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Biblioterapia

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Fenomenologia versus Filosofia da Diferença: a Biblioterapia em questão

MOSTAFA, Solange Puntel; CRUZ, Denise Viuniski da Nova; BENEVENUTTO, Felipe Etelvino. Fenomenologia versus Filosofia da Diferença: a Biblioterapia em questão. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v. 14, n. 6, dez. 2013. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/dez13/Art_03.htm>. Acesso em: 29 dez. 2013.

Resumo
A Biblioterapia pode ser compreendida como a expansão propiciada pelo ato de leitura que então porta uma função terapêutica. Como campo multidisciplinar diz respeito à psicologia, pedagogia, história, letras, medicina e ciência da informação. Uma pesquisa do termo “biblioterapia” na base de dados ABRAPCI apresentou vinte e dois trabalhos dedicados ao tema, artigos científicos em sua maioria cujos títulos evidenciam o aspecto terapêutico. Nosso objetivo é contrastar a abordagem fenomenológica da literatura brasileira em Biblioterapia com a filosofia da diferença praticada por Gilles Deleuze e Félix Guattari no tema das narrativas biblioterapêuticas. Porque? Para ampliar as bases teóricas presentes na Medicina Narrativa, na Biblioterapia, na História Oral e na área de Leitura desenvolvida pela Biblioteconomia e pela Ciência da Informação.

Palavras-chave: Biblioterapia; Fenomenologia; Filosofia da diferença; Gestão de leitura; Ciência da informação; Medicina narrativa.

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Biblioterapia na Ciência da Informação: Comunicação e Mediação

GUEDES, Mariana Giubertti; BAPTISTA, Sofia Galvão. Biblioterapia na Ciência da Informação: Comunicação e Mediação. Encontros Bibli: revista eletrônica de biblioteconomia e ciência da informação, Florianopólis, v.18, n.36, p.231-253, jan./abr.. 2013. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/1518-2924.2013v18n36p231 >. Acesso em: 27 maio 2013.

Resumo:
O artigo apresenta uma reflexão crítica sobre a Biblioterapia como objeto de estudo da Ciência da Informação (CI), tendo nesta perspectiva, avaliação das características intrínsecas da Biblioterapia dentro da fundamentação da CI, destacando aspectos cognitivos, sociais e interdisciplinares. Pela aplicação variada, a Biblioterapia tem várias definições indicadas no artigo, sendo analisado seu processo no ponto de vista de diversos autores. Analisam-se princípios da Ciência da Informação e do processo comunicacional para a comparação com a Biblioterapia. Neste contexto, destaca-se a atuação biblioterapêutica como uma forma de comunicação e mediação da informação, sendo avaliado o processo comunicacional (seleção, leitura e interpretação de textos com indivíduos) e o profissional mediador (biblioterapêuta).

Palavras-chave: Biblioterapia; Mediação da Informação; Comunicação da Informação; Mudança cognitiva; Bibliotecário

Aplicação da biblioterapia na Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz

LIMA, Daiana de; CALDIN, Clarice Fortkamp. Aplicação da biblioterapia na Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz. Revista ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina, Florianópolis, v. 18, n. 1, p. 599-622, jan./jun., 2013. Disponível em: <http://www.revista.acbsc.org.br/racb/article/view/872/pdf>. Acesso em: 20 mar. 2013.

Resumo
O presente estudo buscou aprimorar o conhecimento acadêmico acerca da biblioterapia e sua disseminação na área da Biblioteconomia. O objetivo geral foi desenvolver a atividade biblioterapêutica na Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz, especificamente com os alunos do primeiro ano, com idade entre 6 e 7 anos. Os objetivos específicos foram: proporcionar a catarse; favorecer a identificação com os personagens ficcionais; estimular a criatividade e a imaginação; proporcionar lazer e diversão; promover risos, tendo como auxílio atividades lúdicas que estimulam os efeitos terapêuticos. A revisão de literatura abordou: Literatura Infantil, História da Biblioterapia, Definições e Objetivos da Biblioterapia, Componentes biblioterapêuticos e modalidades de aplicação da biblioterapia. Foram descritas todas as dez sessões realizadas com a turma do primeiro ano, identificando o alcance dos objetivos, e relatando as dificuldades encontradas para a realização deste estudo. Concluiu-se que biblioterapia contribuíram para as crianças da Escola Básica Municipal Luiz Cândido da Luz, proporcionando envolvimento com vários tipos de textos literários. As crianças também puderam realizar atividades de recreação que permitiram uma interpretação mais ampla dos textos utilizados, auxiliando o estímulo à criatividade.

Palavras-chave: Biblioteconomia. Ciência da informação. Biblioterapia. Biblioteca escolar. Leitura. Bibliotecário. Elementos biblioterapêuticos

A teoria merleau-pontyana da linguagem e a biblioterapia

CALDIN, Clarice Fortkamp. A teoria merleau-pontyana da linguagem e a biblioterapia. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 8, n. 2, p. 23-40, jan./jun. 2011. Disponível em: <http://polaris.bc.unicamp.br/seer/ojs/viewarticle.php?id=287&layout=abstract>. Acesso em: 01 mar. 2011.

Resumo
O artigo expõe o problema da linguagem, com abordagem fenomenológica, como foi tratado por Husserl e por Merleau-Ponty. Husserl considerou a linguagem um objeto do pensamento, essência de uma gramática universal. Merleau-Ponty defendeu a linguagem como meio por excelência de comunicação, cujos signos refletem a cultura e as palavras possuem corporeidade. A teoria merleau-pontyana da expressão admite duas linguagens: a fala falada e a fala falante. A linguagem falada é o conjunto das significações de uma língua; a linguagem falante é transfiguração dessas significações. É da fala falante, produtora de significados, que se ocupa a biblioterapia. Relata-se um Programa de Leitura Terapêutica desenvolvido em uma escola da rede pública estadual no interior da Ilha de Santa Catarina. Tal Programa contemplou leitura, narração e dramatização de textos ficcionais. Apostou no envolvimento dos alunos com o lúdico e o poético e creditou à literatura possibilidades terapêuticas. O diálogo posterior à história (a experiência do outro), a socialização (descontração e alegria) e a retomada do texto (recriação) foram considerados exercícios terapêuticos. Concluiu-se que a biblioterapia é um tratamento alternativo e despretensioso em que a fala, na leitura, narração ou dramatização pode agir como uma terapêutica.

Palavras-chave: Teoria merleau-pontyana da linguagem. Fala falante. Biblioterapia. Leitura terapêutica.

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