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Teoria da Informação

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Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología

MORÁN, Ariel. Margaret Elizabeth Egan y la genealogía de la filosofía de la bibliotecología. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 5, n. 2, p. 71-91, set. 2014/fev. 2015. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v5i2p71-91>. Acesso em: 08 out. 2015.

Resumo:
O artigo examina a estrutura constitutiva da epistemologia social e argumenta que esta é a ideia de Margaret Elizabeth Egan, e que Jesse Hauk Shera depois “re-conceituou” confusamente. Além disso, neste trabalho, são estabelece o que são idéias moldar a genealogia da filosofia da biblioteconomia no século XX. Somado a isso, ele determina que as idéias de Shera não pertencem desta linha genealógica, mas eles estão em uma linha paralela. Shera afastou-se da epistemologia social original de Egan, e ele foi para terras estranhas, que —ao contrário do pensamento teórico mais básico e convencional em biblioteconomia— não comungar com a tradição anterior. Por outro lado, o texto afirma que a filosofia da informação da Floridi suporta tradição biblioteconomia, seus preceitos e evolução.

Palavras-chave: Fundamentos da bibliotecologia; Epistemologia social; Filosofia da informação; Teoria da informação

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Em busca do significado da desinformação

PINHEIRO, Marta Macedo Kerr; BRITO, Vladimir de Paula. Em busca do significado da desinformação. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 15, n. 6, out. 2014. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez14/Art_05.htm>. Acesso em: 31 dez. 2014.

Resumo
O conceito de desinformação tem sido recorrente na literatura da área de Ciência da Informação, bem como no restante mídia de maneira mais ampla. A princípio somos levados a concluir que esta temática dispensa maiores debates, pois o senso comum apresenta aparente conformidade quanto ao sentido desta citada palavra. Todavia, ao contrário da visão predominante, diversas são as interpretações correntes, em que prima a ausência de um consenso na definição comum do termo, bem como quanto as contradições existentes quanto a este. Sob esta lógica, o presente texto busca indicar a necessidade de se aprofundar o debate sobre o conceito de desinformação, bem como suas múltiplas interpretações a partir da literatura corrente. Identifica o emprego do conceito de desinformação como ruído ou ausência de informação, como instrumento de alienação coletiva e dominação, e como meio de logro, ou engano arquitetado para alguém. Mais do que um debate de cunho semantico, a incompreensão do que seja desinformação apresenta consequências para indivíduos ou sistemas no tocante a adequada interpretação da própria informação.

Palavras Chave: Desinformação; decepção; disinformation; misinformation; ausência informacional; ruído informacional .

Luciano Floridi e os problemas filosóficos da informação: da representação à modelização

GONZALEZ DE GÓMEZ, Maria Nelida. Luciano Floridi e os problemas filosóficos da informação: da representação à modelização. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 4, n. 1, p. 3-25, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2178-2075.v4i1p3-25>. Acesso em: 04 ago. 2014.

Resumo:
No contexto da reconstrução crítica das concepções atuais acerca do conhecimento e da informação, este trabalho analisa a abordagem de Floridi dessa questão, através de seu mapa de problemas da Filosofia da Informação. Foram utilizados outros textos do autor, como o mapa da informação semântica, quando ajudavam a esclarecer seu ponto de vista. Considera-se que a opção pelo construtivismo, a subordinação da epistemologia à filosofia da informação e a rejeição da associação da informação com a representação, formam parte do esforço do autor para sustentar que a validação do conhecimento depende da informação, sendo que a validade da informação depende de processos de modelização baseados em dados.

Palavras-chave: Filosofia da informação; Floridi; Informação; Informação semântica; dados.

Relações entre a teoria matemática da comunicação e a ciência da informação

SANTOS, Izabel Lima dos; NUNES, Jefferson Veras. Relações entre a teoria matemática da comunicação e a ciência da informação. Múltiplos Olhares em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 2, n. 2, out., 2012. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/moci/article/view/1693/1140&gt;. Acesso em: 26 jul. 2013.

Resumo
A Ciência da Informação (CI) desde sua origem tem como uma de suas principais características a interdisciplinaridade e devido a tal característica é comum que a CI tanto sofra influência como seja influenciada por outras áreas do conhecimento. Dentre as inúmeras influências sofridas pela CI destaca-se a Teoria Matemática da Comunicação, também denominada de Teoria da Informação, apresentada por Claude E. Shannon a comunidade cientifica em 1948. A referida teoria, apesar de analisar apenas o primeiro dos três níveis do processo informacional, nível este que se refere exclusivamente aos problemas técnicos relativos ao transporte físico da informação, continua sendo amplamente utilizada pela CI. Diante disso, este trabalho, por meio de revisão de literatura, tem como objetivo demonstrar as contribuições prestadas pela referida teoria à Ciência da Informação e as relações existentes, ainda hoje, entre a Teoria Matemática da Comunicação e esse campo do conhecimento.

Palavras-chave: Teoria Matemática da Comunicação. Teoria da Informação. Ciência da Informação. Fundamentos Teóricos da Ciência da Informação. Recuperação da Informação.

O cognitivismo na CI: a leitura de Ingwersen e a passagem do modelo matemático ao cognitivo

FERNANDES, Marcia Leite. O cognitivismo na CI: a leitura de Ingwersen e a passagem do modelo matemático ao cognitivo. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 7, n. 2, p. 140-155, jul./dez. 2011. Disponível em: <http://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/157>. Acesso em: 07 abr. 2013.

Resumo:
O presente tem como objetivo fazer uma reflexão sobre o ponto de vista cognitivo na Ciência da Informação a partir da leitura de Ingwersen que analisa a origem do cognitivismo, o conceito de informação e suas implicações no processamento e na Recuperação da Informação; a transição do modelo matemático para o cognitivo, consistindo na mudança de abordagem de acesso à informação centrada na informação para a de acesso centrado no usuário, que é o produtor de sentido a partir de sua visão de mundo. Sugere um possível deslocamento da tradicional posição cognitiva de Brookes para a físico-positivista por uma suposta incompatibilidade com a noção de informação como atribuição singular de sentido.

Palavras-chave: Cognitivismo; Sistemas de Recuperação da Informação; SRI; Ciência da Informação.

A mediologia de Régis Debray: limites e contribuições ao campo comunicacional.

MARANHÃO, Ana Carolina Kalume; GARROSSINI, Daniela Favaro. A mediologia de Régis Debray: limites e contribuições ao campo comunicacional. Em Questão, Porto Alegre, v.16, n. 2, p. 33-47, jul./dez. 2010. Disponível em < seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/15053/10435 >  Acesso em: 20 dez. 2012.

Resumo:

Ainda não há no Brasil um trabalho sistemático e continuado sobre o pensamento mediológico de Régis Debray. O presente trabalho visa o estudo da Mediologia como instrumento para análise das idéias e da transmissão simbólica. O objetivo deste trabalho é esclarecer a relação entre a comunicação e a Medio­logia, colocando em primeiro lugar questões que dizem respeito à definição dessa corrente de pensamento e suas reais relações com o campo comunicacional. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho consiste na realização de um exame aprofundado das categorias empregadas por Debray ao longo de quatro obras mediológicas como forma de apresentar e discutir os problemas da Mediologia. Como resultado, espera-se traçar condições materiais para a aproximação entre a Mediologia e as pesquisa em Comunicação.

Palavras-chave: Mediologia.Mediação.Teorias da comunica­ção.Pensamento comunicacional. Régis Debray.

 

 

A formação referencial do comportamento organizacional no enfoque da gestão arquivística.

CALDAS, Rosângela Formentini; RONCATO, Carolina Izidoro. A formação referencial do comportamento organizacional no enfoque da gestão arquivística. Perspectivas em Gestão & Conhecimento, João Pessoa, v.2, n. Especial, p.73-86, out. 2012. Disponível em < http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/pgc/article/view/12778/8037 >  Acesso em: 14 nov. 2012.

Resumo:

A aplicabilidade das teorias administrativas explica o processo de mudança e adaptação das unidades informacionais e refletem a influencia que o ambiente exerce sobre as organizações. O foco em estudos que otimizam os recursos institucionais, promovem uma compreensão da área da CI determinando sua essencial função na sociedade do conhecimento. O ambiente organizacional sofre influencias diretas do processo administrativo do trabalho e a solução de conflitos promove o êxito das organizações. No departamento de arquivo, o fator dos grupos informais determinados na teoria das relações humanas, exerce uma forte influência na gestão local. A pesquisa propôs verificar as influências social e científica da teoria das relações humanas para o processo de gestão de arquivos e para tanto se utilizou o estudo de caso de um arquivo pertencente a uma instituição universitária. A ferramenta estratégica de recolha de dados foi o Grupo Focal. A análise dos dados guiou-se por três fases distintas: Elementos motivacionais; influência comportamental no indivíduo e; integração da organização formal com a informal. Como resultados do estudo, a motivação e um bom ambiente de trabalho destacaram-se nos fatores que desenvolvem habilidades e competências dos funcionários, interferindo no comportamento organizacional que faz-se presente através de formas de recompensas, reconhecimento, homem social e grupos informais. Entende-se que pesquisas dessa natureza contribuem para o desenvolvimento da gestão de arquivos e sugere-se que os dados resultantes da análise sejam aplicados em arquivos com uma estrutura organizacional mais complexa, como no caso de arquivos públicos institucionais.

Palavras-chave: Gestão de arquivos. Ambiente Organizacional. Comportamento organizacional. Teoria Relações Humanas. Grupos formais e informais .

A pesquisa de graduação: o caso dos TCCs da USP-Ribeirão em relação aos GTs do ENANCIB

CASTRO FILHO, Cláudio Marcondes de. A pesquisa de graduação: o caso dos TCCs da USP-Ribeirão em relação aos GTs do ENANCIB. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Pretro, v. 1, n. 2, p. 48-59, jul./dez. 2010. Disponível em: <http://revistas.ffclrp.usp.br/incid/article/view/18/pdf>. Acesso em: 20 jan. 2011.

Resumo
Analisa aspectos temáticos de 84 Trabalhos de Conclusão de Curso produzidos por alunos do curso de Ciências da Informação e da Documentação da USP (Ribeirão Preto, SP) no período de 2006 a 2009; do ponto de vista metodológico, relaciona palavras-chave dos resumos dos TCCs às categorias de nove dos Grupos de Trabalho do ENANCIB; os resultados apontam maior concentração de trabalhos nas categorias da mediação e da gestão informacional, respectivamente G3 e G4 dos ENANCIBs, sem descuido de outras áreas, evidenciando a harmonia de alguns temas investigativos nos TCCs com os temas presentes na associação de pesquisa brasileira.

Palavras-chave: ENANCIB: Grupos de Trabalho. Trabalho de Conclusão de Curso. Ciência da Informação:
Curso.

Correntes teóricas da ciência da informação

ARAÚJO, Carlos Alberto Ávila. Correntes teóricas da ciência da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 3, p. 192-204, set./dez. 2009. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1719/1347>. Acesso em: 5 jul. 2010.

Resumo
Neste artigo, são apresentadas seis correntes teóricas da ciência da informação: os estudos de natureza matemática (incluindo a recuperação da informação e a bibliometria), a teoria sistêmica, a teoria crítica, as teorias da representação, os estudos em comunicação científica e os estudos de usuários. É analisado o conceito de informação em cada uma destas teorias e identificado como, historicamente, tais teorias contribuíram para consolidar um paradigma positivista para o campo. Por fim, são analisadas contribuições recentes que buscam apontar limitações no conceito de informação deste paradigma e possibilidades de superação a partir de novos conceitos e ideias.

Palavras-chave: Ciência da informação. Teorias da informação. Conceito de informação.

A interligação entre Comunicação e Informação

GOMES, Henriette Ferreira. A interligação entre Comunicação e Informação. DataGramaZero, v. 11, n. 3, jun. 2010. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/jun10/Art_03.htm>. Acesso em: 13 jun. 2010.

Resumo: Aborda a interseção entre Comunicação e Informação, influências teóricas, proximidades e limites entre os estudos, apontando as interpretações de Miège, Coelho Netto, Sfez e Debray relativas a este assunto.

Palavras-chave: Comunicação; Informação; Mediação.

Aproximação metodológica para do estudo da informação

VANDERKAST, Egbert J. Sánchez. Aproximação metodológica para do estudo da informação. Informação & Sociedade: Estudos ,v. 19, n. 1, p. 91-99, jan./abr. 2009. Disponível em: <http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/article/view/2700/2690>. Acesso em: 30 abr. 2009.

Resumo
El propósito de este estudio es resaltar algunas de las propuestas metodológicas que algunos autores han hecho a partir de los grandes temas de políticas de información. Se ha dejado de lado las aproximaciones interpretativas que podría dar sustento a muchos de hechos y fenómenos bajo estudio. Uno de los retos es probar cuales de los métodos y de las técnicas cualitativas conduciría a una interpretación más acertada de la realidad de los hechos.

Palavras-chave: Politicas de Información; Metodología; Método interpretativo; Recoleccion de datos.

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