assimilação dos conteúdos e a formação da consciência crítica desde a infância.

Palavras-chave: Organização da informação. Biblioteca escolar. Competência informacional infantil.

A folksonomia como ferramenta para representação do conhecimento na web sob a ótica das redes sociais

ROCHA, Anna Karolina; MORENO, Josyane. A folksonomia como ferramenta para representação do conhecimento na web sob a ótica das redes sociais. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1714/1185&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
O presente artigo tem como principal objetivo analisar a folksonomia como forma de representação do conhecimento. O trabalho apoia-se em revisão bibliográfica sobre o assunto e nas abordagens feitas por alguns autores como Thomas Vander Wal, criador do próprio termo abordado e principal pesquisador nessa vertente. Faremos, ainda, um breve apanhado sobre as vantagens e desvantagens desse tipo de sistema para a sociedade da informação sob a ótica das redes sociais, usuárias em potencial desse tipo de representação. Deste modo, pretende-se mostrar a folksonomia não apenas como mais uma ferramenta para atribuir valor e significado a um termo isolado e sim como uma nova forma de pensar em organização da informação no ambiente da web.

Palavras-chave: Representação do Conhecimento. Folksonomia. Redes sociais. Organização da Informação.

Aspectos críticos na análise conceitual de charges

GOMES, Thulio Pereira Dias. Aspectos críticos na análise conceitual de charges. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1653/1150&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
Trata-se de um estudo dos aspectos críticos na análise conceitual de charges do ponto de vista da Organização do Conhecimento na Ciência da Informação. A análise conceitual, etapa da indexação, consiste na definição do assunto de um documento, para o atendimento às necessidades de recuperação de informação por determinado perfil de usuário. Quando se pretende analisar conceitualmente as charges, esse processo incorpora um caráter mais crítico. A charge é um gênero textual, em que se articula harmoniosamente textos e imagens. A representação documentária de charges enfrenta barreiras, como, por exemplo, a simultaneidade de signos imagéticos e textuais e o reconhecimento do gênero como meio de comunicação de massa, privilegiando os estudos das ciências da comunicação, obscurecendo o caráter informativo, o qual é investigado pelas ciências da informação. Conclui que as charges devem ser objetos de pesquisa, com o intuito de elaboração de linguagens documentárias eficazes para a representação semântica, bem como organização das informações e do conhecimento contidos nesse material documental peculiar, fornecendo assim mecanismos que potencializarão as buscas sistematizadas de informações representadas por charges.

Palavras-chave: Análise conceitual – Charge. Análise da informação textual-imagética. Charge. Informação textual-imagética.

As Categorias de Ranganathan na organização dos conteúdos de um portal científico

CAMPOS, Maria Luiza de Almeida; GOMES, Hagar Espanha; OLIVEIRA, Laura de Lira e. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, jun. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun13/Art_01.htm>. Acesso em: 25 jul. 2013.

Resumo: OAs Teorias de Representação, no caso a Categorização baseada nos estudos de Ranganathan, demonstram sua propriedade em diversos contextos. No escopo do Tratamento e Recuperação da Informação podem auxiliar na organização e representação de conteúdos informacionais em um portal científico, conforme uma aplicação no domínio da saúde no campo dos estudos genômicos, mais especificamente na atividade de anotação genômica. A Análise de Domínio e a Etnometodologia possibilitaram a identificação dos elementos presentes naquela atividade, estruturados a partir dos princípios de Categorização. A etnometodologia permitiu um procedimento de investigação in loco e de levantamento de dados. A Análise de domínio permitiu selecionar um corpus no domínio de conhecimento abarcado pelas atividades do Laboratório. A navegação é uma atividade inerente a um portal e permite reunir informação virtual e referencial; a reunião destes dois tipos gerou, graças à categorização e à classificação, um instrumento que, além de um portal, pode, em sua implementação, ser utilizado, para gerir e controlar as ações desenvolvidas no laboratório, pois inclui elementos ligados diretamente à pesquisa, como, também à gestão não apenas de pessoas, mas de publicações e de financiamento.

Palavras-chave:Organização do conhecimento; Teorias de representação; Categorização; Análise de domínio; Etnometodologia; Anotação genômica.

Interoperabilidade entre Linguagens de Indexação como Recurso de Modelagem de Repertório Terminológico de Coordenadorias de Comunicação Social em Ambientes Universitários: uma proposta metodológica

BOCCATO, Vera Regina Casari; TORQUETTI, Melissa Camargo. Interoperabilidade entre Linguagens de Indexação como Recurso de Modelagem de Repertório Terminológico de Coordenadorias de Comunicação Social em Ambientes Universitários: uma proposta metodológica. Informação & Informação, Londrina, v. 17, n. 3, p. 76-101, set./dez., 2012. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/10800/pdf>. Acesso em: 13 jul., 2013.

Resumo
Introdução: A interoperabilidade entre linguagens de indexação diferentes é focalizada como recurso de construção de instrumento de representação temática para a indexação e recuperação de clippings.
Objetivo: Estabelecer uma metodologia de realização de interoperabilidade entre linguagens de indexação que se configure numa proposta viável na construção de uma linguagem controlada consistente, e de forma mais ágil, para a representação e recuperação da informação jornalística, pelas perspectivas teóricas e metodológicas em Ciência da Informação e áreas correlatas.
Metodologia: A interoperabilidade foi realizada da linguagem natural para a controlada em cinco fases: 1) identificação da área do conhecimento; 2) levantamento dos termos e criação de uma lista de assuntos em linguagem natural para a interoperabilidade; 3) escolha da linguagem controlada base; 4) identificação de um método de realização de interoperabilidade entre linguagens de indexação; 5) sistematização do processo de interoperabilidade entre linguagens de indexação para a compatibilização sintático-semântica entre os termos.
Resultados: A interoperabilidade entre as linguagens resultou em índices de compatibilidades semânticas significativos entre os termos das duas linguagens em Ciência da Computação.
Conclusão: Comprovou-se a viabilidade da realização da interoperabilidade na construção de linguagens de indexação diferentes e a adequação da metodologia utilizada.

Palavras-chave: Linguagens de indexação. Interoperabilidade. Metodologia. Clippings

Comunicação e conhecimento: interrelações que permeiam o ambiente organizacional

MACIEL, Ana Maria Teixeira; PIMENTEL,  Rosana Cristina Vilaça; MARCHORI, Marlene. Comunicação e conhecimento: interrelações que permeiam o ambiente organizacional. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.2, p.98-122, maio/ago. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/588 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
A construção de conhecimento é inerente aos processos organizacionais, sendo, portanto, natural nas organizações. Essa abordagem confere reconhecer a comunicação enquanto alicerce, ou seja, fundamento do desenvolvimento do conhecimento pelas pessoas por meio de seus processos de interação. Esse artigo analisa a influência da comunicação no processo de criação de conhecimento da Angelus Ciência e Tecnologia S.A., empresa de base tecnológica. A análise teve como ponto de partida o estudo de questões relacionadas à comunicação e sua relevância na espiral do conhecimento de Nonaka e Takeuchi. A metodologia proposta é de natureza qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, tendo utilizado como técnica de pesquisa, entrevistas em profundidade. Este artigo revela a comunicação como elemento integrante da construção de conhecimento, a qual acontece não só pela troca de informações, mas pelas conversações que emanam das pessoas nos seus relacionamentos, trazendo experiências e vivências que desenvolvem os indivíduos, as organizações e consequentemente a sociedade.

Palavras-chave: Comunicação; Conhecimento; Gestão do conhecimento; Construção de conhecimento

Pluralismo lógico e epistemografia interativa como ferramentas desclassificadoras do conhecimento

SOARES, Maria Sueny Barbosa; MARTINS, Mariana Thamires; FRANCELIN, Marivalde Moacir. Pluralismo lógico e epistemografia interativa como ferramentas desclassificadoras do conhecimento. Rev. digit. bibliotecon. cienc. Inf, Campinas, v.11, n.1, p.55-71, jan./abr. 2013. Disponível em: < http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/article/view/571 >. Acesso em: 02 jun. 2013.

Resumo:
Diante dos novos parâmetros informacionais e suas estruturas de rede, surgem novas oportunidades de comunicação, acesso e participação, fazendo emergir não só do entorno digital como também dos tradicionais ambientes de rede o que poderíamos chamar de exomemórias. Onde há memória, há também necessariamente a organização dessa memória. Usando os sistemas de classificação vigentes teríamos uma organização (des)fragmentada, o que implicaria na perda de alguns desses fragmentos. Assim, é necessário retomar o debate sobre a classificação, visando não só esses novos ambientes, mas também seu antigo caráter epistemológico, trazendo à tona o novo conceito de desclassificação e os princípios da lógica paraconsistente.

Palavras-chave: Organização do conhecimento. Classificação. Exomemória. Desclassificação. Lógica paraconsistente

A Responsabilidade social na formação do bibliotecário brasileiro

MORAES, Marielle Barros de; LUCAS, Elaine de Oliveira. A Responsabilidade social na formação do bibliotecário brasileiro. Em Questão, Porto Alegre, v. 18, n. 1, p. 109-124, jan./jun. 2012. Disponível em: <http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/24107/19763>.  Acesso em: 18 maio 2013.

Resumo

Evidencia a importância de pesquisas em torno dos currículos escolares, com o objetivo de compreender os saberes e as práticas contempladas nos mesmos. O texto toma como eixo analítico as temáticas da organização e mediação da informação presentes nos textos concernentes à formação de bibliotecários no Brasil. Portanto, analisa os documentos do Ministério da Educação (MEC) e da Associação Brasileira de Ensino em Ciência da Informação (ABECIN), referentes aos novos modelos formativos de bibliotecários, tentando visualizar se, em seu conteúdo, estão contempladas questões referentes à responsabilidade social. Os resultados afirmam que estão sendo cada vez mais importantes que os conteúdos relativos à ética e à responsabilidade social estejam contemplados nas mais diversas disciplinas de formação do bibliotecário, mas não uma responsabilidade social que é praticada pela maioria dos empresários, mas sim voltada para os usuários.

Palavras-chave: Formação de bibliotecários. Mediação da informação. Organização da Informação. Responsabilidade
social.

Os mapas conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em unidades de informação

RODRIGUES, Maria Rosemary; CERVANTES, Brígida Maria Nogueira. Os mapas conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em unidades de informação. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 752-776, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/877/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
Apresenta os resultados de estudo em que se analisa a contribuição dos Mapas Conceituais para a visualização das áreas do conhecimento em Unidades de Informação. Como objetivo geral analisa-se os aspectos teóricos e a contribuição de Mapas Conceituais para a visualização de conceitos de áreas do conhecimento em Unidades de Informação. Quanto à metodologia, caracteriza-se como descritiva e exploratória com abordagem qualitativa e quantitativa. Conclui-se que os Mapas Conceituais na Ciência da Informação podem colaborar com o campo da Organização do Conhecimento. Também pressupõe uma forma de organizar, representar e compartilhar o conhecimento. Os resultados alcançados permitem ampliar esse assunto.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da Informação. Mapas conceituais. Organização e representação do conhecimento

A organização do conhecimento arquivístico: perspectivas de renovação a partir das abordagens científicas canadenses

TOGNOLI, Natália Bolfarini; GUIMARÃES, José Augusto Chaves. A organização do conhecimento arquivístico: perspectivas de renovação a partir das abordagens científicas canadenses. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 21-44, jan./mar. 2011. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1084/832>. Acesso em: 30 jan. 2013.

Resumo
Desde o final do século XX, as novas formas de produção documental e as novas tecnologias de informação apresentadas à Arquivística têm levado os profissionais da informação a repensar os conceitos e princípios arquivísticos postulados nos antigos manuais da área. Nesse contexto, destaca-se a produção arquivística canadense, que transformou o país em solo fértil para as discussões que circundam a disciplina na contemporaneidade, representando muito bem as necessidades colocadas pelos novos meios de produção documental aos arquivistas na sociedade da informação, redescobrindo princípios e (re) definindo conceitos, métodos e critérios para a criação, manutenção e uso de documentos em meio tradicional e eletrônico. Foi  notadamente na década de 1980, que um novo paradigma se enunciou na área e, a partir dele, três correntes emergiram: a Arquivística Integrada – enunciada pela Escola de Québec – que propõe a reintegração da disciplina por meio do ciclo vital dos documentos e uma possível aproximação com a Ciência da Informação, graças à incorporação do termo informação orgânica registrada, como substituição ao termo documento de arquivo; a Arquivística Funcional ou Pós-Moderna, enunciada por Terry Cook – que propõe uma renovação e reformulação dos princípios e conceitos originais da disciplina, adotando a corrente Pós-moderna como pano de fundo; e a Diplomática Arquivística, enunciada primeiramente na Itália por Paola Carucci, mas
desenvolvida e reformulada na América do Norte por Luciana Duranti, que busca, por meio do estudo da Diplomática, estabelecer critérios para a crítica textual dos documentos contemporâneos, garantindo ao método diplomático um posto fundamental na Arquivística contemporânea. A vista de tais aspectos, analisa-se, comparativamente, o universo epistemológico dessas três abordagens arquivísticas canadenses, enquanto perspectivas emergentes para a construção de uma disciplina contemporânea, capaz de dar conta dos novos processos de produção, organização e uso da informação orgânica registrada.

Palavras-Chave: Organização do conhecimento arquivístico; Arquivística integrada; Arquivística funcional;  Diplomática contemporânea.

Presença da lógica no domínio da organização do conhecimento: aspectos interdisciplinares no currículo do ensino superior

BUFREM, Leilah Santiago; BREDA, Sônia Maria. Presença da lógica no domínio da organização do conhecimento: aspectos interdisciplinares no currículo do ensino superior. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 16, n. 1, p. 185-194, jan./mar. 2011. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/1045/840>. Acesso em: 30 jan. 2013.

Resumo
Reflexão acerca da presença curricular da lógica no domínio da organização do conhecimento, particularmente no campo da Ciência da Informação (CI). Identifica, em programas de 72 escolas de CI no Brasil, o espaço curricular destinado à disciplina. Observa que os programas voltam-se à análise das formas de raciocínio e à representação do conhecimento. Analisa conteúdos disciplinares associados aos aspectos da lógica no currículo de CI e salienta a relevância da disciplina para os grandes domínios, nos quais se apoiam os processos de informação e enfatiza a necessidade de uma concepção transdisciplinar para a construção do currículo.

Palavras-chave: Lógica; Currículo; Ensino Superior; Ciência da Informação; Organização do Conhecimento.

Ontologias: abordagens nas teses e dissertações das universidades públicas brasileiras

SOUZA JUNIOR, Mario Bastos de; CAFÉ, Lígia. Ontologias: abordagens nas teses e dissertações das universidades públicas brasileiras. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.81-98, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/10054 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Diversas áreas do conhecimento vêm dando significativa atenção para a utilização de ontologias, como a Ciência da Computação, Ciência da Informação, Gestão do Conhecimento, entre outras. Esses estudos, entretanto, apresentam-se sob focos diferenciados e, muitas vezes, se encontram dispersos nos acervos brasileiros. É de suma importância, conhecer as várias abordagens adotadas sobre ontologias realizadas no Brasil. Este artigo é oriundo de uma pesquisa que teve como objetivo reunir, por meio de um levantamento de cunho analítico, os vários assuntos abordados em pesquisas de mestrado e doutorado sobre ontologias realizadas no Brasil. Para isso, foi adotado, no plano metodológico, o Método de Análise de Conteúdo de Laurence Bardin. A análise dos resultados proporcionou significativas contribuições para a compreensão do panorama das pesquisas desenvolvidas nas universidades públicas brasileiras sobre o tema. Constatou-se o predomínio da área de Ciência da Computação no estudo para desenvolvimento de ferramentas que se utilizam das ontologias e a importância da área de Ciência da Informação na realização de pesquisas de cunho teórico/metodológico, para a manutenção dos métodos de desenvolvimento.

Palavras-chave: Ontologia; Sistemas de Organização do Conhecimento; Web Semântica

Rede social de coautoria em Ciência da Informação: estudo sobre a área temática de “Organização e Representação do Conhecimento”

SILVA, Alzira Karla Araújo da; BARBOSA, Ricardo Rodrigues; DUARTE, Emeide Nóbrega. Rede social de coautoria em Ciência da Informação: estudo sobre a área temática de “Organização e Representação do Conhecimento”. Inf. & Soc.:Est., João Pessoa, v.22, n.2, p.63-79, maio/ago. 2012. Disponível em: < http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/13487 >. Acesso em: 4 jan. 2013.

Resumo:
Analisa a dinâmica das redes sociais de coautoria no campo da ciência da informação no Brasil. O Grupo de Trabalho (GT2) “Organização e representação do conhecimento”, do Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (ENANCIB), foi caracterizado quanto à produção, ao vínculo institucional, à região geográfica, aos atores mais produtivos e às redes de coautoria. Os dados evidenciam que, no período de 1994 a 2011, foram apresentados, nesse GT, 294 trabalhos, de 297 atores, afiliados a 60 instituições. Deste conjunto, 25 constituíram os atores mais produtivos, responsáveis pela produção significativa dos trabalhos, a maioria dos quais foi elaborada em regime de coautoria. Os vínculos desses atores concentram-se na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), na Universidade de São Paulo (USP) e no Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).

Palavras-chave: Ciência da Informação. Redes de coautoria. Redes sociais. Produção científica.

A organização da informação e a comunicação científica: implicações para os profissionais e usuários da informação.

DZIEKANIAK, Gisele. A organização da informação e a comunicação científica: implicações para os profissionais e usuários da informação. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 1, p. 45-59, jan./jun. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/11434/8761 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Discute a relação entre produção e disseminação da informa­ção com as práticas utilizadas pelos bibliotecários e usuários da informação, tendo como cenário a (r)evolução tecnológica, através da qual documentos surgem em formato nato-digital com velocidade de publicação inigualável. Aponta a obsolescência das metodologias utilizadas para tratamento da informação em bibliotecas tradicionais, diante das possibilidades tecnológicas para tratamento da informação como mecanismos de busca e indexação em repositórios eletrônicos. Discute as necessidades informacionais de tipos de usuários da informação. Para tanto, aborda os repositórios institucionais, o Open Archives, as onto­logias e a Web Semântica, como iniciativas para suprir necessi­dades dos leitores por acesso a textos completos em ambiente digital. Defende que a Biblioteconomia contemporânea precisa se pautar neste percurso evolutivo das tecnologias da informação no âmbito da organização e recuperação da informação, para assim entender e reconduzir o novo necessário no tratamento informacional, através das teorias e metodologias legadas.

Palavras-chave: Organização da informação. Tecnologia da informação. Usuários da informação. Produção do conhecimento. Comunicação científica.

Estudo sobre como autores de artigos de revistas de ciências da comunicação verbalizam seus objetos de estudos em termos de palavras-chave.

FERREIRA, Sueli Mara S. P.; MORAIS, Maria Helena; MUCHERONI, Marcos; PEREZ, Josefina.  Estudo sobre como autores de artigos de revistas de ciências da comunicação verbalizam seus objetos de estudos em termos de palavras-chave. Em Questão, Porto Alegre, v.15, n. 2, p.151-167, jul./dez. 2009. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/9989/7375 >  Acesso em: 15 nov. 2012.

Resumo:

Este estudo faz a análise das palavras-chave encontradas nos artigos publicados nas revistas brasileiras e portuguesas que par­ticipam do Portal Univerciência.org – Revistas de Acesso Aberto em Ciências da Comunicação. Partimos da ocorrência e frequ­ência das palavras-chave empregadas pelos respectivos autores e editores na perspectiva de mapear características e formas de expressão referentes aos objetos de seus estudos. Os resultados possibilitaram uma melhor compreensão da área e das dificul­dades na construção de parâmetros que orientem à inserção de palavras-chave, por apresentar um contexto interdisciplinar de vocabulários híbridos e distantes entre si.

Palavras-chave: Atribuição de palavras-chave. Ciências da Comunicação. Representação do conhecimento.

Construção de linguagens documentárias em sistemas de recuperação da informação: a importância da garantia do usuário

OLIVEIRA, Dalgiza Andrade; ARAÚJO, Ronaldo Ferreira de. Construção de linguagens documentárias em sistemas de recuperação da informação: a importância da garantia do usuário. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, v.17, n.34, p.17-30, maio./ago. 2012. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2012v17n34p17 >. Acesso em: 29 dez. 2012.

Resumo:
O artigo tem a pretensão de discutir a importância da garantia do usuário no processo de planejamento e elaboração de linguagens documentárias. Assim, o trabalho de cotejamento foi realizado por meio de revisão de literatura de estudos de autores que abordam tal temática, dentro do escopo do processo classificatório, encontrado na Biblioteconomia e na Ciência da Informação. O artigo, embora concentre sua atenção na garantia do usuário, conceitua sinteticamente a garantia literária, a garantia estrutural e a garantia cultural. Discorre-se conceitualmente acerca dos Sistemas de Recuperação de Informação e dos Sistemas de Informação, das linguagens documentárias e das representações documentárias utilizadas no processo de organização da informação. Dentre as linguagens documentárias com ênfase na representação da informação, é destacado, especificamente, o tesauro enfocando as suas principais características no que se refere à validação de termos. Aborda os mecanismos de indexação e descrição dos documentos. Discute-se sobre os tesauros na sua importante relação com a garantia do usuário.

Palavras-chave: Garantia do usuário. Organização do conhecimento. Tesauros. Representações documentárias. Indexação.

Evolução ontológica das linguagens documentárias. Relato de uma experiência de curso organizado conjuntamente para o DT/SIBI-USP e o PPGCI/ECA

MOREIRO GONZÁLEZ, José Antonio. Evolução ontológica das linguagens documentárias. Relato de uma experiência de curso organizado conjuntamente para o DT/SIBI-USP e o PPGCI/ECA. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 143-164, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/36/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Aborda-se o contexto no que se produziu a revisão do conceito de tesauro como linguagem documental prototípico. O contexto vem determinado pela revalorização das Taxonomias, o aparecimento das Ontologias como KOS; e a evolução dos próprios tesauros para o seu enriquecimento conceitual e a sua transformação em redes semânticas. Atende-se também ao novo modelo de visualização e representação conceitual contribuído pelos Topic maps, bem como a relevância atingida pelas Folksonomias à hora de reinterpretar o sistema das palavras-chave. Finalmente, descreve-se uma experiência de curso de atualização dado conjuntamente a bibliotecárias do DT/SIBi-USP e a alunas do PPGCI/ECA.

Palavras-chave: Conceitos; Contexto; Revisão conceitual; Tesauros; Taxonomias; Ontologias; KOS; Tesauros  conceituais; Redes semânticas; Topic maps; Folksonomias; Relato da experiência; curso de atualização; DT/SIBi-USP; PPGCI/ECA.

Os sistemas de organização do conhecimento nas perspectivas atuais das normas internacionais de construção

BOCCATO, Vera Regina Casari. Os sistemas de organização do conhecimento nas perspectivas atuais das normas internacionais de construção. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 165-192, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/44/pdf>. Acesso em: 27 dez. 2012.

Resumo
Realizou-se um estudo dos sistemas de organização do conhecimento pelas perspectivas das normas internacionais de construção, verificando-se as ampliações e as modificações mais significativas ocorridas entre elas, a partir dos vocabulários controlados abordados. O objetivo é apresentar as concepções, as funções e características de cada um deles, delimitando e, ao mesmo tempo, generalizando suas aplicações nos mais diversos contextos de uso, pelas perspectivas evolutivas das normas internacionais para a Organização e Recuperação da Informação em Ciência da Informação. O universo de pesquisa foram as normas internacionais ANSI/NISO Z39.19-2005, BS 8723 e ISO 25964, com destaque para as os sistemas de classificação, listas de cabeçalhos de assunto, taxonomias, tesauros e ontologias, além dos anéis de sinônimos, sistemas de  classificação de negócios para gerenciamento de registros e redes semânticas como vocabulários controlados analisados. Os resultados deste estudo apontaram, principalmente, a necessidade contínua de atualização das normas internacionais, frente às inovações tecnológicas e informacionais ocorridas na Organização e Recuperação do Conhecimento em Ciência da Informação e no contexto do usuário especializado ou não.

Palavras-chave: Normas internacionais. Construção. Sistemas de organização do conhecimento. Sistema de recuperação da informação. Ambiente web.

A dimensão interdisciplinar da análise documental nos contextos brasileiro e espanhol no âmbito da organização do conhecimento

GUIMARÃES, José Augusto Chaves; SALES, Rodrigo de; GRÁCIO, Maria Cláudia Cabrini. A dimensão interdisciplinar da análise documental nos contextos brasileiro e espanhol no âmbito da organização do conhecimento. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 13, n. 6, dez. 2012. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez12/Art_07.htm>. Acesso em: 25 dez. 2012.

Resumo
O Tratamento Temático da Informação – TTI, área nuclear da Ciência da Informação, dada sua natureza mediadora entre produção e uso da informação, vem construindo seu referencial notadamente a partir de três correntes teóricas: catalogação de assunto, de influência norte-americana, indexação, de influência inglesa e análise documental (AD), de influência francesa, as duas primeiras com ênfase nos produtos e instrumentos de tratamento temático da Informação e a última, com influência teórica dos estudos de Jean-Claude Gardin, e com aportes da Lingüística e da Lógica, tem buscado analisar os processos envolvidos, com nítidas repercussões em dois países: Brasil (nos estudos do grupo TEMMA, com especial reflexo na USP e na UNESP) e Espanha (principalmente a partir da contribuição de Antonio Garcia Gutierrez e José Antonio Moreiro Gonzalez, dentre outros). No entanto, se a experiência brasileira já pôde sedimentar sua própria historicidade e assumir sua base gardiniana, não se tem claro o processo de construção dessa vertente teórica na Espanha, para que se possam cogitar perspectivas de interlocução. Nesse sentido, objetiva-se analisar como os entornos acadêmicos espanhol e brasileiro concebem as relações interdisciplinares estabelecidas pela análise documental. Para tanto, aplicou-se questionário a docentes/pesquisadores da área de análise documental em cursos de Biblioteconomia de distintas universidades brasileiras e espanholas tendo por base os registros da International Society for Knowledge Organization-Brasil e da International Society for Knowledge Organization-España. Os resultados, frutos de índices de resposta de 64,5% no Brasil e 60,6% na Espanha, permitiram a identificação de 35 interdisciplinaridades no contexto brasileiro e 98 no contexto espanhol. Tais dados foram agrupados em sete matrizes – cognitiva, filosófica, histórica, lógico-linguística, quantitativa, sócio-política e tecnológica – observando-se, dentre outros aspectos, uma forte predominância da matriz lógico-linguística (lingüística pura e aplicada, lingüística textual, linguística cognitiva, linguística computacional, sociolinguística, lexicografia, lexicologia, semântica, lógica, retórica, semiótica, pragmática, cibersemiótica, iconologia, terminologia) em ambos os entornos, presente em 90% das respostas dos pesquisadores brasileiros e dos espanhóis, aspecto que reforça a influência da matriz gardiniana. Por outro lado, observa-se, por veio de visualização gráfica de redes, uma forte perspectiva de interlocução inter-universidades de um mesmo país e inter pesquisadores dos dois países, em virtude de convergência de concepções, aspecto que deverá ser objeto de incentivo em políticas investigativas e de capacitação docente na área, de modo a propiciar o fortalecimento da interlocução acadêmica em análise documental.

Palavras-chave: análise documental; tratamento temático da informação; organização do conhecimento.

A Complexidade da cultura amazônica e seu reflexo para a organização e representação da informação

RODRIGUES, Anderson Luiz Cardoso. A Complexidade da cultura amazônica e seu reflexo para a organização e representação da informação. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 10-25, jan./dez. 2012. Disponível em: <http://www.atoz.ufpr.br/index.php/atoz/article/view/20/76>. Acesso em: 24 nov. 2012.

Resumo
Introdução: Explora e analisa o domínio ‘cultura amazônica’ no contexto da organização e representação da informação. Apresenta conceitos de cultura com o objetivo de embasar as reflexões sobre o domínio estudado. Método: O referencial teórico de apoio é centrado na Teoria da Classificação Facetada de Ranganathan e na Teoria dos Níveis Integrativos do Classification Research Group, como base teórico-metodológica para a elaboração de um modelo de estrutura
classificatória. A seleção dos conceitos foi realizada tomando por base os termos resultantes de pesquisa oral de três localidades geográficas da Amazônia: as cidades de Bragança, Castanhal e o arquipélago do Marajó. Resultados: A análise das origens etimológicas das palavras indicou a influência das culturas estrangeiras dos continentes europeu, africano, asiático e americano na linguagem amazônica. Conclusões: A análise dos resultados revelou a viabilidade de se desenvolver uma metodologia de trabalho para delinear uma estrutura de classificação e de um conjunto de conceitos para representar o domínio ‘cultura amazônica’ nas suas raízes basilares como estrutura para a construção de sistemas de organização do conhecimento.

Palavras-chave
Conceitos. Análise de domínio. Cultura amazônica. Organização do conhecimento. Representação do conhecimento. Sistemas de classificação.

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